ONG pede ajuda para cadela que sofreu mutilações ao ser brutalmente agredida

A Associação Protetora dos Animais de Teutônia (Apante), com sede em Teutônia (RS), resgatou a cadela Nina, de cerca de 3 anos, precisa de ajuda para que a entidade consiga arcar com os gastos do tratamento veterinário dela. A cadela foi brutalmente agredida e teve uma das patas e parte do rabo mutilados.

Foto: Reprodução / Jornal A Hora

O animal foi espancado por criminosos durante um furto a uma residência no bairro Canabarro. As informações são do Jornal A Hora.

A ONG afirmou que Nina tem se recuperado bem, recebe carinho no lar temporário e demonstra ter vontade de viver. “Ela retirou os pontos da perna na segunda-feira, restando apenas os do rabo”, comenta a voluntária Aline Taís Wiebusch.

A cadela ainda está tomando remédios e o tratamento dela já ultrapassou os R$ 3 mil. Inicialmente, os gastos chegaram a R$ 2,8 mil. No entanto, os voluntários já desembolsaram mais R$ 865 para pagar uma transfusão sanguínea, medicamentos e curativos.

Os criminosos agrediram Nina de forma brutal quando entraram numa casa, no dia 28 de junho, para furtar um forno elétrico e um micro-ondas. Apenas no dia seguinte, quando os tutores da cadela voltaram para casa, a agressão foi descoberta, o que fez com que Nina tenha sofrido por horas até ser socorrida.


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Ibama e PM Ambiental resgatam 193 animais silvestres em SP

Por David Arioch

Os animais apreendidos foram encaminhados para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres da Associação Mata Ciliar, em Jundiaí (SP) (Fotos: Ibama/Divulgação)

Na sexta-feira (12), uma operação de combate à criação e comércio ilegal de fauna silvestre realizada pelo Ibama em parceria com a Polícia Militar Ambiental de São Paulo resultou em resgate de 193 animais silvestres em Salto (SP).

Dois jabutis-piranga (Chelonoidis carbonarius), espécie da fauna silvestre nativa, e 191 serpentes exóticas eram mantidos irregularmente em uma residência no município. Segundo o Ibama, a apreensão é resultado do monitoramento de remessas e encomendas postais realizado pela Unidade Técnica do Ibama no aeroporto de Viracopos em conjunto com a PM Ambiental, em Campinas (SP).

O responsável foi autuado em R$ 49 mil por introduzir espécie exótica no país sem licença ambiental e manter animais silvestres da fauna nativa de forma irregular. As informações reunidas durante a ação fiscalizatória serão encaminhadas ao Ministério Público Federal (MPF) para apuração de responsabilidade criminal.

Equipes da Vigilância Sanitária e de Controle de Zoonoses do município de Salto foram acionadas para encerrar as atividades de biotério, criadouro de roedores para alimentação das serpentes, que funcionava na residência do infrator.

Os animais apreendidos foram encaminhados para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres da Associação Mata Ciliar, em Jundiaí (SP).


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Gato é resgatado após cair em poço desativado em Limoeiro de Anadia (AL)

Um gato caiu dentro de um poço desativado nesta terça-feira (16). O acidente sofrido pelo animal aconteceu no Povoado Genipapo, localizado na cidade de Limoeiro de Abadia, no agreste de Alagoas.

Foto: GBM/AL

Ao perceber que o gato havia se acidentado, os tutores do animal prontamente acionaram o Corpo de Bombeiros, que esteve no local. As informações são do portal Alagoas 24 Horas.

Cinco militares se deslocaram até o povoado, com a viatura ABS 11 do 7º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM), e realizaram o resgate do animal.

Após ser retirado do poço em segurança, o gato foi devolvido aos tutores.


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Estudante faz bolsas sustentáveis com sacos de ração e doa renda para a causa animal

O estudante de serviço social Wallace “Pala-Pala”, de 35 anos, reutiliza embalagens de ração para fabricar bolsas sustentáveis. O dinheiro arrecadado com a venda dos produtos é revertido em compras de remédios e alimentação para animais que vivem em situação de rua nas regiões de Bangu e Padre Miguel, no Rio de Janeiro.

Foto: Instagram / @wpalapala

Wallace integra um grupo que distribui sopa para pessoas em situação de rua e ração para animais abandonados. Manter o projeto, no entanto, começou a ficar difícil. Por isso, ele decidiu criar o “Sustentacão”, como é chamado o projeto de confecção de bolsas sustentáveis.

