Mais de 80 jabutis resgatados no Acre são devolvidos à natureza

Uma equipe do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), em parceria com homens da Marinha, devolveu 83 jabutis à natureza. Os animais haviam sido resgatados pela Polícia Militar e foram levados para uma região distante da cidade para a soltura.

Foto: Divulgação/Imac

Os jabutis foram resgatados em Cruzeiro do Sul (AC) no último domingo (14) e soltos em Ipixuna (AM), em uma região de difícil acesso. O local de soltura não foi divulgado como forma de proteger os animais da caça. As informações são do portal G1.

“Soltamos em dois locais que não podem ser divulgados para evitar que as pessoas possam ir tentar buscá-los. Esse é o procedimento que a gente faz por meio de pontos de GPS. Depois fizemos o termo de soltura”, disse o agente de fiscalização do Imac Josué Torquato.

Um filhote de anta, salvo durante a ação de resgate aos jabutis, será levado para Rio Branco. “Tem uma equipe do Ibama que está chegando e vão levar para Rio Branco, para o centro de triagem, para de lá ver para onde a anta será levada”, informou o servidor do Imac.

Foto: Mazinho Rogério/G1

Os animais foram resgatados após o caso ser denunciado de forma anônima. Eles estavam em um carro que vinha de Guajará (AM). Além dos jabutis e do filhote de anta, foram encontrados 720 quilos de carne de animais silvestres dentro do veículo.

Dois homens foram detidos. Eles confessaram que venderiam a carne e os animais. Multados em mais de R$ 400 mil, eles responderão por crime ambiental em liberdade.

Jaguatirica baleada e atropelada se recupera e é devolvida à natureza

Uma jaguatirica que foi vítima de um tiro e de atropelamento se recuperou dos ferimentos e foi devolvida à natureza no interior de São Paulo. O animal foi encontrado ferido na rodovia João Baptista Cabral Rennó (SP-225), em março, e foi solta a 200 quilômetros do município de Bauru, em área de mata determinada pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente. A soltura contou com o acompanhamento de uma equipe composta por integrantes da da Concessionária Auto Raposo Tavares (Cart), veterinários e biólogos.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Quando foi encontrada, a jaguatirica, espécie ameaçada de extinção, apresentava feridas na cabeça e na coxa direita, além de ter um projétil de arma de fogo alojado na patela direita, com ferimento já cicatrizado. As informações são do portal A Tarde.

A suspeita é que a jaguatirica tenha sido atropelada após sobreviver a um ataque anterior, promovido por caçadores. “É um caso raro de dupla sobrevivência, esperamos que daqui para a frente ela possa viver em paz e se reproduzir”, disse Astélio Ferreira de Moura, diretor do Zoológico Municipal de Bauru, que abrigou e tratou do animal durante o período de recuperação. A soltura na natureza foi realizada na última quarta-feira (10).

A jaguatirica foi levada para o zoo após ser resgatada pela equipe ambiental da Concessionária Auto Raposo Tavares. Desidratada e debilitada, ela recebeu os cuidados necessários e se recuperou. O projétil encontrado no corpo do animal, do tipo balote usado em arma de caça, foi extraído com sucesso.

A bióloga Fernanda Abra, da Via Fauna, empresa parceira da Cart, explicou que a caça, da qual a jaguatirica provavelmente foi alvo, é uma das principais causa do declínio da espécie na natureza. A jaguatirica está classificada como vulnerável no Livro Vermelho do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), de 2018, que lista as espécies ameaçadas de extinção. Devolvido ao habitat em fase reprodutiva, o animal pode contribuir com a reprodução da espécie.

“Quando um animal duplamente ferido, como esse, se recupera e tem a chance de retornar à natureza, isso deve ser comemorado. Vida longa a essa jaguatirica”, disse Fernanda.

Cachorro é resgatado após ser encontrado em alto mar na Tailândia

Um cachorro foi resgatado por trabalhadores de uma plataforma de petróleo após ser encontrado sozinho em alto mar. O animal estava no meio do golfo da Tailândia, a aproximadamente 200 km da costa. Ele foi resgatado na última sexta-feira (12) e voltou à terra firme na segunda (15).

Foto: Reprodução / Blog Bom Pra Cachorro / Folha de S. Paulo

Apesar da situação em que foi encontrado, o cachorro passa bem. O caso foi divulgado em rede social por Vitisak Payalaw, um dos funcionários da Chevron Tailândia. As informações são do Blog Bom Pra Cachorro, da Folha de S. Paulo.

