Tutores de cão denunciam policial por matar o animal após se incomodar com latidos

Tutores de Hulk, um cachorro da raça boxer, denunciam um caso de violência que levou o animal à morte. Segundo eles, o cão foi morto a tiros na terça-feira (13) em Belém (PA) após latir no portão da casa de um policial militar que, irritado com os latidos, atirou nele.

Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

O caso aconteceu no bairro Cabanagem e foi denunciado por meio de um boletim de ocorrência.

O relato dado à polícia indica que o policial se irritou com os latidos e atirou três vezes contra Hulk. A assessoria de imprensa da PM não se pronunciou sobre o caso até a publicação desta notícia.

A tutora do cachorro disse que o filho, de 14 anos, passeava com o cão na rua quando os dois passaram em frente à casa do policial. Segundo ela, os cães do PM latiram de dentro de casa e Hulk se aproximou do portão.

“Ele (o atirador) deu o primeiro tiro de dentro da casa dele e mandou meu filho se afastar. Ele gritava pra não matarem o cachorro, mas aí ele veio e deu mais dois tiros”, afirmou.

De acordo com o boletim de ocorrência, o policial não estava fardado. Após matar o cão, ele teria puxado o corpo para manchar de sangue o espaço de dentro da casa, de acordo com a denúncia. Vizinhos teriam visto a ação do militar.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Suspeito de atirar em cachorros é baleado pela polícia em Jangada (MT)

Um homem denunciado por maus-tratos a animais foi baleado pela polícia na sexta-feira (9) no município de Jangada, a 82 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso.

Foto: Polícia Militar/Divulgação

Dorvalino Silva Paes, de 29 anos, foi baleado ao apontar uma arma para os policiais. Ele recebeu os primeiros socorros, foi levado para o Pronto Socorro de Jangada e depois foi preso. As informações são do G1.

A arma usada por Dorvalino foi apreendida. Ele a apontou para os policiais no momento em que os agentes investigavam a denúncia de que ele havia atirado em cachorros.

O atual estado de saúde do homem não foi informado.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Policial atira e mata cachorro que latiu para defender tutor

Imagem ilustrativa | Foto: Pond5

Imagem ilustrativa | Foto: Pond5

Um vídeo que mostra policiais americanos da cidade de Detroit no estado do Michigan atirando em um cachorro foi divulgado recentemente nas redes sociais, causando uma onda de revolta e críticas online. Uma investigação sobre o caso foi instaurada, testemunhas da cena dizem que o tiroteio foi um ato de covardia que resultou na morte do animal indefeso.

“Além do pobre animal ter sido morto covardemente, os vários tiros disparados ainda poderiam ricochetear e acertar mas pessoas”, disse Richard Ravens. “Há tantas crianças por aqui e havia muita gente na rua”.

O incidente aconteceu na noite de terça-feira depois que a polícia respondeu a uma denúncia de roubo no lado oeste de Detroit.

Um vídeo feito por uma testemunha mostra um homem batendo na porta de uma casa.

Alguém no interior da residência ligou para a polícia. Enquanto os oficiais estavam a caminho, a polícia descobriu que o homem tinha um mandado de prisão em seu nome.

“Quando os policiais entraram em cena, informaram ao homem que ele seria preso por dois mandados de prisão em seu nome “, disse o comandante Arnold Williams.

“Ele começou então a se afastar dos oficiais e sair andando. Os policiais tentaram atingí-lo com tasers (aparelhos de choque) duas vezes e parece que um deles pode ter tido efeito.

O comandante Arnold Williams diz que foi quando o homem, que passeava com o cachorro, soltou a coleira do animal.

Agindo em defesa do tutor e tentando protegê-lo o cão começa a latir e caminhar na direção dos policiais.

“Da câmera localizada no corpo do policial o cachorro é mostrado latindo para ele, mostrando agressividade, vindo em direção aos oficiais que neste momento dispararam tiros contra o cachorro”, disse Williams.

Williams disse ainda que os policiais fizeram tudo ao seu alcance para evitar atirar no cachorro. Ele diz que eles passaram 20 minutos suplicando ao homem para se entregar e segurar o cachorro.

