Atleta vegana quebra recorde mundial de resistência muscular em prancha abdominal

A atleta vegana, Dana Glowacka, quebrou o recorde mundial feminino de tempo (resistência muscular) realizando a mais longa permanencia em uma prancha abdominal até hoje.

Glowacka, que ficou em segundo lugar no Desafio Internacional de Prancha da Copa do Mundo em Pequim, em 2016, conseguiu manter a posição na prancha por surpreendentes quatro horas e 20 minutos.

Gratidão

“Estou muito grata. Realmente, se você colocar todo o seu empenho em algo que você acredita, você vai conseguir realizar isso! Obrigada”, ela escreveu no Instagram.

“Eu tenho treinado por quatro anos com George Hood. Quatro anos com quatro horas e 20 minutos terminados. Isso leva a mente a manter o corpo em pé”.

Glowacka, que pratica Ashtanga e Yin -Yoga há anos para ajudar no equilíbrio, foi convidada pela empresa de vestuário vegana, Plantpump, independente de ela ser ou não vegana.

“Sim, eu sou uma atleta vegana. Spirulina [está] no meu sangue”, ela respondeu.

Titulares do recorde mundial

Glowacka não é a única atleta vegano a competir pelo título de recordista mundial. No ano passado, a icônica maratonista Fiona Oakes marcou seu quarto Recorde Mundial do Guinness.

A mais recente conquista de Oakes foi para a “Meia Maratona mais rápida em uma fantasia de animal (feminino)”, que ela completou em junho passado.
Depois que seu recorde foi aprovado, Oaks dedicou a honra ao “Poder Vegano” – afirmando que era “para os animais, as pessoas e o planeta”.

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Confeitaria fundada há 150 anos se torna totalmente vegana

Foto: Ladurée

Foto: Ladurée

A cadeia de confeitarias francesa Ladurée está transformando sua loja em Beverly Hills (EUA) em um estabelecimento 100% vegano.

Fundada em Paris em 1871 por Louis Ernest Ladurée e sua esposa Jeanne Souchard, a Ladurée já foi um centro de encontro para mulheres na alta sociedade parisiense.

Atualmente, a cadeia tem lojas em todo o mundo, atendendo aos amantes de Macaron (doce francês), de Luxemburgo às Filipinas e à Califórnia.

A culinária francesa é tradicionalmente carregada de produtos de origem animal – manteiga, leite e ovos, em particular, representam grande peso nas receitas. De acordo com a Bloomberg, quando a co-presidente Elisabeth Holder – que herdou a cadeia junto com seu irmão David Holder – solicitou que uma salada de couve fosse adicionada ao cardápio em Paris, o chef foi cínico, informando que aquilo era “comida de coelho”.

Mas ela persistiu. A salada foi adicionada, tornando-se rapidamente um best-seller no estabelecimento. Agora, Elizabeth está levando as coisas um passo adiante.

A filial da confeitaria Ladurée, em Beverly Hills, deixará de lado os produtos de origem animal do menu. Em seu lugar disso, uma nova seleção vegana de alimentos será oferecida, feita com manteiga de amêndoas e óleo de coco

Foto: Ladurée

Foto: Ladurée

A cadeia de confeitarias teve uma pequena ajuda na criação do novo cardápio, de um dos chefs e donos de restaurante de maior sucesso da indústria de alimentos veganos, Matthew Kenney.

O famoso chef e autor de livros de receitas tem 35 restaurantes de comida baseados em vegetais – ou já abertos ou em andamento – em todo o mundo, e recentemente abriu um estabelecimento com conceito de salão de alimentos, totalmente baseado em vegetais em Providence, Rhode Island.

Macarons veganos para Todos

As opções veganas na Ladurée não serão exclusivas para os clientes de Los Angeles. A partir de setembro, juntamente com suas ofertas normais, os parisienses também poderão colocar em suas mãos macarons veganos e outros pratos à base de vegetais, o que é uma surpresa de muitos, diz Holder.

Ela explicou à Bloomberg: “quando eu lhes disse em Paris, que teríamos o macaron vegano e o croissant vegano, eles me olham como ‘O que ela está dizendo?’. É uma revolução”, diz Elizabeth.