“Vendo os moradores de rua, percebi como seria importante levar alimento para os anjinhos de quatro patas que também estão em situação de rua”, explicou ao portal Razões Para Acreditar.

O projeto foi iniciado recentemente. Como já tinha conhecimento sobre costura, Wallace decidiu começar a fabricar as bolsas inicialmente para que a noiva dele as usasse no lugar das sacolas plásticas na hora de ir ao mercado, poupando o meio ambiente, já que as sacolas não costumam ter a destinação correta e acabam chegando à natureza, colocando a vida de animais silvestres em risco.

“Faço as bolsas na máquina industrial com os sacos de ração vazios e viés. As pessoas reagiram de maneira positiva e quem sabe essa ideia se espalhe e outras ONGs e projetos possam se sustentar assim também, ajudando os animais e o meio ambiente”, afirmou.

Wallace aceita doação de sacos de ração, linhas e até mesmo de mão de obra. “Toda ajuda é muito bem-vinda. Quem quiser doar saco de ração vazio é só falar que vamos buscar. Vai ajudar muito!”, disse.

As bolsas custam, em média, R$ 15 e podem ser compradas através do Instagram @wpalapala.


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PL prevê guarda unilateral ou compartilhada de animais em casos de separação litigiosa

Por David Arioch

O autor da proposta, Juninho do Pneu (DEM-RJ) defende que é um tema que merece atenção especial porque envolve sentimento | Foto: Pixabay

Apresentada na Câmara dos Deputados no último dia 12, uma proposta legislativa do deputado Juninho do Pneu (DEM-RJ) defende que em caso de separação litigiosa de casal, seja considerada na dissolução tanto a guarda unilateral quanto compartilhada do animal, ponderando o que é melhor para ele.

Segundo Juninho do Pneu, o Projeto de Lei (PL) 4099/2019 é uma evolução na consideração do bem-estar animal, já que prevê não apenas o que é mais saudável em relação à tutela após separação judicial litigiosa, mas também cobra “prestação de alimentos ao animal doméstico”.

Sobre a justificativa para o PL, o deputado diz que o tema tem sido cada vez mais discutido no âmbito judiciário e que por isso já é mais do que hora de se criar uma lei que ampare esse tipo de situação.

“Os animais são muito importantes para as famílias atuais. Segundo o IBGE, existem mais famílias com gatos e cachorros (44%) do que com crianças (36%). Países como França, Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos já contam com legislação sobre o tema”, explica.

Juninho do Pneu aponta que é um tema que merece atenção especial porque envolve sentimento. “Vejo necessidade do parlamento se debruçar neste tema. É um tema do momento, da pós-modernidade”, reforça.

E acrescenta: “É inevitável a presente proposta para suprir uma lacuna na norma jurídica brasileira e conduzir para uma melhor pacificação familiar na condução da dissolução litigiosa.”


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Indústria madeireira ameaça florestas e animais selvagens no Congo

Foto: Wildlife Conservation Society

Foto: Wildlife Conservation Society

Um novo estudo diz que as florestas tropicais da África Ocidental Equatorial estão diminuindo cada vez mais sob a pressão da extração de madeira, caça e aos demais distúrbios associados a essas atividades.

Publicando na revista Frontiers in Forests and Global Change, pesquisadores do Lincoln Park Zoo, da Wildlife Conservation Society e da Washington University em St. Louis descobriram que a construção de estradas pelas madeireiras havia acelerado nas últimas duas décadas causando um declínio terras florestais na região.

O aumento da imigração humana e a degradação dos recursos naturais seguem no rastro dessa expansão das estradas.

Pesquisadores, incluindo Crickette Sanz, professor associado de antropologia biológica em Artes e Ciências, documentou os primeiros casos de incursões de elefantes na região do Triângulo Goualougo no Parque Nacional Nouabalé-Ndoki – considerado o bloco mais intocado da floresta remanescente em toda a bacia do Congo.

Isso coincidiu com a chegada de estradas e o desmatamento ativo na floresta adjacente. O aumento do acesso a terras florestais intactas que facilitam a caça gera preocupação e aumenta os desafios para as autoridades encarregadas de proteger a vida selvagem na África Ocidental Equatorial.

