Primeiro delivery com drone autorizado pela Anac é de comida vegana

Por David Arioch

O equipamento, que carregava a primeira picanha vegetal do mundo, da rede de açougue vegano No Bones, partiu do Parque Ecológico de Barueri no último dia 19 (Fotos: Divulgação)

Segundo o portal Infood, na semana passada foi realizada a primeira ação de delivery de alimentos por drones da América Latina. A iniciativa organizada pela Relp! Aceleradora de Restaurantes, No Bones The Vegan Butcher Shop e SpeedBird Aero teve a inédita autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) junto com a Força Aérea Brasileira (FAB).

O equipamento, que carregava a primeira picanha vegetal do mundo, da rede de açougue vegano No Bones, saiu do Parque Ecológico de Barueri, próximo à Avenida. Dr. Dib Sauaia Neto, em Alphaville, com destino a Santana do Parnaíba.

O drone percorreu distância de pouco mais de um quilômetro até chegar ao seu destino, um condomínio residencial em Alphaville. A entrega levou oito minutos e o produto foi recebido por um courrier da empresa no condomínio, que o levou da portaria até a casa do cliente.

Segundo a Relp!, além da velocidade na entrega, os drones são capazes de garantir maior qualidade dos alimentos, mantendo-os intactos e com bom controle de temperatura.

“Diante desses benefícios, é possível concluir que as ‘entregas do futuro’ têm tudo para conquistar o coração do público, garantindo menos tempo de espera, maior qualidade e zelo pelo alimento”, afirma Dennis Nakamura, sócio da Relp! Aceleradora de Restaurantes.

A primeira versão do drone da SpeedBird Aero conta com tecnologia de hardware e software desenvolvidos no Brasil. Os aparelhos não tripulados podem transportar até dois quilos de carga por distâncias de até cinco quilômetros e o objetivo é manter a qualidade na entrega de alimentos, sem riscos.

No Bones

No Bones – The Vegan Butcher Shop é o primeiro açougue vegano de São Paulo e teve suas operações iniciadas em 2016.

Entregas com drones

Os testes com drones chegam em um momento de adaptação do mercado brasileiro a tendências iniciadas no exterior, principalmente por gigantes como a UberEats, que recentemente realizou testes e está promovendo a ideia de expandir suas entregas por meio desse método.

O propósito foi adquirir eficiência logística já que os drones devem ser capazes de superar o tempo médio de entregas feitas por motos. Mesmo tendo tecnologia para voos autônomos, sem um piloto comandando, os testes de delivery foram e estão sendo realizados por um piloto de drones experiente, sobrevoando apenas áreas não habitadas.

Processo de aperfeiçoamento 

Atualmente ainda existem muitas barreiras para tornar esse tipo de delivery por drone comercial. O que dificulta esse tipo de entrega são as incertezas sobre os equipamentos – como risco de pane de software e hardware, colisão entre drones e com pássaros e perda de sinal de equipamento.

A previsão é de que ao longo dos próximos meses boa parte dessas incertezas sejam sanadas nos testes da Speedbird Aero ou até mesmo nos testes que ocorrem em outros países.


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Benefícios para a saúde e veganismo favorecem mercado de proteínas hidrolisadas à base de vegetais

Por David Arioch

“A cultura vegana em crescimento está entre os fatores que impulsionam o mercado de proteínas vegetais hidrolisadas” (Foto: Getty)

Os benefícios para a saúde e o veganismo favorecem o mercado de proteínas hidrolisadas à base de vegetais. Esta é a conclusão de um relatório divulgado hoje (25) pela empresa de pesquisa de mercado Persistence Market Research.

“Está havendo uma demanda extraordinária por proteína hidrolisada à base de vegetais nos últimos anos devido às suas aplicações nutricionais”, informa a PMR e acrescenta que cada vez mais consumidores estão optando por proteínas hidrolisadas de origem não animal.

Atualmente entre as principais opções há proteínas derivadas de soja, trigo, arroz e ervilha, e que têm sido utilizadas inclusive como alimentos funcionais anti-hipertensivos.

