Orangotango Sandra deixará a Argentina para morar em um santuário

Sandra finalmente será livre | Foto: Divulgação

Após quase cinco de anos de espera, a Justiça argentina finalmente concedeu a tão sonhada liberdade para a orangotango Sandra, atualmente aprisionada no Ecopark Del Porteño, em Buenos Aires, na Argentina.

No entanto, seu destino mudou. A princípio, esperava-se que Sandra teria como nova morada o Santuário de Grandes Primatas (Projeto GAP), localizado em Sorocaba, interior de São Paulo, mas seu novo lar será o Center of Great Apes (Centro para Grandes Primatas), na Flórida, região Sul dos Estados Unidos.

A transferência de Sandra será realizada em julho deste ano. Até lá, ela será submetida a exames e a um período de quarentena. A orangotango tem atualmente 33 anos e viveu por cerca de 25 aprisionada em um zoo.

A notoriedade do caso de Sandra começou em 2014, quando a ONG argentina AFADA (Associação de Funcionários e Advogados dos Direitos Animais, em tradução livre), de forma inédita, solicitou o reconhecimento da orangotango com pessoa não humana e portadora de direitos básicos, como a liberdade.

Para conter a popularidade da ação, a Justiça argentina sentenciou que Sandra deveria ser transferida para um alojamento melhor, onde ficaria em regime de semi-liberdade. Este ajuste não foi o suficiente para os ativistas, que impetraram um pedindo de habeas corpus pedindo a transferência da orangotango para um santuário.

O caso de Sandra teve muitas reviravoltas nos últimos anos. Santuários nos EUA, Espanha e Brasil rapidamente se mostraram solidários e dispostos a abrigá-la. Agora, parece que finalmente a doce orangotango poderá desfrutar de seu tão sonhado final feliz.

Nota da Redação: é impossível falar sobre o caso Sandra sem citar Pablo Buompadre, presidente da respeitada ONG AFADA que teve papel fundamental na liberdade da orangotango. Infelizmente, ele vítima de um acidente de carro que o deixou gravemente ferido em setembro de 2018. Atualmente, não há informações sobre seu estado de saúde. Seu ativismo, amor e luta incansável pelos direitos animais agora rende frutos e inspira novas gerações.

Animais portadores de necessidades especiais ganham vida nova em santuário

Miri e Gili | Foto: Freedon Farm Sanctuary

Miri e Gili | Foto: Freedon Farm Sanctuary

Miri, um burro de três patas, Gary, uma ovelha com aparelho nas pernas e Omer, um bode cego, mastigam um pouco de feno no único santuário de resgate de animais que também é um centro educacional de Israel.

Fundado pelos ativistas pelos direitos animais Adit Romano, 52 anos, ex-executivo de negócios, e Meital Ben Ari, 38, que trabalhava na área de tecnologia, o Freedom Farm funciona tanto como um refúgio para a maioria dos animais deficientes, como um centro educacional para os visitantes.

“Se você quer que as pessoas abram seus corações para esses animais, precisa trazê-las para perto deles”, disse Romano, enquanto acariciava dois porcos chamados Yossi e Omri.

A maioria dos quase 240 animais que vivem no santuário foi criada para abate. Alguns foram doados por fazendeiros que escolheram salvá-los. Outros, como Miri, que foi encontrado deitado em uma vala com uma perna quebrada, foram abandonados.

Após o resgate de Miri, infelizmente sua perna teve que ser amputada.

Ben Ari conta que as crianças com necessidades especiais desfrutam particularmente de passeios pela fazenda e seus 5 acres (2 hectares) de pastos verdes, estábulos e um celeiro em Moshav Olesh, uma comunidade agrícola no centro de Israel.

Omer, o bode cego | Freedon Farm Sanctuary

Omer, o bode cego | Freedon Farm Sanctuary

Numa visita ao lado de seu pai de 84 anos, Shira Breuer, 56, disse: “Estou preocupado com o futuro da humanidade e este lugar me parece um lugar de esperança”.

O membro mais recente da fazenda é Nir, uma vaca de cinco meses de idade que usa uma perna protética para substituir a foi quebrada e depois amputada.

A Freedom Farm arrecadou dinheiro para a prótese e atendimento médico por meio de uma campanha de financiamento da internet.

De acordo com informações do Custa cerca de 1 milhão de dólares por ano para administrar a fazenda, que depende de contribuições e trabalhadores voluntários de Israel e do exterior, incluindo músicos – que vêm tocar para com os animais.