“Eles estavam literalmente pedindo para ele amarrar o cachorro nas árvores, para afastar o cachorro. Os policiais não queriam fazer nada com o cachorro”, disse Williams. “Eles não queriam prejudicar o cão, mas somente quando o cão mostrou agressividade foi que eles atiraram”

O tutor do cão foi preso depois que o cachorro foi baleado e morto. Ele foi levado sob custódia por dois mandados de prisão, um de agressão com agravante e outro de violência doméstica.

A polícia de Detroit está investigando o caso, o vídeo postado no Instagram já recebeu mais de 650 mil visualizações.

Irresponsabilidade dos dois lados, tutor e policiais, vitimaram mais um animal indefeso, que alheio aos poderes legais, leis e obrigações humanas apenas quis defender aquele que amava, colocando-se em defesa dele.

O tutor em lugar de proteger o animal, entregando-se aos policiais, usou-o como escudo e os guardas, intimidados pela presença do cão da raça pit bull, alvejaram a pobre criatura diversas vezes, que faleceu em pleno exercício do amor.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Mulher mata cachorros e arara-azul a tiros em Itapemirim (ES)

Uma mulher matou três cachorros e uma arara-azul a tiros em Itapemirim, no Espírito Santo. O crime aconteceu no último sábado (20) e a mulher, que sofre de depressão, afirmou que estava em surto quando matou os animais.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Após ser denunciada, a mulher foi encaminhada para uma delegacia de Polícia Civil. As informações são do portal Gazeta Online.

A mulher disse que pretendia tirar a própria vida e decidiu matar os animais porque gostava muito deles e sabia que, se ela cometesse suicídio, não haveria ninguém para cuidar deles.

A Polícia Civil emitiu uma nota por meio da qual explicou que a mulher assinou um termo circunstanciado de ocorrência e foi liberada em seguida. Ela responderá por crime ambiental.

A arma utilizada no crime era registrada e foi apreendida, assim como as munições. Os itens foram encaminhados para exame de balística e uma perícia foi realizada no domingo (21) no local do crime.

Os policiais orientaram a mulher a procurar ajuda psicológica, segundo o portal Aqui Notícias.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Filhote de cachorro abandonado perde um olho após ser torturado por gangue de abusadores

A cadelinha Oakley após a cirurgia | Foto: Kent County Sheriff's Office

A cadelinha Oakley após a cirurgia | Foto: Kent County Sheriff’s Office

Um filhote de cachorro teve que ter seu olho removido cirurgicamente após ser baleado e torturado por uma gangue de abusadores de animais.

O filhote amigável e brincalhão, é na verdade uma cachorrinha e foi batizada de Oakley. Ela foi repetidamente alvejada por tiros de balas de festim durante a agressão covarde e cruel e depois deixada para morrer.

Oakley foi resgatada por uma uma mulher que reside na região e ouviu os tiros do lado de fora de sua casa, em Bakersfield na Califórnia (EUA), ela correu para ver o que era, foi quando encontrou o animal ferido.

Oakley recebe carinhos e mimos dos funcionários do gabinete do xerife | Foto: Kent County Sheriff's Office

Oakley recebe carinhos e mimos dos funcionários do gabinete do xerife | Foto: Kent County Sheriff’s Office

O filhote que tem o pelo curto branco com manchas marrom e brancas pelo corpo foi encontrado ganindo de dor sob o carro da mulher enquanto quatro pessoas fugiram correndo do local.

Oakley foi levada às pressas para o centro de resgate mais próximo, onde os veterinários conseguiram salvar sua vida.

Infelizmente, ela teve que ter o olho removido, devido a gravidade de seus ferimentos.

Oficiais do Gabinete do Xerife do Condado de Kent disseram que ela saiu da cirurgia alegre e animada.

Oakley será colocada para adoção assim que se recuperar totalmente.

Oakley com membros da equipe de resgate que ajudaram a salvar sua vida | Foto: Kent County Sheriff's Office

Oakley com membros da equipe de resgate que ajudaram a salvar sua vida | Foto: Kent County Sheriff’s Office

A polícia abriu uma investigação sobre o terrível ato caracterizado como crime de crueldade contra animais, relata o jornal Metro.

