Polícia Militar Ambiental resgata 46 animais de rinha em Biguaçu (SC)

Por David Arioch

Havia também um ringue cercado por cadeiras e um quadro com informações sobre os pesos dos galos (Fotos: PMA/SC)

No sábado (3), a Polícia Militar Ambiental de Florianópolis resgatou 46 animais de uma rinha de galo no bairro Fazendinha, em Biguaçu (SC).

O espaço onde os galos eram colocados para lutar foi localizado após denúncia. No local, animais foram encontrados com esporões e biqueiras de ferro.

Havia também um ringue cercado por cadeiras e um quadro com informações sobre os pesos dos galos. O espaço era alugado para a realização de rinhas de galo e oferecia inclusive bar com bebidas e alimentos.

Embora a PMA não tenha conseguido conter todos os participantes, já que alguns fugiram enquanto os policiais tentavam arrombar um portão de ferro, pelo menos 28 foram detidos e autuados por crime de envolvimento em maus-tratos contra animais.


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Escolas se adaptam e oferecem alimentos livres de crueldade a alunos veganos

A expansão do veganismo, que tem se tornado uma realidade na vida de muitos brasileiros, fez com que escolas de Florianópolis (SC) passassem a oferecer opções veganas a alunos adeptos dessa filosofia de vida.

Uma das crianças que tem se beneficiado dessa novidade é Dominique, de quatro anos. Ela frequenta uma escola no bairro Pantanal e recebe merenda adaptada. Vegana, ela é filha da tatuadora Júlia Harger, que também é adepta de uma vida livre de sofrimento animal.

Júlia Harger/Reprodução/ND

Na escola de Dominique, no entanto, ela não é a única vegana. Isso, inclusive, facilitou a inserção da menina à escola, já que quando a mãe foi fazer a matrícula na instituição descobriu que não precisaria orientar os profissionais do local sobre a alimentação da filha, já que a escola estava preparada para isso. As informações são do portal ND+.

A creche municipal Nossa Senhora Aparecida oferece lanches e uma “jantinha caseira e vegana deliciosa”. Na última festa julina feita pela instituição foram oferecidos aos alunos bolos veganos.

“Foi ótima a adaptação. Quando cheguei na escola, nem precisei falar sobre o que era ser vegana. Como já havia outra criança, a escola estava acostumada e foi tranquilo. Como ela estuda à tarde, os lanches normalmente são frutas. À noite, as funcionárias separam a comida quando é carne moída com macarrão ou canja”, disse Júlia.

A rotina de Dominique e de sua mãe é relatada por Júlia no perfil do Instagram “Vegana É Sua Mãe”, que conta com mais de 39 mil seguidores. Na rede social, os assuntos são alimentação vegana – inclusive com publicações de pratos simples e gostosos – e maternidade.

Lei autoriza cardápio vegetariano em escolas

Florianópolis conta com uma lei municipal que, desde 2015, autoriza a prefeitura a colocar um cardápio vegetariano nas escolas da cidade. Além disso, neste ano a Secretaria de Educação do município ofereceu tópico especial sobre alimentações alternativas na formação anual das cozinheiras devido à expectativa de receber mais alunos que precisam desse tipo de refeição.

Faz parte da formação das cozinheiras aprender a fazer pratos sem carne usando os alimentos disponíveis na pauta de compras da alimentação escolar.

“Introduzimos o assunto para as cozinheiras. Agora, a gente está mais atento a essa necessidade e, já que é uma tendência e uma demanda que estava reprimida, o departamento tem que ficar atento e construir estratégias para atender os alunos com algum tipo de restrição”, disse a nutricionista do Depae (Departamento de Alimentação Escolar), Renata Brodbeck Faust.

Um levantamento junto às escolas também tem sido feito pela prefeitura para mapear o número de vegetarianos e veganos que estudam na rede municipal de ensino. A secretaria também busca entender quais tipos de alimentações existem entre os alunos para planejar cardápios completos.


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Animais resgatados da farra do boi continuarão sendo mortos em SC

Por David Arioch

Para evitar identificação, os farristas tiram o brinco do boi (Foto: Guto Kuerten)

No dia 7 de maio, o Grupo de Advocacia Animalista Voluntário de São Paulo (GAAV) protocolou, com a titularidade da ONG Princípio Animal e por encomenda do movimento Brasil Contra Farra (BCF), um agravo de instrumento contra decisão que garante a manutenção da condenação à morte de bovinos resgatados da farra do boi em Santa Catarina.

