Caçadora mata um puma e posa orgulhosa para fotos

Foto: Facebook Prairie Protection Colorado

Visões como estas, tragicamente, são familiares nas mídias sociais. Pessoas pagam fortunas pelo desprezível prazer de assassinar animais selvagens ou simplesmente matam ilegalmente.

A mulher das fotos é Franny Esplin, uma esposa e mãe, posando orgulhosamente com um puma que ela matou, compartilhando a ocasião “magestosa” que sempre estivera sua lista de sempre. Lamentavelmente, a caça é permitida no país.

De acordo com um post na página do Facebook da Prairie Protection Colorado, a organização compartilhou que “não foi especificamente visando Franny, mas visando a mentalidade dos caçadores de troféus”, observando ainda que “qualquer um que se glorie no sangue de um animal algumas tendências claramente sociopatas ”.

“Infelizmente, essa mentalidade e a matança de nossas espécies nativas por esporte é codificada nas leis de vida selvagem do Colorado que são voltadas para proteger os caçadores esportivos do direito de matar”, continuou a organização.

“Se você quer proteger a vida neste planeta, você tem que colocar essa preocupação e raiva justa em ação. Continuaremos a expor essa mentalidade para educar e construir uma base de cidadãos preocupados que estejam dispostos a fazer o que for preciso para acabar com as atrocidades”.

De acordo com a KDVR News , Esplin permitiu que a emissora exibisse as imagens e disse que “ela usou o leão inteiro e que a caça é parte de sua herança”. As informações são do World Animal News.

Foto: Facebook Prairie Protection Colorado

Leis contra caça

Esforços estão sendo direcionados em todo o mundo para acabar com o assassinato de milhares de animais silvestres.

Conservadores prometem proibir a importação de troféus de caça de leões no Reino Unido. Os Estados Unidos classificam os leões como espécies ameaçadas de extinção, o que significa que importar partes de leões é efetivamente proibido.

Enquanto países como a Colômbia proíbem a caça esportiva, a Zâmbia anunciou que permitirá a morte de 2 mil hipopótamos por caçadores de troféu. Botswana, também na África, está considerando liberar a caça de elefantes. Veteranos do Exército dos EUA criaram grupo para combater os caçadores no país.

Recentemente, surpreendendo o mundo, o Quênia anunciou pena de morte aos caçadores de animais em extinção.
A medida gerou elogios daqueles que pediam por uma medida com impacto suficiente para salvar essas espécies de extinção, mas também críticas dos que são contra pena de morte.

Já no Brasil, o deputado Alexandre Leite (DEM-SP) quer dar continuidade ao projeto que libera a caça no Brasil, embora Valdir Colatto (MDB-SC), autor do projeto de lei nº 6.268/2016, que prevê a liberação da caça de animais silvestres no Brasil, não tenha sido reeleito.

Zoo encerra atividades com elefantes após a morte de todos os animais

Foto: WAN

Bud, um elefante africano de 34 anos, morreu em março de 2018 devido a uma infecção respiratório.

Em dezembro, os três elefantes restantes mantidos no local morreram repentinamente. Mickey, uma fêmea de 34 anos sofria de um tumor no cérebro mas a real causa da morte não foi confirmada. Toby tinha 38 anos e Max tinha apenas 14 anos quando eles morreram e, novamente, as circunstâncias não foram reveladas.

Segundo o grupo In Defense of Animals, esta série de tragédias destaca a preocupante questão dos zoológicos não terem obrigação legal de relatar detalhes, como causas de morte, ao público – o que permite que as instalações perpetuem o abuso contra elefantes. Se as pessoas fossem conscientizadas do sofrimento que os elefantes suportam em seus momentos finais e ao longo de suas vidas, mais pessoas tomariam a decisão compassiva de não pagar para vê-las em cativeiro. As informações são do World Animal News.

A Grant’s Farm abusou dos elefantes por fins lucrativos animais, forçando-os a pintarem com suas trombas, o que está em desacordo com os esforços de educação e conservação para elefantes em estado selvagem.

A morte destes quatro animais relembra o caso de Teresita, uma elefanta que faleceu solitária em um zoo de SP, e tantos outros que foram cruelmente explorados por longos anos até perderam suas vidas de forma tão trágica.