Paisagens florestais intactas (IFLs) são florestas e mosaicos associados sem distúrbios humanos, como infra-estrutura. A grande maioria dos IFLs encontrados na República do Congo está localizada no norte do país, que também é habitada por extraordinária biodiversidade, incluindo chimpanzés e gorilas das planícies ocidentais.

As florestas do norte do Congo também são compostas de povoamentos ricos em madeira, cuja exploração indiscriminada e a ganância pelo lucro fácil atrai a ocupação humana para região.

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Mercado de venda de animais selvagens aumenta no Facebook e Instagram

Filhote de leão resgatado pelas autoridades de proteção à vida selvagem que estava a caminho do Reino Unido, vindo de Bangladesh | Foto: Interpol

Filhote de leão resgatado pelas autoridades de proteção à vida selvagem que estava a caminho do Reino Unido, vindo de Bangladesh | Foto: Interpol

Redes sociais e mercados on-line há muito são centros de todo tipo de atividades ilegais, incluindo tráfico de animais. Os contrabandistas usam as plataformas como outdoors digitais, geralmente compartilhando fotos e vídeos para os usuários do mundo todo.

No Facebook e no Instagram, é comum que os vendedores publiquem seus números de WhatsApp ou do WeChat junto com seus produtos, um sinal para os possíveis compradores se conectarem em um fórum mais privado.

De orangotangos e leopardos a opiáceos e antiguidades raras do Oriente Médio, se algo puder ser vendido ilegalmente, dizem os pesquisadores, é provável que seja vendido em algum lugar no Facebook ou no Instagram.

“Se houvesse os T-Rexes vivos, eles os venderiam”, disse Patricia Tricorache, diretora assistente do Cheetah Conservation Fund.

Policiais chilenos com um periquito de bico fino resgatado de traficantes em junho | Foto: Interpol

Policiais chilenos com um periquito de bico fino resgatado de traficantes em junho | Foto: Interpol

Como o Facebook permite a mudança para comunicações mais pessoais e atividades em grupo privado, a sitação piora. Isso está dando aos defensores dos animais uma sensação de urgência em fazer com que a rede social reprima o comércio do mercado paralelo de animais antes que se torne mais difícil rastreá-lo.

“Estamos no meio de uma grande tempestade sobre o que as mídias sociais devem ser responsáveis em suas plataformas”, disse Tim Mackey, professor da escola de ciências da saúde da UC San Diego. “Animais estão morrendo na natureza e suas plataformas estão sendo usadas para facilitar o tráfico.”

Mackey passou grande parte do ano passado estudando o comércio de produtos ilegais no Facebook e no Instagram e recentemente publicou um artigo sobre vendas de drogas no Instagram. Agora ele está pesquisando a venda de partes de animais selvagens – como chifres de rinoceronte e tartarugas em extinção – específicos para compradores e vendedores chineses.

“Parece que este não é um espaço que o Facebook tem policiado muito”, disse ele.

Dados precisos sobre o tráfico são escassos, dada a natureza sigilosa dos negócios, e grupos privados no Facebook tornam ainda mais difícil quantificá-los. A Operation Dragon, um esforço de dois anos da WJC que foi destacado pela National Geographic em 2018 e incluía tartaruga malaia, encontrou mais de 20 mil tartarugas marinhas e terrestres à venda, valendo mais de 3,2 milhões de dólares.

“Notou-se que nas plataformas de mídia social como o Facebook havia uma quantidade significativa de tráfego aberto e agressivo de comerciantes”, dizia o relatório da WJC, uma fundação internacional.

O Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal recentemente analisou sites de mídia social como Facebook e Instagram como parte de um relatório a parte sobre tráfico de animais publicado em 2018.

Ao longo de um período de seis semanas cobrindo posts de apenas quatro países, o IFAW encontrou 275 listagens vendendo espécies (ou partes do corpo) ameaçadas ou criticamente ameaçadas de extinção nos dois serviços – um pequeno número, porém que não inclui quaisquer mensagens que possam ter sido parte de grupos privados do Facebook.

“Também deve ser notado que se os grupos “fechados” no Facebook fossem incluídos nesta pesquisa, os níveis de comércio de animais selvagens descobertos nas mídias sociais poderiam ter sido significativamente maiores”, de acordo com o relatório.