No entanto, hoje o GAAV e o Brasil Contra Farra foram informados de que o agravo foi rejeitado pela Justiça. O desembargador que analisou o caso alegou que os “semoventes”, em referência aos animais resgatados, “serão mortos por questões sanitárias”.

A decisão gerou indignação porque em caso de recursos encaminhados para a segunda instância o padrão é agendar uma audiência que permita à defesa fazer uma sustentação oral, o que não aconteceu nesse caso, segundo a advogada Letícia Filpi, do GAAV.

“Recebemos a decisão dos desembargadores de surpresa porque não foi marcada a audiência. A Bárbara Hartmann Cardoso, que é advogada em Santa Catarina, estava se preparando para a sustentação oral e eles julgaram de surpresa”, revela Letícia.

E acrescenta: “Estamos indignadas porque não dá pra entender como um sistema judiciário funciona dessa forma. Nós precisamos que o nosso direito seja preservado.”

Letícia lamenta que os animais vitimados pela farra do boi já sofrem em decorrência de maus-tratos nas mãos dos farristas e, depois de serem resgatados de uma prática cruel e inconstitucional, ainda são mortos. Isto porque teoricamente esses animais representam um risco ao rebanho saudável.

Porém, Letícia Filpi enfatiza que a maioria traz um furo na orelha, o que significa que são animais saudáveis que simplesmente tiveram os brincos retirados. Sendo assim, não há justificativa para o abate.

O que o GAAV, Brasil Contra Farra e Princípio Animal estão requerendo há meses é que os animais sejam colocados em quarentena para avaliação de estado de saúde. Se forem saudáveis, o abate praticado pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) não se justifica perante a lei.


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Cachorro é resgatado após sofrer queimaduras em Palhoça (SC)

Foto: Reprodução/NSC TV

Um cachorrinho em situação de rua foi salvo após ser brutalmente atacado no município de Palhoça, na Grande Florianópolis (SC). O animal foi encontrado com queimaduras pelo corpo possivelmente causadas por óleo quente. Ele foi resgatado pela representante de uma ONG de proteção animal e encaminhado para atendimento veterinário emergencial.

O cãozinho é um velho conhecido de moradores do local e é carinhosamente chamado de Sorriso. Ele vive há mais de um mês em um terminal de ônibus na Ponte do Imaruim. O cachorrinho é dócil e não há suspeitas de quem ou porque foi vítima deste ato violento e cruel.

Felizmente, Sorriso está reagindo muito bem ao tratamento. O médico veterinário Mauricio Linardi acredita que ele terá uma recuperação completa. “Vai dar tudo certo. É uma lesão grande, mas tem uma boa probabilidade dele ficar totalmente bem”, disse de forma otimista em entrevista ao G1.

Com esse prognóstico positivo, a ONG que o resgatou está realizando uma campanha para encontrar um lar e uma família para o cãozinho. “Atualmente a ONG mantém três lares temporários e mais de 100 cães. Nós não temos onde colocar o Sorriso, então através das redes houve uma mobilização e alguém se prontificou a fazer o lar temporário dele”, afirmou uma representante.

Maltratar, ferir e mutilar animais é considerado crime ambiental de acordo com a lei 9.605/98. A punição pode ser detenção de três meses a um ano, além de multa. A ANDA preparou um tutorial explicando o passo a passo para denunciar crimes contra animais. Clique aqui e baixe ou visualize em formato PDF.

Boi vítima de maus-tratos é resgatado em Porto Belo (SC)

Foto: PM-SC/Divulgação

Um boi com sinais evidentes de maus-tratos foi resgatado na madrugada do último sábado (30) na cidade de Porto Belo, em Santa Catarina. O animal foi salvo por uma equipe da Polícia Militar quando estava sendo transportado em um veículo que seguia em direção ao município de Bombinhas.

O boi estava faminto e com ferimentos. Ele também estava sem brinco de identificação e guia de transporte. Os militares acreditam que o animal estava sendo levado para ser torturado em uma farra do boi, prática retrógrada e cruel que costuma ser realizada na Quaresma (período de 40 dias entre o Carnaval e a Páscoa).

O carro foi abordado durante uma operação de formação de barreira com o objetivo de prevenir maus-tratos e farras do boi. O motorista do veículo afirmou apenas que foi pago para realizar o transporte do animal e não forneceu detalhes. O boi foi encaminhado para a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

Apesar de registrada frequentemente durante o período da Quaresma, principalmente em cidades de Santa Catarina, a farra do boi é crime segundo o artigo 32 da Lei n. 9.605/1998, conforme acórdão do Supremo Tribunal Federal (STF). A penalidade para que realiza a prática pode ser de até um ano de detenção.

