Mais de 20 cães são resgatados do comércio de carne de cachorro da China

Carne de cachorro foi encontrada à venda em restaurantes de Xangai (China) apenas dias antes da cidade sediar o evento anual World Dog Show 2019, reunião de tutores e cães domésticos do mundo todo.

Defensores dos direitos animais reportam o resgate de 22 cachorros de um matadouro após descobrirem e desconfiarem de três restaurantes da cidade chinesa que estavam servindo sopa de carne de cachorro.

Um dos restaurantes oferecia vários pratos de carne de cachorro em seu cardápio e também divulgava o produto em um cartaz em sua vitrine.

Os cães, incluindo um poodle e um bulldog francês, são suspeitos de serem animais roubados, de acordo com a Humane Society International.

Uma placa no restaurante dizia que a carne era fornecida por matadouros na cidade de Xuzhou, em Jiangsu.

Quando os ativistas da HSI viajaram para lá, encontraram 22 cães encolhidos em um canto, aterrorizados, depois de terem visto seus companheiros animais terem sido espancados até a morte.

Depois de encontrar provas de que foram roubados – incluindo coleiras descartadas – os ativistas conseguiram negociar a liberação dos animais e salvá-los da morte certa.

Ativistas disseram que os cães “estavam claramente apavorados, mas todos responderam positivamente ao contato humano e buscaram conforto” – outro sinal de que eles já foram animais de estimação.

Os cães libertados foram levados para um abrigo de animais no norte da China onde receberão tratamento veterinário antes de serem colocados para adoção.

A exposição de cães, World Dog Show, que começa dia 30 desse mês, se apresenta como uma “reunião alegre para amantes de cães e adoráveis cachorros do mundo todo”.

O abrigo está planejando um evento de adoção local para encontrar lares amorosos para esses animais, alguns dos cães resgatados serão levados para os Estados Unidos para encontrar uma família.

O Dr. Peter Li da HSI disse: “Esta investigação expõe a maneira horrível como milhões de cães chineses são abusados e mortos pelo comércio de carne enquanto por outro lado outros são mimados pelo comércio de animais de estimação”.

“O local de operação das mortes dos cães pela carne, de onde os 22 animais aterrorizados foram resgatados, poderia facilmente ter abastecido o restaurante de Xangai que reivindicou a obtenção de sua carne de cachorro de Xuzhou”.

“A maioria dos cães resgatados é pequena, típica de animais de estimação na China, e os ativistas encontraram uma pilha de coleiras no canto do matadouro, de modo que é provável que esses animais fossem animais de estimação roubados.

“É um padrão duplo que enraivece muitas pessoas que amam cães em toda a China e sentem-se frustrados com a forma como esse comércio ilegal ainda persiste.

A maioria das pessoas na China não come carne de cachorro, e o World Dog Show é um excelente exemplo de uma população chinesa crescente, mais jovem e mais abastada que ama seus companheiros caninos e despreza os ladrões de cães que roubam seus amigos para o comércio de carne, de acordo com informações do Daily Mail.

“Isso também demonstra o enorme benefício econômico que essa indústria de pet care em expansão traz para a China, em comparação com um comércio de carne de cachorro que surge como uma mancha na reputação do país.

“Pedimos à China que tome ações decisivas para acabar com o comércio brutal de carne de cachorro.”

No final do ano, o 11º Festival Anual de Carnes de Yulin deverá acontecer no sul da China.

O evento causa a morte de milhares de cães e gatos que antes disso são conduzidos pelo país nas carrocerias de caminhões para serem assassinados e comidos, segundo ativistas.

Cerca de 40 coelhos abandonados após a Páscoa são resgatados por adolescentes

Foto: WAN/Reprodução

Foto: WAN/Reprodução

Um grupo de adolescentes salvou a vida de 37 coelhos que foram abandonados na floresta de Portage, Indiana (EUA); provavelmente por algum criador inescrupuloso que tentou lucrar com os animais inocentes antes do fim de semana de Páscoa.

