Governo quer utilizar Fundo Amazônia para indenizar fazendeiros

Por David Arioch

Ricardo Salles quer modificar normas do Fundo Amazônia para que os recursos sejam destinados a indenizar fazendeiros por desapropriações de terras em áreas de proteção ambiental (Fotos: MMA/Greenpeace)

Esta semana, os senadores Jader Barbalho (MDB-PA) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) criticaram no Congresso a intenção do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, de modificar normas do Fundo Amazônia para que os recursos sejam destinados a indenizar fazendeiros por desapropriações de terras em áreas de proteção ambiental.

Criado em 2008, o Fundo Amazônia recebe por ano dois bilhões de reais de doações da Noruega e da Alemanha. Segundo Barbalho e Rodrigues, os recursos geridos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não podem ter outra destinação que não seja a preservação da Amazônia.

Barbalho declarou que os recursos devem continuar sendo utilizados em ações de prevenção, monitoramento, combate ao desmatamento e promoção da conservação e do uso sustentável da floresta amazônica.

“Se o governo alterar as regras e promover o uso indevido do Fundo Amazônia, poderá, inclusive, levar o Brasil a perder a credibilidade internacional e gerar prejuízos econômicos”, declarou Jader Barbalho.

Já Randolfe Rodrigues disse que centenas de ações com finalidade de preservação ambiental estão paralisadas na Amazônia enquanto o governo pensa em utilizar recursos do Fundo Amazônia para indenizar fazendeiros. “Em sua maioria grileiros de terras”, criticou o senador.

Barbalho também enfatizou que a destinação para compensação de fazendeiros é mais injustificável ainda porque o governo já tem um fundo de compensação por obras públicas de um bilhão de reais, e para ser usado exatamente em regularização fundiária.

“Não há necessidade de utilizar recursos do Fundo Amazônia para desapropriação de terras”, argumentou o senador no plenário na quarta-feira.

Por enquanto, as regras do Fundo Amazônia não permitem o uso de recursos com a finalidade desejada pelo ministro do Meio Ambiente. No entanto, o governo pode criar um decreto que altera essas normas.


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A perda de espécies, seja animal ou vegetal, pode mudar todo um ecossistema

Por David Arioch

Um retrato da perda de conexões (Arte: Sanctuary Asia)

Biodiversidade significa a variedade de vida vegetal e animal no mundo. Inclui genética, espécies e variedade de ecossistemas. Quando há uma rica diversidade de espécies, habitats e genética, os ecossistemas são mais saudáveis, mais produtivos e podem se adaptar melhor a desafios como a mudança climática.

Mais do que apenas variedade, a biodiversidade também é a maneira pela qual diferentes espécies, plantas e animais estão conectados e interagem. O mundo é feito de uma teia invisível que raramente reconhecemos. A perda de espécies, seja animal ou vegetal, pode mudar todo um ecossistema. Isso significa a perda de conexões.

As florestas são uma das mais importantes fontes de diversidade biológica que abrigam habitats diversos para plantas, animais e micro-organismos. Existem aproximadamente 60 mil espécies de árvores no mundo. As florestas protegem não apenas várias espécies, mas também atuam como filtros naturais que ajudam a purificar nossas fontes de água.

Elas também sequestram e armazenam carbono, limpando e resfriando o ar. Perder florestas significa perder novas fontes de água. Atualmente, as florestas naturais em todo o mundo diminuíram de 10,6 milhões de hectares na década de 1990 para 6,5 ​​milhões de hectares entre 2010 e 2015. A restauração de florestas ajuda a garantir água mais limpa e ar mais puro, além de manter habitats para uma grande variedade de espécies.

Por exemplo, os manguezais e outros tipos de vegetação costeira, como gramíneas marinhas e salinas, podem manter os pisos costeiros e reduzir o tamanho das ondas, diminuindo as chances ou o impacto das inundações. De fato, florestas reduzem os riscos e danos causados ​​por inundações, tempestades, tsunamis, avalanches, deslizamentos de terra e secas.