Vídeo mostra o encontro de elefantes com filhote recém-chegado em santuário

Foto: Elephant News

Elefantes são criaturas extremamente inteligentes e altamente sociáveis. Vivendo em grupos com uma média de 11 membros ou mais, costumam percorrer longas distâncias diariamente em busca de comida ou apenas por exercício. Brincalhões e amorosos, eles interagem e criam laços familiares fortes com seu grupo.

Assista o lindo momento em que uma manada inteira corre para conhecer e o cumprimentar o novo integrante do grupo – Dok Gaew, um filhote órfão de um ano e nove meses.

Os elefantes ouviram os sons emitidos pelo filhote do outro lado do Parque Natural dos Elefantes, na Tailândia e foram ao seu encontro. Quando chegam ao recinto onde o bebê está, todos o tocam com suas trombas para dar-lhe boas-vindas.

Cão-lobo levado para ser sacrificado é resgatado e tem a vida salva

Um cão-lobo que foi deixado em um abrigo, abandonado pelo tutor, para que fosse sacrificado, mesmo sendo um animal saudável, foi resgatado pela equipe de um santuário e teve a vida salva. O caso aconteceu nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução / Portal Amo Meu Pet

Yuki, como é chamado o animal, nasceu em 2008. Após viver oito meses com o primeiro tutor, ele foi abandonado no abrigo. A justificativa do homem para pedir o sacrifício do cachorro era de que ele dava “muito trabalho”. Membros do Shy Wolf Sanctuary, no entanto, não permitiram que ele fosse morto e o resgataram.

Para o santuário onde foi levado, Yuki tinha espaço para correr e brincar. Ele teve a vida completamente transformada. No local, foi submetido a um exame que constatou que havia DNA de lobo nele.

“Seu teste de DNA veio como 87,5% de Gray Wolf, 8,6% de Husky Siberiano e 3,9% de Pastor Alemão”, disse Brittany Allen, membro do santuário.

Com o tempo, Yuki foi crescendo e se transformou em um animal grande que chama a atenção de todos. Com 11 anos, ele é considerado pelos integrantes do santuário um lobisomem tímido que confia apenas em determinadas pessoas e que gosta particularmente das voluntárias do local onde vive.

Foto: Reprodução / Portal Amo Meu Pet

“Yuki é um daqueles animais que ele deixa você saber se ele quer você em seu recinto ou não. Ele tem um grupo muito pequeno de mulheres que ele permite em seu recinto chamado de ‘harém'”, explicou a voluntária Judy.

O voluntário Jeremy Albrecht conta que o cão-lobo foi apelidado de “Woowoo”, porque é esse o barulho que ele faz quando vê alguma de suas pessoas favoritas. É a maneira dele de dizer que quer estar perto delas.

A história de Yuki, no entanto, não é feita só de momentos felizes. Em 2018, ele foi diagnosticado com câncer terminal. Diante dessa situação, os membros do santuário decidiram dar a ele todo o amor e cuidado médico que necessita, até que ele descanse.

Santuário de animais oferece jantar com carnes e laticínios

“Como vocês podem alegar que são um santuário de animais enquanto servem o resultado da exploração de animais?”, questionou uma mulher na página do santuário (Foto: The Hungry Obbit/Facebook)

O santuário de animais Hilltop, situado em Morpeth, na Inglaterra, tem recebido críticas por arrecadar recursos oferecendo jantares que incluem fondue de queijo, churrasco de tomahawk, filé mignon e alcatra, entre outras opções.

O que chama a atenção é que o santuário abriga inclusive suínos. Ainda assim, o evento que recebeu o nome de “The Hungry Obbit” diz “oferecer uma experiência gastronômica e mística extraordinária digna da casa de um hobbit”, com comida preparada ao ar livre, sob as estrelas.

Segundo o santuário, o dinheiro arrecadado é utilizado para ajudar os animais que vivem em Hilltop. “Como vocês podem alegar que são um santuário de animais enquanto servem o resultado da exploração de animais?”, questionou uma mulher na página do evento.

Fonte: Vegazeta

Primeiro santuário para baleias será inaugurado na Islândia

Foto: Sea Life Trust

Empresas como o SeaWorld e o Dolphinaris Arizona usam a falta de santuários para os cetáceos para legitimar a prisão perpétua de baleiras e golfinhos em tanques de concreto e a exploração destes animais para entretenimento humano. No entanto, com o desenvolvimento de pelo menos dois santuários atualmente em andamento, esse falso pretexto não poderá mais ser usado

Ainda este ano, a Islândia sediará o primeiro santuário de águas abertas para as baleias beluga, como parte de um projeto liderado pelo The Sea Life Trust, em parceria com a Whale and Dolphin Conservation. A nova instalação de 32.000 metros quadrados abrigará duas baleias belugas de 12 anos que estavam sendo mantidas em cativeiro na China.  Little Grey e Little White Beluga em breve farão a viagem para sua nova casa, onde terão a oportunidade de viver no oceano pelo resto de suas vidas. As informações são do World Animal News.