De acordo com o jornal Northwest Indiana Times, Johnny Frazier, 18 anos, que estava entre os jovens que resgataram os coelhos, descreveu o evento que se desenrolou na noite de quinta-feira, quando ele e seus amigos avistaram os animais deslocados que “pareciam estar acostumados a ficar perto de humanos”, como uma surpresa inesperada.

O adolescente responsável pelo resgate explicou que havia procurado a polícia, o Portage Animal Control (Centro de Controle de Animais) e a Hobart Humane Society (ONG de bem-estar animal), em busca de ajuda. Infelizmente, nenhum dos solicitados deu um passo à frente para ajudar os jovens, apenas um deles afirmou que “não tinha condições de absorver a multidão de coelhos.

Os rapazes perceberam que eles eram a única chance de sobrevivência dos coelhos, tomando assim a decisão de ajudar os animais. Eles reuniram a maioria dos coelhinhos e os realocaram temporariamente na casa do avô de Frazier.

A Fazenda da Erin, uma instituição sem fins lucrativos que funciona como abrigo e também conta com uma equipe resgate de animais, sediada em Hobart, estava entre aqueles que posteriormente ajudaram com o resgate dos coelhos.

Foto: WAN/Reprodução

Foto: WAN/Reprodução

“Nenhum dos coelhos é castrado, então estamos assumindo que todas as fêmeas estão grávidas”, afirmava um post na página da ONG no Facebook, afirmando também que nenhum abrigo para animais ou coelhos aceitou esses animais que foram claramente negligenciados antes de serem descartados.

“Meu medo é que estes coelhos tenham sido usados como reprodutores de quintal, criados para que seus bebês fossem vendidos em lojas para a Páscoa. Entre os resgatados não há apenas jovens coelhos, mas muitos adultos que provavelmente foram muito explorados já e não produzem mai,s por isso foram descartados, por não dar mais lucro” dizia o post da ONG.

A Fazenda da Erin também compartilhou seu apreço pelo grupo de “bons samaritanos e resgatantes locais que capturaram todos os coelhos, encontraram casas para eles e voltaram à floresta no escuro tentando pegar o resto”.

Depois de doar gaiolas e suprimentos para coelhos, a Fazenda da Erin levou seis dos coelhos para seu santuário, que estarão disponíveis para adoção após 30 dias, depois de serem liberados por veterinários.

Mais de 80 jabutis resgatados no Acre são devolvidos à natureza

Uma equipe do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), em parceria com homens da Marinha, devolveu 83 jabutis à natureza. Os animais haviam sido resgatados pela Polícia Militar e foram levados para uma região distante da cidade para a soltura.

Foto: Divulgação/Imac

Os jabutis foram resgatados em Cruzeiro do Sul (AC) no último domingo (14) e soltos em Ipixuna (AM), em uma região de difícil acesso. O local de soltura não foi divulgado como forma de proteger os animais da caça. As informações são do portal G1.

“Soltamos em dois locais que não podem ser divulgados para evitar que as pessoas possam ir tentar buscá-los. Esse é o procedimento que a gente faz por meio de pontos de GPS. Depois fizemos o termo de soltura”, disse o agente de fiscalização do Imac Josué Torquato.

Um filhote de anta, salvo durante a ação de resgate aos jabutis, será levado para Rio Branco. “Tem uma equipe do Ibama que está chegando e vão levar para Rio Branco, para o centro de triagem, para de lá ver para onde a anta será levada”, informou o servidor do Imac.

Foto: Mazinho Rogério/G1

Os animais foram resgatados após o caso ser denunciado de forma anônima. Eles estavam em um carro que vinha de Guajará (AM). Além dos jabutis e do filhote de anta, foram encontrados 720 quilos de carne de animais silvestres dentro do veículo.