Payalaw conta que a equipe viu a cabeça do cachorro dentro da água. O cachorro nadava e tentava se agarrar à estrutura da plataforma. Os trabalhadores, então, começaram a pensar em uma forma de resgatá-lo.

De acordo com Payalaw, se as ondas do mar estivessem mais fortes, não teria sido possível avistar o cachorro e ele teria morrido afogado. Aparentemente cansado, ele foi resgatado com a ajuda de uma corda. Por causa da história dele, o cão recebeu o nome de Boonrod, que em português significa sobrevivente.

A suspeita, segundo o The Bangkok Post, é que o cachorro tenha caído de um barco. Payalaw afirmou que, após desembarcar em Songkhla, levaria o cachorro a uma clínica veterinária e que, caso não encontrasse o tutor dele, o adotaria.

Pinguim é devolvido ao mar após ter ficado dias preso em rede de pesca

Foto: Kennedy News and Media

Foto: Kennedy News and Media

As imagens mostram o momento em que um pinguim volta para a água depois de ser libertado de uma rede de pesca abandonada.

Os médicos Stephan Brill, 29, e Ruan Van Der Walt, 32 anos, encontraram o pinguim perto de East London, na África do Sul, emaranhado pelo bico e pescoço ao lado de outros dois que já estavam mortos.

O casal, que estava em uma viagem de pesca de fim de semana, cortou a rede que prendia o pássaro e o soltou de volta na natureza. Eles acreditam que o pinguim esteve preso ali por “alguns dias”.

A filmagem mostra o pinguim que está em uma placa plástica que olha em torno enquanto as ondas quebram de encontro a ela.

Em seguida, ele atravessa as ondas antes de mergulhar e nadar de volta para o oceano.

Foto: Kennedy News and Media

Foto: Kennedy News and Media

A dupla afirma que o pássaro parou um pouco mais adiante no mar e deu ao casal uma olhada para trás em um “momento especial” de despedida e agradecimento.

Stephan, um médico clínico geral de East London, África do Sul, disse: “O pinguim ficou preso por um bom tempo e, apesar do risco de feri-lo, sabíamos que precisávamos fazer tudo o que pudéssemos para ajudá-lo”.

“Nós podíamos ver que ele estava vivo enquanto se debatia, o animal tinha muita força ainda e nós ficamos muito felizes em perceber isso”.

“Inicialmente ele estava um pouco nervoso, mas depois eu acho que ele se acostumou conosco – naquela posição e sem poder se mover ele era uma presa fácil para qualquer predador”.

“Eu estava preocupado do bico dele, porque não sabia o quanto estava emaranhado na rede, o quanto estava apertado em seu pescoço e se ele poderia lutar enquanto tentávamos libertá-lo, fazendo com que se machucasse mais”.

Foto: Kennedy News and Media

Foto: Kennedy News and Media

“Com muito cuidado, usando uma faca, cortamos as cordas que estavam atrás de sua cabeça para que ele não pudesse nos ver e, em seguida, as puxamos pela frente.

“Quando finalmente saiu, ele olhou para nós como se dissesse: O quê? Estou livre, realmente?”

Os turistas achavam que o pinguim esteve preso alia há uns “dois dias”, com base no cheiro dos dois cadáveres que também estavam na rede.

Preocupados se o pinguim poderia estar cansado ou desidratado, Stephan e seu companheiro, o cirurgião ortopédico, Ruan, estimularam o animal a beber agua em um balde e levaram-no até a beira da água.

Stephan conta: “Andei cerca de 100 metros para chegar ao mar e encontrar uma pequena enseada de águas mais calmas”.

“No início do dia, vimos muitos peixes pequenos na área, então pegamos o topo do balde e o deixamos ficar lá e se aclimatar.

“Nós o encorajamos a ir em direção ao oceano, então ele começou a caminhar sozinho e assim que entrou na água, molhando suas penas, nadou muito bem.

“Depois que terminamos de gravar o vídeo, ficamos de pé e o observamos. Ele estava longe demais para tirar fotos, mas podíamos vê-lo claramente mergulhando, mergulhando de novo e nadando feliz”.

“Ele ficou naquela pequena baía por pelo menos dez minutos onde estava a salvo de tubarões e predadores.

“Ele nadou debaixo de uma ou duas ondas, olhou para nós por um tempo e depois nadou mais – foi um momento muito especial.”

Stephan lembrou que as pessoas que visitam as praias precisam ser responsáveis.

Ele alertou para o fato de que canudos, pontas de cigarros, redes de pesca, plástico e linhas de pesca que cobrem o litoral poderiam ser evitados se as pessoas limpassem seus lixos.