A expansão da aquicultura é uma das principais causas do desmatamento de manguezais. Em geral, o crescimento das comunidades, o aumento do desenvolvimento de infraestrutura, a poluição da água, o turismo descuidado e o aumento da acidez da água estão afetando a vegetação costeira, o que, em última análise, significa impactos mais fortes de desastres naturais.

A biodiversidade precisa fazer parte do modo como pensamos sobre a natureza, o bem-estar humano e a saúde. Precisa fazer parte de nossa perspectiva, nossas políticas e nossas leis.


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Filhotes de gato são resgatados dentro de sacola com cal em Ponta Grossa (PR)

Filhotes de gato são resgatados dentro de sacola com cal em Ponta Grossa — Foto: Reprodução/RPC

Dois filhotes de gato foram resgatados dentro de uma sacola com cal nesta semana, no bairro Vila Vilela, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais.

Os animais foram encontrados pela protetora de animais independente Marinês Diniz Malluta. Segundo ela, os gatinhos estavam sujos, com os olhos grudados e praticamente sem ar.

“Eles estavam bem debilitados, com bastante dor porque o cal queima. Parte do pelo caiu, a pele estava horrível. Limpei eles e corri para clínica veterinária”, contou ela.
Marinês disse que encontrou os bichos após receber uma denúncia de maus-tratos. Agora, eles estão na clínica veterinária disponíveis para a adoção.

De acordo com a Prefeitura de Ponta Grossa, o castramóvel existe na cidade desde 2015 e está atendendo a população das regiões do Costa Rica, Panamá, Londres, Lagoa Dourada e San Martin.

Fonte: G1


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Comissão aprova projeto que proíbe uso de coleiras de choque no adestramento de animais

Por David Arioch

O projeto será encaminhado para as Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Foto: Getty)

Na quarta-feira, a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1113/19, que proíbe a comercialização e uso de coleiras de choques no adestramento de animais.

De autoria do deputado Célio Studart (PV-CE), a proposta foi acolhida pelo deputado e relator do projeto Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT), que classificou como cruel o uso de coleiras de choque.

“Não há justificativa que permita a comercialização de produtos dessa natureza, em contraponto a outros mais amigáveis que podem ser utilizados na finalidade educativa a que se propõe”, argumentou.

O projeto será encaminhado para as Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e depois para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


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Tartaruga é encontrada enrolada em rede de pesca e devolvida ao mar

Tartaruga marinha foi encontrada enrolada em rede de pesca industrial — Foto: Divulgação/Parque Nacional da Lagoa do Peixe

Uma tartaruga marinha foi encontrada enrolada em redes de pesca industrial, na área do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no Litoral Sul do Rio Grande do Sul. O animal foi encontrado durante monitoramento da beira-mar. O parque abrange as cidades de Tavares, Mostardas e São José do Norte.

Conforme a equipe do parque, a tartaruga estava viva, mas debilitada e com algumas escoriações. No fim do dia, já recuperada, foi devolvida ao mar.

A tartaruga da espécie verde corre o risco de extinção. A cada ano, em média, 100 animais desse tipo chegam até o Centro de Recuperação de Animais Marinhos da Universidade Federal de Rio Grande precisando de tratamento.


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Empresa de suplementos veganos substitui plástico por embalagens compostáveis

Por David Arioch

Proteínas vegetais em pó, BCAA, multivitamínicos, maca e matcha estão entre os produtos comercializados pela marca (Foto: Divulgação)

A empresa de suplementos alimentares veganos Vivo Life está substituindo o plástico por embalagens compostáveis. A marca britânica que tem uma fábrica movida à energia renovável, e que assumiu o compromisso de plantar uma árvore a cada compra realizada em seu site, defende que as novas embalagens são um passo para ajudar a salvar o planeta e todos os seres vivos que vivem nele.

“Essa embalagem inovadora pode ser compostada em caixas de resíduos alimentares ou no quintal, e é um passo importante para a indústria de saúde e fitness. Esperamos agora encorajar outras empresas do ramo a agirem contra a poluição plástica”, informa o cofundador da Vivo Life, Josh Bolding.

