Rapper Snoop Dogg promove hambúrguer vegetal da Beyond Meat

Por David Arioch

Snoop Dogg dirigiu um food truck da Beyond Meat pelas ruas de Nova York (Imagem: Reprodução/Snoop Dogg/Twitter)

Na semana passada, o rapper e produtor Snoop Dogg percorreu as ruas do Queens, em Nova York, dirigindo um food truck e promovendo o Beyond Burger, da Beyond Meat, baseado em proteína de ervilha, óleo de coco e beterraba. Snoop Dogg tem promovido alimentos à base de vegetais desde o início do ano.

Em janeiro, ele já havia elogiado o food truck Slutty Vegan, em Atlanta, onde até 500 pessoas aguardavam na fila para experimentar as opções de lanches veganos. Além disso, em fevereiro, o rapper serviu veggie burgers aos participantes da festa pré-Grammy.

Lixeira flutuante ajuda a combater a poluição plástica em Montenegro

Por David Arioch

Além de coletar o lixo, a Seabin coleta dados sobre o estado dos cursos d’água (Foto: Divulgação)

A poluição plástica é um problema crescente. Cerca de oito milhões de toneladas de resíduos plásticos vão parar nos oceanos a cada ano – o equivalente a um caminhão de lixo de plástico sendo despejado a cada minuto, segundo estudo realizado pelo Fórum Econômico Mundial.

Considerando esse fato, em Montenegro, no leste europeu, uma tecnologia inovadora está ajudando a limpar o oceano, de acordo com a União Internacional de Telecomunicações. A Seabin é uma lixeira flutuante que coleta detritos nas marinas e perto das praias da Baía de Kotor, incluindo garrafas plásticas, linhas de peixe, bitucas de cigarro e outros tipos de lixo.

Além de coletar o lixo, a Seabin coleta dados sobre o estado dos cursos d’água, orientando esforços para limpar os oceanos. A lixeira também é usada para conscientizar e educar o público para evitar a poluição do oceano, e tem garantido bons resultados.

Governo Bolsonaro abre ainda mais o mercado para a exportação de gado vivo

Por David Arioch

“Vamos continuar fazendo com que cresça essa cooperação comercial entre os países do mundo árabe e o Brasil” (Foto: Divulgação)

O Governo Bolsonaro está abrindo ainda mais o mercado para a exportação de gado vivo. Além de assinar em março um Certificado Zoossanitário com o Cazaquistão, para que o Brasil exporte bovinos ao país transcontinental, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já se posicionou favorável à ampliação das exportações de “carga viva” para países como Egito, Turquia, Jordânia, Iraque, Líbano e Irã.

São nações que têm grande interesse principalmente na compra de animais vivos que normalmente são executados de acordo com os preceitos do abate halal.

“No que depender de mim como ministra e do setor produtivo, vamos continuar fazendo com que cresça essa cooperação comercial entre os países do mundo árabe e o Brasil”, declarou a ministra da agricultura, Tereza Cristina, no mês passado no site do Mapa.

Vale lembrar que em janeiro o governo brasileiro celebrou um acordo para exportar gado vivo para a Malásia. Sobre o novo destino dos bovinos brasileiros, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, publicou no Twitter:

“Após muito trabalho da diplomacia comercial, em coordenação MAPA-MRE, o Brasil abriu o mercado para exportação de gado para a Malásia. O acordo atende às normas fitossanitárias e de produção exigidas por aquele país de maioria islâmica.”

Segundo a Secretária de Comércio Exterior (Secex), a exportação de carne brasileira já registrou aumento de 53,3% em abril, superando em 43,3% as exportações de carne em abril de 2018. “Nos primeiros quatro meses de 2019, os embarques de carne bovina alcançaram 538.523 toneladas, representando crescimento de 11,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 482.114 toneladas”, informou ontem a revista Globo Rural.

No último dia 29, durante o Agrishow em Ribeirão Preto, interior paulista, a ministra Tereza Cristina, acompanhando o presidente Jair Bolsonaro, anunciou que já agendou uma viagem para o Vietnã, que também tem interesse na compra de gado vivo. Nessa modalidade de exportação, os animais são transportados em pé.

