Especialistas tentam resgatar onça encontrada em universidade em MG

Na manhã deste sábado (4), a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou que os especialistas ainda não resgataram a onça-pintada após a instalação de duas armadilhas de laço, que estão escondidas no chão do Jardim Botânico da universidade. Ainda não foi divulgado o local exato que o animal será levado após o resgate.

Novas fotos foram divulgadas da onça-pintada no Jardim Botânico em Juiz de Fora — Foto: Pedro Nobre/UFJF

Os profissionais iniciaram a instalação dos objetos nesta sexta-feira (3), após a chegada do biólogo Rogério Cunha e o veterinário Paulo Roberto Amaral, do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap).

Ainda conforme a UFJF, os profissionais trouxeram um colar para monitoramento via GPS e equipamentos que compõem a armadilha de laço. Para a preservação da espécie, ao ser resgatado, o felino será levado para uma área florestal ampla e adequada para a reprodução da espécie.

Processo de captura

De acordo com UFJF, as armadilhas foram instaladas baseadas no trajeto utilizado pelo felino. Em seguida, os professores e biólogos cavaram um buraco, onde colocaram um laço, preso a uma alavanca, sobre uma almofada.

Equipe instala armadilha de laço, escondido no chão; técnica é das mais seguras e eficazes — Foto: Raul Mourão/UFJF

Um transmissor também foi instalado na área da armadilha. Conforme a assessoria do Jardim Botânico, ele envia sinais sonoros a uma sala do local, onde a equipe se reveza de plantão na escuta dos sinais, desde o anoitecer, quando se inicia a movimentação do animal.

Para assegurar que o felino não escape até que o profissional, acompanhado do médico veterinário Paulo Roberto Amaral, chegue até a onça, o laço é preso a quatro vergalhões de ferro enterrados, de cerca de um metro.

A uma distância de 15 a 20 metros, o veterinário irá atirar uma dosagem mista de anestésico local e tranquilizante. “É um anestésico forte, potente, porém o animal fica excitado com luz e barulho. Não sente dor. É bastante seguro com uma dosagem básica”, explica o veterinário.

Colar possui transmissor com GPS e dispositivo retangular externo que se desprende, em um ano, e faz o colar se abrir (Foto: Raul Mourão/UFJF) — Foto: Raul Mourão/UFJF

Localização

Após o transporte da onça-pintada para o novo local, o animal vai receber um colar com um transmissor para monitoramento de 24 horas. A cada hora, o aparelho emite sinais de localização captados pelo Cenap e compartilhados com a universidade.

Segundo a UFJF, o animal deve ficar com o aparelho por cerca de um ano. Ao chegar neste limite, um dispositivo, conhecido como “dropoff”, se desprende, e o colar se abre. A partir do último sinal emitido, é possível recuperá-lo, uma vez que a bateria do colar dura um ano e meio.

Fonte: G1

Cadela grávida é resgatada após ficar presa em grade de portão no Piauí

Uma cadela grávida ficou presa na grade do portão de um imóvel na rua Mauá, no bairro João Eduardo II, em Rio Branco, no Acre. O acidente aconteceu no sábado (4).

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros do Acre

Como não conseguiu sair sozinha do local, a cadela precisou da ajuda do Corpo de Bombeiros para ser resgatada. A equipe foi acionada durante a madrugada. As informações são do portal G1.

Após ficar preso, o animal tentou voltar para dentro do quintal. No entanto, apenas a cabeça dele passou pela grade.
Apesar do acidente, após a ação dos bombeiros, a cadela foi resgatada sem ferimentos. Segundo o major do Corpo de Bombeiros Cláudio Falcão, a equipe precisou usar um desencarcerador para salvar o animal.

“Estava com a cabeça para dentro, talvez tenha tentado fugir. Gritou desesperada, não saiu de forma nenhuma e entalou”, explicou o major.

Os militares trabalharam com cautela para resgatar a cadela em segurança. “Foi fácil, não foi difícil. Tivemos o maior cuidado devido à situação dela. Fez muito esforço, mas foi tudo tranquilo. Foi às três horas e pra gente não tem hora, ainda mais em uma situação dessa”, concluiu.