Tartaruga-estrela-indiana, uma espécie protegida, resgatadas por autoridades de proteção da vida selvagem na Índia | AFP/Getty Images

Tartaruga-estrela-indiana, uma espécie protegida, resgatadas por autoridades de proteção da vida selvagem na Índia | AFP/Getty Images

Embora não intencional, o Facebook tem um papel fundamento em facilitar esse tipo de transações e esse fato é preocupante para os pesquisadores, muitos dos quais estão se unindo para compartilhar recursos e aumentar a conscientização.

Mackey faz parte de uma nova organização chamada Aliança para o Combate ao Crime Online ou ACCO, uma coalizão de pesquisadores e acadêmicos focados no combate aos traficantes da Internet, especificamente no Facebook e no Instagram, que eles chamam de “marco zero” para o crime organizado online.

Dan Stiles, membro da ACCO e pesquisador independente no Quênia, estuda o comércio de animais silvestres desde 1999, com foco em grandes símios. Ele escreveu relatórios sobre o comércio de macacos para inúmeras organizações de vida selvagem, como as Nações Unidas.

No final de 2016, ele chegou a orquestrar uma operação realizada no Facebook e no WhatsApp para ajudar a prender um traficante que estava vendendo dois orangotangos bebês em Bangcoc.

Stiles confirmou o que muitos outros pesquisadores disseram: o Facebook não faz o suficiente para procurar de forma proativa esse tipo de postagens, que servem como anúncios para a mercadoria dos traficantes.

Em vez disso, sua abordagem tem sido remover as postagens quando os outros as sinalizam e denunciam – mas mesmo isso pode representar um dilema. Remover os posts significa eliminar a evidência de que policiais e pesquisadores podem usar para monitorar esses traficantes.

“Eles não estão realmente procurando essas postagens por si mesmos”, disse Stiles, “porque eles teriam fechado muito mais [contas] até agora se realmente estivessem”.

Tornando mais rígida uma política anterior que proibia a venda de animais em extinção, o Facebook proibiu em maio a venda de todos os animais “peer to peer” (usuário para usuário), de tartarugas raras de água doce a filhotes de cachorro.

“Esta política nos permite maior agressividade e capacidade de remover esses animais vivos”, disse Max Slackman, gerente de políticas do Facebook. A política anterior foi tão difícil de aplicar que a empresa descartou, disse ele. “Na escala em que atuamos, treinar nossas equipes de

Esse pode ser um dos maiores problemas do Facebook no futuro. À medida que a empresa se afasta do compartilhamento público e passa para a criptografia, até mesmo o Facebook não terá acesso a comunicações privadas enviadas por meio de sua rede.

O grupo já possui um serviço de mensagens criptografado no WhatsApp, e o Messenger e o Instagram também criptografaram todas as mensagens em breve. Os três serviços têm mais de um bilhão de usuários cada.

Instagram também criptografaram todas as mensagens em breve. Os três serviços têm mais de um bilhão de usuários cada.

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Projeto de lei visa criminalização do comércio de carne de cães e gatos no Brasil

Por David Arioch

“Vale dizer que a tendência em abominar tais práticas é mundial. Visto que mesmo países que adotavam tal cultura, estão abandonando-a, como tem acontecido nos países da Ásia” | Pixabay

Está tramitando na Câmara dos Deputados um projeto de lei que visa a criminalização do comércio de carne de cães e gatos no Brasil.

De autoria do deputado Célio Studart (PV-CE), o PL 3017/2019 estabelece multa de R$ 2 mil para quem comercializar carne de cães e gatos.

Em caso de reincidência, o valor da multa é dobrado. Caso haja uma terceira infração o estabelecimento perde a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

O deputado defende que o consumo de carne de gatos e cachorros é algo que não deve ser admitido no cenário brasileiro atual, e justifica que o projeto de lei é necessário porque há casos em que a carne desses animais é encontrada em mercados populares.

“Vale dizer que a tendência em abominar tais práticas é mundial. Visto que mesmo países que adotavam tal cultura, estão abandonando-a, como tem acontecido nos países da Ásia”, declara Célio Studart.

A proposta deve ser analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


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Câmara aprova transporte de animais domésticos em ônibus e metrô no DF

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou um projeto de lei que permite que animais domésticos sejam transportados nos ônibus e no metrô. A proposta será encaminhada agora para avaliação do governador Ibaneis Rocha (MDB), que deve decidir pela sanção ou pelo veto.

Animais devem ser transportados em caixas adequadas (Foto: Pixabay)

A matéria, de autoria do deputado distrital Daniel Donizet (PSDB), prevê autorização para o transporte de animais de até 12 quilos em uma caixa apropriada. As informações são do portal G1.