Após o lançamento de Paris, as opções veganas estarão disponíveis em 80 filiais da confeitaria ao redor do mundo.

“Não pretendemos desviar-nos do espírito que tornou a Ladurée um sucesso global”, continuou Holder. “Em vez disso, nosso foco será a reinterpretação da essência de Ladurée enquanto emprega alimentos veganos em direção a esse objetivo”.

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Três razões pelas quais o veganismo é mais próximo das pessoas do que elas acreditam

Foto: Adobe

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Muitas pessoas estão começando a entender que o veganismo, mais do que uma mera escolha alimentar, é uma maneira de pensar e viver.

Aqui estão três razões pelas quais você já pensa como um vegano e não sabe disso:

1. Você ama animais

Você tem grande admiração por animais que conhece pessoalmente: seu gato é mais zen do que você jamais poderia imaginar e o cachorro de seu amigo está sempre atraindo seus carinhos.

Em algum momento de sua vida, você sentiu uma conexão comovente com seu animal de companhia ou cm o animal doméstico de outra pessoa. Uma conexão profunda que é mais facilmente descrita como “amor”, mas que, de certa forma, vai além dessa palavra usada em excesso; é um tipo de amor puro e reverente que não se importa com reciprocidade: incondicional.

Você descobriu que, ao observar animais – selvagens ou domésticos, na vida real ou mesmo através de uma grade ou janela – você está testemunhando uma vida interior complexa.

Quando você vê um vídeo de um humano intervindo para salvar um tubarão encalhado, seu coração se enche de alívio e orgulho na raça humana. Mesmo que no caso seu instinto seria nadar em outra direção se você visse um tubarão nadando ao seu lado.

Foto: Adobe

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2. Você se sente frustrado com a falta de ação contra a mudança climática

Você entende perfeitamente que o tempo está passando e nós temos que encontrar soluções rápidas e poderosas para consertar os danos que já causamos como espécie.

Você deseja que seus os seres humanos mostrem um sinal de união coletiva voltada para o cuidado com o planeta, nosso lar compartilhado.

Você não consegue nem imaginar a catástrofe que nos espera se não agirmos todos juntos.

3. Você está exausto por todo o sofrimento do mundo

Evitar ler as notícias porque sabe que o conteúdo delas vai trazer tristeza e preocupação é sinal de que você esta antenado com a situação do mundo.

Você se desespera porque a paz parece tão ilusória no mundo e você sonha com um futuro em que as coisas sejam diferentes.

Você teme em pensar nos animais sendo abusados e mantidos em gaiolas.

Da mesma forma, você fica enojado ao ouvir sobre seus outros companheiros animais humanos que sofrem fome ou abuso.

Em tempos difíceis, você tem empatia consigo mesmo e se sente solitário ou incompreendido.

Você sente todas essas coisas porque a empatia está arraigada em todos nós. Esse sentimento está no coração da experiência humana; quando deixamos de abordar emoções que ela invoca em nós, nos desumanizamos.

Flexibilidade psicológica

“Quando você olha pra si mesmo de um modo compassivo, bondoso e amoroso, a vida se abre e então você consegue se voltar para o significado e propósito da vida e percebe como você é capaz de trazer amor, contribuição, beleza e bondade para a vida dos outros.”

Essas palavras são proferidas pelo professor de psicologia Dr. Steven Hayes em sua palestra no TED de 2016. Como o amor transforma a dor em propósito. Hayes considera a capacidade de se envolver e responder ativamente às emoções dos outros de “flexibilidade psicológica”.

“Basicamente, isso significa permitir que pensamentos e sentimentos apareçam, depois, de forma ponderada, atentar para o que o ajuda a se mover na direção que valoriza”.

Mova-se na direção que você valoriza

Se você já está pensando como um vegano, tente viver como um por um mês ou dois e veja se você desenvolve um relacionamento melhor consigo mesmo.

Pode parecer impossível no começo, mas é fácil quando você já sabe como agir. Você logo descobrirá que há muito mais a ser ganho do que sacrificado.