 

 

 

Cãozinho amarrado com fita adesiva e jogado em uma vala se reencontra com sua tutora

Foto: Jefferson County Sheriff’s Office

O escritório do xerife disse que o cãozinho “Flick”, um dachshund preto e marrom, teve um reencontro emocionante com sua tutora na última sexta-feira (15) e foi para casa. Uma funerária da região pagava pelos cuidados do cão. Ele foi apelidado de “Jimmy” enquanto se recuperava.

Foto: Jefferson County Sheriff’s Office

O xerife do condado de Jefferson, Dave Marshak, disse que Paul Garcia, de 39 anos, de Barnhart foi acusado de crime de abuso de animais e ação criminosa armada. Marshak disse também que os investigadores acreditam que Barnhart amarrou o cachorro e o atirou para fora de uma janela. Um motivo e a ligação dele com o cão não foram divulgados. Paul Garcia foi preso sob fiança de US$ 50.000. As informações são do Kwch.com.

Na página do Facebook do Jefferson County Sheriff’s Office, muitas pessoas questionaram a devolução do animal a sua tutora mas as autoridades afirmam todas as medidas foram tomadas para averiguar se o cãozinho realmente era dela e qual a verdadeira história que envolve esse caso.

 

 

 

Casal recebe críticas severas na internet por alimentar um alce

Molly Bice Jackson e seu marido Victor Jackson ficaram encantados quando viram um alce caminhando em direção aos degraus de sua casa em Park City.

Molly, de 40 anos, filmou Victor, um advogado de 46 anos, alimentando o alce com uma maçã e publicou as imagens em sua página no Facebook.

O vídeo se espalhou rapidamente e os dois não podiam imaginar a reação negativa que a atitude teria.

Muitas pessoas disseram que alimentar um alce pode torná-lo mais perigoso, pois, como qualquer animal selvagem, eles retornarão instintivamente ao local onde foram alimentados e poderão atacar se a comida não estiver lá novamente, resultando em confrontos que são perigosos para os humanos e para os animais.

Brenda Kidman, escreveu: “Qualquer um que tenha o alimentado é um idiota e não se importa de verdade com esse alce”

“Vai começar a esperar por comida humana e se eles não atenderem à expectativa, pode haver consequências sérias. Vocês são pessoas terríveis. Por favor, não encoraje esse tipo de comportamento”.

Para tentar diminuir as chances de situações perigosas, o Alasca impôs multas de até US$ 300 para quem alimentar alces. As informações são do Daily Mail.

“Algumas pessoas disseram que estávamos matando o alce alimentando-o com uma maçã, mas não vimos assim”, disse ela.

“Realmente ele era muito manso, senão ele não teria ido direto para nossa casa assim”, disse Molly.

“Eu pessoalmente conheço uma amiga que foi atacada por um alce, então você precisa ter muito cuidado ao abordá-lo”, acrescentou ela.

Molly postou uma mensagem pública para explicar o que aconteceu e tentar amenizar a revolta

“Eu preciso continuar reconhecendo que sabemos que isso não é uma coisa inteligente a fazer?”

“Estamos muito conscientes. Mas podemos também falar sobre como foi incrivelmente emocionante e mágico? Às vezes a estupidez e a magia andam de mãos dadas”, escreveu ela no Facebook.

“Também não podemos deixar de enfatizar o quanto os alces são uma parte regular da vida em Park City. Eles moram em nossos quintais e bairros. Nós os passamos por eles na rua toda semana”.

“As pessoas deixam as maçãs para fora. Eles nos vigiam através de nossas janelas e às vezes o tráfego é atrasado por causa deles”.

Alerta

A Divisão de Recursos da Vida Selvagem de Utah (DWR) diz que alimentar cervos – incluindo os alces – geralmente não é uma boa ideia.

“Embora pareça um ato de bondade e possa até mesmo ajudar alguns animais a superar os meses frios, isso pode criar grandes problemas”, escreveu a DWR em seu site.

Estes incluem dar-lhes a comida errada que poderia torná-los doentes, bem como atrair veados que chamariam predadores, além de fazer com que doenças se espalhem mais rapidamente.

“Fomos pegos de surpresa”, acrescentou Molly durante uma entrevista por telefone.