PL que permite cães na praia é aprovado em 1ª votação

Foto: Pixabay

O projeto de lei 1705/2018 que permite a circulação de cães em praias de Florianópolis (SC) foi aprovado de forma unânime na Câmara de Vereadores da cidade. Os 19 vereadores que estava no local foram favoráveis a proposta.

O PL é de autoria da vereadora Maria da Graça (MDB) e tem como objetivo delimitar locais nas praias onde cães possam circular livremente e desfrutarem da companhia de outros animais. A ideia é que seja implantado em uma praia especifica ainda não definida como um projeto piloto e se der certo expandir para outros pontos do litoral.

No entanto, o uso não é livre e as recomendações são rigorosas. O trecho da praia demarcado para os cachorrinhos será fiscalizado por órgãos públicos e o tutor dos animais precisam apresentar carteira de vacinação, além de atestado de saúde e vermifugação.

O projeto ainda passará por uma segunda votação e redação final. Se aprovado, será encaminhado para aprovação ou veto do prefeito Gean Loureiro (MDB). A autorização para levar cães às praias era uma demanda antiga da população.

Mas a proposta não foi vista com bons olhos por todos, o Conselho de Medicina Veterinária de Santa Catarina se manifestou contrário à proposta e afirmou que praias não são locais higiênicos para levar animais, que ficam expostos à poluição e à presença de microrganismos nocivos. O órgão ressaltou também que é irresponsável expor cães a altas temperaturas e situações de estresse, como a grande circulação de pessoas.

Cachorro maltratado é resgatado após denúncia anônima

Foto: Polícia Civil/ Divulgação

Um cãozinho foi salvo por uma equipe da Polícia Civil após uma denúncia anônima no bairro Quitandinha, na cidade de Rio Negrinho, em Santa Catarina. O animal foi encontrado em um local fechado, com pouca água e comida.

O cachorrinho também estavam com marcas que sugerem agressões. Com um olhar doce e inocente, o pobre animal foi resgatado e levado para receber atendimento veterinário. Não há informações sobre seu futuro, mas espera-se que após a reabilitação seja disponibilizado para adoção responsável.

O tutor do animal foi identificado e responderá por crime de maus-tratos contra animais. Se condenado, pode ter de cumprir até um ano de detenção além de multa.

Pena pode aumentar 

A lei (9.605/98) que tipifica crimes de maus-tratos contra animais pode estar prestes a ser alterada. O novo projeto de lei 1095/19 de autoria do deputado Fred Costa (Patri-MG) quer aumentar para pelo menos quatro anos de detenção a punição para quem maltratar animais domésticos e silvestres.

A pena atualmente é de três meses a um ano de detenção além de multa, com a alteração, a pena poderá ser de no mínimo um ano a quatro anos de reclusão em regime fechado e multa. A punição poderá ser aplicada em casos de maus-tratos, mutilação e morte da vítima.

Cadela é morta por PM no quintal de casa e tutor diz que o policial mandou ‘cobrar do Estado’

Foto: Mario Cesar Silva/Reprodução

A cadela Meg, uma pitbull de 7 anos, morreu na última quinta-feira (21) após ser atingida por um tiro na região peitoral no quintal de uma residência em Mafra, no Norte catarinense. O tutor do animal, Mario Cesar Silva, registrou boletim de ocorrência do caso e afirma que um policial baleou a cachorra e não prestou socorro.

Por nota, o Comando da PM de Mafra disse que abriu inquérito e que a informação preliminar é que o policial “perseguia um marginal através do pátio de residências, ocasião na qual teria sido atacado pelo cão”. A corporação disse ainda que lamenta o fato e que vai prestar esclarecimentos após as investigações.

O delegado responsável pela investigação não foi encontrado.

De acordo com o tutor, a cadela foi atingida por volta do meio-dia no bairro Buenos Aires. O animal passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. “Eu estava saindo de casa quando soltei a cachorra no pátio. Ela faz companhia para minha avó, que mora com a gente, e tem síndrome do pânico. Ela tem medo de ladrão, de alguma coisa acontecer, e sentia mais segura com a cachorra”, conta Mario.

Ele também contou que ouviu um barulho e na sequência muitos gritos da avó e a cadela agonizando. Quando voltou ao pátio, contou que viu um policial com as mãos para cima, uma delas com uma arma.