Comissão aprova medida que prevê mais anistia para o desmatamento no Brasil

Por David Arioch

Área desmatada no Brasil equivale à soma dos territórios dos estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe (Foto: Getty)

Com quinze votos a favor e três contra, a Comissão Mista de deputados e senadores aprovou ontem o relatório do deputado Sérgio Souza (MDB-PR) à Medida Provisória 867/2018, que altera o Código Florestal Brasileiro e prevê mais anistia para o desmatamento no Brasil, além de promover redução das reservas legais em alguns biomas como o Cerrado. A matéria agora vai ser encaminhada para votação na Câmara e no Senado.

Durante a sessão da comissão, o deputado Nilto Tatto (PT-SP) destacou que a Abrampa (Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente) e as maiores organizações ambientais do Brasil já se posicionaram contra a MP. “Além da insegurança jurídica, a aprovação vai colocar em risco o Código Florestal, e todo o trabalho feito para a sua votação em 2012″, comentou.

Embora o prazo original para a anistia de infrações ambientais por desmatamento no Brasil tenha terminado em dezembro de 2018, a MP defende prorrogação para 31 de dezembro deste ano, como forma de beneficiar mais proprietários ou posseiros rurais inscritos no Cadastro Ambiental Rural (CAR). A proposta permite a regularização de desmatamentos praticados até julho de 2008.

A iniciativa é vista com preocupação, considerando que, segundo pesquisadores do Instituto de Manejo e Certificação Agrícola (Imaflora) e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP), os produtores rurais já tiveram anistia de cerca de 41 milhões de hectares desmatados ilegalmente e que não prevê qualquer obrigação de restauração da área.

De acordo com os pesquisadores, a área equivale à soma dos territórios dos estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. Sendo assim, proporcionar mais anistia àqueles que têm favorecido o desmatamento no país também coloca ainda mais em risco o Código Florestal.

Agropecuária é apontada como responsável por 58% das emissões de gases do efeito estufa

Por David Arioch

80% das áreas agrícolas utilizadas atualmente fazem parte do ciclo da agropecuária | Foto: Pixabay

De acordo com o pesquisador da Universidade de Oxford, Joseph Poore, do Departamento de Pesquisa em Meio Ambiente, a agropecuária é responsável por 58% das emissões globais de gases do efeito estufa, que favorecem o aquecimento global e as mudanças climáticas.

Segundo Poore, que publicou no ano passado na revista Science um artigo que é resultado de um estudo que analisou dados de 40 mil fazendas que produzem 40 produtos agrícolas em 119 países, 80% das áreas agrícolas utilizadas atualmente fazem parte do ciclo da agropecuária.

O pesquisador afirma que a produção agropecuária demanda uma grande quantidade de recursos naturais e que o impacto dos produtos de origem animal de menor impacto normalmente excede o de seus substitutos de origem vegetal, fornecendo novas evidências para a importância de uma mudança de hábitos alimentares.

Comparando o impacto da produção de carne bovina com a proteína baseada em vegetais, ele diz que até mesmo a carne orgânica ou considerada sustentável pode requerer 36 vezes mais terra e gerar seis vezes mais emissões de gases do efeito estufa do que a produção de leguminosas como a ervilha, por exemplo.

Poore, defende que uma dieta vegana é provavelmente a melhor maneira de reduzir o impacto no planeta, não apenas por causa dos gases do efeito estufa, mas também por causa da acidificação global e eutrofização, além do uso de terra e água.

Para quem se preocupa com o meio ambiente, o pesquisador reforça que é muito melhor abdicar do consumo de alimentos de origem animal do que reduzir viagens de avião ou comprar um carro elétrico:

“Realmente são os produtos de origem animal que são responsáveis por muitos desses problemas. Evitar o consumo desses produtos traz benefícios ambientais muito melhores do que comprar carnes e laticínios sustentáveis”.

Em 2018, o estudo liderado por Joseph Poore, e intitulado “Reducing food’s environmental impacts through producers and consumers”, foi classificado pelo jornal britânico The Guardian como a maior análise já feita sobre os efeitos da produção agropecuária.

Cadela testemunha em julgamento de maus-tratos nas Ilhas Canárias

Por David Arioch

“Ela estava em choque quando foi resgatada. Ficou fechada em uma mala que mal cabia ela e sequer podia respirar, e seu corpo estava cheio de mordidas de outros cães” (Acervo: El Nuevo Dia)

Ontem, uma cadela da raça pit bull testemunhou em um julgamento de maus-tratos a animais contra o seu ex-tutor em Santa Cruz de Tenerife, nas Ilhas Canárias, na Espanha.