“Eu tentei não ficar chateada com os comentários, eu respondi a eles com calma”.

O fato destes animais estarem na cidade é um motivo de reflexão sobre como as ações humanas interferem diretamente na vida selvagem.

A perda do habitat natural e a escassez de alimentos fazem que os animais migrem instintivamente para sobreviverem.

Um caso parecido aconteceu há poucos dias quando ursos polares “invadiram” um arquipélago russo para vasculhar lixões e casas em busca de comida.

Embora o governo da Rússia tenha prometido não atirar nos animais, eles precisaram ser sedados e realocados em um local esmo onde, provavelmente, continuarão passando fome.

Tigre que vivia em uma casa abandonada é resgatado e levado para santuário

Foto: Lara Cottingham

Os policiais e agentes de controle de animais chegaram à casa mas precisavam de um mandado para entrar. Quando conseguiram a autorização, encontraram o tigre em uma gaiola na garagem.

“Eles conseguiram remover o tigre da residência e levaram-no para a BARC“.

“Deve ter sido uma experiência e tanto”, disse Lara Cottingham, chefe de gabinete do departamento de administração e assuntos regulatórios da cidade.

O tigre, agora chamado de Tyson, foi então transportado para o Cleveland Amory Black Beauty Ranch em Murchison, Texas, de acordo com um comunicado da Humane Society dos Estados Unidos. O rancho tem mais de 800 animais, incluindo dois tigres. Um foi resgatado de um criador e o outro era um animal doméstico.

As autoridades ainda estão tentando encontrar o tutor do tigre. Nenhuma prisão foi feita, e qualquer acusação “dependerá do que a investigação revelar”, disse Kese Smith, porta-voz do Departamento de Polícia de Houston.

A criação de tigres como animais domésticos

Heidi Krahn, fundadora e diretora executiva do Centro de Pesquisa e Educação Animal, uma organização sem fins lucrativos do Texas que cuida de animais exóticos e abriga mais de 20 tigres, disse que sabe do fascínio das pessoas em ter um tigre como animal doméstico mas enfatizou o risco. As informações são do The New York Times.

“Quando um filhote de tigre nasce, eles pesam cerca de dois quilos, são muito indefesos e são muito fofos”, disse Krahn.

“Eles se tornam dependentes das pessoas, mas, quando completam oito semanas, podem comer ossos de galinha. Quando completam quatro meses, eles podem comer um bezerro, que é aproximadamente do tamanho de um ser humano”.

Geralmente, custa cerca de US$ 1,2 milhão para criar um tigre ao longo de seus 20 anos de vida, de acordo com Krahn, e ela estima que eles podem custar US$ 5.000 ou menos para comprar ilegalmente.

 

Veterinário que colocava heroína no estômago de cães é preso e condenado

Andres Lopez Elorez, de 39 anos, foi condenado a seis anos de prisão na última quinta-feira(7), após passar 10 anos foragido. A sentença foi anunciada no Brooklyn pelo procurador Richard P. Donoghue após ele se declarar culpado em setembro passado por conspirar com o tráfico de heroína para os Estados Unidos.

O veterinário fazia parte de um esquema que transformava cães em traficantes de drogas costurando sacos contendo as substâncias seus estômagos. Pelo menos nove cães foram submetidos ao terrível e cruel procedimento cruel e três deles morreram depois de contrair vírus.

 

O governo dos EUA disse que Elorez, nascido na Colômbia, arrendou uma fazenda em Medellín, na Colômbia, onde secretamente criou cães para a tráfico de narcóticos.

No dia 1 de janeiro de 2005, a polícia revistaram a fazenda e apreenderam 17 sacos de heroína líquida, incluindo 10 sacos que foram retirados dos filhotes e outros que seriam implantados.

Elorez estava foragido até ser preso na Espanha em 2015. Ele foi extraditado para os Estados Unidos em maio de 2018 por suas ações “calculadas e aberrantes”.

“Como veterinário em treinamento, o réu tinha o dever de não causar danos aos animais”, escreveram os promotores para a sentença.

“Ele traiu esse dever quando usou suas habilidades veterinárias como parte de um esquema para implantar heroína líquida em cães, para que narcotraficantes colombianos pudessem importar heroína para os Estados Unidos.”