Dois homens foram detidos. Eles confessaram que venderiam a carne e os animais. Multados em mais de R$ 400 mil, eles responderão por crime ambiental em liberdade.

Beagles destinados à morte após final de testes de laboratório são salvos por abrigo de animais

Foto: Michigan Humane Society/Facebook

Foto: Michigan Humane Society/Facebook

Um grupo de beagles que foram destinados a morte após serem submetidos a dolorosos testes laboratoriais de agrotóxicos foram resgatados por um abrigo de animais.

Os cães chegaram à Humane Society de Michigan (EUA) na terça-feira, quase um mês depois que a notícia de sua morte iminente provocou clamores e protestos em nível mundial.

Agora, eles provavelmente serão adotados e ganharão uma família. A Humane Society compartilhou uma foto de um voluntário com um dos cachorros no colo em sua página no Facebook.

Eles escreveram abaixo da publicação: “Estamos felizes em anunciar que os beagles do estudo estão agora sob nossos cuidados. O processo de avaliar cada um deles individualmente para determinar quando e se estarão disponíveis para adoção provavelmente levará várias semanas.

“Um prazo estimado para quando esses beagles estarão disponíveis para adoção e detalhes sobre os pedidos de adoção serão anunciados através de nossos canais sociais.

“Nosso foco agora é trabalhar no sentido de encontrar oportunidades positivas de encontrar lares e famílias para cada um dos animais.

Uma das pessoas que comentou no post contou ter adotado um beagle anteriormente usado em testes de laboratório alertou para o fato de que os cães acham muito mais difícil se adaptar à vida de um animal.de estimação por causa da dor que eles tiveram que suportar nas mãos de outros humanos.

No mês passado, foi relatado que os beagles seriam mortos apenas para que seus órgãos pudessem ser examinados com o objetivo de mensurar os danos que eles sofreram durante os testes com os pesticidas. Isso seria feito com o objtivo egoísta de averiguar se esses produtos químicos teriam possibilidade de representariam um risco para os seres humanos. Eles deveriam ser mortos no início de julho.

Foto: Humane Society of America

Foto: Humane Society of America

A Humane Society of America disse que 36 beagles foram selecionados para o estudo doloroso, e a Michigan Humane Society (filial da primeira) ainda vai quantos deles sobreviveram à agressão que sofreram antes de serem resgatados. Os beagles são uma escolha comum para testes de laboratório por causa de sua natureza gentil, leal, dócil. Esses cães dificilmente reagem quando submetidos a tratamentos dolorosos.

A Dow AgroSciences, que encomendou a pesquisa sobre os cães, afirmou que os animais tiveram que ser sacrificados para cumprir as regulamentações no Brasil, onde a substância química testada deveria ser contada. Mas a equipe da Humane Society pressionou o governo brasileiro, que cedeu afirmando que eles estavam felizes em conceder salvos condutos para salvar a vida dos cães.

Elefantes resgatados de maus-tratos ganham roupas para se proteger do frio

Elefantes que vivem em um vilarejo na Índia, após terem sido resgatados pelo Centro de Cuidados e Proteção Selvagem SOS Elefantes, ganharam roupas para se proteger do frio.

Foto: Reprodução / YouTube

As mudanças climáticas causam muitos problemas para os animais. Os elefantes asiáticos são especialmente vulneráveis a elas, já que possuem baixas índices de reprodução e pouca variedade nas combinações genéticas. Um inverno rigoroso os coloca em risco. As informações são do portal APost.

Quando mulheres que moram na aldeia souberam que as temperaturas continuariam caindo, decidiram costurar suéteres gigantes e coloridos para proteger os elefantes. As roupas garantem isolamento térmico suficiente para manter esses animais aquecidos.

Foto: Reprodução / YouTube

Atualmente, 20 elefantes vivem sob os cuidados do SOS Elefantes. Todos foram agredidos ou negligenciados pelos antigos tutores e foram resgatados após serem comercializados ou explorados. Alguns deles, foram vítimas de circos que os exploraram para entretenimento humano.