Mula abandonada é resgatada e encontra novo lar no interior de SP

Uma mula abandonada em Laranjal Paulista (SP) foi resgatada após ser encontrada vagando pela cidade. O animal, que estava magro quando foi encontrado, recebeu água, comida e cuidados.

Flor foi resgatada e encontrou novo tutor (Foto: Reprodução/TV TEM)

“Foi uma força-tarefa para o bem-estar da Flor. Não tinha como não ajudar. Quem ama não consegue deixar passar batido”, disse ao G1 a protetora animal Sueli Aparecida da Costa.

A neta de Yeda Anis Salomão foi a responsável pelo resgate. Ela pegou uma coleira de cachorro com uma guia, colocou na mula e a levou até um terreno de um imóvel da família.

Diagnosticada com anemia e com um problema crônico em uma das patas, Flor está recebendo tratamento, mas já encontrou um novo lar.

Flor e Yeda (Foto: Reprodução/TV TEM)

De acordo com Yeda, várias pessoas se interessaram em adotar a mula, mas o adotante já foi escolhido. “Vamos acompanhar a adoção da Flor assim que ela for para o novo tutor”, afirmou.

“Ela já foi adotada, mas ainda não foi para a nova casa porque um cantinho está sendo construído para ela. No início, a Flor vai ter que ficar separada dos outros animais para se acostumar aos poucos e fazer amizade”, explicou.

Para Yeda, valeu a pena resgatar Flor e proporcionar qualidade de vida a ela. “Ela é muito querida, especial. Quase humana. É o animal da família. Ela merece todo o carinho do mundo e nós queremos que a Flor viva bem e ultrapasse a idade prevista para uma mula”, concluiu.

Orangotango mantido preso em jaula por três anos é resgatado

Um orangotango que viveu três anos preso em uma jaula, saindo do local apenas aos finais de semana, foi resgatado na Indonésia. Bom Bom, como é chamado, foi vítima do tráfico. Ele foi comprado por Sri Lia quando era apenas um filhote, após a mãe dele ser morta.

Foto: BBC

Bom Bom deveria ter vivido toda a vida na floresta Leuser, com outros animais selvagens da ilha de Sumatra. Porém, uma parte da floresta foi devastada nos últimos 20 anos devido a plantações de palmeiras, fazendas e obras de infraestrutura. Com isso, os animais ficaram mais próximo das pessoas.

Muitos orangotangos são traficados, inclusive enviados a outros países, o que é considerado ilegal na Indonésia. As informações são da BBC.

“Muitos de nossa equipe já confiscaram orangotangos. Mas, se os colocarmos em um centro de reabilitação, o custo será alto”, afirma Wiratno, um diretor do Ministério do Meio Ambiente.

O trabalho de resgate desses animais, e seus respectivos custos, acabam ficando sob responsabilidade de ONGs. Foi uma delas que salvou Bom Bom.

“Todos os orangotangos que estão aqui, suas mães estão provavelmente mortas”, diz Ian Singleton, do Programa de Conservação de Orangotangos de Sumatra.

Após o resgate, os orangotangos ficam em jaulas de quarentena. “Eles terão uma chance de serem orangotangos selvagens e de viver na floresta. Então, isso é uma etapa necessária de um processo positivo e que traz esperança”, diz.

No entanto, para filhote de orangotango resgatado, outros tantos são traficados.

Justiça impede que animais maltratados sejam devolvidos a circo no DF

O juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros, da Vara do Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Distrito Federal, determinou que os animais resgatados do Le Cirque há mais de 10 anos, em condições de maus-tratos, não sejam devolvidos aos tutores que os exploraram para entretenimento humano. A decisão judicial atende a um pedido do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal e de outras entidades, que acionaram a Justiça após uma ação movida pelo circo no âmbito criminal ter determinado a devolução dos animais ao antigo tutor.

