STF julga sacrifício de animais em rituais religiosos nesta quinta-feira

O Supremo Tribunal Federal (STF) irá julgar, nesta quinta-feira (28), a constitucionalidade do sacrifício de animais em rituais de religiões de matriz africana. O julgamento terá início às 14 horas.

Foto: Pixabay

O julgamento foi realizado pela primeira vez em agosto de 2018, quando recebeu dois votos favoráveis à manutenção do sacrifício por parte dos ministros Marco Aurélio e Luiz Edson Fachin. No entanto, um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes adiou o julgamento.

A ação que será julgada questiona a constitucionalidade de uma lei do Rio Grande do Sul que, no ano de 2006, permitiu que o sacrifício de animais em rituais de religiões de matriz africana fossem realizados de maneira legal.

Ativistas pelos direitos animais pedem que os sacrifícios sejam proibidos e fazem, inclusive, protestos em defesa dos animais mortos nos rituais.

Cadela idosa que seria sacrificada tem a vida salva ao ser adotada

Uma cadela idosa e com problemas de saúde teve a vida salva ao ser adotada por Dani McKissick, nos Estados Unidos. O animal estava na fila para ser sacrificado e foi adotado justamente no dia em que seria submetido à morte induzida.

Foto: Harris County Animal Shelter

Dani estava em casa quando começou a pensar em animais abandonados ou vítimas de maus-tratos e decidiu que precisava fazer alguma coisa para ajudar. “De repente, algo me atingiu como um soco no estômago”, disse McKissick. “Eu precisava ajudar um animal hoje”, completou.

Ela, então, entrou no carro e dirigiu por 45 minutos até chegar no abrigo da ONG Harris County Animal Shelter, em Houston, no Texas. Dani já tutelava dois gatos e um cachorro e, por isso, não pretendia adotar um novo animal, mas queria ajudar de alguma forma. As informações são do The Dodo.

Diagnosticada com ansiedade e ataques de pânico, a distância parecia interminável, mas, enfim, Dani chegou ao abrigo. “Eu não tinha absolutamente nenhuma ideia do que eu ia fazer lá. Eu imaginei que poderia doar ou ser voluntária. Eu até mandei uma mensagem para minha irmã e disse a ela que estava indo para um abrigo e não me deixaria adotar um animal!”, afirmou.

Foto: Dani McKissick

Ao chegar no abrigo e começar a andar entre as baias dos cachorros e gatos abrigados no local, Dani foi recepcionada por um funcionário, que a apresentou uma cadela chamada Honey, mestiça de chow chow de 9 anos de idade que seria sacrificada naquela noite. Ao ver o olhar doce e triste do animal, Dani decidiu adotá-la e salvar a sua vida.

“Algo automaticamente me atraiu para ela”, disse McKissick. “Eu sempre tive uma fraqueza no coração por animais mais velhos ou doentes”, acrescentou.

A cadela sofre de alergias severas, uma infecção respiratória e diversos outros problemas de saúde, mas nada disso impediu Dani de levá-la para casa.

Foto: Dani McKissick

“Ela roubou meu coração nas primeiras 24 horas e todo dia eu a amo mais”, afirmou.

Há uma semana vivendo no novo lar, Honey já se adaptou completamente. “Depois de levá-la ao veterinário algumas vezes e dá-la a dose de alergia, medicamentos e a comida certa, ela é uma cadela totalmente nova. Meus outros animais adoram ela e todo mundo age como se ela estivesse aqui o tempo todo!”, contou. “Ela era a peça que faltava, obviamente, todos nós precisávamos desta família”, completou.

“Eu dei a ela uma segunda chance na vida e ela fez o mesmo por mim. Quando ela está abraçada em meus braços, eu não tenho absolutamente nenhuma preocupação no mundo e sinto nada além de amor e segurança”, concluiu.

Foto: Dani McKissick

Cão-lobo levado para ser sacrificado é resgatado e tem a vida salva

Um cão-lobo que foi deixado em um abrigo, abandonado pelo tutor, para que fosse sacrificado, mesmo sendo um animal saudável, foi resgatado pela equipe de um santuário e teve a vida salva. O caso aconteceu nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução / Portal Amo Meu Pet

Yuki, como é chamado o animal, nasceu em 2008. Após viver oito meses com o primeiro tutor, ele foi abandonado no abrigo. A justificativa do homem para pedir o sacrifício do cachorro era de que ele dava “muito trabalho”. Membros do Shy Wolf Sanctuary, no entanto, não permitiram que ele fosse morto e o resgataram.

Para o santuário onde foi levado, Yuki tinha espaço para correr e brincar. Ele teve a vida completamente transformada. No local, foi submetido a um exame que constatou que havia DNA de lobo nele.

“Seu teste de DNA veio como 87,5% de Gray Wolf, 8,6% de Husky Siberiano e 3,9% de Pastor Alemão”, disse Brittany Allen, membro do santuário.