Cetáceos em cativeiros

Inúmeros casos de maus-tratos e mortes são frequentemente noticiados em locais como SeaWorld e o Dolphinaris Arizona, onde baleias e golfinhos são explorados e treinados em minúsculas piscinas altamente cloradas para “divertir e educar” seres humanos, com privação de alimentos e castigos.

Doentes e depressivos, eles não atingem a metade de sua idade média e morrem subitamente.

Em menos de dois anos, quatro golfinhos morreram no Dolphinaris Arizona e no SeaWorld não é diferente – orcas perdem suas vidas de forma triste e repentina sem nunca terem conhecido a liberdade.

As instalações aquáticas afirmam que é perigoso libertar cetáceos cativos de volta à vida selvagem mas não há nada mais prejudicial – tanto física quanto psicologicamente – do que mantê-los em cativeiro até a morte.

Campanha pede ao zoo a liberdade de elefanta que perdeu seu companheiro de 17 anos

Sozinha em cativeiro a seis meses a elefanta perdeu o apetite e a vontade de caminhar pelo seu ambiente de residência | Foto: Humane Society Internacional

Sozinha em cativeiro a seis meses a elefanta perdeu o apetite e a vontade de caminhar pelo seu ambiente de residência | Foto: Humane Society Internacional

Lammie é uma elefanta de 39 anos, ela é o último elefante africano no zoológico de Joanesburgo (África do Sul). Em setembro último seu companheiro a 17 anos, Kinkel, faleceu deixando-a sozinha. Desde então Lammie perdeu a vontade de viver. Ela parou de comer, de andar pelo cativeiro e de interagir com seus alimentadores. É com muita dificuldade que seus cuidadores conseguem fazê-la se alimentar o mínimo que seja.

Os dois se tornaram inseparáveis desde que ele foi resgatado e trazido ao zoológico em 2000. O elefante teve sua tromba presa a uma armadilha na selva africana foi socorrido e levado a Joanesburgo. Um dia antes de Kinkel morrer, quando ele já estava doente, Lammie foi vista tentando ajudá-lo a se levantar.

Desde então, a seis meses que ativistas têm pedido insistentemente ao zoológico de Joanesburgo que transfira a elefanta solitária para um santuário onde ela possa conviver com outros animais da sua espécie e não tenha que passar seus últimos anos sozinha.

Além da vida no cativeiro e da morte do companheiro, a elefanta ainda sofreu a perda de seu filhote de uma semana, a morte de seus pais, a transferência de um dos irmãos para um zoológico francês e o outro para um cativeiro em Johanesburgo.

Sem a presença do companheiro a elefanta começou a apresentar comportamentos depressivos e apatia constante | Foto: Humane Society Internacional

Sem a presença do companheiro a elefanta começou a apresentar comportamentos depressivos e apatia constante | Foto: Humane Society Internacional

Elefantes desenvolvem fortes laços sociais e de grupo, assim sendo, a perda de membros da família e companheiros de convivência podem resultar em luto e trauma significativos, afirmam grupos de proteção animal.

A elefanta agora passa seus dias sozinha em sua clausura, sem a companhia de nenhum outro elefante ou qualquer distração, denunciam os ativistas.

Eles dizem ainda que ela não tem quase nenhuma interação, dispõe de pouca sombra, água insuficiente para tomar banho e chega a ficar horas parada e apática no portão de seu cativeiro, sem falar que ela está acima do peso.

Especialistas em elefantes da Humane Society International/Africa, da EMS Foundation e do Elephant Reintegration Trust estão preocupados com o seu estado mental e têm feito coro aos pedidos de providências urgentes ao zoológico.

Um santuário está disposto a oferecer a Lammie um novo lar com outros elefantes que se tornariam sua nova família, porém, o zoológico tem resistido aos pedidos para liberar Lammie e, em vez disso, sugeriram trazer outro elefante para lhe fazer companhia.

Ativistas estão preparando uma petição com aproximadamente 300 mil assinaturas para enviar ao zoológico, pedindo urência na transferência de Lammie ao santuário.

Uma carta de apoio assinada pelos 13 mais renomados especialistas em elefantes do mundo também foi enviada ao irredutível zoológico.

