Gato é encontrado com flecha atravessada no corpo em Palmas (TO)

Um gato foi vítima de uma violência brutal em Palmas (TO). Ele foi encontrado com uma flecha atravessando seu corpo. Com dor, ele estava acuado na rua, foi socorrido e internado em uma clínica veterinária.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Heitor, como passou a ser chamado, foi encontrado na quarta-feira (7) no Lago Norte pela voluntária Lilian Castilho. “Quando a gente chegou ele estava acuado em um cantinho, com a flecha ainda enfiada, e um senhor vizinho se ofereceu para cortar e tirar. A gente, a princípio, achou que ele estaria amedrontado do ser humano, mas não, ele precisava de socorro”, contou ao G1.

O animal se recupera das lesões e dos traumas na clínica. Ele chegou ao local gravemente ferido. “A gente está tentando levantar a imunidade dele, matando os parasitas intestinais, dando suporte nutricional bom, bem calórico para ele, e tratando a desidratação”, explicou a médica veterinária Ana Paula Lima.

Quando se recuperar, o gato será disponibilizado para adoção. O tratamento dele deve durar 30 dias. “Ele é um guerreiro. Sobreviver nas ruas não é fácil. Por esse motivo nós colocamos o nome do guerreiro de Tróia, que é Heitor”, explicou Lilian. “Logo logo ele vai estar pronto para viver uma vida normal”, completou.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cachorro que teve duas patas cortadas por antigo tutor ganha novo lar

Por Rafaela Damasceno

Um cachorro que foi cruelmente maltratado por um tutor abusivo teve uma segunda chance de encontrar carinho e amor. Seu antigo guardião, que deveria cuidar dele, amputou suas duas patas como forma de castigo por ter cavado um buraco no quintal.

True, que era apenas um filhote na época, conseguiu se arrastar até a casa vizinha, onde o morador chocado rapidamente o levou até um abrigo. Lá, True começou seu tratamento e sua recuperação. As coisas foram muito difíceis, mas o bravo cachorrinho enfrentou tudo com determinação, e sobreviveu. Aos dois anos de idade, ele se curou fisicamente. Seu antigo tutor, que era usuário de drogas, morreu de overdose.

O abrigo, então, compartilhou sua história nas redes sociais e pediu ajuda a uma ONG parceira do Canadá (Cause 4 Paws), para receber ajuda nas contas médicas de True. Foi assim que Erin Blaak e Romain Avril conheceram a história do cachorrinho e se apaixonaram por ele.

True deitado em um sofá

Foto: MDWfeatures

True foi levado para Toronto, no Canadá, onde encontrou a nova família. O casal já possuía outro cachorro, então True ganhou, da noite para o dia, uma mãe, um pai, um irmão e amor. Muito amor.

Na maior parte do tempo, o cachorrinho precisa ser carregado e se cansa rapidamente, mas o casal se certifica que ele faça exercícios regularmente para se manter forte e saudável. Em seu novo lar, ele até mesmo aprendeu a andar se apoiando somente nas patas traseiras e a pular no sofá e na cama. Mas quando sai, ele se locomove com a ajuda de uma cadeira de rodas projetada para ele.

True usando as rodas para se locomover ao lado de sua nova família

Foto: MDWfeatures

“True se encaixou muito bem na nossa família e ama todas as pessoas e cachorros. Ele só quer ser amado de volta”, declarou Erin ao Daily Mail.

Erine e Romain tiveram um triste exemplo de maus-tratos aos animais, que os motivou a ajudá-los ainda mais. Hoje em dia, se esforçam para arrecadar fundos que ajudem cachorros que sofreram abuso no passado.

True fazendo fisioterapia

Foto: MDWfeatures

A aquisição da cadeira de rodas foi feita recentemente, no começo de 2019, e ainda é um desafio para True. Mesmo assim, ele demonstra gostar dela e se esforça para aprender a usá-la. Ele também está testando próteses temporárias para usar futuramente.

Erin demonstrou preocupação com a falta de punições para os maus-tratos aos animais. “Matar por esporte, crueldade ou entretenimento deveria ser acabar. Deveria haver mais consequências”, disse ela. “É triste o quanto de abuso e crueldade contra os animais existe. Há uma falta de leis em relação a isso”.