O homem, que os professores descreveram como um dos melhores de sua turma na escola veterinária, reconheceu que suas ações foram uma completa traição à sua promessa de fazer o que puder para evitar o abuso de animais.

“Eu fiz isso mesmo sabendo que estava errado e cometendo um crime”, disse Elorez no tribunal.

O destino dos filhotes

Existem informações apenas sobre duas fêmeas regatadas.

Uma delas se tornou farejadora de drogas e é chamada de “Heroína”. A Rottweiler foi treinada pela polícia colombiana.

Donna, uma beagle, foi adotada por um policial colombiano e sua família.

O promotor dos Estados Unidos para o Distrito Leste de Nova York disse que Elorez teve seu castigo.

“Todo cão tem seu dia, e com a sentença de hoje, Elorez foi responsabilizado pelo uso repreensível de suas habilidades veterinárias para esconder heroína dentro de cachorrinhos como parte de um esquema para importar narcóticos perigosos para os Estados Unidos”, disse Richard Donoghue.

Justiça determina que granjas divulguem a cruel realidade da criação de galinhas

Empresas e governos escondem ou camuflam a cruel realidade por trás da produção de ovos. Para os consumidores em geral, a criação de galinhas poedeiras é natural e comum, sem sofrimento ou tortura.

Grande parte da população não sabe, ou finge desconhecer que estes animais são confinados em gaiolas minúsculas, lotadas e imundas e têm a ponta de bicos cortadas logo ao nasceram para serem explorados durante toda a vida ‘útil’ e após isso são mortas friamente sem jamais terem conhecido a liberdade.

A Animal Legal Defense Fund entrou com uma ação contra a Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA), em 2012 para obrigar a agência a produzir relatórios de inspeção de fazendas produtoras de ovos sem censurar informações importantes sobre as condições de vida dos animais.

No dia 23 de janeiro deste ano, o Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Norte da Califórnia ordenou que a FDA divulgasse ao público informações importantes sobre as granjas.

“Durante anos, o governo tentou esconder essa informação sobre as práticas cruéis da indústria de ovos, para proteger a pecuária industrial do conhecimento e das críticas do público”, disse o diretor-executivo do Animal Legal Defense Fund, Stephen Wells.

“A transparência é necessária para a prestação de contas e proteção aos animais e é exigida por lei”.

Em 2011, o grupo de de defesa dos direitos animais já havia solicitado informações relacionadas a população total de galinhas e a densidade populacional em várias fazendas do Texas mas a FDA se recusou a torná-las públicas a pedido dos produtores.

A crueldade e os riscos da produção de ovos

A grade quantidade de galinhas confinadas nestas gaiolas têm uma influência direta na saúde dos animais e na segurança alimentar. As condições insalubres estão associadas a doenças como Salmonella e gripe aviária.

Em 2013, um magistrado ordenou que o FDA divulgasse informações ao Fundo de Defesa Legal Animal sobre o número de aves por gaiola, mas o tribunal negou o pedido.

Em 2016, o Tribunal de Apelações do Nono Circuito emitiu um parecer decidindo que o Animal Legal Defense Fund tinha direito a um julgamento para determinar se as informações deveriam ser retida. O Julgamento foi realizado em 2018, resultando na exigência de que a FDA divulgue o número total de galinheiros, o número total de andares, o total de fileiras de gaiolas, entre outros dados, dentro de 30 dias para as fazendas em questão.

 

Nova lei de conservação da vida selvagem e de combate ao tráfico é introduzida nos EUA

Foto: Pixabay

Na semana passada, os congressistas John Garamendi (D-CA) e Don Young (R-AK) introduziram a Lei de Conservação da Vida Selvagem e Combate ao Tráfico de 2019, que fortalece o poder de atuação das agências federais encarregadas de combater a caça e o tráfico de animais selvagens.

O projeto de lei é endossado pelo Animal Welfare Institute (AWI) e por outras 19 organizações líderes em bem-estar animal e conservação.

Esta legislação, introduzida pela primeira vez em 2018, baseia-se na Lei bipartidária de Tráfico de Animais Selvagens “Eliminar, Neutralizar e Interromper (END)” de 2015 para fornecer aos Estados Unidos as ferramentas necessárias para combater esses crimes globais, que são frequentemente perpetrados por organizações criminosas transnacionais e grupos extremistas.