O fundador do SOS Elefantes, Kartick Satyanarayan, explica que manter os animais aquecidos é de grande importância. Por terem sofridos inúmeros abusos, os elefantes são ainda mais vulneráveis ao frio extremo. Baixas temperaturas podem levá-los ao desenvolvimento de artrite e pneumonia, o que pode tirar a vida deles. Com os suéteres gigantes, no entanto, eles ficam protegidos, livres de doenças.

Elefantes bebês são resgatados de poço de lama

Reprodução

Guardas florestais encontraram os filhotes de elefante na tarde da quarta-feira última (27), enquanto lutavam para sair de um buraco coberto por lama, disseram funcionários do Parque Nacional Thap Lan, localizado no nordeste da Tailândia.

Alguns dos oficiais saíram para buscar ajuda, enquanto outros passaram a noite com os filhotes.

No dia seguinte, quando os elefantes se amontoaram de um lado do poço, os guardas do outro lado aproveitaram para para tirar lama o suficiente para formar uma rampa. Eles levaram cerca de quatro horas nesse processo, utilizando enxadas e picaretas para realizar o intento.

Imagens do resgate divulgadas pelo Departamento de Parques Nacionais da Tailândia mostram os animais saindo do buraco um por um e caminhando rapidamente para a floresta, a algumas dezenas de metros de distância dali.

Os guardas florestais aplaudem e estimulam os elefantes, com comentários do tipo: “Vá, continue, criança!”

Um elefante pode ser visto nas imagens lutando pra sair do poço, escorregando e caindo, mas finalmente todos conseguem sair da lama.

O último dos animais então permanece um pouco mais, depois que todos os outros passam pela linha das árvores que dá início a floresta.

Ele encara os guardas por um momento, vira-se, faz uma pausa e finalmente corre para a selva.

“Foi-se embora”, grita um guarda, enquanto a equipe de resgate se reúne para comemorar.

O chefe do parque, Prawatsart Chantep, disse que há sinais de uma manada de elefantes, que tem circulado pela área, que talvez possa estar relacionada aos filhotes presos no poço.

O elefante é o animal nacional oficial da Tailândia e, durante algum tempo, enfeitou a bandeira do país quando ele ainda se chamava Sião.

Mas o desenvolvimento das cidades e as chegada das populações humanas reduziram drasticamente o habitat desses animais e contribuíram para encolher seus números. Elefantes famintos tem invadido plantações atrás de comida, especialmente fazendas de cana-de-açúcar.

Acuados pela presença humana invasora e estranha ao seu habitat, os animais reagem instintivamente em defesa de si próprios.

Como aconteceu em novembro passado, quando um motorista que dirigia por uma estrada próxima de outro parque, chocou-se contra as pernas traseiras de um elefante no momento em que o animal saia da selva ao anoitecer. O elefante assustado e com dor, reagiu em defesa própria pisoteado o veículo, que ele julgava uma ameaça, e matando o motorista.

Caso o ambiente natural desses animais fosse respeitado, em lugar de ser violado e invadido por seres humanos e suas levas de “progresso urbano” esta e tantas outras fatalidades, tanto de pessoas como de elefantes seriam evitadas.

Adote um jumento, salve uma vida

Que tal adotar um dos 800 jumentos encontrados por ativistas dos direitos animais em situação degradante na semana passada? Os animais localizados em severo estado de desnutrição em uma fazenda em Canudos, na Bahia, estão recebendo tratamento e sendo assistidos pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).

Mas como são muitos animais, e que felizmente não serão mais abatidos, em breve eles vão precisar de um novo lar. Por isso, atualmente a organização The Donkey Sanctuary está considerando a possibilidade de encaminhar pelo menos parte dos animais para reservas ecológicas na Bahia.