Foto: TV Globo/ Reprodução

A advogada Ana Paula de Vasconcelos, representante das entidades no processo, lembra que os animais foram resgatados em 2008 em uma ação conjunta entre a Delegacia do Meio Ambiente e o Ibama, em razão dos maus-tratos que sofriam. Foram salvos quatro elefantes, um hipopótamo, duas lhamas, duas girafas, dois camelos, uma zebra e dez pôneis. Os animais foram encaminhados para santuários e para o Zoológico de Brasília. No entanto, devido aos maus-tratos que sofreram, alguns deles morreram, entre eles um pônei, duas lhamas, dois camelos e uma girafa.

“Esses animais ficaram todos esses anos acolhidos e agora, depois de 11 anos, a Justiça determinou a devolução deles e nós não poderíamos aceitar isso. Eles foram extremamente maltratados, explorados e subjugados, são extremamente sofridos. Depois de tanto tempo, os donos do circo pleitearam a devolução deles e, após uma batalha judicial no âmbito criminal, foi determinada a devolução. Então, nós entramos com uma ação cível para proibir a devolução desses animais”, explicou a advogada.

Foto: TV Globo/ Reprodução

A decisão que impediu que os animais sejam devolvidos ao circo foi proferida em caráter liminar, isso é, provisório, e o processo segue em curso. “A expectativa é que o tribunal se sensibilize para que esses animais não sejam tratados como coisas e que, após 11 anos de acolhimento e de uma nova realidade, eles não sejam colocados novamente na condição em que foram explorados durante tanto tempo. A expectativa é que haja uma pressão da sociedade para que esses animais possam ter uma velhice em paz e não sejam explorados mais”, disse Ana Paula, ao abordar o que é esperado pelas ONGs em relação ao resultado definitivo do processo.

Medeiros considerou, ao decidir pela proibição da devolução dos animais ao circo, que eles “estavam em situação de evidente maus-tratos, com saúde abalada e vivendo em condições insalubres” quando foram salvos. O juiz lembrou ainda que, há mais de dez anos, quando foi determinado o resgate dos animais, os proprietários do Le Cirque se negaram a entregar os animais, o que, segundo o magistrado, reforça a necessidade de manter os animais nos locais que os abrigaram após eles serem resgatados.

Foto: TV Globo/ Reprodução

“É evidente o risco de alienação ou sumiço dos animais, caso se permita que retornem à prisão dos réus, que já demonstraram temeridade suficiente para desafiar a ação dos poderes públicos”, afirmou o juiz.

A decisão cabe recurso por parte do Le Cirque, que em 2015 teve os proprietários absolvidos.

Confira a íntegra do processo clicando aqui.

Bombeiros resgatam 12 gatos e encontram outros 25 mortos na Bahia

O Corpo de Bombeiros resgatou 12 gatos com vida e encontrou outros 25 mortos em uma casa no bairro do Engenho Velho de Brotas, em Salvador, na Bahia. O caso aconteceu no último sábado (27) e foi descoberto após denúncia.

Os animais sobreviventes ficaram sob a responsabilidade do abrigo Sítio Doce Lar. Constança Costa, dona do espaço, conta que os gatos estavam em péssima situação.

Gatos foram abandonados em imóvel no Engenho Velho de Brotas — Foto: Divulgação

“São gatinhos assustados, traumatizados. Eles estavam em um lugar muito sujo e uns estavam se alimentando dos restos mortais dos outros”, relatou ao G1.

Os bombeiros foram acionados após os vizinhos da casa começarem a sentir um mau cheiro. O imóvel teve que ser arrombado.

“A casa estava toda lacrada com telas e cadeados. A gente até entende que uma pessoa que goste de gatos proteja a casa para que eles não fujam, mas o que a gente não entende é porque eles estavam abandonados, com fome e sem água”, contou.

Gatinhos após serem resgatados de imóvel em Salvador e receberem cuidados em abrigo — Foto: Divulgação/Sítio Doce Lar

O caso foi registrado na 6ª Delegacia (DT/Brotas) no domingo (28). No boletim de ocorrência, consta a informação de que um homem alugou a casa para uma mulher. A identidade dos dois não foi revelada.

O Sítio Doce Lar abrigou os gatos a pedido de um amigo de Constança. “Um amigo que é veterinário e dono de uma clínica foi comunicado do caso e perguntou se eu poderia cuidar dos animais. Então recebemos eles. O gatil estava até desativado porque nós castramos e vacinamos os gatos, mas deixamos eles livres por aqui”, contou Constança.