“Temos muita sorte de ter cachorros em nossas vidas e não merecemos o amor incondicional deles”, concluiu.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Filhote de raposa deixada para morrer é salva por veterinário que se recusou a desistir dela

Foto: Paul McDonald

Foto: Paul McDonald

Red, um filhote de raposa batizado com o nome da cor de seu pelo, foi encontrada desmaiado perto do terreno de uma fábrica em Oldham, na Inglaterra.

Ela parecia sem vida caída no chão e deitada de lado, apesar de todos os esforços dos trabalhadores da fábrica que a encontraram, tentando persuadi-la com comida e água para que ela se levantasse.

Quando todas essas tentativas fracassaram, Paul McDonald, um especialista local em raposas da Freshfields Animal Rescue em Liverpool, foi chamado. “Eu já tinha visto de tudo antes – raposas como aquela geralmente não têm um final feliz”, disse McDonald ao The Dodo. Ainda assim, McDonald tinha esperança e não desistiu de Red.

Foto: Paul McDonald

Foto: Paul McDonald

Ele entrou em contato com um veterinário de confiança da Parker Crowther Vets, explicando que, embora ele não tivesse esperanças que Red sobrevivesse, se alguma coisa pudesse ser feita por ela, mesmo com o batimento cardíaco fraco e a respiração sôfrega da raposinha, ele estava disposto a cobrir as despesas.

“Eu uso este veterinário em particular, pois sei que ela fará o melhor possível, ao contrário de alguns veterinários que não estão interessados em atender animais selvagens, já que não há dinheiro a ser ganho”, disse McDonald.

“Por sorte, minha avaliação inicial se provou equivocada”, disse ele. “A respiração e a frequência cardíaca de Red voltaram ao normal. Não havia sinais de nenhuma fratura”. No entanto, Red estava desidratada e tinha uma temperatura corporal baixa.

Foto: Paul McDonald

Foto: Paul McDonald

Ela foi imediatamente colocada no soro intravenoso e recebeu antibióticos, e começou sua jornada para a recuperação. Depois de passar mais algumas noites no veterinário, Red chegou ao Freshfields Animal Rescue. Enquanto a raposinha era capaz de se mover naquele momento, ela ainda estava fraca demais para se levantar e andar.

“Eu ainda tinha que alimentá-la usando uma seringa por mais alguns dias”, disse McDonald.

“Mas uma noite, quando entrei na unidade para alimentá-la, Red se levantou sozinha, o que eu admito ter trazido uma lágrima aos meus olhos. Ao ver esse pobre animal, que eu estava convencido de que não iria sobreviver, mostrar uma milagrosa reviravolta mudou minha visão sobre resgates desta natureza, que normalmente terminam em lágrimas de um tipo diferente “, disse ele.

Foto: Paul McDonald

Foto: Paul McDonald

Nos dias seguintes, Red começou a andar sozinha – seus passos eram um pouco vacilantes, mas, apesar de tudo, refletiam sua determinação em melhorar logo. Outro filhote de raposa chegou a Freshfields no meio da cura de Red. Ele foi encontrado sozinho atrás de um galpão em Wirral e recebeu o nome de Bruno.

“Como Red e Bruno tinham a mesma idade, eles eram as raposas ideais para se conhecerem – e se aproximaram muito rapidamente”, disse McDonald.

“Filhotes da raposa são animais muito sociáveis e é importante que não sejam mantidos sozinhos, pois eles podem se tornar mansos ou ficar tristes por não terem companhia. Então, foi um grande alívio poder dar a Red um amigo na forma de Bruno “, disse ele.

Red e Bruno dormindo juntos | Foto: Paul McDonald

Red e Bruno dormindo juntos | Foto: Paul McDonald

Agora os dois estão prosperando e praticamente comandam O Centro de Resgate de Raposas. McDonald disse que, dentro das semanas finais, os dois passarão por um processo de “soltura na natureza suave”.

Isso significa que Red e Bruno serão libertados dentro de um recinto ao ar livre, tendo a oportunidade de explorar as paisagens e aromas da vida selvagem enquanto estiverem dentro da segurança do Centro de Resgate de Raposas. As refeições serão fornecidas para eles por alguns dias até que aprendam e se tornem confiantes o suficiente para caçar por conta própria – e, eventualmente, viver por conta própria.