A atriz de Harry Potter, Evanna Lynch, também está apoiando a campanha junto com as crianças de uma escola, que enviaram um cartão de Dia dos Namorados (Valentine´s day) ao zoológico, com um desenho da elefanta, um pedido pela liberdade de Lammie e a assinatura de todas elas.

Carta das crianças da escola pela liberdade de Lammie | Foto: Humane Society Internacional

Carta das crianças da escola pela liberdade de Lammie | Foto: Humane Society Internacional

Evanna Lynch disse: “Os elefantes são criaturas tão incríveis e inteligentes que é simplesmente de partir o coração vê-los reduzidos a circunstâncias tão lamentáveis”.

“Eu realmente espero que o pessoal do zoológico de Joanesburgo encontre em seus corações a misericórdia necessária para permitir que Lammie viva com outros elefantes em um santuário, é o mínimo que ela merece depois de anos de cativeiro”, completou a atriz tocada pela situação da elefanta.

Mesmo se outro elefante for adquirido, o mínimo de elefantes recomendado, por diversas associações de zoológico pelo mundo, é de pelo menos quatro elefantes em um grupo de convivência.

Especialistas em elefantes da HSI/África dizem que apenas dois elefantes em um grupo de conviência, não atendem às complexas necessidades desses animais, e é por isso que quase 40 zoológicos ao redor do mundo estão fechando suas exposições de elefantes.

Audrey Delsink, diretora do Depto. de Vida Selvagem da Humane Society International/África, esclareceu: “Os elefantes são seres inteligentes, extremamente sociais e sencientes, com estruturas familiares complexas e vínculos que duram a vida inteira”.

“Agora que Lammie perdeu seu companheiro, ela precisa desesperadamente de uma existência mais feliz e da chance de viver seus últimos anos com outros elefantes”, enfatiza ela.

A diretora ratifica ainda informação de que há um santuário pronto e esperando para oferecer a Lammie “um lar onde ela possa expressar comportamentos normais de elefantes e evoluir emocional e fisicamente com um grupo de elefantes que se tornaria sua nova família”.

Segundo Audrey, o fato de adquirir outro elefante seria apenas “outra repetição do ciclo de sofrimento, além do que, ver elefantes em um ambiente estéril, um cativeiro, presos, não fornece nenhum valor educacional”.

“Há muitos zoológicos em todo o mundo reconhecendo os desafios de bem estar em se manter elefantes, então neste Valentine´s Day estamos pedindo ao zoológico de Joanesburgo para curar o coração partido de Lammie e deixá-la ir para um santuário onde possa passar o resto de seus dias com outros elefantes”, conclui ela.

A NSPCA da África do Sul, um grupo dedicado ao bem-estar animal, apelou para o fim do “ciclo infinito e redundante de se condenar continuamente os elefantes ao cativeiro por tantos anos”.

O zoológico de Joanesburgo afirma que desempenha um papel educacional acima de tudo e hospeda visitantes de comunidades de baixa renda que não têm meios para visitar parques de vida selvagem.

O caso de Lammie, que nasceu no zoológico, é o mesmo do Happy, um elefante asiático que vive no zoológico do Bronx em Nova York desde 1977, estando a mais de uma década sem outro elefante no mesmo cativeiro.

Alguns ativistas também lutam para que Happy seja transferida para um santuário na intenção de conviver com outros elefantes, mas o zoológico declarou em 2016, que ela está “saudável e confortável”, e criou laços com as pessoas que cuidam dela, além de ter “contato tátil e auditivo” com os outros dois elefantes do zoológico.

Zoológicos nada mais são do que cadeias para animais, onde privados de suas necessidades naturais básicas de convivência e dos demais membros de sua espécie – fundamentais para seu desenvolvimento e plenitude – eles enlouquecem, adoecem e morrem lentamente, pagando por um crime que nunca cometeram.

Tigre que vivia em uma casa abandonada é resgatado e levado para santuário

Foto: Lara Cottingham

Os policiais e agentes de controle de animais chegaram à casa mas precisavam de um mandado para entrar. Quando conseguiram a autorização, encontraram o tigre em uma gaiola na garagem.

“Eles conseguiram remover o tigre da residência e levaram-no para a BARC“.

“Deve ter sido uma experiência e tanto”, disse Lara Cottingham, chefe de gabinete do departamento de administração e assuntos regulatórios da cidade.

O tigre, agora chamado de Tyson, foi então transportado para o Cleveland Amory Black Beauty Ranch em Murchison, Texas, de acordo com um comunicado da Humane Society dos Estados Unidos. O rancho tem mais de 800 animais, incluindo dois tigres. Um foi resgatado de um criador e o outro era um animal doméstico.