Se você está procurando orientação, pesquise no Facebook por uma comunidade vegana local. Os veganos adoram compartilhar dicas e quase todos começaram não-veganos, para que eles saibam de onde você está vindo.

Ninguém espera que você faça isso e se transforme de uma vez, e partindo do nada. Mas você aprenderá muito ao longo do caminho, e um dia, muito em breve, olhará para trás e terá orgulho de ter sido corajoso o suficiente para se apropriar de seus valores em um mundo que não o encoraja a fazer isso.

Relatório aponta que a maioria da carne consumida em 2040 não virá de animais

A maioria da carne que as pessoas comerão em 2040 não virá de animais mortos, de acordo com informações de um relatório que prevê que 60% da carne no futuro será cultivada em laboratório ou substituída por produtos à base de vegetais que têm aparência e gosto de carne.

O relatório da consultoria global AT Kearney, foi feito com base em entrevistas com especialistas e destaca os fortes impactos ambientais da produção de carne convencional e as preocupações que as pessoas estão passando a ter sobre o bem-estar dos animais sob a agricultura industrial.

“A indústria pecuária em larga escala é vista por muitos como um mal desnecessário”, diz o relatório. “Com as vantagens de novos substitutos de carne vegana e a carne cultivada em relação à carne produzida convencionalmente, é apenas uma questão de tempo até que eles conquistem uma fatia substancial do mercado”.

A indústria de carne convencional cria bilhões de animais e gera mais de 1 trilhão de dólares por ano. No entanto, os enormes impactos ambientais decorrentes dessa prática foram comprovados e evidenciados em estudos científicos recentes, desde as emissões que impulsionam a crise climática até os habitats silvestres destruídos para a agricultura e a poluição dos rios e oceanos .

Empresas como Beyond Meat, a Impossible Foods e a Just Foods que usam ingredientes vegetais para criar hambúrgueres alternativos a carne de origem animal, ovos mexidos e outros produtos estão crescendo rapidamente. A AT Kearney estima que 1 bilhão de dólares tenha sido investido em produtos veganos, inclusive pelas empresas que dominam o mercado convencional de carne. A Beyond Meat levantou 240 milhões de dólares ao abrir o capital em maio e suas ações mais do que dobraram desde então.

Outras empresas estão trabalhando no cultivo de células de carne em laboratório, para produzir carne de verdade sem a necessidade de criar e matar animais. Nenhum desses produtos atingiu ainda os consumidores, mas a AT Kearney prevê que a carne cultivada dominará o mercado a longo prazo porque reproduz o sabor e a sensação da carne convencional de forma mais real do que as alternativas à base de vegetais.

“A mudança para estilos de vida flexitários, vegetarianos e veganos é inegável, com muitos consumidores reduzindo seu consumo de carne como resultado de se tornarem mais conscientes em relação ao meio ambiente e ao bem-estar animal”, disse Carsten Gerhardt, sócio da AT Kearney.

“Para comedores de carne apaixonados, o aumento previsto de produtos de carne cultivados significa que eles ainda conseguirão desfrutar da mesma dieta que sempre tiveram, mas sem o mesmo custo ambiental e animal associado a isso”.

O relatório estima que 35% de toda a carne será cultivada em 2040 e 25% serão opções alternativas veganas. O estudo destaca a eficiência muito maior das alternativas à carne convencional.

Quase metade das plantações do mundo são usadas como alimento para os animais de criação e fazenda, mas apenas 15% das calorias das plantas acabam sendo comidas pelos humanos como carne. Em contraste, o relatório diz que a carne cultivada e a carne vegana retêm cerca de três quartos de seus nutrientes.

O potencial desconforto do cliente com carne cultivada (falta de costume, novidade) não será uma barreira, diz o relatório, citando pesquisas nos EUA, China e Índia: “A carne cultivada ganhará a longo prazo. No entanto, novos substitutos de carne vegana serão essenciais na fase de transição.