“Se mais filhotes órfãos mais ou menos da mesma idade que Red e Bruno chagarem até nós, eu vou misturá-los com eles também, até um grupo de 5, e eles serão todos soltos juntos na natureza, onde eles irão se dispersar e encontrar seus territórios próprios”, disse McDonald.

Você pode acompanhar Red e Bruno na página do Facebook do McDonald’s, The Fox Man.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cachorrinha desenganada e abandonada pela família é curada por veterinário

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

Quando a filhotinha de cachorro de apenas 6 semanas de idade que vivia com sua família adotiva na Califórnia (EUA) perdeu a capacidade de andar, ela parecia também ter perdido sua chance na vida. Seus tutores, convencidos de que a cachorrinha estava paralisada para sempre, levaram-na ao veterinário local e perguntaram se o filhote poderia ser colocado para dormir.

Mas o veterinário, no entanto, não foi tão rápido quanto a família da cachorrinha para fazer um diagnóstico.

O profissional fez uma série de testes na pequena filhote, originalmente chamada de Bo, e os resultados foram reveladores. Não só Bo não estava paralisada, mas sua condição era facilmente tratável e reversível. Não havia absolutamente nenhum motivo para este filhote ser condenado à morte.

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

Bo, que foi logo rebatizada como Bella, teve hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue). O veterinário então entrou em contato com Piper Wood, fundador da organização de resgate da Califórnia, Hand in Paw, explicou a situação do filhote. Wood imediatamente concordou em levá-la aos cuidados do centro de resgate.

Mas por que o filhote desmaiou, então? “Talvez eles não estivessem alimentando-a o suficiente”, sugeriu Wood ao The Dodo, “e seu nível de açúcar no sangue acabou ficando muito baixo”.

Possivelmente, o filhote também foi retirado de sua mãe cedo demais, uma maneira infalível de evitar muitos problemas de saúde é o leite materno. A Healthy Pets recomenda que os filhotes permaneçam com suas mães por pelo menos dois meses antes de serem adotados.

“Ela estava muito quieta, especialmente para um filhote”, explicou Wood. “Você poderia dizer que ela estava com muito medo”, acrescentou a salvadora da cachorrinha, tendo observado que viu o filhote abandonado tremendo em sua gaiola.

No entanto, depois de apenas duas horas na clínica veterinária, algo incrível aconteceu com Bella. “Ela foi capaz de se levantar”, exclamou Wood. “Ela estava um pouco instável, mas ela estava de pé e comendo sozinha.” Bella tinha mais uma doença menor para consertar: um caso de “estrangulamento de cachorro”, uma condição de pele incomum, mas tratável.

Ela recebeu fluidos intravenosos e o amor que ela precisava para se sentir confortável e segura. Bella teve uma rápida recuperação. “Foi uma solução bem simples”, Wood disse. Tudo o que a pequena filhote realmente precisava era de um diagnóstico preciso e dos cuidados e atenção certos.

Quando ela se curou, a confiança da doce cachorrinha voltou. Hand in Paw compartilhou atualizações com seus amigos, fãs e seguidores no Facebook. Mas a melhor notícia foi que Bella rapidamente a encontrou sua nova família.

Wood acompanhou o filhote até sua nova morada e descreveu o prazer de ver Bella brincando alegremente pela primeira vez. “Ela estava brincando com 10 brinquedos diferentes ao mesmo tempo”, Wood compartilhou no Facebook, “correndo e se divertindo, ela estava tão feliz. Ela se sente em casa agora”.

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

Depois da reviravolta extraordinária de Bella, Wood tinha alguns conselhos sérios, para outros tutores de animais: “é imperativo explorar a saúde do seu animal doméstico com um veterinário antes de tomar decisões. Muitos animais são abandonados e até mortos por condições médicas facilmente tratáveis, e não precisa ser assim”.

“Se você vai adotar um cachorro ou qualquer animal, saiba que eles são um membro da família”, aconselhou Wood. “Se você não está preparado para lidar com problemas de saúde que surgem e não está preparado para dar a eles o que eles precisam, então você provavelmente não deveria adotar um animal”.

“A pequena Bella é um exemplo brilhante dos milagres que podem acontecer se assumirmos nossas responsabilidades como guardiães de animais domésticos. Animais de estimação são vulneráveis, e nós lhes devemos amor, cuidado e atenção quando as coisas dão errado. Graças à suspeita de um veterinário de que Bella estava bem, a cachorrinha agora tem uma ‘vida linda e cheia pela frente’, disse Wood.