O que torna esse tipo de proteína um grande atrativo, de acordo com o relatório da PMR, é o fato de que fornece todos os aminoácidos necessários e ajuda na redução da ingestão de gordura saturada e colesterol.

“Para prevenir doenças cardiovasculares, a demanda por alimentos acrescidos de proteínas vegetais hidrolisadas está aumentando. É uma maneira eficaz de reduzir o colesterol LDL e diminuir o risco de doenças cardíacas”, enfatiza.

Esses benefícios são apontados como diferenciais que auxiliam no crescimento da demanda por esses produtos vendidos tanto como matérias-primas para a indústria quanto produtos finais em forma de suplementos e ingredientes culinários. E conforme o mercado cresce, há um ganho em custo-benefício que aproxima cada vez mais os consumidores das alternativas vegetais.

A pesquisa estima que esse mercado deve registrar taxa de crescimento anual composta de 5%, valendo pelo menos um bilhão de dólares a mais em um período de dez anos – subindo de 1,6 bilhão para 2,6 bilhões até 2029.

“Conscientização dos consumidores sobre os alimentos veganos estão impulsionando essa demanda global”, acrescenta a PMR e aponta que com o crescimento da população vegana, que não consome nada de origem animal, um número crescente de empresas está tentando se adaptar à mudança na cultura alimentar.

“Assim, a cultura vegana em crescimento está entre os fatores que impulsionam o mercado de proteínas vegetais hidrolisadas”, ratifica.


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Para proteger aves, deputado Denis Bezerra quer restringir comércio de redes de neblina

Por David Arioch

“Nos Estados Unidos e em países da Europa existem sérias restrições ao comércio de redes de neblina e as pessoas somente podem adquiri-las mediante apresentação de autorização” | Foto: Pixabay

Para proteger aves, o deputado Denis Bezerra (PSB-CE) protocolou hoje na Câmara dos Deputados um projeto que visa restringir a produção, importação e comércio de redes de neblina, também conhecidas como redes japonesas ou “mist nets”.

A justificativa é que hoje o material, normalmente produzido em nylon ou poliestireno, não possui regulamentação federal e é utilizado de forma indiscriminada na captura de aves e morcegos.

Para evitar que isso aconteça, Bezerra quer que os fabricantes de redes de neblina sejam obrigados a numerar em local visível cada unidade produzida, além de incluir numeração na nota fiscal de venda do produto.

O parlamentar também cobra que a sequência numérica das unidades produzidas seja encaminhada ao Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). “No Brasil, as redes de neblina são comercializadas livremente, sem qualquer restrição, o que pode representar grande risco à conservação de aves silvestres, uma vez que qualquer pessoa pode comprar esse instrumento de captura, inclusive traficantes”, argumenta o deputado.

E acrescenta: “Nos Estados Unidos e em países da Europa existem sérias restrições ao comércio de redes de neblina e as pessoas somente podem adquiri-las mediante apresentação de autorização para captura ou autorização de pesquisa emitida por órgãos governamentais ou instituições autorizadas.”

O PL também prevê proibição de importação e comercialização de redes de neblina sem numeração de série e sem identificação de fabricante. Além disso, veda a fabricação do produto por pessoa física.


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Estado de Nova York pretende produzir 100% de energia sustentável até 2040

Por David Arioch

“É definitivamente o projeto de lei mais progressista que já vimos em qualquer lugar” | Pixabay

Depois que o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou o Green New Deal, que reafirma o compromisso de NYC com o meio ambiente, agora é a vez do estado de Nova York fazer a sua parte.

Na semana passada, o Senado de Nova York aprovou a sua versão do New Green Deal, que tem como prioridade um projeto de combate às mudanças climáticas que estabelece como meta produzir 100% de energia livre de emissões de gases do efeito estufa até 2040.

Nova York agora se coloca à frente da Califórnia que havia se comprometido em garantir 100% de energia a partir de fontes sustentáveis até 2045. Além disso, o projeto também exige redução de 85% das emissões em todos os setores da economia até 2050.

Promovendo o plano durante um programa de rádio, o governador Andrew Cuomo, do Partido Democrata, o qualificou como “o mais agressivo do país” em defesa do meio ambiente.

