Uso de microplásticos em produtos cosméticos pode ser proibido no Brasil

Por David Arioch

Imagem: muitocurioso.org

O microplástico é apontado hoje como um dos principais poluentes dos oceanos. Além de contaminar as águas, costuma ser ingerido por animais marinhos que acabam tendo seus ciclos de vida afetados, além de correrem risco de morte.

Considerando esses fatos e também as implicações do microplástico na saúde humana, o deputado Mário Heringer (PDT-MG) está propondo um projeto de lei que proíbe a manipulação, fabricação, importação e comercialização em todo o país de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumaria que contenham a adição de microesferas de plástico.

“Essas micropartículas, geralmente feitas de plásticos poliméricos não biodegradáveis – polietileno, polipropileno, poliestireno –, adicionadas a cremes esfoliantes, cremes dentais, géis de banho e outros produtos com propriedades abrasivas, após enxágue são lançadas diretamente aos cursos de água que conduzem ao mar”, explica Heringer no PL 6528/2016, que está tramitando na Câmara dos Deputados e no último dia 18 recebeu parecer favorável do deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), que é relator do projeto na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

Há uma estimativa de que cerca de oito milhões de toneladas de plástico chegam aos oceanos todos os anos. Entre 2002 e 2013, a produção anual mundial de plástico registrou aumento de cerca de 50%, passando de 200 milhões para cerca de 300 milhões de toneladas, segundo a ONU Meio Ambiente.

Grande parte do volume de plásticos nos oceanos é formada por microplásticos decorrentes da fragmentação de peças maiores ou produzidos intencionalmente nesse tamanho, como é o caso das microesferas.

Cientistas sustentam o consenso de que os microplásticos estão presentes em todos os oceanos do planeta, sendo possível encontrá-los na água, nos sedimentos marinhos, na vegetação marinha, no aparelho digestivo de peixes e aves, e até no gelo Ártico, de acordo com o PL.

“É assustador o dado de que um simples banho com produto composto por esfoliantes à base de plástico tenha o potencial de liberar no ambiente aquático algo em torno de 100 mil microesferas que jamais irão se degradar natureza. É importante ressaltar que o uso das chamadas micropérolas plásticas para fins de abrasão é absolutamente desnecessário, uma vez que o mesmo efeito pode ser conseguido facilmente com a utilização de micropartículas de origem vegetal”, enfatiza Mário Heringer.


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Mais 42 agrotóxicos são liberados no Brasil

Por David Arioch

“Já estão prontos para serem usados no controle de pragas na agricultura brasileira” | Pixabay

Saiu nesta segunda-feira (24) no Diário Oficial da União a publicação com registro de mais 42 agrotóxicos liberados para utilização no Brasil. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em média, os produtos estavam na lista de espera para aprovação há quatro anos.

De acordo com o Mapa, com exceção de um, todos os demais agroquímicos são produtos genéricos que já estavam presentes em outros agrotóxicos presentes no mercado.

“Já estão prontos para serem usados no controle de pragas na agricultura brasileira”, informa o ministério em referência a 12 dos 42 defensivos agrícolas que tiveram o registro confirmado hoje no Diário Oficial.

A justificativa para a liberação de agrotóxicos genéricos é “o barateamento do preço dos defensivos”, o que segundo o Mapa garante queda no custo de produção e no preço dos alimentos. “A aprovação de novos produtos tem como objetivo disponibilizar novas alternativas de controle mais eficientes e com menor impacto ao meio ambiente e à saúde humana”, argumenta.

O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins da Secretaria de Defesa Agropecuária, Carlos Venância, afirma que a intenção com novos registros é estimular a competitividade:

“As aprovações de novos produtos técnicos equivalentes significam que novas fábricas estão autorizadas a fornecer ingredientes ativos para fabricação dos produtos formulados que já estão registrados, possibilitando um aumento na concorrência no fornecimento industrial destas substâncias.”

A publicação no Diário Oficial pode ser conferida clicando aqui.


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Cadela atropelada precisa de ajuda para cirurgia em Vila Velha (ES)

Divulgação

Uma cadela atropelada e deixada na porta da responsável por um abrigo em Vila Velha (ES) precisa de ajuda para a cirurgia em suas duas pernas do lado esquerdo. Glenda, como a cadela foi batizada, agora se encontra em um lar temporário pago, onde está sendo medicada para dor enquanto aguarda o parecer do veterinário sobre o procedimento cirúrgico que ela vai precisar.

“Foi impossível ignorar o seu sofrimento”, diz Cris Cerqueira, fundadora do SOS Peludinhos, um abrigo com cerca de 170 animais que atualmente está em processo de mudança por causa de um alagamento em maio e que não recebe mais animais. “Ela não foi incorporada ao abrigo, mas alguns de nossos apoiadores formaram um grupo para tratá-la e depois encaminhá-la para adoção. Ela é muito doce e, apesar da dor que sentia, não parava de lamber a gente com gratidão.”

Divulgação

Glenda provavelmente tem menos de dois anos e com a cirurgia deve recuperar seus movimentos normais. Mas cirurgias ortopédicas são caras e o grupo precisa de apoio para custear esse procedimento, remédios e acomodação.