Muitos outros animais merecem o mesmo final feliz.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Fotos de cães antes e depois de serem adotados mostra importância da adoção

A adoção é um ato de amor capaz de salvar vidas. Muitos animais são encontrados debilitados, com doenças físicas e psicológicas.

Traumatizados, feridos e doentes, eles têm a vida completamente transformada ao serem adotados. Muitos deles ficam totalmente irreconhecíveis devido à evolução física e psíquica que apresentam depois de encontrarem um lar onde são amados e respeitados. As informações são do Portal do Animal.

Para provar o poder da adoção e a importância dela na vida de um animal, as fotos abaixo expõe cachorros antes e depois de encontrarem novos lares. Confira.

1 – Salvo de um incêndio quando era filhote, este cachorro sofreu queimaduras em 75% do corpo. A vida dele mudou quando ele foi adotado por um bombeiro.

Reprodução/ Portal do Animal

2 – Condenado ao sacrifício, este cão teve a vida salva por um voluntário de um abrigo de animais, que o levou para casa e cuidou dele.

Reprodução/ Portal do Animal

3 – Apenas dois meses depois de ser adotado, este cão apresenta uma mudança notável.

Reprodução/ Portal do Animal

4 – Este cachorro encontrou um novo lar após viver em um canil na Rússia.

Reprodução/ Portal do Animal

5 – Após sobreviver a maus-tratos, tendo passado meses sofrendo, este cão finalmente encontrou um tutor para amá-lo.

Reprodução/ Portal do Animal

6 – Com o pelo repleto de nós, este cachorro foi encontrado em situação deplorável. Cuidados e um lar cheio de amor mudaram a vida dele.

Reprodução/ Portal do Animal

7 – Ainda filhote, este pit bull foi encontrado com uma doença de pele. A diferença entre o antes e depois dele, no entanto, não se restringe à cura da doença, mas também a mudança na feição do cachorro, que estava visivelmente deprimido quando foi resgatado e que hoje demonstra imensa felicidade.

Reprodução/ Portal do Animal


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Clínica veterinária tem suíte para garantir a animal direito a acompanhante

Uma clínica veterinária no Rio de Janeiro oferece uma suíte no local para que o responsável pelo animal internado possa ficar com ele na clínica. No cômodo, no qual o tutor pode permanecer 24 horas, tem frigobar, ar-condicionado e TV a cabo.

A ideia de criar a suíte surgiu após a médica veterinária Andréia Rzezinski, responsável pela internação da clínica Intergávea, observar o comportamento dos tutores de animais que estavam internados no estabelecimento.

Foto: Reprodução / Portal Notisul

“Era comum ficarem lá, sentados, aguardando o horário das duas visitas diárias. Me lembro de uma senhora que chegava pela manhã e só ia embora à noite, quando a clínica fechava. Queria estar perto”, conta a veterinária. As informações são do portal Notisul.

A situação dos clientes que levavam animais à clínica comoveu Andréia. Ela é tutora de três cães e de um filhote de gato, resgatado recentemente. E ao pensar em Mel, sua cadela mais velha, de 17 anos, a veterinária notou que também gostaria de estar na companhia dela caso precisasse de internação.

“Eu sabia de algumas clínicas em São Paulo que permitiam ao acompanhante ficar em poltronas, ao lado da ‘gaiolinha’ onde está o animal, mas achava desconfortável”, disse.

Foi então que, em setembro de 2018, quando a clínica onde Andréia trabalha se mudou para um espaço maior, que ela conseguiu colocar em prática o plano de construir uma suíte para os tutores. O ambiente, que fica ao lado da sala de internação – com 26 leitores para cães e 6 para gatos -, é o primeiro do tipo no Rio de Janeiro e, provavelmente, do Brasil.

Outros veterinários alertaram Andréia sobre o risco dos tutores, aflitos, ficarem fazendo solicitações a cada minuto devido à proximidade que a suíte permitiria que eles tivessem com os animais e com a própria veterinária. “Mas não vejo isso. Aliás, o tutor por perto às vezes até facilita o meu trabalho”, explicou.

Um dos casos que obteve sucesso devido à presença da tutora é o de Babi, uma cadela com diabetes e problemas renais que foi levada de Juiz de Fora (MG) para o Rio de Janeiro para que pudesse receber tratamento veterinário adequado. O animal precisava comer a cada três horas e passear na rua diversas vezes ao dia para fazer xixi – o que, na rotina intensa de uma clínica, é complicado.