As autoridades ainda estão tentando encontrar o tutor do tigre. Nenhuma prisão foi feita, e qualquer acusação “dependerá do que a investigação revelar”, disse Kese Smith, porta-voz do Departamento de Polícia de Houston.

A criação de tigres como animais domésticos

Heidi Krahn, fundadora e diretora executiva do Centro de Pesquisa e Educação Animal, uma organização sem fins lucrativos do Texas que cuida de animais exóticos e abriga mais de 20 tigres, disse que sabe do fascínio das pessoas em ter um tigre como animal doméstico mas enfatizou o risco. As informações são do The New York Times.

“Quando um filhote de tigre nasce, eles pesam cerca de dois quilos, são muito indefesos e são muito fofos”, disse Krahn.

“Eles se tornam dependentes das pessoas, mas, quando completam oito semanas, podem comer ossos de galinha. Quando completam quatro meses, eles podem comer um bezerro, que é aproximadamente do tamanho de um ser humano”.

Geralmente, custa cerca de US$ 1,2 milhão para criar um tigre ao longo de seus 20 anos de vida, de acordo com Krahn, e ela estima que eles podem custar US$ 5.000 ou menos para comprar ilegalmente.

 

Incêndio atinge santuário e mata 41 animais nos Estados Unidos

Um incêndio de grandes proporções atingiu o Second Chance Wildlife Sanctuary, em Orlando, na Flórida (EUA), e matou 41 animais na madrugada de segunda-feira (4). Morreram cachorros, gatos, tartarugas, uma cobra e três iguanas.

(Foto: acheiusa)

O proprietário do local, Jim Bronzo, conta que foi acordado pelo barulho feito pelos pavões que vivem no santuário. Ele dormia no segundo andar da casa e conseguiu salvar alguns animais. O fogo teve início por volta das 1h30min da madrugada e foi controlado pelo Corpo de Bombeiros cerca de uma hora e meia depois.

O santuário, fundado em 1985, abriga 350 animais, entre cachorros, gatos, patos, porcos, lhamas, iguanas, pássaros, tartarugas, cobras, entre outros. As informações são do portal Achei USA.

Uma página no site de financiamento coletivo GoFundMe foi criada por amigos de Bronzo, que há anos se dedica aos animais, para arrecadar fundos para a reconstrução do santuário, que foi destruído pelo incêndio.

“Jim Bronzo dedicou sua vida a salvar animais. Todos os animais, incluindo aqueles que ninguém quer cuidar… lhamas, pavões, porcos e muitos mais. Bem cedo esta manhã foram os pavões que Jim salvou que o salvaram. Ele é abençoado por ter saído vivo enquanto tentava salvar seus cães e gatos. Dezenas de animais morreram. Toda a estrutura desapareceu. Jim não tinha seguro sobre o conteúdo da propriedade e é uma perda total de 38 anos ou mais, o trabalho de sua vida. Por favor, ajude-o e a nossa comunidade a reconstruir este santuário incrível, acolhedor e seguro!”, diz a página.

O primeiro encontro entre um filhote de elefante e um cão

Imagem: Elephant News

Elefantes são extremamente inteligentes e capazes de imitar e compreender a fala humana. Além disso, demonstram princípios complexos como o altruísmo e generosidade. Os bebês são ainda mais dotados do que os mais velhos.

Se existe algum animal que possa combinar perfeitamente com eles no quesito brincadeiras, são os cães. Coloque os dois juntos e você verá uma amizade fantástica.

O vídeo mostra Yindee, uma bebê elefante resgatada, se encontrando com um cachorro pela primeira vez. Ela pula e começa a brincar com o cachorro imediatamente. O vídeo tem apenas alguns minutos, mas dá para imaginar como foi o dia inteiro desses dois.

Yindee é uma das moradoras do Elephant Nature Park, um santuário, na Tailândia, para elefantes órfãos ou que sofreram abusos. Lá os animais tenham acesso a amplos espaços abertos, comida e água fresca e muito sol. As informações são do One Green Planet.

Infelizmente, nem todos os animais têm a sorte desta pequena. Um triste exemplo é caso de outra elefanta que morreu após de sofrer sérios ferimentos ao ser capturada por um caçador e amarrada pela pata em uma floresta, no leste da Tailândia.

Com apenas um mês de idade foi encontrada por aldeões em Rayong, amarrada a uma cerca com uma corda cortando profundamente o tornozelo e expondo seu osso. Apesar dos esforços ela não resistiu.