Rosie Wardle, da Jeremy Coller Foundation, uma organização filantrópica focada em sistemas alimentares sustentáveis, disse: “De filés a frutos do mar, um espectro completo de opções está surgindo para substituir os tradicionais produtos de proteína animal por tecnologias de carne baseadas em vegetais e células cultivadas”.

“A mudança para padrões mais sustentáveis de consumo de proteína já está em andamento, impulsionada por consumidores, investidores e empresários, e até mesmo atraindo as maiores empresas de carne do mundo. As previsões de que 60% da ‘carne’ do mundo não virá de animais em 20 anos pode, inclusive, ser uma subestimação”.

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Músico e produtor Simon Cowell defende os animais e adota o veganismo

Foto: Getty Images

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O músico, produtor e juiz do programa American Idol, Simon Cowell, tem dado passos significantes em defesa dos animais.

Cowell que disse recentemente em um entrevista ao The Sun que estava se tornando vegano em comemoração ao seu aniversário de 60 anos (em outubro), conta que abandonou a carne, os laticínios, o trigo e açúcar e alega que sua nova dieta o tornou mais bonito – dizendo “Eu ganharia uma nota oito [numa escala de 10] e agora eu sou um 11!”.

O músico revela que graças a sua alimentação tem se sentido mais disposto e ainda perdeu 10 kg desde que mudou seus hábitos alimentares.

Mas não é só na alimentação que o produtor e executivo tem agido em prol dos animais, ano passado Cowell doou 49 mil dólares para a Humane Society International (HSI) para salvar 200 cães de uma fazenda de carne de cachorro sul-coreana.

A HSI disse que os cães estavam amontoados em gaiolas minúsculas e imundas. Alguns eram animais domésticos e ainda usavam coleiras.

Os cães financiados por Cowell chegaram a St. Catharines no início de outubro.

“Estamos orgulhosos por fazer parte da parceria com a Humane Society International e Simon Cowell, e temos o prazer de ajudar esses cães que certamente merecem casas amorosas”, disse o diretor executivo da ONG Kevin Strooband.

“A generosa doação de Simon significa muito para nós e dá um enorme impulso ao nosso apelo para fechar esta horrenda fazenda de carnes de cães”, disse a diretora-executiva da HSI UK, Claire Bass, em um comunicado.

“Mais de 200 cães estão definhando nas condições mais terríveis imagináveis, mas temos uma chance real de salvá-los.”

Uma vez que tenham sido apanhados na fazenda, os cães serão levados para o Canadá e adotados em novas casas. Ms Bass diz que é um pequeno passo no caminho para fechar toda a indústria.

“Com todas as fazendas de cães que fechamos e todos os criadores que ajudamos a mudar para um negócio mais lucrativo e humano, estamos mostrando ao governo sul-coreano que é possível acabar com esse comércio cruel”.

“Esses pobres cães tiveram as piores vidas até agora, então estamos desesperados para tirá-los daquelas terríveis gaiolas e mostrar-lhes amor, camas macias e braços amorosos pela primeira vez em suas vidas.”

De acordo com a HIS, os criadores sul-coreanos normalmente criam 2,5 milhões de cães por ano para comer. Mas a carne de cachorro diminuiu em popularidade nos últimos anos. A carne é mais frequentemente consumida durante os meses de verão em uma sopa chamada bosintang, que a crença popular acredita aumentar a resistência.

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Startup arrecada 16 milhões de dólares para desenvolver comida de cachorro livre de animais

Foto: VegNews/Reprodução

Foto: VegNews/Reprodução

A startup de biotecnologia Wild Earth, com sede na Califórnia, arrecadou 16 milhões de dólares em financiamento para desenvolver alimentos para cães livres de crueldade animal, feitos a partir de fungos ecologicamente corretos e renováveis – uma proteína completa contendo todos os 10 aminoácidos essenciais.

A rodada de investimentos incluiu um investimento no valor de 11 milhões de dólares da VegInvest, uma empresa de capital de risco que apoia empresas que estão em estágio inicial e que se esforçam para substituir o uso de animais no sistema alimentar e em outras indústrias.