Esta semana um cão na Irlanda do Norte teve que ser sacrificado depois de ter ácido jogado por todo o seu corpo.

O animal de estimação da família foi levado por Hannah Marriott depois que apareceu em sua porta com ferimentos doentios. Hannah, de Newry, na Irlanda do Norte, disse: “Quem fez isso com esse pobre cachorro está doente, completamente louco”.

O cão ferido foi encontrado no bairro de Parkhead da cidade na terça-feira.

Centenas de pessoas foram às mídias sociais para desabafar seu horror ao tratamento do animal, relata Belfast Live.

Um deles disse: “A família do cachorro foi notificada e eles estão traumatizados com o que aconteceu ao seu animal de doméstico”.

Respeito à vida

Violência e brutalidade contra animais são sintomas de uma causa antiga e nociva: o especismo. Julgando-se superior às demais espécies do planeta o ser humano, abusa, mata, come e usa os animais e meio ambiente como se fosse bens de consumo descartáveis disponíveis para o seu consumo e à sua disposição.

Animais são vidas preciosas, seres sencientes, capazes de sentir, amar, sofrer, criar vínculos profundos e compreender o mundo ao seu redor. Qualquer violência contra um animal é um atentado contra a vida em si, contra seus direitos e contra a própria humanidade.

Companheiros de planeta e não seres inferiores, os animais tem sofrido sob o jugo secular, impiedoso e cruel da humanidade, arbitrariamente e sem defesa. Cabe a nós o reconhecimento de sua presença como espécies irmãs no planeta e tão dignas de direitos como os seres humanos.

É o mínimo em um mundo onde são feridos, mutilados, desrespeitados, abusados e muitas vezes mortos indiscriminadamente.

Austrália proíbe extermínio de tubarões na Grande Barreira de Corais

Foto: Independent/Reprodução

Foto: Independent/Reprodução

Os tubarões não podem mais ser mortos na Grande Barreira de Corais, uma das mais visitadas atrações turísticas australianas, após uma decisão do tribunal do país que derrubou um esquema de extermínio da espécie feito pelo governo.

Ativistas têm lutado há tempos para acabar com a prática de matar tubarões na região, a desculpa usada para justificar a ação, era a necessidade de redução do risco de ataques em Queensland.

Quase 200 linhas defensivas de pesca eram usadas para matá-los, e enquanto muitos tubarões se afogavam depois de serem capturados nessas armadilhas, outros eram encontrados vivos, porém, grave ou fatalmente feridos.

Foto: Independent/Reprodução

Foto: Independent/Reprodução

No entanto, o tribunal encontrou evidências “esmagadoras” de que matar o peixe gigante não reduz o risco de interações com tubarões.

O tribunal afirmou: “Ficou claro, a partir das evidências fornecidas neste processo, que o programa letal de controle de tubarões de Queensland está fora de sintonia com os desenvolvimentos nacionais e internacionais de proteção às espécies do país”.

Lawrence Chlebeck, militante de ações marinhas da Humane Society International, disse que: “Desde os anos 1960, os tubarões são mortos a tiros na Grande Barreira de Corais. Hoje isso acabou. Esta é uma grande vitória para tubarões e animais marinhos”

A sentença concluiu em seu texto que os tubarões não podem mais ser mortos por tiros, exceto em “motivos de vida ou morte”(ataques em andamento onde vidas estejam ameaçadas).

O texto afirmava também que os anzóis devem ser checados com mais frequência, e qualquer tubarão tigre, touro ou branco que for encontrado preso a eles, deve ser marcado antes (etiqueta de acompanhamento) e ser libertado “vivo” no mar.

Linhas de pesca defensivas | Foto: Independent

Linhas de pesca defensivas | Foto: Independent

Finalmente, o tribunal ordenou que apenas poderão ser usadas linhas de pesca não letais e outros métodos que permitirão que o peixe seja removido sem ser prejudicado em caso de necessidade.