(Foto: Reprodução / Vegazeta)

Ainda assim, como são 800 jumentos, interessados em ajudá-los ou adotá-los podem obter mais informações entrando em contato com a Frente Nacional de Defesa dos Jumentos por meio de sua página no Facebook. No momento, há pouco mais de 30 pessoas interessadas na adoção.

Por enquanto, os animais, que têm como fiel depositário o Fórum Nacional de Proteção Animal, vão continuar no local onde foram encontrados, embora recebendo todos os cuidados necessários. Nos próximos dias, os jumentos serão avaliados por técnicos da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), que é responsável por emitir a guia que confirma o estado de saúde dos animais e autoriza o transporte.

Saiba Mais

Além dos 800 jumentos em estado de desnutrição, mais de 200 morreram no mesmo local. Supostamente os animais foram abandonados porque em 30 de novembro de 2018 a Justiça Federal proibiu o abate dos animais, que seriam enviados a matadouros em Amargosa e Itapetinga. Parte dos animais mortos estava em uma vala enquanto outros ainda vivos cambaleavam enfraquecidos pela fome.

Por David Arioch

Cães resgatados após rompimento de barragem voltam para casa em MG

A história do cachorro que ficou à espera dos tutores após o rompimento de uma barragem da Vale em Brumadinho (MG) possibilitou que dois cães voltassem para casa. Isso porque o cão que pensavam chamar Vitinho é, na verdade, Zeus. E a repercussão gerada pela divulgação de uma foto dele na internet permitiu que os dois animais reencontrassem os tutores.

(Foto: Alexandre Guzanshe/EM)

O auxiliar administrativo Lucas Assis, de 32 anos, viu a foto do cão e acreditou que o animal fotografado era Vitinho. No entanto, horas depois do cachorro ser levado para a casa de Lucas, o pai do rapaz, José Moreira, percebeu que aquele não era o cão da família.

“Vitinho tem as orelhas maiores e mais caídas que este da foto de vocês. O cão que vocês fotografaram não é o nosso”, disse o aposentado. A observação de Moreira foi confirmada pela nora dele. “São quase idênticos, por isso o Lucas acabou confundindo, mas não é ele. De qualquer forma, ficamos muito gratos, pois a mobilização gerada pelo post do jornal nos trouxe o Vitinho de volta”, contou Vanessa Monteiro, de 28 anos. As informações são do jornal Estado de Minas.

(Foto: Estado de Minas)

A história, no entanto, chegou aos ouvidos da médica veterinária Larissa Alves, que fez a parte dela para que Zeus voltasse para casa. “Eu me lembro que o animal tinha um machucado na parte de cima do pescoço e também na pata. O ferimento estava manchado de roxo, como se tivessem passado um remédio por cima”, disse a veterinária, que lembrou que Zeus também tinha esse mesmo ferimento.

Foi assim que o animal voltou para a casa da família de Kayck Junior Braga, 15 anos. “Por causa do desastre, a gente também teve que desocupar nossa casa por um tempo. O Zeus, na confusão, acabou ficando para trás. Minha mãe então publicou uma foto dele em seu perfil no Facebook. A Larissa entrou em contato com a família do Vitinho, achando que havia encontrado o cachorro deles. Eles então ficaram sabendo do post da minha mãe, nos ligaram e trouxeram o Zeus para nós”, disse.

(Foto: Estado de Minas)

Segundo o adolescente, o irmão dele, Lucas, de um ano e cinco meses, foi quem ficou mais feliz com o retorno do animal. “O cão, na verdade, é do meu irmão. Meu pai o trouxe pra morar com a gente logo quando ele nasceu. O menino estava muito triste, sentiu muita falta do companheiro. Agora, está mais calmo”, afirmou Kayck.

Além de Zeus, a família criava vacas no pasto da pousada Nova Estância – onde o cão permaneceu à espera dos tutores. Esses animais, no entanto, não sobreviveram ao rompimento da barragem. Segundo Kayck, as vacas foram soterradas pelos 12,7 milhões de metros cúbicos de lama.