“É definitivamente o projeto de lei mais progressista que já vimos em qualquer lugar”, avaliou a advogada sênior do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais, Miles Farmer. Entre os planos do governo está a ampliação da produção de energia solar do estado de 1,7 gigawatts para seis gigawatts até 2025.

Vale lembrar que em abril o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, do Partido Democrata, anunciou corte de 50% na compra de carne por parte da prefeitura, além da gradual eliminação da aquisição de carne processada. A medida está sendo adotada como forma de ajudar a reduzir os gases causadores do efeito estufa.

“São exatamente os tipos de ações políticas que acreditamos que são necessárias para melhorar a saúde pública e enfrentar os desafios ambientais das próximas décadas”, disse Craig Willingham, diretor-adjunto do Instituto de Políticas Alimentares Urbanas da Universidade da Cidade de Nova York.

O prefeito de Nova York também foi parabenizado por Jeff Sebo, diretor do Programa de Mestrado em Estudos Animais, da Universidade de Nova York.

“Quero estender meus sinceros agradecimentos ao prefeito de Blasio e a todos os outros do governo de Nova York por dar esse passo importante para enfrentar a mudança climática e a desigualdade econômica. Se quisermos evitar que o pior aconteça, então precisamos agir agora, e na ausência de liderança federal, precisamos que cidades como Nova York assumam a liderança”, declarou.

Quem também ficou muito feliz com a atitude foi o presidente do Brooklyn, Eric Adams, que deixou de se alimentar de animais em 2016 e ampliou recentemente a sua fama ao transformar o Brooklyn em uma referência para vegetarianos e veganos.

Vale lembrar também que em março o prefeito Bill de Blasio anunciou que todas as escolas públicas da cidade de Nova York terão a “Segunda Sem Carne” no biênio 2019-2020. O projeto OneNYC 2050, que prevê corte na compra de carne, pode ser consultado online.


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Mais de 270 espécies de animais já foram estranguladas por pedaços de plástico

Por David Arioch

“Esse estrangulamento é hoje uma das maiores ameaças à vida selvagem e conservação da biodiversidade”, afirma a WWF-Brasil (Fotos: Getty)

De acordo com um levantamento divulgado pela organização WWF-Brasil, a poluição plástica, que representa 10 milhões de toneladas de plásticos despejados nos oceanos a cada ano, já culminou no estrangulamento de mais de 270 espécies de animais.

Entre os prejudicados estão mamíferos, répteis, pássaros e peixes encontrados com ferimentos que incluem lesões agudas e crônicas, ou até mesmo mortos. “Esse estrangulamento é hoje uma das maiores ameaças à vida selvagem e conservação da biodiversidade”, afirma a WWF-Brasil.

Vale lembrar também que mais de 240 espécies já ingeriram plástico acidentalmente ou por confundi-lo com algum tipo de alimento. Nos casos de ingestão, é comum o animal desenvolver úlceras e bloqueios digestivos que podem resultar em morte, já que o plástico não passa facilmente pelo sistema digestivo.

Além disso, a poluição plástica também é prejudicial à economia, já que segundo a ONU Meio Ambiente, todos os anos os prejuízos ultrapassam oito bilhões de dólares dessa poluição. No Brasil, o quarto maior produtor mundial de lixo plástico, atualmente há projetos de lei que visam proibir o uso de plásticos descartáveis e também o uso de microplásticos na indústria cosmética.

Somente de sacolas plásticas, o consumo estimado é de pelo menos um trilhão de unidades no mundo todo. A ONU Meio Ambiente informa que desde a década de 1950 os oceanos já receberam mais de 160 milhões de toneladas de plástico – e podem chegar a 300 milhões até 2030. Sendo assim, não há outro caminho que não demande conscientização e passe pela busca de alternativas mais sustentáveis.

No entanto, o fim do uso de plásticos descartáveis não resolve completamente o problema, já que segundo a World Animal Protection (WAP), somente no Brasil a pesca fantasma atinge 70% dos mares brasileiros.

Em quantidade, pelo menos meia tonelada de petrechos de pesca são descartados ou perdidos nos mares de 12 estados. Com consequência, todos os dias cerca de 69 mil animais marinhos correm o risco de morrer ou se ferir por causa desses materiais no Brasil.