“O julgamento deixa claro que a tecnologia não-letal (sem o envolvimento de mortes) é o caminho para o controle de tubarões na Grande Barreira de Corais”, disse Chlebeck.

“Como resultado deste julgamento, descobrimos que matar tubarões não tem impacto sobre a segurança dos banhistas, por isso a HSI intima o governo de Queensland a atualizar seu programa de gestão de tubarões ao longo de toda a costa.”

Desde 2016, mais de 500 tubarões morreram como resultado de “medidas de prevenção” a ataques na região. O tribunal descobriu que os tubarões-tigres sofreram um sério declínio nos números da espécie.

Autoridades disseram aos veículos de notícias locais que estavam revisando a decisão tomada pelo tribunal.

Orangotango alvejada com 74 tiros de chumbinho fica cega

A orangotango que foi alvejada com 74 tiros de chumbinho na Indonésia ficou cega. No raio-x, quatro balas estavam no olho esquerdo e duas no direito. O animal também tinha várias feridas abertas que aparentam ter sido causadas por objetos pontiagudos.

Foto: AP Photo/Binsar Bakkara

A médica veterinária Yenny Saraswati, do Programa de Conservação do Orangotango de Sumatra, disse que o animal recebeu o nome de Esperança e que foi necessário submetê-lo a uma cirurgia para reparar uma clavícula quebrada. As informações são do portal G1.

Esperança foi encontrada por aldeões, gravemente ferida em uma fazenda no distrito de Subulussalam, na província de Aceh. Ela estava ao lado de seu filhote, de um mês de idade, que sofria de uma severa desnutrição que lhe custou a vida. Ele morreu enquanto era levado, com a mãe, para uma clínica veterinária, segundo Sapto Aji Prabowo, chefe da agência de conservação provincial de Aceh.

“Espero que Esperança passe deste período crítico, mas ela não pode mais ser solta”, disse Saraswati. Foram retiradas do corpo da orangotango apenas sete balas de chumbinho, porque os especialistas decidiram priorizar a fixação da clavícula quebrada e proteger o animal do risco de infecção.

Foto: AP Photo/Binsar Bakkara

De acordo com o Programa de Conservação dos Orangotangos, o uso de armas de ar para atirar e matar animais selvagens é um problema na Indonésia. Os ataques a orangotangos tem aumentado por causa das indústrias de óleo de palma e papel que avançam sobre o habitat desses animais.

Nos últimos 10 anos, mais de 15 orangotangos foram tratados. Eles tinham quase 500 balas nos corpos. Em 2018, um deles morreu após ter sido baleado pelo menos 130 vezes com uma pistola de ar – o segundo caso de morte naquele ano.

De acordo com um estudo feito em 2018, o número de orangotangos despencou em mais de 100 mil desde 1999 e a chegada das indústrias de óleo de palma e papel na Indonésia tem total relação com essas mortes.

Apenas cerca de 13.400 orangotangos permanecem em estado selvagem na Indonésia. A espécie integra a lista da União Internacional para a Conservação da Natureza, na qual está classificada como “criticamente ameaçada”.

Orangotango fica gravemente ferida ao ser alvejada com 74 tiros de chumbinho

Uma orangotango fêmea de 30 anos de idade foi resgatada após ser encontrada gravemente ferida na província de Aceh, na Indonésia. O resgate foi realizado há uma semana e, desde então, o animal recebe tratamento em um centro de recuperação. Os veterinários encontraram 74 balas de chumbinho no corpo da orangotango.

Foto: AFP/BKSDA

Além dos ferimentos, Hope, como passou a ser chamada, também perdeu seu filhote, de um mês de idade, que a acompanhava no momento em que ela foi encontrada. O animal morreu de desnutrição.

O resgate foi realizado após moradores de um vilarejo local encontrarem a mãe e o filhote embaixo de uma jaqueira. As informações são do jornal Extra.

“Os orangotangos entraram na plantação e o dono dela os considerou uma ameaça, tentou espantá-los usando a arma”, afirmou o chefe da Agência de Preservação de Aceh, Sapto Aji Prabowo, em entrevista à AFP.