Para justificar a necessidade da proposta, Donizet afirmou que o embarque de animais no transporte público é uma demanda da população carente. “A população de baixa renda, muitas vezes, não tem carro e fica sem condições de levar o animal para consultas e vacinas”, afirma o deputado.

“O único hospital público veterinário do DF fica em Taguatinga. Para quem mora em Brazlândia, por exemplo, fica complicado. A ideia desta lei é resolver esse tipo de problema”, completa.

O texto do projeto permite que sejam transportados até dois animais por veículo, sem custo adicional de tarifa para o passageiro que estiver responsável pelo animal, e proíbe o embarque de animais peçonhentos, bravos ou que “provoquem desconforto ou comprometam a segurança do veículo”.

Os animais domésticos não poderão ser transportados em horários de pico, pela manhã e à tarde. Todas essas regras devem constar em placas de fácil visualização que devem ser afixadas nas paradas e estações. A responsabilidade pela divulgação, segundo a proposta, fica a cargo das empresas que administram o serviço de transporte no Distrito Federal.


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Cachorrinha que vivia no meio do lixo dorme em uma cama pela primeira vez

Foto: Charley Walton

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Nala foi resgatada de um quintal sujo e cheio de lixo em Detroit, nos Estados Unidos onde ela passava todo o seu tempo. Ela nunca foi autorizada a entrar em casa, e desde que ela tinha apenas 5 meses de idade quando foi resgatada, é possível que ela tenha passado a vida toda vivendo do lado de fora.

Apesar da maneira como ela foi tratada, Nala só queria amor, e quando sua nova família a adotou, eles estavam determinados a dar tudo de si.

Quando Nala foi resgatada, a pequenina foi imediatamente levada para um veterinário nas proximidades, a cachorrinha estava incrivelmente magra e suja, e foi diagnosticada com vermes também.

Estava claro que a cachorrinha havia sido definitivamente vítima de maus-tratos, e ainda assim sua natureza doce nunca deixou de existir. Conforme ela foi limpa e tratada, Nala demonstrou toda a sua gratidão por alguém finalmente estar cuidando dela.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

Frequentemente, os cães que vêm de situações de maus-tratos e abandono têm medo de pessoas, mas Nala parecia absolutamente feliz em conhecer todos que vinham em sua direção – e quando chegou a hora de sua nova família levá-la para casa, eles estavam tão animados e esperançosos, tudo que seus novos guardiães queriam era ver como ela se ajustaria à sua nova vida.

A nova família de Nala não tinha certeza de como ela reagiria quando a levassem para casa, já que era a primeira vez que ela chegava em uma casa. Eles pensaram que talvez ela estivesse um pouco nervosa ou insegura – mas Nala rapidamente provou que eles estavam errados e agiu como se a casa fosse sua. E realmente era.

“O rabinho de Nala fica muito agitado quando ela está feliz”, disse Charley Walton, a nova guardiã de Nala, ao The Dodo. “É a primeira impressão. Ela estava tão animada, não parecia nervosa ou triste. Literalmente pura felicidade”.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

No antigo quintal imundo em que ela vivia, Nala não tinha realmente nada macio onde dormir e descansar, e por isso era importante para sua nova família que ela tivesse a cama mais aconchegante que existisse. Ela foi presenteada com uma cama confortável e vários cobertores quentinhos, sua família pode então perceber o quanto ela estava emocionada por ter um lugar tão especial para descansar.

“Podíamos ver o olhar em seu rosto, era evidente o quão confortável e feliz ela estava por ter sua própria cama”, disse Walton. “Logo ela se esticou nela”.

Mais tarde naquela noite, Nala pulou para a cama de seus novos pais – e percebeu que amava ainda mais esse cantinho. Agora, ela dorme abraçada com seus pais na cama deles todas as noites, para que ela possa sempre estar confortável e próxima das pessoas que tanto ama.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

“Ela está mimada agora, de tanto amor que recebeu”, disse Walton.

Nala está com sua nova família há vários meses e pode ser encontrada aconchegada em algum lugar macio a cada chance que tem. Ela também adora ganhar carinho de sua família, brincar com sua irmãzinha, correr e se meter em problemas com seu irmão cachorro, e fica claro ao observá-la, que ela definitivamente não trocaria sua nova vida por nada no mundo.

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