Os interessados em ajudar, podem entrar em contato com o SOS Peludinhos pela Instagram (@sospeludinhos) ou participar do grupo de apoio no WhatsApp.

PL visa proibir morte de aves por meio de trituração, sufocamento e eletrocussão

Por David Arioch

No mundo todo, uma das maiores vítimas de trituração, sufocamento e eletrocussão são os pintinhos machos considerados descartáveis pela indústria (Foto: Ricardo Rojas/Reuters)

Protocolado na Câmara dos Deputados na semana passada, um projeto de lei visa proibir o abate de aves em estabelecimentos avícolas por meio de trituração, sufocamento e eletrocussão.

Ainda que o abate de animais por si só já seja cruel, o autor da proposta, deputado Célio Studart (PV-CE), avalia que esses métodos são mais cruéis.

Caso o PL 3268/2019 seja aprovado e sancionado, quem não cumprir a lei será multado e os recursos arrecadados serão destinados a campanhas de conscientização sobre bem-estar animal.

Em abril, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou projeto com proposta semelhante, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa (PTC).

No mundo todo, uma das maiores vítimas de trituração, sufocamento e eletrocussão são os pintinhos machos considerados descartáveis pela indústria.

De acordo com a organização alemã Deutscher Tierschutzbund, até seis bilhões de pintinhos são mortos por ano. Normalmente os animais são moídos ou mortos por meio de dióxido de carbono.

A justificativa é que esses pintinhos também não interessam à indústria da carne porque não têm a mesma genética dos animais criados com essa finalidade.


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Ecocídio e garantia de segurança para animais nas rodovias estão na pauta da semana na Câmara

Por David Arioch

Foto: Pixabay

Esta semana, entre outras propostas, vão ser discutidos no Plenário da Câmara dos Deputados um projeto de lei que defende a tipificação do ato de provocar desastres ecológicos como ecocídio e outro que visa garantir segurança na circulação de animais pelas rodovias.

De autoria coletiva o PL 2787/29 quer criar um tipo penal específico para acabar com a impunidade em casos de rompimento de barragens e em outras situações de grande impacto ambiental que decorrem diretamente da ação humana.

O projeto defende que ações que resultem na destruição significativa da flora, mortandade de animais ou estado de calamidade pública, devem gerar pena de quatro a 20 anos de prisão.

Além disso, prevê multa que pode variar de dois mil reais a um bilhão de reais, indo muito além do teto atual que é de 50 milhões de reais.

A justificativa para a criação do projeto de lei foram os trágicos acontecimentos em Mariana (MG), no final de 2015, e de Brumadinho (MG), no início deste ano, que expuseram de forma clara a fragilidade da legislação penal em relação ao tema.

Já o PL 466/15, de autoria do deputado Ricardo Izar (PP-SP), prevê adoção de medidas que garantam a redução do número de acidentes envolvendo animais nas estradas, rodovias e ferrovias.

Além de defender que a segurança dos animais seja considerada nas construções de obras públicas voltadas ao tráfego, Izar quer que seja criado um Cadastro Nacional Público para contabilizar todos os acidentes envolvendo animais silvestres, além de cobrar medidas de fiscalização e monitoramento.

O projeto de lei também prevê a adoção de mais medidas que facilitem a travessia dos animais, assim como mais promoção de atividades de educação ambiental em todo o país.

“Hoje temos mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. Além de engarrafamentos, poluição e descarte de resíduos, outro grave problema registra estatísticas alarmantes, até agora silenciosas: os incontáveis atropelamentos e mortes de animais silvestres”, destaca Ricardo Izar.

No projeto, o deputado enfatiza que as estimativas mostram que mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhão de quilômetros de estradas em todo o Brasil.


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Indústria da carne realiza conferência sobre alternativas vegetais na quarta

Por David Arioch

Evento deve reunir apenas empresas que estão investindo ou pretendem investir no mercado de substitutos da carne e de outros alimentos de origem animal (Foto: The Vegetarian Butcher)

Uma conferência internacional vai ser realizada na Holanda na quarta-feira (26) para discutir sobre o mercado de alternativas vegetais. Mas o que surpreende é que o evento está sendo organizado pela indústria da carne, que está de olho no crescimento da demanda por produtos de origem vegetal.

Uma iniciativa da GlobalMeat News, portal de notícias da indústria da carne, a conferência deve reunir apenas empresas que estão investindo ou pretendem investir no mercado de substitutos da carne e de outros alimentos de origem animal.

A fundadora da empresa alimentícia vegana VBites, Heather Mills, vai fazer o discurso de abertura do evento que conta também com palestras como “Sucessos da indústria de proteínas baseadas em vegetais”. Entre os palestrantes está David Welch, do Good Food Institute (GFI).

“Estamos satisfeitos em apresentar nossa nova e empolgante conferência que destacará os mais recentes desenvolvimentos e barreiras do mercado de proteínas baseadas em vegetais que segue em rápida expansão”, informa o site da Plant Protein Conference, que vai ser sediada no Hotel Marriott em Amsterdã.