“Caçadores ilegais, traficantes e organizações criminosas transnacionais responsáveis ​​por violações dos direitos humanos estão levando a vida selvagem icônica à extinção em todo o mundo”, disse Garamendi em um comunicado.

“Nosso projeto de lei avança a liderança americana no combate à crise global de tráfico de vida selvagem e caça sem nenhum custo para o contribuinte americano.”

“Tenho orgulho de mais uma vez co-patrocinar a Lei de Conservação da Vida Selvagem e Combate ao Tráfico”, disse Young.

“Como esportista ávido, tenho uma longa história de apoio à legislação para fortalecer nossa capacidade de impedir o tráfico de animais selvagens e conservar a vida silvestre. Acredito que proteger a vida selvagem e nossa pesca requer uma abordagem nova e estratégica para acabar com a pesca ilegal em todo o mundo, não declarada e não regulamentada dentro das águas dos EUA. Estou ansioso para trabalhar com o deputado Garamendi para conservar as populações globais de animais selvagens”.

Foto: Pixabay

Especificamente, a Lei de Conservação da Vida Selvagem e Combate ao Tráfico reclassifica graves crimes de tráfico de animais selvagens como extorsões federais e outros estatutos do crime organizado, orienta o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA para posicionar policiais em áreas de intenso tráfico de vida selvagem no exterior, encoraja a população a denunciar crimes e direcionar fundos coletados de violações criminais para apoiar os esforços de conservação da vida selvagem, entre outras provisões.

Se aprovada, também fornecerá fundos dedicados para a conservação de grandes primatas, redirecionando as multas e penalidades coletadas para certas violações do Ato de Espécies Ameaçadas de Extinção ou da Lei Lacey para a Conservação do Grande Macaco existente.

“A matança de elefantes, rinocerontes, tigres e outras espécies ameaçadas é uma crise devastadora e exige os mais rigorosos esforços de aplicação da lei e penalidades”, disse Cathy Liss, presidente da AWI.

“Reprimir o tráfico de animais silvestres e a caça ilegal há muito tempo é um esforço bipartidário e aplaudo o deputado Garamendi e o congressista Young por continuarem e fortalecerem essa tradição. Trabalharemos para garantir que o Congresso tome medidas rápidas sobre essa legislação”. As informações são do World Animal News.

 

 

Zebra domesticada morre congelada presa a uma cerca

Criar animais selvagens em apartamentos, casas ou fazendas, embora seja permitido em alguns países, é cruel além de perigoso. Mesmo quando existe dedicação e esforço, o homem não é capaz de suprir todas as necessidades específicas que possuem.

Em algumas situações, a negligência por parte dos tutores pode causar terríveis consequências a estes animais, como o caso de uma zebra que congelou até a morte depois de ter seus cascos traseiros presos em uma cerca, na última quarta-feira(30).

O animal era um dos vários outros animais selvagens alojados na propriedade perto de Delphi, em Indiana, mas foi o único a morrer quando as temperaturas atingiram -17°F.

Segundo os veterinários, a zebra morreu porque entrou em pânico ao ficar presa. Eles disseram que disseram que quando o animal começou a respirar mais rápido e profundamente do que o normal, o ar frio congelou a umidade em seus pulmões. As informações são do Daily Mail.

Um vizinho fotografou o animal morto deitado na neve e a imagem indignou os moradores locais que começaram uma campanha para uma mudança na lei.

Ninguém sabe afirmar se o tutor da zebra estava em casa no dia do fato. A polícia não divulgou o nome e não houve nenhum tipo de acusação contra ele.

O xerife do condado de Caroll, Thomas Leazanby, disse que o animal morreu como resultado de um “acidente estranho”.

Os policiais foram chamados até o local mas não encontraram provas de negligência porque havia “moradia adequada” para o animal.

“Não parece haver negligência por parte do proprietário da fazenda”, disse o xerife Tobe Leazenby.

O perigo das cercas

Este não é o primeiro caso de um animal que morre após ficar preso em arames ou madeiras usados para delimitar espaços e proteger terras.

Elefantes, primatas, aves e também pequenos animais são vítimas dessa perigosa ferramenta. Quando não morrem por eletrocussão, no caso das cercas elétricas, morrem entalados após agonizarem por dias sem água e comida.