Os investimentos atuais da VegInvest também incluem empresas veganas como a JUST e a Veggie Grill. “A Wild Earth e a VegInvest compartilham uma base de valores e apostas em inovação nesse esforço conjunto para alcançar um sistema alimentar que funcione melhor para as pessoas, para o planeta e para os animais”, disse o CEO da Wild Earth, Ryan Bethencourt.

“A experiência deles em ajudar as empresas que representam o “futuro alimentar” a chegar ao mercado vai aumentar nossa linha de tempo para a disponibilidade comercial de nossa ração com proteína fúngica”.

Semelhante às empresas de alimentos inovadores criando carne cultivada em laboratório para consumo humano, a Wild Earth está desenvolvendo alimentos ricos em proteínas. para animais domésticos que sejam mais saudáveis, melhores para o ambiente e mais humanos do que os produtos convencionais.

Ano passado, a startup recebeu 450 mil dólares em financiamento do empresário bilionário Peter Thiel – co-fundador da PayPal e um dos primeiros investidores do Facebook – valor que foi usado para expandir a distribuição de seus atuais produtos.

A Wild Earth espera e trabalha para que sua nova fórmula de ração seca para cães seca esteja disponível ainda este ano.

Gerente de construções reverte um quadro de diabetes tipo 2 graças à alimentação a base de vegetais

Um gerente de construção da Eslováquia reverteu seu diabetes tipo 2 depois de mudar sua alimentação passado a comer apenas refeições baseada em vegetais – e agora está abrindo um restaurante vegano.

Vlasto Balaz, dono de vários empreendimentos de construção, conseguiu a remissão da doença – da qual sofria a oito anos – depois de seguir a dieta Natural Food Interaction (NFI), um protocolo que foi recentemente testado em um Instituto Nacional na Eslováquia.

De acordo com Balaz, além de reverter seu diabetes, depois de mudar sua alimentação por 13 semanas, ele perdeu 24 kg – aliviando sua dor nas pernas e nos pés. Sua pressão arterial caiu e sua frequência cardíaca diminuiu para 62 batimentos por minuto.

Dieta natural com interação de alimentos

A mudança na alimentação adotada por Balaz tem como base a dieta NFI, que foi criada por David Hickman e Zuzana Plevova. Trata-se de uma abordagem inteiramente baseada em alimentos vegetais, que vai um passo além, misturando e combinando diferentes alimentos em combinações que são feitas sob medida para um indivíduo.

Hickman e Plevova tiveram resultados impressionantes com a dieta na Europa, com 97,2% de taxa de remissão do diabetes tipo 2 em pacientes que completaram o protocolo.

Os cientistas se aproximaram do Dr. Emil Martinka MD, Ph.D. – um aclamado pesquisador europeu de diabetes na Eslováquia – que aproveitou a oportunidade para realizar um ensaio clínico.

“Estou muito empolgado com a introdução da dieta NFI”, disse o Dr. Martinka ao Plant Based News após o início do estudo. “Estou convencido de que trará muitos benefícios para nossos pacientes”.

Remissão da diabetes

Estes resultados foram experimentados por Vlasto Balaz – com conseqüências de uma mudança de vida real.

“Tendo agora atingido a remissão do diabetes tipo 2 mudando minha alimentação e tendo resultados em apenas 13 semanas, decidi tentar ajudar os outros”, disse Balaz à PBN.

“Isso me levou a abrir meu primeiro restaurante, que foi inclusive, aprovado pela NFI na Eslováquia! Eu me sinto genuinamente feliz por poder contar hoje a mudança que isso causou na minha vida!”

O fundador da NFI, Hickman, contou ao Plant Based News sobre o momento em que Balaz foi clinicamente confirmado em remissão: “Ele recebeu quatro pedaços de pão branco, tofu e tomate totalizando 75g de açúcar e ele conseguiu se sair muito bem no teste de refeição que durou de duas horas. Honestamente, nós não estávamos surpresos ao ver sua glicose em repouso antes das refeições e como ele reagiu positivamente a mudança da alimentação. Ele conseguiu perder mais de 50% de sua gordura visceral e hoje ele tem uma HbA1c de 4,9% quando em janeiro ele tinha pouco menos de 10%!”.