Com o tempo, Yuki foi crescendo e se transformou em um animal grande que chama a atenção de todos. Com 11 anos, ele é considerado pelos integrantes do santuário um lobisomem tímido que confia apenas em determinadas pessoas e que gosta particularmente das voluntárias do local onde vive.

Foto: Reprodução / Portal Amo Meu Pet

“Yuki é um daqueles animais que ele deixa você saber se ele quer você em seu recinto ou não. Ele tem um grupo muito pequeno de mulheres que ele permite em seu recinto chamado de ‘harém'”, explicou a voluntária Judy.

O voluntário Jeremy Albrecht conta que o cão-lobo foi apelidado de “Woowoo”, porque é esse o barulho que ele faz quando vê alguma de suas pessoas favoritas. É a maneira dele de dizer que quer estar perto delas.

A história de Yuki, no entanto, não é feita só de momentos felizes. Em 2018, ele foi diagnosticado com câncer terminal. Diante dessa situação, os membros do santuário decidiram dar a ele todo o amor e cuidado médico que necessita, até que ele descanse.

Baleia encalha em praia e é enterrada após ser sacrificada no RS

Uma baleia-jubarte encalhou em Mostardas, no Rio Grande Sul, na última semana, e após ficar encalhada por dias, teve que ser sacrificada na segunda-feira (4). Após passar por uma necrópsia, o animal foi enterrado na terça-feira (5).

Foto: Divulgação / Ceclimar/Ufrgs

Amostras do corpo do animal foram coletadas por biólogos do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos da UFRGS (Ceclimar) na tentativa de descobrir o motivo do encalhe. A bióloga Janaína Carrion Wickert contou que a baleia não apresentava ferimentos, mas estava magra e debilitada. As informações são do jornal GaúchaZH.

Especialistas afirmam que o animal estava sofrendo e que a logística para salvá-lo era impossível, já que seriam necessários dois barcos de porte grande, cordas, correntes e uma maré alta. A aproximação das embarcações não foi possível, porém, devido à maré muito baixa.

Com 12 metros de comprimento e cerca de 25 toneladas, a baleia tinha entre dois e seis anos de idade, faixa etária em que é considerada “um filhotão”.

A presença de baleias na costa do Rio Grande do Sul tem se tornado mais frequente, uma vez que a população dessa espécie está em crescimento. Nos últimos cinco anos, foram encontradas sete baleias-jubarte encalhadas na orla do litoral gaúcho – cinco delas chegaram mortas à praia.

CCZ de Santa Rita (PB) está sacrificando animais saudáveis, dizem moradores

Moradores de Santa Rita, na Paraíba, estão denunciando o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município pela morte de animais. Segundo eles, procedimentos de sacrifício estão sendo realizados em animais saudáveis.

Valdir Lima, representante da ONG Proteção Animal Santa Rita, afirma que denúncias como essa são frequentes. “Até que nós consigamos levantar um dossiê, uma documentação, é muito difícil, mas aqui é exclusivamente, segundo denúncias, para ‘sacrificar’”, afirmou. As informações são do portal G1.

Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

A assessoria de imprensa da Prefeitura de Santa Rita apresentou dois documentos, um do CCZ e outro de uma clínica, referentes à solicitação de sacrifício de um animal, nos quais um veterinário afirma que os rins do cachorro estavam totalmente comprometidos.

Uma moradora do bairro Alto do Contorno fez imagens que mostraram a situação crítica das dependências do Centro de Controle de Zoonoses. No vídeo, ela mostra um cachorro morto, que aparentemente havia sido sacrificado, descartado no chão do terreno onde fica o prédio do órgão. O animal estava com soro preso ao corpo.

O coordenador do CCZ, Alexandre Fernandes, afirma que as denúncias já haviam sido feitas quando ele chegou ao local e que a Secretaria de Saúde está apurando o caso. “Nenhum animal, aqui nessa unidade de saúde, é feito sacrifício ou eutanásia estando em boas condições de saúde. A regulamentação não pede que isso aconteça”, explicou.

Cadela é morta como forma de ‘oferenda’ para conseguir promoção no trabalho

Na casa da cadela foi encontrada uma tigela com sangue. O animal já estava morto quando a polícia chegou ao local | Foto: Arquivo pessoal

Uma cadela foi morta a facadas dentro de uma casa na Metropolitana (Núcleo Bandeirante), na noite deste domingo (20/1). Uma equipe da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) fazia a ronda no local quando encontrou o cão ensanguentado e, próximo a ele, estava um homem, também sujo de sangue. Depois de ser abordado, ele entrou em uma casa e foi acompanhado pelos policiais. Na residência foi encontrada uma tigela com sangue e uma carta de oferenda para conseguir uma promoção no trabalho. O companheiro do homem também é suspeito de praticar o crime.

De acordo com a ocorrência, registrada na 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante), o suspeito, de 27 anos, informou aos militares que o cão havia sido atropelado. No entanto, a equipe desconfiou da versão ao ver um rastro de sangue de onde o animal estava jogado até a casa em que o homem morava. A tigela de sangue estava dentro da casinha da cadela, que era o animal de estimação da casa. A residência também estava suja de sangue e, além da carta, uma faca foi encontrada.