A Marine Conservation Society classificou as redes de pesca como uma “armadilha de morte” flutuante e convocou as pessoas à ajudar a vida selvagem, recolhendo seu lixo.

“Lixo em nossos oceanos é uma enorme ameaça à vida selvagem em todo o mundo”, disse um porta-voz da organização.

“Devemos agir agora para impedir que mais plásticos cheguem aos nossos mares. As redes de pesca perdidas no mar transformam-se em armadilhas mortais flutuantes.

Eles também afirmaram que o plástico nos oceanos é uma forte ameaça à vida selvagem.

“Tartarugas confundem sacolas plásticas com águas-vivas, mamíferos maiores são encontrados mortos com quantidades imensas de resíduos de plástico em seus estômagos, sem dúvida contribuindo para a morte, e aves marinhas estão fazendo ninhos com pedaços de plástico e até mesmo alimentando seus filhotes com microplásticos”.

“Devemos agir agora para impedir que mais plásticos entrem em nossos mares.”

Homem é detido pelo abandono de sete filhotes de cachorro no Paraná

Um homem foi detido pela Polícia Militar (PM) suspeito de ter abandonado sete filhotes de cachorro na tarde do último sábado (13) em Paranavaí, no Paraná. Ele foi levado para o Batalhão da PM.

Foto: PM/Divulgação

Os filhotes foram encontrados pela polícia dentro de uma caixa em uma rua do bairro Jardim Central. De acordo com os militares, os cães têm cerca de 30 dias de vida.

Após encontrar os animais, os policiais iniciaram uma investigação que levou ao suspeito. As informações são do portal G1.

De acordo com a polícia, o homem, de 40 anos, assinou um termo circunstanciado de ocorrência na delegacia pelo crime de maus-tratos a animais e, em seguida, foi liberado. Por trata-se de uma infração de menor potencial ofensivo, não cabe prisão.

Foto: PM/Divulgação

O homem foi enquadrado na Lei Federal de Crimes Ambientais, com pena de detenção de três meses a um ano, além de multa.

Os filhotes foram levados para a casa de um dos policiais que participou da ação de resgate. De acordo com a esposa dele, o casal tutela dois gatos e dois cachorros e, por isso, está disponibilizando os filhotes para adoção.

Até a publicação desta reportagem, dois cães haviam sido adotados e os outros cinco aguardavam por um lar.

Filhotes de cachorro são abandonados sem comida e um deles morre no DF

Quatro filhotes de cachorro foram abandonados em uma casa vazia em Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal, e um deles morreu. Os animais estavam sem alimento. A proprietária da casa não é vista no local desde o dia 7 de abril.

Foto: Reprodução / YouTube / Correio Braziliense

Indignados, vizinhos da casa passaram a alimentar os cães através das grades do portão e acionaram a 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte) para resgatá-los. Os três cachorros que sobreviveram foram retirados do local pelos policiais e encaminhados para um abrigo. As informações são do portal Correio Braziliense.

O delegado-chefe adjunto da 17ª DP, Sérgio Bautzer, lamentou o caso de maus-tratos. “A gente fica triste, porque não conseguiu salvar todos. Além disso, a pena para a crueldade com os animais é muito baixa, o que não inibe essa prática”, avalia.

O acusado de cometer crimes contra animais deve, segundo a legislação, assinar um termo circunstanciado na delegacia, por meio do qual se compromete a comparecer à Justiça quando solicitado.

A pena para o crime de maus-tratos a animais é de três meses a um ano de reclusão. Em caso de morte do animal, a punição pode ser aumentada de um sexto a um terço. O infrator, no entanto, não costuma ser preso, por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo.

O caso de maus-tratos cometido contra os filhotes segue sendo investigado pela Polícia Civil, que deve continuar as buscas pela tutora dos animais.

Cachorro é resgatado de escombros de prédios no Rio

Arquivo pessoal

O pequeno yorkshire Romeu foi resgatado sã e salvo após ficar presos nos escombros de prédios que desabaram na última sexta-feira (12), na comunidade da Muzema, zona Oeste do Rio.

Segundo moradores do local, o cãozinho é tutelado por uma menina de 10 anos chamada Clara, que ficou ferida durante o acidente. O pai de Clara, infelizmente, não sobreviveu.

Romeu estava muito assustado e sujo, mas apenas com ferimentos leves. Ele foi generosamente acolhido por vizinhos, enquanto a família se recupera da tragédia.

Resgate de animais em Manaus (AM) aumentou 53,9% no 1º trimestre de 2019

O número de animais resgatados em Manaus (AM) pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) aumentou 53,9% no primeiro trimestre de 2019, em comparação com o mesmo período de 2018. No ano passado, 141 animais foram resgatados. Neste ano, foram 217.