“Eu fui primeiro atender a minha avó, que estava muito assustada. Daí minha mulher pegou um cobertor e começou a fazer pressão contra o ferimento da cachorra, mas estava saindo muito sangue”, diz Mario.

Na sequência, o policial saiu do pátio. Segundo Mario, o batalhão estava em atendimento de outra ocorrência, quadras abaixo de sua casa. O dono da residência buscou os policiais e, depois, uma viatura parou em frente à casa.

O mesmo policial estava no carro. Peguei a cachorra ensanguentada e perguntei se eles podiam me ajudar, levar a cachorra no veterinário. Não sabia o que fazer. O policial riu da minha cara. Ele disse que não iria colocar a cachorra na viatura e ainda falou: cobra do Estado”, disse o tutor da cadela Meg.

Ainda segundo o homem, a cachorra estava muito próxima à sua avó, o que ainda poderia ter aumentado o risco da senhora ser atingida. Após o atendimento no veterinário, o homem foi à Polícia Civil registrar a ocorrência e policiais militares foram até a sua casa registrar o boletim de ocorrência.

“Eles tentaram amenizar, dizendo que por ser dessa raça o policial tentou se defender. Mas a cachorra estava a três metros dele. Não tem que entrar e invadir a minha casa e sair dando tiro”, disse Mario.

Fonte: G1

Praia tem áreas isoladas para proteger ovos de tartaruga em Bombinhas (SC)

A praia de Canto Grande, em Bombinhas, no Litoral Norte catarinense, teve duas áreas isoladas para proteger os ovos de tartaruga colocados no local. São cerca de 120 , da espécie Caretta carreta, também conhecida como Cabeçuda. O tempo estimado para a eclosão é de 50 a 60 dias.

Praia Canto Grande, em Bombinhas, teve áreas isoladas para proteção dos ovos de tartaruga — Foto: Prefeitura de Bombinhas/Divulgação

O isolamento foi feita nesta quarta-feira (16), pela equipe da Fundação de Amparo ao Meio Ambiente de Bombinhas (Famab), órgão da prefeitura. Os biólogos do Projeto Tamar e voluntários do Projeto Tartabinhas estiveram no local para acompanhar o isolamento, a sinalização e o monitoramento da área.

A Famab faz o apelo para que a comunidade e os turistas respeitem a sinalização e não tentem encontrar os ninhos.

Segundo a Prefeitura, no Brasil, as áreas prioritárias de desova estão localizadas no Espírito Santo, Bahia, Sergipe e litoral Norte do Rio de Janeiro.

Espécie ameaçada

A tartaruga Caretta caretta é considerada ameaçada no Brasil. A espécie está distribuída em mares tropicais e subtropicais, além de águas temperadas.

Ovos deve eclodir de 50 a 60 dias. — Foto: Prefeitura de Bombinhas/Divulgação

Os filhotes vivem em alto-mar e os adultos em áreas de alimentação em profundidades entre 25 e 50 metros. Uma tartaruga adulta atinge até 136 cm de comprimento curvilíneo de carapaça e pesa em média até 140 quilos.

As tartarugas Cabeçudas são carnívoras, se alimentam de caranguejos, moluscos, mexilhões e outros invertebrados triturados com ajuda dos músculos poderosos da mandíbula.

Toninha é encontrada mutilada em praia de Imbituba (SC)

Toninha foi encontrada morta em Imbituba — Foto: PMP-BS/Divulgação

Uma toninha foi encontrada morta e mutilada nas areias da Praia da Vila, em Imbituba, no Sul do estado. A suspeita é que ela tenha sido cortada ao meio por uma faca, depois de ter ficado presa em uma rede de pesca.

O animal está na lista de ameaçados de extinção do Ministério do Meio Ambiente, diz o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).

A equipe do PMP-BS fazia uma vistoria de rotina na região quando avistou o corpo. A toninha é uma espécie de golfinho de tamanho pequeno que nada a cerca de 20 a 30 metros da superfície.

Os pesquisadores levaram o animal para necrópsia e o laudo indicou morte por asfixia e afogamento. A suspeita é que o animal tenha sido cortado para que a carcaça não viesse até a praia.

De acordo com o pesquisador Pedro de Castilho, do PMP-BS, muitas toninhas acabam em redes. Somente nos primeiros sete dias do ano, três foram encontradas sem vida na área de monitoramento do PMP-BS. Nos últimos três anos, foram 132.

Fonte: G1