Para arcar com os gastos dos animais, uma vaquinha online foi feita. “Todas as despesas estão detalhadas. A gente fez consulta por animal e recebemos ajuda da veterinária, mas os gastos são altos. Ao todo tenho 231 animais, são 170 cães. Tínhamos 49 gatos, mas com a chegada desses 12, estamos com 61 gatos”, explicou.

Professora mantinha mais de 400 coelhos, alguns sem olhos e orelhas, presos em sua casa

Foto: SPCA/Texas

Foto: SPCA/Texas

Uma professora que reside no Texas (EUA) foi presa e acusada legalmente de crueldade contra os animais após autoridades resgatarem cerca de 450 coelhos de sua casa.

Penny Jean Newton, 58, de Kaufman, Texas, foi acusada de crime de crueldade contra animais e omissão de socorro e assistência médica depois de entregar-se às autoridades na quinta-feira, de acordo com o dite inForney.com.

Um mandado já havia sido emitido pedindo sua prisão na semana anterior.

A acusação de contravenção foi movida pela Gabinete do Xerife do Condado de Kaufman e pela SPCA, ONG responsável pela remoção dos 452 coelhos da residência da criminosa em 6 de março.

Em um post no Facebook, a SPCA do Texas escreveu que alguém sugeriu que a organização fizesse uma visita para checar o bem-estar de animais na casa, o que foi feito no dia 4 de março.

Durante a visita, eles encontraram os coelhos dentro de uma estrutura parecida com um celeiro que havia sido coberta com lonas e outros materiais.

Os animais estavam dentro de caixas, algumas empilhadas umas sobre as outras.

Muitas das gaiolas continham vários coelhos e estavam cheias de fezes, pelos, sujeira e detritos. Relatos afirmavam que os coelhos tinham acesso mínimo a comida ou água.

“Os coelhos parecem ter vários problemas médicos, incluindo unhas compridas, perda de pelo, falta de orelhas, falta de olhos, feridas, pele emaranhada e membros feridos”, observou a SPCA.

A organização conta que conversou com os donos da casa e disse que eles precisavam adequar as condições de vida dos animais ao cumprimento do estabelecido no Código de Saúde e Segurança do estado.

A SPCA então retornou à casa dois dias depois, quando eles cerificaram-se de que as condições permaneciam as mesmas. Os tutores então entregaram os animais aos cuidados da organização.

Cerca de 33 dos coelhos já deram à luz mais de 200 bebês, disse um porta-voz da SPCA.

Autoridades disseram que esta não foi a primeira vez que animais foram resgatados na propriedade dos Newton.

Em julho de 2013, eles disseram resgataram 166 coelhos, 36 porquinhos-da-índia, 12 cabras, cinco gatos, um cachorro e um touro da casa.

Newton – uma vez professora premiada como professora do ano na Forney High School – está aguardando acusação formal e intimação para responder ao processo. A multa ainda não foi definido para ela ainda.

Oficiais do distrito escolar disseram ao site de notícias na sexta-feira que Newton não trabalha mais para o Forney Independent School District.

A SPCA espera que os coelhos estejam disponíveis para adoção uma vez que estejam saudáveis o suficiente e tenham sido esterilizados (parasitas) e castrados.

Grupos de resgate de animais de todo o país se ofereceram para cuidar de alguns coelhos, enquanto outros permanecem em centros de adoção e lares temporários na área de Dallas-Fort Worth.

A SPCA publicou uma lista de itens que as pessoas podem comprar para doar para ajudar a cuidar dos coelhos, observando que eles estão precisando de cobertores, mas também podem usar almofadas de aquecimento, petiscos para cães e almofadas de conforto também.

Modelo Carol Bittencourt teria pulado no mar para tentar salvar cadelinha

Reprodução | Instagram

A modelo Caroline Bittencourt encontrada sem vida na tarde da última segunda-feira (29), próximo à praia das Cigarras, em São Sebastião, litoral de SP, teria se afogado após pular na água para salvar sua cadelinha Canjica, segundo informou sua agente, a empresária Andréia Boneti. Caroline passeava de lancha na companhia de seu marido, Jorge Sestini, e de, supostamente, seus dois cãezinhos.