Proteínas vegetais em pó, BCAA, multivitamínicos, maca e matcha estão entre os produtos comercializados pela marca. “Somos uma empresa que leva a sério a sustentabilidade, então estamos muito empolgados em oferecer produtos com embalagens 100% compostáveis”, reforça Bolding.


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Polícia resgata 36 cães das raças yorkshire e lhasa apso de canil

Polícia resgata 36 cães das raças yorkshire e lhasa apso de canil irregular no bairro Xaxim — Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba

A Polícia Civil resgatou 36 cães das raças yorkshire e lhasa apso de um canil irregular em funcionamento no bairro Xaxim, em Curitiba, na manhã da última sexta-feira (31).

Segundo a prefeitura, a denúncia chegou via Central 156. Depois de serem avaliados por veterinários e receberem um microchip de identificação, os animais ficarão sob a guarda da ONG Somos Amigos dos Animais até a conclusão do processo.

Os responsáveis pelo canil foram multados em R$ 18 mil por comércio ilegal e levados à delegacia para prestar esclarecimentos.

Segundo a prefeitura, de janeiro a maio, a Rede de Proteção resgatou 378 cães de situações de maus-tratos e comércio ilegal.

Fonte: G1


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Centenas de porcos são encontrados em situação degradante em Osasco (SP)

Por David Arioch

Animais resgatados hoje pela ONG Bendita Adoção (Fotos: Beatriz Silva/Bendita Adoção)

A bióloga e ativista dos direitos animais Beatriz Silva, da ONG Bendita Adoção, passou o dia de hoje em uma comunidade de Presidente Altino, em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, acompanhando e registrando a triste realidade de centenas de porcos criados de forma clandestina para consumo.

“Só na comunidade de Presidente Altino, sabemos que há muito mais de 200 porcos nessas condições. Além desses animais já levarem uma vida cruel, consumindo lixo e fezes, as pessoas ainda abatem esses porcos e comem”, lamenta Beatriz, que conseguiu resgatar alguns suínos que estavam vagando e procurando comida nas lixeiras.

Não é a primeira vez que a ativista e bióloga denuncia esse tipo de situação na cidade. Em 2013, ela resgatou um porco no Jardim Veloso, outra comunidade em que também há criação clandestina de porcos, onde os animais vivem em situação degradante, segundo Beatriz.

“Só conseguimos resgatar alguns animais hoje porque quando sobem para procurar comida, é possível ter acesso a alguns deles. Na comunidade mesmo [em Presidente Altino], é impossível se aproximar dos animais porque os moradores não deixam”, lamenta.

Alguns suínos foram encontrados feridos – como uma porquinha com a pata quebrada. Beatriz confidencia que, mesmo tendo o resgate de animais como parte da sua rotina com a ONG Bendita Adoção, o impacto dessa experiência é muito grande.

“Estou passando mal de ter ficado o dia todo lá. É muito estresse. Eles vivem em condições completamente indignas. É algo realmente nojento e obscuro”, avalia.

De acordo com Beatriz Silva, a julgar pela qualidade das fezes dos porcos encontradas na localidade, há animais que aparentam sofrer de algum tipo de enfermidade. “Não sei ainda quais estão em pior situação, se são aqueles que conseguem sair para procurar comida nas lixeiras e atravessam a avenida e morrem atropelados ou aqueles que vivem confinados dentro da comunidade. A situação desses é de olhar e querer vomitar”, desabafa.

Beatriz conta que já entraram com uma ação contra a criação clandestina de porcos em Osasco e agora estão recolhendo provas para fazer isso novamente em breve.

Acompanhe o trabalho da ONG Bendita Adoção:

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Quem quiser contribuir com o trabalho de resgate de suínos realizado pela ONG Bendita Adoção em Osasco (SP), pode fazer uma doação:

Caixa Econômica Federal

Associação Bendita Adoção

Agência: 0326

Conta Poupança: 24090-1

CNPJ: 26.306.403/0001-57

Operação: 013 (para contas da Caixa)

Paypal: amazons@ig.com.br

Picpay: benditaadocao


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Feira vegana no Rio de Janeiro celebra Semana do Meio Ambiente

Por David Arioch

Evento ações que podem ser feitas no cotidiano para alcançar as metas de desenvolvimento sustentável da ONU (Foto: Rosana Cidade/Divulgação)

De 6 a 8 de junho, e das 13h às 21h, vai ser realizada a feira vegana Vida Liberta no Shopping Downtown, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Com o mote “Se não for agora, quando? Se não formos nós, quem?”, o evento que celebra a Semana do Meio Ambiente apresenta ações que podem ser feitas no cotidiano para alcançar as metas de desenvolvimento sustentável propostas pela ONU.