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Mercado de leite de amêndoas deve crescer mais do que o dobro até 2025

Por David Arioch

As razões para esse aumento vão desde a busca por alternativas mais saudáveis até intolerância a lactose e crescimento da população vegana (Foto: Getty)

De acordo com um relatório publicado na semana passada pela Grand View Research, o mercado de leite de amêndoas deve crescer mais do que o dobro até 2025 – indo de 5,3 bilhões de dólares em 2018 para 13,3 bilhões. A estimativa global é de taxa de crescimento anual composta de 14,3%.

As razões para esse aumento vão desde a busca por alternativas mais saudáveis até intolerância a lactose e crescimento da população vegana.

“Esse produto surgiu como um segmento em expansão no mercado, além do leite de soja. É usado como ingrediente principal na preparação de alimentos como sobremesas congeladas e bebidas como milkshakes”, aponta a pesquisa.

O fato de o leite amêndoas ser rico em ácidos graxos e boa fonte de vitamina E são alguns diferenciais que o tornam atrativo também na indústria de cuidados com a pele e com os cabelos. No entanto é como substituto do leite de vaca que o leite de amêndoas deve registrar maior crescimento.

A América do Sul deve contribuir substancialmente com esse mercado, mas a demanda deve ser maior nos países da Ásia-Pacífico, com previsão de taxa de crescimento anual composta de 15%.


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Um dos chefs mais respeitados do Reino Unido diz que é preciso se adaptar ao veganismo

Por David Arioch

“O vegetarianismo e o veganismo não são uma tendência, mas uma importante mudança…” (Foto: Getty)

Um dos chefs mais respeitados do Reino Unido, Raymond Blanc disse esta semana ao jornal britânico Telegraph que é preciso se adaptar ao veganismo, e que há uma verdadeira percepção de que devemos mudar a maneira como comemos.

“O vegetarianismo e o veganismo não são uma tendência, mas uma importante mudança baseada no conhecimento e conscientização que nós, chefs, cozinheiros domésticos e varejistas, devemos abraçar”, declarou.

Blanc, que tem alimentado os britânicos por cinco décadas, é o chef do Belmond Le Manoir aux Quat’Saisons, situado em Oxfordshire, na Inglaterra. O Belmond conta com duas estrelas do Guia Michelin, que o qualifica como um restaurante com cozinha excepcional.


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Comissão de Meio Ambiente do Senado discute proteção e bem-estar animal na terça

Por David Arioch

Comissão é presidida pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES) desde fevereiro (Foto: Agência Senado)

Na terça-feira (25), a partir das 10h, a Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado promove audiência sobre proteção e bem-estar animal no Plenário 9 da ala Alexandre Costa A iniciativa faz parte da programação do “Junho Verde – O Meio Ambiente Une”, proposto por um grupo de senadores.

“A proposta da audiência é debater a realidade de animais domésticos, de criadouros e selvagens no Brasil, como parte de um amplo debate social entre todos os interessados na pauta ambiental”, explica o senador Fabiano Contarato (Rede-ES).

Além de Contarato, a audiência também é um requerimento dos senadores Styvenson Valentim (Podemos-RN), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Jaques Wagner (PT-BA), Eduardo Girão (Podemos-CE), Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Jean Paul Prates (PT-RN) e Antonio Anastasia (PSDB-MG).

Para debater sobre o tema a CMA convidou a bióloga Fernanda Abra, diretora da ViaFAUNA Consultoria Ambiental; os promotores do Ministério Público de Minas Gerais, Luís Gustavo Patruzzi Bortoncello e Monique Mosca Gonçalves; e a ativista Luisa Mell, presidente do Instituto Luisa Mell.


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Indústria de sorvetes sem laticínios deve registrar bom crescimento até 2025

Por David Arioch

Foto: Pixabay

A indústria de sorvetes sem laticínios deve chegar à marca de US$ 1,2 bilhão em 2025, com taxa de crescimento anual composta de 14,8%, de acordo com pesquisa da Grand View Research divulgada esta semana.

O relatório aponta que a demanda por sorvete sem laticínios deve impulsionar o mercado de sorvetes veganos. O coco é apontado como a fonte de matéria-prima preferida do mercado na atualidade em decorrência de fatores como compatibilidade, fácil disponibilidade e interesse do consumidor.

“O coco é uma fonte importante para a produção de sorvetes veganos e representou 37,4% da receita total em 2018”, informa a Grand View Research.

Já o leite de amêndoas é a fonte em maior fase de expansão como consequência da conscientização sobre os benefícios nutricionais das amêndoas – com precisão de taxa de crescimento anual composta de 15,8%.

No relatório, que cita o Brasil como um dos mercados promissores, o sorvete de chocolate é citado como o sabor preferido dos consumidores, representando 36% do total comercializado em 2018 no mundo todo, seguido pelo sabor baunilha – que deve ter uma taxa de crescimento anual composta de 14,4% até 2025.

No entanto, algumas partes do mundo têm distintas preferências. Se analisarmos somente a Europa, o sabor predominante já não é chocolate, mas sim limão. Supermercados e hipermercados são os canais preferidos de compras de sorvetes sem laticínios.


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