Foto: Pixabay

Pariris, jurutis (pomba silvestre), mucuras, cobras, jacarés e filhotes de aves foram os animais mais resgatados pelo Instituto. As informações são do portal G1.

Depois de serem resgatados, os animais saudáveis são devolvidos à natureza e os que necessitam de cuidados são levados para centros especializados.

O Corpo de Bombeiros orienta as pessoas a manter a calma ao encontrar um animal silvestre em área urbana, manter-se afastado dele e acionar os militares pelo 193.

O gerente da Gerência de Fauna do Ipaam, Marcelo Garcia, explica que os animais são retirados do local onde estão e levados para localidade próxima, preferencialmente em área de mata. Animais silvestres que estão no ambiente natural não são resgatados.

Além do telefone dos bombeiros, é possível também solicitar o resgate de animais silvestres ao entrar em contato com o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, através do telefone (92) 2123-6739. O serviço funciona diariamente das 8h às 17h. Aos finais de semana e feriados, o funcionamento é em regime de plantão.

Cachorro é resgatado após sofrer queimaduras em Palhoça (SC)

Foto: Reprodução/NSC TV

Um cachorrinho em situação de rua foi salvo após ser brutalmente atacado no município de Palhoça, na Grande Florianópolis (SC). O animal foi encontrado com queimaduras pelo corpo possivelmente causadas por óleo quente. Ele foi resgatado pela representante de uma ONG de proteção animal e encaminhado para atendimento veterinário emergencial.

O cãozinho é um velho conhecido de moradores do local e é carinhosamente chamado de Sorriso. Ele vive há mais de um mês em um terminal de ônibus na Ponte do Imaruim. O cachorrinho é dócil e não há suspeitas de quem ou porque foi vítima deste ato violento e cruel.

Felizmente, Sorriso está reagindo muito bem ao tratamento. O médico veterinário Mauricio Linardi acredita que ele terá uma recuperação completa. “Vai dar tudo certo. É uma lesão grande, mas tem uma boa probabilidade dele ficar totalmente bem”, disse de forma otimista em entrevista ao G1.

Com esse prognóstico positivo, a ONG que o resgatou está realizando uma campanha para encontrar um lar e uma família para o cãozinho. “Atualmente a ONG mantém três lares temporários e mais de 100 cães. Nós não temos onde colocar o Sorriso, então através das redes houve uma mobilização e alguém se prontificou a fazer o lar temporário dele”, afirmou uma representante.

Maltratar, ferir e mutilar animais é considerado crime ambiental de acordo com a lei 9.605/98. A punição pode ser detenção de três meses a um ano, além de multa. A ANDA preparou um tutorial explicando o passo a passo para denunciar crimes contra animais. Clique aqui e baixe ou visualize em formato PDF.

Bombeiro faz respiração boca a boca e salva a vida de cão vítima de incêndio

O bombeiro Andrew Klein, de Santa Mônica, nos Estados Unidos, salvou a vida de um cachorro que foi vítima de um incêndio. O prédio em que Marley morava com os tutores pegou fogo e ele saiu do local inconsciente nos braços do bombeiro. O caso foi registrado pelo fotógrafo Billy Fernando, que passava pela região e decidiu parar e tirar fotos.

Foto: Billy Fernando

O quadro de saúde do animal era grave e imediatamente Andrew colocou nele uma máscara de oxigênio especial para cães. No entanto, como Marley não reagia, o bombeiro começou a fazer massagem cardíaca nele e respiração boca a boca. As informações são do portal Cães Online.

Desesperada, a tutora do cachorro assistia à cena. As tentativas de Andrew não surtiam efeito e o cachorro permanecia desfalecido. Desistir, no entanto, não era uma opção. E foi a insistência do bombeiro que fizeram com que, após 20 minutos, o cachorro começasse a se mexer e a se recuperar lentamente.

Foto: Billy Fernando

Ao perceber que o animal estava vivo, a tutora dele chorou de emoção e agradeceu Andrew por ter salvado o cão. O fotógrafo, que já nutria uma admiração pelos bombeiros, disse que passou a admirá-los ainda mais.

Após voltar à vida, Marley foi imediatamente levado para uma clínica veterinária, onde recebeu outros cuidados. Quando se recuperou totalmente do incêndio, ele foi levado até o Corpo de Bombeiros, como uma forma de agradecimento.

Não se sabe qual foi a causa do incêndio. Nenhuma pessoa ou outro animal se feriram.

Foto: Billy Fernando