Com entrada gratuita, a feira pet friendly conta com exposição e comercialização de alimentos e outros produtos saudáveis, sustentáveis e desenvolvidos por pequenos produtores. Haverá ainda shows, meditação, yoga, flash tattoo e palestra com o biólogo Mário Moscatelli, que vai falar sobre ativismo ambiental.

Clarissa Taguchi, da PANCs Brasil, confirmou uma palestra sobre Bieconomia no consumo de Orgânicos e PANCs; e Alex Motta Cardoso, do Escritório Cardoso/Cindra, deve falar sobre direito ambiental e o consumidor.

Segundo a organização do evento, os expositores mais sustentáveis receberão prêmio em dinheiro, considerando critérios como sustentabilidade da produção, embalagens e logística reversa, que serão avaliados pela Simbiose EcoSoluções.

“Fomos a primeira feira a criar um movimento de conscientização sobre o plástico. Num primeiro momento as pessoas estranharam, mas agora o canudo de plástico foi banido, por lei, do Rio de Janeiro”, enfatiza o criador e organizador da Vida Liberta, Gustavo Goldani.

E acrescenta: “Estamos trazendo opções feitas de milho e abacaxi para substituir os pratos descartáveis. Queremos que as pessoas se liguem nisso, que uma pequena ação pode gerar grande impacto.” Todos os resíduos gerados no evento serão encaminhados para reciclagem.

Doações

A feira vai receber alimentos não perecíveis e roupas para o projeto Arrastão de LUZ e para a Casa de Fátima em Sepetiba, além de ração para os animais do projeto Entre Pegadas, que vai participar do evento com uma feirinha de adoção.

Localização

A feira Vida Liberta vai ser no Shopping Downtown, na Avenida das Américas, 500 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro (RJ).

Leonardo DiCaprio lança mais um documentário sobre as mudanças climáticas

Por David Arioch

Documentário estreia na HBO no dia 11 de junho | Divulgação

O ator e produtor Leonardo DiCaprio está promovendo o seu mais recente documentário – “Ice on Fire”, que não apenas aponta os problemas gerados pelas mudanças climáticas como também apresenta soluções para reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

Filmado na Noruega, Islândia, Suíça, Costa Rica e em estados dos EUA como Alasca, Colorado e Connecticut, o documentário oferece alguns relatos inéditos de trabalhos desenvolvidos por agricultores, cientistas e outros profissionais que estão buscando meios de minimizar o impacto ambiental das ações humanas.

Em “Ice on Fire”, dirigido por Leila Conners, DiCaprio divide a produção com o pai George DiCaprio e conta com o trabalho do roteirista Matthew Schmid. Leila trabalhou com Leonardo DiCaprio no documentário “The 11th Hour”, lançado no Brasil como “A Última Hora”, que também retrata a questão do aquecimento global e tem entre seus ilustres participantes o físico Stephen Hawking.

DiCaprio, Schmid e Conners também trabalharam juntos em outros filmes que abordam a questão ambiental – como “Green World Rising”, de 2014 – além do curta-metragem “We the People 2.0” e “Pollinators Under Pressure”, de 2018.

“O derretimento da neve e do gelo agora desencadeou múltiplos pontos de inflexão climática, especialmente o aumento dos níveis de metano. Os cientistas descobriram soluções, nos dando uma chance de reverter as mudanças climáticas, mas o tempo está passando”, diz DiCaprio no trailer de “Ice on Fire”.

Saiba Mais

“Ice on Fire” foi lançado no Festival de Cannes no último dia 22 e terá sua estreia na TV no dia 11 de junho na HBO.