A versão contada pela empresária é negada pelo pai da modelo, Orley Bitterncourt, que afirma que a filha caiu no mar após se desequilibrar, descartando a versão do resgate da cadela. “Não foi isso, não. [Eles pegaram uma onda na lateral, a Carol se desequilibrou e caiu na água. O Jorge pulou atrás dela para ajudá-la e nisso ele não jogou boia, não jogou nada e o barco acabou se distanciando dele. Viu a Carol, pediu calma para ela, que acabou desaparecendo”, disse em entrevista ao programa Melhor da Tarde, da Band.

Durante seu depoimento à polícia, Jorge Sestini afirmou que Caroline caiu no mar devido aos fortes ventos. Não há menção ao resgate de Canjica, como afirmou Andréia Boneti. Não há informação sobre os cãezinhos. O corpo de Caroline Bittencourt foi velado nesta terça-feira (30) no Cemitério Parque Paulista, em Embú das Artes, São Paulo, em uma cerimônia fechada.

Dois bezerros caem em cisterna de 5 metros de profundidade e são salvos

Dois bezerros caíram dentro de uma cisterna desativada em um sítio na MG-413, no quilômetro 20, em Araguari, no estado de Minas Gerais. O buraco tem cerca de cinco metros de profundidade e o acidente aconteceu no último domingo (28).

Foto: Pixabay / Ilustrativa

O Corpo de bombeiros foi acionado e o resgate levou aproximadamente três horas. Os animais caíram no buraco no final da tarde de sábado (27) e foram retirados dele na tarde de domingo (28), por volta das 14 horas.

Participaram da ação o sargento Fernando de Souza Terra, o sargento Terra e o cabo Aires. As informações são do portal G1.

De acordo com os bombeiros, o salvamento foi dificultado pelo fato de um bezerro ter caído em cima do outro. Para resgatá-los, uma escada foi apoiada na viatura como tripé e com a ajuda de cordas, um bombeiro entrou na cisterna para ajudar a içar os bezerros. Cada um deles pesa cerca de 150 quilos.

Aproximadamente dois minutos após o resgate, o bezerro que estava em cima do outro se levantou. O que estava em baixo, por apresentar ferimentos, estava mais debilitado. O tutor dos animais disse que chamaria um veterinário.

Depois que os animais foram retirados do buraco, um tapume foi usado para fechar a cisterna e o proprietário do sítio foi orientado sobre a importância de manter o local devidamente fechado, devido ao risco de quedas.

Cachorro doente e quase cego é encontrado dentro de galinheiro

Um cachorro doente e quase cego foi encontrado dentro de um galinheiro, dividindo espaço com galinhas. Coberto de penas, com o pelo emaranhado, repleto de pulgas e carrapatos, ele foi resgatado. Ao ser examinado, foi diagnosticado com sarna e leishmaniose.

Reprodução / Portal Eu Amo os Animais

Resgatado pela “Save a Greek Stray”, o cão recebeu o nome de Pena. “Ninguém sabe como ele acabou morando em um galinheiro, mas é onde ele foi encontrado. Vivendo entre as galinhas, coberto de penas, cheio de pulgas e carrapatos, com o que restava de seu pelo, formando pelotas sujas”, disse um representante da ONG.

“Pena sofria de leishmaniose e, como não recebera tratamento a tempo, estava quase cego pela doença. No entanto, ele se restabeleceu totalmente e até recuperou a visão”, completou. As informações são do portal Eu Amo Os Animais.

Reprodução / Portal Eu Amo os Animais

O primeiro passo foi dar um banho no cão e tosá-lo. Ele tinha uma capa de pelo emaranhado sobre corpo que pesava 2,5 quilos.

Com o tratamento, Pena se recuperou dos problemas de saúde e o pelo dele cresceu, permitindo que ele se transformasse num animal completamente diferente do que era antes. Saudável, ele foi disponibilizado para adoção e encontrou um novo lar.