Os resultados do estudo eslovaco serão publicados na Conferência Nacional de Diabetes e Endocrinologia da Eslováquia no final de maio, de acordo com os fundadores.

Para descobrir mais sobre a dieta NFI clique aqui, o site inclui depoimentos de pessoas que passaram a se alimentar de forma vegana.

Comer de forma vegana uma vez por semana apenas pode reduzir os gases de efeito estufa em quase 9% ao ano

Foto : Veann/Shutterstock

Foto : Veann/Shutterstock

Novos dados de um estudo realizado que usou como exemplo o Reino Unido, revelam que as emissões de gases do efeito estufa poderiam ser reduzidas em até 8,4% ao ano, trocando carne vermelha por vegetais apenas uma vez por semana, e que 42% dos consumidores britânicos já estão buscando aumentar o número de refeições sem carne.

De acordo com a nova análise de dados científicos, se os consumidores do bloco de países trocassem apenas mais uma refeição de carne vermelha por uma refeição por uma refeição com vegetais por semana, ela reduziria as emissões de gases do efeito estufa em 50 milhões de toneladas – o que equivale a tirar 16 milhões de carros a estrada – resultando em uma redução de até 8,4% no total de emissões de gases de efeito estufa.

A análise foi realizada em nome de The Meatless Farm Co (A Fazenda Sem Carne, na tradução livre) por Joseph Poore, principal autor de um recente estudo global sobre os impactos ambientais dos alimentos, para calcular os benefícios ambientais da mudança de alimentação.

Foto: Naturli' Foods

Foto: Naturli’ Foods

Ele comparou refeições de carne vermelha versus equivalentes vegetais, analisando desde a produção na fazenda e impactos ambientais do ciclo de vida até o uso de energia, transporte em toda a cadeia de fornecimento, descarte de embalagens e plásticos, perda e desperdício de alimentos em cada estágio, assim como os benefícios do carbono (renovação) das árvores que voltam a crescer nas terras que não são mais necessárias para produzir carne.

Além de revelar uma redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa, essas novas descobertas demonstraram que trocar apenas uma refeição de carne vermelha por semana por vegetais pode resultar em uma redução de 23% (8 milhões de hectares) no uso doméstico e internacional e uma redução de 2% no uso de água tomando o Reino Unido como exemplo (o mesmo que tomar menos 55 banhos por pessoa por ano).

Mitos e verdades de uma alimentação vegana

Cientistas tem abordado exaustivamente os danos que os hábitos de alimentação precários estão causando à saúde humana, com 2 bilhões de pessoas com sobrepeso ou obesas em todo o mundo, em contraste com os 2 bilhões de desnutridos e 800 milhões de pessoas passando fome diariamente.

Especialistas afirmam que, se toda a população cortar o consumo de carne, poderiam alimentar seguramente 10 bilhões de pessoas – a estimativa da população mundial até 2050.

Mas engana-se quem pensa que a alimentação vegana é sinônimo de passar fome e se restringe apenas a saladas. Seja por seu estilo de vida ou filosofia, a população vegan ou vegana (nome dado aos adeptos do veganismo) cresceu bastante está conquistando brasileiros e pessoas ao redor do mundo.

Recentemente a Vip Food, empresa de preparo e entrega de comidas saudáveis congeladas, integrou ao cardápio uma nova linha de pratos veganos. “A receptividade ao cardápio vegano nos surpreendeu pela alta procura, e conquistando cada vez mais clientes, principalmente pessoas que praticam exercícios regularmente”, diz Albert Kribely, fundador da Vip Food.

Veja a seguir, os 10 maiores mitos e verdades deste tipo de alimentação listado por Albert Kribely, fundador da Vip Food:

1. VEGETARIANISMO E VEGANISMO SÃO A MESMA COISA?

A Dieta vegetariana pode ser adotada por motivos diversos, como saúde, ética ou religião, já o veganismo tem como foco principal a questão ética pela não exploração animal, isso implica em uma dieta mais radical. O vegano não consome nenhum produto de origem animal, por exemplo, carne, leite e todos os seus derivados, até mel e lã. Já no vegetarianismo, não se consome carne, porém é permitido produtos de origem animal como ovos e laticínios.