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Bebê urso é humilhado e maltratado após ser sequestrado por gangue

Reprodução

Bebês de todas as espécies são muito curiosos e gostam de explorar o mundo que os rodeia. Quando se é um animal selvagem reconhecer cheiros e cores é fundamental para se manter a salvo e bem alimentado, mas, infelizmente, o pior pode acontecer quando um filhote se afasta de sua mãe em busca de aventuras, como evidencia um vídeo que está viralizando em todo o mundo.

Um bebê urso que se separou de sua mãe em uma floresta de Brasov, na Romênia, foi sequestrado por uma gangue de jovens muito violenta. O ursinho foi segurado pelo pescoço e agredido com um bastão de madeira. Enquanto o filhote chora, os rapazes riem e humilham o pequeno e indefeso animal enquanto filmam todo o ato. As imagens foram postadas em diversas redes sociais.



Após tomar conhecimento dos maus-tratos, a polícia de Brasov iniciou uma investigação para identificar os agressores do bebê urso. Uma das maiores preocupações dos investigadores é descobrir o que aconteceu com o filhote após as torturas registradas no vídeo. Uma internauta afirma que recebeu informações que o ursinho foi devolvido à floresta, mas não há confirmação.

Em nota, a polícia de Brasov informou que a investigação segue em andamento. “Após o surgimento das imagens em redes sociais, em que um filhote de urso pode ser visto aprisionado e torturado por um grupo de homens em Brasov, a polícia abriu um arquivo criminal contra a cala e tortura animal. Investigações estão sendo conduzidas a fim de determinar as identidades dos envolvidos e as circunstâncias em que a ação ocorreu”, diz o comunicado oficial.

A Romênia abriga atualmente um dos maiores santuários de urso do Leste europeu. O santuário Libearty acolhe mais de 80 animais resgatados de zoos, cativeiros e zonas de caça.


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Australiana cria plataforma digital e aplicativo para promover educação ambiental de crianças

Por David Arioch

“Eu quero mudar a maneira como pensamos sobre a proteção da vida selvagem – [para pensarmos nela] como um problema crucial em vez de uma noção abstrata”, argumentou (Foto: My Green World)

A australiana Natalie Kyriacou, fundadora e diretora-executiva da empresa My Green World (Meu Mundo Verde, em tradução livre para o português), foi finalista do prêmio Jovem Campeão da Terra de 2018, da ONU Meio Ambiente.

A empreendedora tem uma missão: lembrar as pessoas da conexão intrínseca que elas possuem com a natureza e mostrar como a empatia pela biodiversidade é fundamental para o futuro da vida na Terra.

Por meio de soluções digitais para a educação infantil, Natalie está comprometida em levar conhecimento, experiências e ferramentas para os jovens, garantindo que meninos e meninas estejam preparados para enfrentar desafios ambientais.

Com a plataforma Kids Corner, desenvolvida pela sua companhia, a empreendedora disponibiliza conteúdos pedagógicos que abordam noções complexas de biologia e ecologia em materiais adaptados para crianças.

A My Green World também criou o app World of the Wild (Mundo dos Selvagens, em tradução livre para o português), que ensina conceitos como conservação da vida selvagem e equilíbrio ecossistêmico por meio de um jogo eletrônico para os pequenos.

Em entrevista à agência das Nações Unidas, Natalie contou o que a inspirou em sua jornada e por que decidiu investir na educação ambiental de crianças. Segundo a desenvolvedora, o índice de extinção de espécies e as consequências da degradação ambiental são importantes demais para que ela os ignore.

“Eu reconheci um problema que precisava de uma solução. E foi realmente simples assim. Eu me sinto como uma cidadã global, é minha responsabilidade e meu privilégio contribuir para o futuro do planeta Terra e de seus habitantes.”

E acrescentou: “Eu comecei a My Green World porque eu senti que os jovens se beneficiariam de uma plataforma que lhes permitisse conectar-se com a conservação da natureza de maneira positiva. Para mim, a educação é o instrumento mais empoderador e efetivo para enfrentar os maiores desafios do planeta.”