Durante o tratamento, Babi precisou ser submetida à hemodiálise e foi transferida por três dias para outra clínica, sem a tutora. “Ela se descompensou toda: não comia e, como só aceitava fazer o xixi na rua, prendeu tanto no leito que ficou com pressão alta e aumento da frequência respiratória por dor e desconforto”, contou a veterinária. Depois desse período, a cadela voltou para a Intergávea, recuperou-se e retornou a sua cidade de origem.

Saúde estável

A suíte, no entanto, não é destinada para qualquer animal. Nela, só pode ficar aquele cachorro ou gato que esteja com a saúde estável, sem necessidade de monitoramento constante de pressão ou frequência cardíaca com uso de aparelhos. Ainda assim, mesmo tendo liberação para estar na suíte, o animal precisará ser submetido a alguns procedimentos na sala de internação.

“Por exemplo, tivemos um cachorro que precisou fazer transfusão de sangue. Levamos para dentro da sala de internação no início para acompanhar todos os parâmetros clínicos. Como estava bem, voltou para a suíte e terminou o procedimento ao lado dos tutores”, relatou Andreia.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cão que se feriu após ficar preso em parapente é operado em MG

O cachorro que se feriu após cair do alto da Serra de Santa Helena, em Sete Lagoas (MG), após ficar preso em um parapente, foi submetido à cirurgia nesta quarta-feira (5). O acidente aconteceu no último domingo (2).

Foto: Reprodução / Teclemidia

Luck, como passou a ser chamado, acidentou-se enquanto mordia com uma mochila carregada por um homem que iniciava um voo de parapente. As informações são do portal Teclemidia.

Logo após voar preso à mochila, Luck caiu e quebrou o cotovelo esquerdo. Por essa razão, precisou ser operado.

A próxima etapa é o pós-operatório, que deve levar cerca de 15 dias. Após se recuperar da cirurgia, o cachorro será encaminhado para adoção.

Confira, abaixo, o vídeo do momento em que Luck voa preso ao parapente e se acidenta.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. Doe agora.


Gato é resgatado após ser ferido com flechada no Reino Unido

Um gato foi alvo de uma flechada no Reino Unido. Apelidado de “Robin Hood”, o animal foi resgatado por veterinários e submetido a uma cirurgia. A flecha, de 15 centímetros, atingiu o ombro do gato, atravessou seu corpo e saiu pela bochecha.

(FOTO: RSPCA)

A ONG Sociedade Real para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (RSPCA, na sigla em inglês) afirma que o animal foi atingido de propósito pela flecha. As informações são da revista Galileu.

“É doentio pensar que alguém poderia querer matar ou machucar um gato”, disse Karl Marston, membro da entidade, em nota.

Os tutores de Robin Hood não foram encontrados. Suspeita-se que ele tenha cerca de cinco anos e possua o vírus da FIV, conhecido popularmente como “HIV felino”.

(FOTO: RSPCA)

Através de procedimento cirúrgico, a flecha foi retirada do corpo do gato sem grandes danos. Para Marston, isso é um milagre. Robin Hood foi levado para lar temporário e se recupera, enquanto espera por adoção.

Não há informações sobre o responsável por ferir o gato. No Reino Unido, crimes como esse podem ser punidos com multas ou encarceramento.

(FOTO: RSPCA)


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. Doe agora.


Gatinha não para de sorrir após ser adotada

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

Tulipa já enfrentou inúmeros desafios em sua curta vida, mas a gatinha de 10 meses ainda agradece por estar viva a cada dia com um sorriso.

Encontrada nas ruas de Ontário, no Canadá, ela foi levada por uma equipe de resgate local com cerca de duas semanas de idade. Tulipa estava sofrendo de uma infecção nos olhos, mas ainda sorria para a câmera quando a equipe de resgate tirou uma foto dela para o site do abrigo. Mal sabia a gatinha, que essa foto seria a responsável por encontrar para ela uma família e um lar.

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

Jenn e Chris passaram meses procurando por uma companhia para seu gato Pinecone quando o sorriso de Tulipa apareceu na tela do computador. “Seu sorriso em sua pequena foto de identificação nos atraiu imediatamente”, Jenn disse ao The Dodo.