2. VEGANOS TEM DEFICIÊNCIA DE CÁLCIO?

MITO: O leite de vaca é de fato uma fonte de cálcio extremamente relevante, porém existem outras maneiras de obtê-lo. Hoje em dia há uma infinidade de leites vegetais fortificados com alto teor de cálcio e nutrientes equivalentes ao leite de vaca. Outra forma também de repor cálcio no organismo é consumir alimentos como tofu, couve, e brócolis.

3. É PREJUDICIAL AO ORGANISMO CONSUMIR GRANDES QUANTIDADES DE SOJA?

MITO: Claro que nada em excesso faz bem, no entanto, é sim permitido consumir soja em grandes quantidades, mas é necessário manter um equilíbrio com os demais alimentos consumidos, como folhas e vegetais.

4. ALIMENTAÇÃO VEGANA É BENÉFICA À SAÚDE?

VERDADE: Estudos apontam que pessoas que adotaram o estilo de vida vegano apresentaram menos quantidade de colesterol no organismo e menos chances de desenvolver leucemia e qualquer tipo de câncer.

5. VEGANOS PERDEM PESO COM FACILIDADE?

MITO: Uma dieta vegana pode ser uma maneira saudável de perder peso, mas precisa estar atrelada a uma rotina regular de exercícios físicos. A dieta vegana não tem baixo teor de gordura, por consequência não garante a perda de peso com maior facilidade.

6. CRIANÇAS PODEM SER VEGANAS?

VERDADE: A dieta vegana pode ser aplicada pelas crianças, desde que seja muito bem planejada, com acompanhamento de nutricionista e com bastante cuidado.

7. VEGANO NÃO CONSOME PROTEÍNA?

MITO: Existem proteínas de origem vegetal, que podem ser encontradas no feijão, grão-de-bico, lentilha, brócolis, cogumelos, ou soja. Amêndoas e nozes são alimentos, por exemplo, que também contém proteínas.

8. QUEM SE TORNA ADEPTO DA DIETA VEGANA NÃO FICA DOENTE?

MITO: Quem leva um estilo de vida vegan, não está imune a doenças. Porém, estudos indicam que pessoas que adotaram dietas veganas ficam doentes com menos frequência devido ao tipo de alimentação saudável e equilibrada.

9. VEGANOS TEM MAIS DIFICULDADE EM GANHAR MASSA MUSCULAR?

MITO: Muitas pessoas acreditam que veganos têm mais dificuldades em ganhar massa muscular, porém, não é verdade! A combinação de cereais (como arroz, milho, aveia e outros) com leguminosas (como feijão, soja e etc) já garante a quantidade de proteína encontrada em carnes e ovos.

10. DIETA VEGANA É MAIS CARA?

MITO: Atualmente existem muitos produtos disponíveis no mercado em uma variedade de preços e marcas, o que facilita para o adepto a dieta escolher qual é o mais acessível para ele. Além disso, armazenando de forma correta grãos, cereais, legumes e outros, é possível criar uma dieta mais barata e acessível.

Pesquisa aponta crescimento da comunidade vegana na África do Sul

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

A comunidade vegana da África do Sul está crescendo cada vez mais, com um aumento de pessoas recorrendo a alimentos baseados em vegetais em cidades grandes e populosas como Joanesburgo.

Em uma análise dos países mais populares onde as pessoas se alimentam a base de vegetais e sem crueldade, o país ficou entre os 30 melhores do mundo.

O veganismo está na “maior alta de todos os tempos” na África do Sul, de acordo com o site de culinária Chef’s Pencil. O site reuniu dados do Google Trends (Google Tendências, na tradução livre) para analisar o movimento vegano na África, que é o segundo maior continente do planeta.

O site analisou pesquisas sob a categoria de veganismo, incluindo “o que é vegano”, “restaurantes veganos” e “receitas veganas”. De acordo com o Chef’s Pencil, o Google distribui pontos para vários locais com base no nível de interesse mostrado em um tópico ao avaliar as pesquisas que estão sendo feitas. O Google compara as pesquisas feitas sobre um determinado tópico a todas as pesquisas demais feitas nesse local.