O aplicativo permite que os usuários criem o seu próprio santuário da vida selvagem e resgatem animais. “Eu quero mudar a maneira como pensamos sobre a proteção da vida selvagem – [para pensarmos nela] como um problema crucial em vez de uma noção abstrata”, argumentou.

E complementou: “A vida selvagem global e a conservação ambiental podem parecer tão distantes das nossas vidas confortáveis. É difícil para certas pessoas realmente se engajar e participar. O jogo World of the Wild [Mundo dos Selvagens, em tradução livre para o português] é uma maneira de levar este problema para a vida e para as casas de milhares de pessoas, dando a crianças e famílias um jeito criativo e agradável de aprender sobre questões cruciais.


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Desmatamento da Amazônia cresce 26% em comparação com mesmo período do ano passado

Por David Arioch

797 quilômetros quadrados foram desmatados na Amazônia em maio (Foto: Vinícius Mendonça)

De acordo com informações do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD), 797 quilômetros quadrados foram desmatados na Amazônia em maio, o que representa aumento de 26% em comparação com o mesmo período do ano passado – que totalizou 634 quilômetros de desflorestamento.

O que surpreende também é que 34%, ou seja, mais de um terço do desmatamento identificado, ocorreu em Unidades de Conservação (UC). Entre as localidades mais prejudicadas está a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, no Pará, que perdeu 132 quilômetros quadrados de vegetação.

A Estação Ecológica Terra do Meio e a Floresta Nacional do Jamanxim, também no Pará, perderam 12 e 23 quilômetros de área verde. Como são áreas de conservação, o correto seria que essas localidades não sofressem mais qualquer tipo de desmatamento.

O SAD também aponta que 40% de toda a área afetada se situa no Pará, seguido por Amazonas (20%) e Mato Grosso (19%).


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Paraná será o primeiro estado do Brasil a gerar energia a partir de esgoto e lixo

Por David Arioch

A usina deve gerar 2,8 megawatts de eletricidade, o suficiente para começar abastecendo cerca de duas mil residências no Paraná (Foto: Getty)

O Paraná será o primeiro estado do Brasil a produzir bioenergia a partir de esgoto e lixo orgânico. A usina deve gerar 2,8 megawatts de eletricidade, o suficiente para começar abastecendo cerca de duas mil residências no Paraná.

O projeto está sendo colocado em prática pela companhia CS Bioenergia, que conseguiu licença do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) para a geração de biogás e biofertilizante por meio de matérias-primas obtidas junto às estações de tratamento de esgoto e coleta de lixo.

A estimativa inicial é de aproveitamento de mil metros cúbicos de esgoto e 300 toneladas de lixo orgânico dos aterros.

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Morte de Koko, gorila que dominou a língua de sinais, completa um ano

Por David Arioch

Koko simpatizava muito com gatos e cuidou de alguns ao longo de sua vida, revelando sua afeição maternal para além da própria espécie (Foto: Gorilla Foundation)

Na semana passada completou um ano do falecimento da gorila Koko, que ficou conhecida por ter dominado a língua de sinais, além de ter aprendido pelo menos duas mil palavras em inglês.

Koko, que tinha 46 anos, surpreendeu o mundo ao mostrar a capacidade dos grandes primatas, segundo a Gorilla Foundation.

A organização lembrou que ela gostava de ler e fez amizade com personalidades como Fred Rogers e Robin Williams, com quem conversou algumas vezes.

Koko simpatizava muito com gatos e cuidou de alguns ao longo de sua vida, revelando sua afeição maternal para além da própria espécie.

Ela nasceu em um zoológico em San Francisco em 1971 e logo começou a aprendeu a língua de sinais. Em 1974, pesquisadores da Universidade Stanford fundaram a Gorilla Foundation e a transferiram para uma área de reserva natural.

Koko vivia nas montanhas de Santa Cruz, na Califórnia. “Ela tocou a vida de milhões de pessoas como uma embaixadora para todos os gorilas e um ícone da comunicação e empatia interespécies. Koko foi amada e fará muita falta”, destaca a fundação.


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