Foto: AFP/BKSDA

Uma semana após o resgate, a orangotango segue se recuperando lentamente. A espécie a qual ela pertence está ameaçada de extinção, havendo apenas 100 mil desses animais em todo o mundo, segundo dados da União para a Preservação da Natureza.

Os primatas são alvos frequentes de fazendeiros, que não se importam em feri-los e tirar-lhes a vida para proteger as plantações. Caçadores também perseguem esses animais, mas para capturá-los e vendê-los para pessoas que os tratam como domésticos, mantendo-os aprisionados em cativeiro.

Em 2018, quatro indonésios foram presos pela morte de um orangotango que foi alvejado com 130 tiros de um rifle de ar.

Homem é preso após atirar em cachorros com arma de pressão em MS

Um homem, que não teve a identidade revelada, foi preso pela Polícia Militar na segunda-feira (18) após uma denúncia indicar que ele estava usando uma espingarda de pressão modificada para atirar em cachorros em Ivinhema, município do interior do Mato Grosso do Sul. Ele confessou o crime e foi preso.

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

A denúncia foi feita através do 190. Pelo telefone, um morador da região Gleba Ouro Verde, zona rural do município, contou que um homem havia disparado em um cachorro dias antes e que estava novamente andando armado pela região. As informações são do portal Campo Grande News.

Após realizarem buscas, os policiais localizaram o homem. Ao ser confrontado pelos militares, ele confessou que atirou em cachorros porque eles estavam tentando morder aves que ele mantém na casa onde mora. O agressor não soube dizer se os tiros atingiram os cães e afirmou ter atirado “para assustar”. O homem contou ainda que usou um rifle de ar comprimido adaptado para munição calibre 22.

Uma espingarda, um cano de espingarda de cartucho calibre 40, 12 munições calibre 22 e cinco cartuchos de espingarda calibre 40, sendo quatro carregados, foram apreendidos na casa do homem. Levado à Delegacia de Polícia Civil da cidade, ele foi preso.

Filhotes são mortos a tiros em lar temporário para cães no Espírito Santo

Quatro filhotes de cães foram encontrados mortos em um terreno alugado, que funciona como lar temporário de animais, em Baixo Guandu, no Noroeste do Espírito Santo. O caso aconteceu nesta quinta-feira (14). Uma das responsáveis pelo local disse que todos tinham uma marca de tiro na cabeça. O crime foi registrado na delegacia da cidade e será investigado.

Os filhotes que foram mortos tinham entre 2 e 3 meses de vida. Segundo as protetoras, pelo menos outros quatro cães também ficaram feridos.

Filhotes moram em lar temporário de animais em Baixo Guandu — Foto: Reprodução/TV Gazeta

“Quando eu cheguei, eles estavam com buracos na cabeça. Todos foram mortos do mesmo jeito, o mesmo buraquinho na cabeça”, falou a auxiliar administrativo Claudiane Costa, que é uma das protetoras.

O espaço onde os cães ficam é alugado pela Associação Melhores Amigos dos Animais. A ideia é de que seja um espaço que os cachorros não morem por muito tempo, mas para que sejam cuidados até serem adotados.

Para isso, as integrantes montam uma verdadeira força-tarefa diária. “Sempre tem um que vem limpar, colocar ração, dar remédios para os que precisam, ajudar a pagar uma consulta, ir atrás de um remédio. Fazemos qualquer coisa para manter a ONG e cuidar dos cachorros, para depois encaminhá-los para doação”, explicou a arquiteta Lilian Nepomuceno, que também é protetora.

No espaço há 25 cães esperando por um lar definitivo. As protetoras explicaram que não imaginam quem possa ter cometido o crime e aguardam o resultado da investigação.

O delegado Ricardo Barbosa explicou que maus-tratos a animais é crime, e é configurado desde um agressão até a morte. “Pelo crime de maus-tratos aos animais, a pena é de 3 meses a um ano de detenção, com aumento de pena de um sexto a um terço em caso de morte”, falou.

Quem tiver alguma informação sobre quem matou os filhotes, pode denunciar na delegacia de Baixo Guandu ou pelo Disque Denúncia 181, com sigilo e anonimato garantidos.

Fonte: G1