O casal apresentou um pedido para a visitação da gatinha e foram aprovado. Quando eles foram conhecê-la, eles não conseguiam acreditar que a gatinha ainda estava sorrindo – mesmo no abrigo.

A conexão foi instantânea. “No segundo em que a conhecemos em pessoa, nos apaixonamos pela aparência e pela personalidade dela”, observou Jenn.

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

Quando trouxeram Tulipa para casa, a gatinha continuou a mostrar seu doce sorriso em todo momento.

“No começo, supusemos que fosse apenas um anúncio em sua foto de identificação para adoção, mas assim que a levamos para casa e começamos a tirar inúmeras fotos dela, percebemos que era algo permanente”, acrescentou Jenn. “O sorriso dela está sempre lá e nunca envelhece.”

Mesmo com alguns problemas médicos, a gatinha manchada de preto e branco sorriu para que seus pais soubessem que tudo ficaria bem.

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

“A parte realista de mim gosta de pensar que sua coloração tem muito a ver com seu sorriso constante”, disse Jenn. “Depois, outra parte de mim gosta de pensar que está sempre sorrindo porque sabe que aos 10 meses ela já superou tanta coisa”.

Agora que Tulipa esta totalmente saudável, ela adora brincar e levar seus brinquedos para onde for, ela ama ficar perto do aquário e irritar seu irmão mais velho – de quem ela é inseparável.

“Ela é um lembrete constante de que as coisas sempre mudam e melhoram, não importa o quão difíceis pareçam no momento”, acrescentou Jenn. “É difícil imaginar nossas vidas sem o sorriso dela. Ela acrescentou muita alegria aos nossos corações e ao nosso lar”.

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

“Ela realmente é uma tulipa”, uma flor especial em nossas vidas, ela acrescentou, “que sempre floresce de novo e de novo – e acho que ela sabe disso sobre si mesma”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Cães resgatados após suspeita de tortura se recuperam no interior de SP

Dois cachorros que foram resgatados após uma suspeita de que eles estivessem sendo torturados pelos tutores estão sob a responsabilidade de uma ONG, já receberam alta médica e se recuperam bem. O caso aconteceu em Bebedouro, no interior de São Paulo, e é investigado pela Polícia Civil, que tomou conhecimento dos fatos após uma denúncia.

Foto: Mariângela Mussolini/ONG Dona Zuleika

Um dos cães apresentava mutilações por todo o corpo. Eles foram salvos na última quinta-feira (24) após o caso ser denunciado a ONG Dona Zuleika. Um laudo veterinário que apontará a causa das lesões está sendo elaborado e é aguardado pela polícia. As informações são do portal G1.

Uma técnica de enfermagem e o irmão dela, que é adolescente, são suspeitos do crime. De acordo com a polícia, a mulher tentou levar os cães de volta para casa, mas não teve autorização policial. O destino dos animais ficará, agora, a cargo da Justiça. Enquanto a decisão judicial não sair, eles ficarão sob os cuidados da ONG.

Segundo o médico veterinário Jorge Andrade, que socorreu os cachorros, os dois estavam desnutridos, com marcas de corda, feridas e carrapatos. O especialista suspeita que Toddy, que tem feridas graves na pele, tenha sido jogado contra a parede ou atropelado.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

“Isso é típico de quando o animal é atropelado. Quando esfrega no asfalto e fica aquele esfolado. Só que o cachorro eu acho que não ia para rua. Parece que ele foi jogado no muro”, diz Andrade.

A Polícia Civil trabalha com a possibilidade do animal ter uma doença dermatológica causada por fungo. O médico veterinário, no entanto, discorda. “[A dermatite] age diferente. Ali estava parecendo feridas vivas. Tinha acabado de acontecer. Estava sangrando. Para chegar uma dermatite naquele ponto é coisa de meses. Aquilo é ferida nova”, afirma.

Toddy está sendo medicado com antibiótico para tratar uma doença do carrapato, conforme explica Andrade. Dayle, o outro cachorro, não apresentou a doença, mas também tinha parasitas no corpo.

“Os dois estavam um pouco anêmicos. Eles tinham bastante carrapato. Inclusive eu tive que dedetizar toda a clínica aqui, porque empesteou tudo [durante] os dias que eles ficaram aqui”, diz.

Foto: Polícia Civil/Divulgação


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. Doe agora.