Os dados do Google Trends colocaram a África do Sul como o 23º país do mundo em termos de interesse pelo veganismo. É o único país da África com “seguidores veganos consideráveis”, disse a Chef’s Pencil, com países como o Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Suécia ocupando os primeiros lugares. Stellenbosch, Joanesburgo e Cape Town, todos classificados nas dez melhores cidades sul-africanas para o veganismo.

O site Chef’s Pencil apontou que enquanto algumas palavras-chave são provavelmente pesquisadas por curiosidade, outros – como “receitas vegana” e “restaurantes veganos” – refletem uma “forte intenção de seguir uma dieta vegana”.

Os dados do Google sugerem que a atração da África do Sul pelo veganismo só tem crescido. Em 2008, o país teve uma pontuação de 12 pontos em “interesse pelo veganismo”. Esse índice tem aumentado constantemente na última década, com a África do Sul atingindo 100 – o pico de popularidade – em janeiro deste ano.

Veganismo na África do Sul

Chef’s Pencil não é o primeiro a identificar o crescente interesse da África do Sul em alimentos à base de vegetais. No ano passado, a Org de Rac, uma vinícola orgânica em Swartland, no Cabo Ocidental, prometeu tornar-se vegana para atender à “enorme demanda” de clientes adeptos da filosofia.

Org de Rac prometeu remover produtos animais – como óleo de peixe, medula óssea, gelatina e cola de peixe (gelatina de bexigas de peixe), que são todos usados no processo de refinamento do vinho – de seus produtos.

O mestre da adega de Org de Rac, Frank Meaker, disse: “Tendo mantido um olhar atento sobre o mercado de vinho local e internacional, não há como duvidar do enorme aumento do veganismo como um modo de vida, especialmente entre a chamada “geração milenium”.

Vodca vegana destina renda para ajudar animais abandonados

Foto: VegNews/ Reprodução

Foto: VegNews/ Reprodução

A empresa que produz vodca vegana, Hera The Dog Vodka, lançou recentemente o produto na Califórnia com o objetivo de ajudar os animais em necessidade. As proprietárias Julia Pennington e Allison Lange que trabalham com resgate de animais há 17 anos por meio de sua ONG, A Dog’s Life, queriam encontrar uma maneira de fazer algo mais para conseguir os recursos tão necessários para ajudar animais abandonados e doentes que precisam de socorro.

“A vodca Hera foi inspirada em nossa paixão por ajudar os animais, além da crença de que um negócio pode ser uma fonte incrível de impacto social”, disse Pennington ao VegNews.

“Meu sobrinho e sua esposa possuem e operam uma destilaria muito respeitada em Nashville, e enquanto conversavam com meu irmão há alguns anos sobre como queríamos criar uma fonte de financiamento sustentável para ajudar os animais, a ideia de criar a vodka para ajudar no resgate de animais nasceu ”, conta a fundadora da empresa.

Hera – que atualmente está disponível em 16 lojas de bebidas e restaurantes de Los Angeles, incluindo Crossroads Kitchen e Sage Vegan Bistro – é feita de trigo orgânico, não transgênico e destilado sete vezes antes de ser filtrado lentamente através de cascas de nogueira.

Atualmente, a cada 1 dólar de cada garrafa vendida vai beneficiar as organizações de resgate nas comunidades em que é vendida, com o objetivo de doar 50% dos lucros para ajudar a vida selvagem, animais de companhia e animais de criação e fornecer castração e cuidados veterinários de emergência gratuitos.

No futuro, Pennington e Lange esperam tornar a Hera uma marca global e ajudar animais em todo o mundo.

No momento, a Hera é distribuída apenas na Califórnia, mas elas já tem planos de expandir sua disponibilidade para outros estados no próximo ano e quem sabe por todo o mundo.

Nota da Redação: a ANDA não incentiva o consumo de álcool, se colocando contra o consumo de bebidas alcoólicas de qualquer gênero