No texto, dedicado a um senhor da umbanda, o homem pede para ser selecionado no processo seletivo para ocupar nova função no trabalho e conseguir um aumento no salário, justificando que a remuneração não é suficiente para bancar as dívidas. “Peço que abra os nossos caminhos e tire qualquer obstáculo aos nossos projetos, que possamos aumentar os nossos ganhos e superar a crise financeira”, escreve.
Continua depois da publicidade

No entanto, a carta teria sido escrita pelo companheiro, de 30 anos, servidor do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), que confessou a autoria. No depoimento, o servidor afirmou que estaria dormindo no momento do crime e que, ao acordar, ver sangue pela casa e perceber a ausência do animal, questionou o companheiro, que teria confessado matar a cadela como uma oferenda, pois precisava de dinheiro.

Já o homem de 27 anos disse ter encontrado o animal molhado dentro da casinha e, logo depois, percebeu que era sangue. Os dois estavam juntos desde outubro de 2016, sendo que a cadela, batizada de Laila, já era tutelada pelo suspeito mais novo. Ambos assinaram um termo de compromisso e foram liberados.

A advogada e defensora dos direitos animais Ana Paula de Vasconcelos afirmou que vai conduzir o caso ao Judiciário. ” O crime bárbaro e repugnante não poderá ficar impune. Além do processo criminal, serão buscadas as sanções administrativas, com a multa prevista em 40 salários mínimos, conforme lei distrital”, disse.

Fonte: Correio Braziliense

Menino de 7 anos, que já salvou mais de 1.000 cães, recebe doação para continuar seus resgates

Roman McConn, de apenas 7 anos, resgatou mais de 1.350 cães desde os 4 anos. Além de resgatar, ele ajuda na organização dos transportes e faz vídeos com animais no abrigo para encorajar as pessoas a adotá-los.

Foto: Reprodução | Divulgação

O jovem é o mentor do Projeto Freedom Ride, uma instituição que impede cães de serem sacrificados e os encaminha para novos lares, nos Estados Unidos.

Roman e sua mãe, Jennifer McConn, tiveram a ideia para o projeto depois que eles adotaram Luna, em 2015. Ela seria sacrificada em um abrigo no Texas, nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução | Divulgação

Roman também faz vídeos no abrigo mostrando os cachorros em busca de potenciais donos, explicando suas raças, idade e porque eles precisam ser adotados.

Roman tem três cães, Luna, Ru e Zion e foi premiado no “Kid of the Year” da ASPCA de 2018 em novembro do ano passado.

Foto: Reprodução | Divulgação

“Eu não acho que os cães devam estar em um abrigo”, disse ele em um vídeo da ASPCA postado no YouTube.

A doação

A repercussão da linda trajetória de Roman lhe rendeu um convite para participar do “The Ellen DeGeneres Show” em Hollywood.

Durante a gravação, ela apresentou Roman com US $ 20.000 para a organização. McConn disse que a doação, possibilitada pela Cheerios, cobrirá o custo de dois transportes. O grande transporte em fevereiro custará cerca de US $ 15.000, enquanto o menor em março será de US $ 5.000.

Menino de 6 anos ajuda a impedir o sacrifício de mais de mil cães

Roman McConn, de 6 anos, salvou a vida de 1.050 cachorros abandonados que seriam sacrificados em abrigos nos Estados Unidos. Junto com a mãe dele, Jennifer McConn, o garoto promoveu feiras de adoções e encontrou novos lares para esses animais.

(Foto: Reprodução / Amo Meu Pet)

O trabalho voluntário dos dois, subsidiado por doações, teve início em 2016, no Texas, e foi inspirado pela cadela Luna, adotada em 2015, quando estava na fila para ser sacrificada. As informações são do portal Amo Meu Pet.

“Em julho de 2015, adotamos Luna antes de ela ser sacrificada em um abrigo no Texas. Tornei-me fortemente envolvida com o voluntariado no abrigo local”, escreveu McConn no Facebook.

Vídeos dos cães disponíveis para adoção são feitos e divulgados pela dupla. Roman é um pequeno porta-voz dos animais e os exibe para potenciais adotantes, contando a história deles e falando sobre suas características físicas e comportamentais.

Num determinado momento, o pai do garoto, que serve à Marinha, foi chamado para um trabalho fora do país. Por essa razão, McConn e o filho tiveram que morar em Washington, onde já haviam vivido antes. Os cães não foram deixados para trás. A família levou consigo 31 animais.

Os dois viajam por várias cidades dos Estados Unidos promovendo feiras de adoções. Dentre os mais de mil cachorros salvos por eles estão dois que foram adotados por Roman e sua mãe.

Confira mais fotos:

(Foto: Reprodução / Amo Meu Pet)

(Foto: Reprodução / Amo Meu Pet)

(Foto: Reprodução / Amo Meu Pet)