A morte da zebra deixa uma alerta aos fazendeiros para que pensaem em todos os tipos de vidas, interesses e nos possíveis perigos que os equipamentos de proteção podem trazer à vida selvagem.

Dissecação virtual de animais poderá estar disponível em breve nas escolas

A dissecação animal é uma técnica arcaica vinda de uma época em que os seres humanos pouco sabiam sobre a anatomia dos animais.

Foto: John J. Watkins | The Times

Avanços tecnológicos e o aumento progressivo do entendimento sobre a sensibilidade animal vêm expondo que a dissecação animal é obsoleta, perigosa e antiética.

Segundo a PETA, diversos documentos comprovam os vários benefícios dos métodos que não envolvem animais, como a dissecação digital.

Parece que finalmente empresas e pessoas entenderam a crueldade por trás das desculpas educacionais. A Apple já lançou aplicativo para dissecação de sapos virtual e que pode poupar milhares de vidas.

Em Indiana, nos Estados Unidos, a deputada estadual Ragen Hatcher, D-Gary, tenta conseguir levar as escolas do estado por esse caminho.

Hatcher é autora do House Bill 1537 que, se aprovado, exigirá que todas as escolas públicas, charter e privadas de Indiana desenvolvam políticas e programas que forneçam uma alternativa à dissecação de animais para qualquer aluno que a solicite.

“É desumano matar animais apenas para o estudo”, disse Hatcher. “Especialmente hoje, há tanta tecnologia que podemos dissecar em uma tela e ter o mesmo impacto que se você fizesse isso pessoalmente. Essa é a coisa certa a fazer.”

De acordo com o seu plano, um aluno poderá optar por não participar de qualquer parte de um curso que inclua dissecação de animais, vivissecção, incubação, inflição de danos, captura, cirurgia, experimentos ou destruição. As informações são do NW Times.

As escolas, então, seriam obrigadas a fornecer um projeto educacional alternativo que oferecesse o mesmo conhecimento ao aluno, como a visualização de uma dissecação virtual ou o estudo de um modelo portátil de um animal dissecado.

A medida também proíbe escolas de penalizarem o estudante de qualquer forma por escolher não participar do uso em sala de aula de animais vivos ou mortos.

Hatcher disse que sabe que algumas escolas já permitem que os alunos optem por não fazer dissecações e outros estudos relacionados a animais.

Ela também disse que sua mãe há duas décadas enviou uma nota sobre isso a sua professora no ensino médio, então Hatcher não precisou dissecar um sapo.

A legislação especifica que ela se aplica particularmente a rãs, gatos, porcos fetais e minhocas, que, segundo Hatcher, são os animais mais comumente dissecados nas escolas de Indiana.

“Espero que eles não voltem e comecem a usar gopher ou algo assim”, brincou ela.

Hatcher disse que não procurou professores da Região antes de apresentar sua proposta. Embora ela tenha dito que os grupos de direitos animais a estejam apoiando.

Em 2015, a Thea Bowman Leadership Academy, uma escola charter de Gary, substituiu a dissecação de animais em seus cursos com o software Digital Frog doado pela PETA.

O software permite aos alunos dissecar rãs virtuais e contém animações do corpo vivo, comparações lado-a-lado de diferentes espécies e módulos sobre como os sapos soam e onde vivem.

“A decisão da escola de substituir a dissecação crua de animais poupará a vida de inúmeros sapos, economizará a escola e proporcionará aos alunos uma experiência de aprendizado mais efetiva e humana”, disse Justin Goodman, diretor de investigações laboratoriais da PETA.

A proposta de Hatcher está aguardando revisão pelo Comitê de Educação da Câmara, controlado pelos republicanos.

Polêmica no Brasil

Em 2012, um professor gerou polêmica na Escola Estadual Edmundo Pinheiro de Abreu, no Bairro São Francisco, em Goiânia, ao matar e dissecar dois coelhos em sala.

Muitos alunos, se recusaram a participar da aula mas não foram penalizados.

Na época, a Secretaria Estadual de Educação informou que uma lei federal permitia esse procedimento apenas em escolas de níveis superior e técnico, mas, como cada instituição de ensino em Goiás tinha seu próprio regimento, isso dificultava a fiscalização.