Em determinado momento da audiência, a juíza Sandra Barrera pediu que “entrasse a testemunha prejudicada, a cadela Milagros”, segundo a Agência EFE, da Espanha. A iniciativa da juíza foi elogiada e abriu um precedente para uma discussão mais ampla sobre maus-tratos aos animais.

A magistrada argumentou que embora “a pitbull não pudesse falar”, ela testemunharia acompanhada do médico legista e da acusação que explicaram as lesões sofridas pela cadela, que havia sido colocada dentro de uma mala e despejada em uma caçamba de lixo em 2012.

À época, pessoas que passavam pelas imediações ouviram os latidos da cadela e conseguiram fazer um buraco na mala, que estava fechada, para que a cachorra pudesse respirar, garantindo a própria sobrevivência.

De acordo com a EFE, o depoimento do acusado foi transmitido de Sevilha por videoconferência, já que ele cumpre pena de prisão preventiva por envolvimento em roubo. Na ocasião, o homem admitiu tê-la jogado em uma caçamba de lixo, porém sustentou que pensou que Milagros estivesse morta.

Agora o Ministério Público, atendendo a uma solicitação do abrigo de animais Valle Colino, responsável pelo resgate da cadela há sete anos, quer que o acusado seja condenado a nove meses de prisão.

Agora Milagros tem uma nova família e está bem saudável. No entanto, Adriana Naranjo, do Valle Colino, declarou à EFE que a situação dela era terrível em 2012:

“Ela estava em choque quando foi resgatada. Ficou fechada em uma mala que mal cabia ela e sequer podia respirar, e seu corpo estava cheio de mordidas de outros cães.”

Livro Vermelho da Fauna traz dados de 1173 espécies brasileiras ameaçadas de extinção

Por David Arioch

Obra contou com a participação de 1270 cientistas que avaliaram 12.254 espécies da fauna brasileira (Imagens: ICMBio)

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) publicou recentemente o Livro Vermelho da Fauna, que traz dados de 1173 espécies brasileiras ameaçadas de extinção.

A obra nacional dividida em sete volumes é considerada o maior esforço já feito sobre o tema no mundo, e contou com a participação de 1270 cientistas que avaliaram 12.254 espécies, incluindo peixes e invertebrados aquáticos.

Segundo o Livro Vermelho, em comparação à edição anterior, houve um aumento de 716 espécies ameaçadas no Brasil, que foram divididas em criticamente em perigo (CR), em perigo (EM) e vulnerável (VU). Por outro lado, 170 espécies deixaram de constar na lista de ameaçadas.

A obra, que tem a finalidade de delinear as melhores estratégias de conservação, traz uma abordagem que apresenta o conjunto de circunstâncias que colocam as espécies em risco, e também quais são e onde estão as principais ameaças.

Na capa do Volume 1 aparece o sapinho-admirável-de-barriga-vermelha (Melanophryniscus admirabilis), anfíbio endêmico do Sul da Mata Atlântica que em 2014 quase foi declarado extinto pela degradação do seu habitat, às margens do rio Forqueta, em Arvorezinha (RS).

No entanto, um acordo entre pesquisadores, empreendedores e autoridades ambientais permitiu que uma central hidrelétrica que acabaria de vez com o habitat do sapinho não fosse instalada.

“Essa é uma história do quanto o conhecimento é essencial para a conservação da biodiversidade. É a base segura para um diálogo objetivo e transformador”, destaca o cientista Marcelo Marcelino de Oliveira, diretor de pesquisa, avaliação e monitoramento da biodiversidade do ICMBio.

“Temos centenas de espécies de vertebrados, para não mencionar as milhares de espécies de invertebrados, que se distribuem em áreas tão ou mais restritas do que essa, algumas endêmicas a uma única e minúscula lagoa que, pelos mais variados motivos, pode simplesmente deixar de existir e, assim apagar, de modo definitivo e irreversível, milhares de anos de história evolutiva de uma forma de vida única no planeta”, enfatiza Oliveira.

Os sete volumes do Livro Vermelho da Fauna estão disponíveis para download. Para baixá-los, clique aqui.

Ativistas protocolam agravo contra decisão que condena à morte animais resgatados da farra do boi

Por David Arioch

Boi resgatado da Farra do Boi no dia 20 de abril em Governador Celso Ramos (Foto: GOR)

Ontem, o Grupo de Advocacia Animalista Voluntário de São Paulo (GAAV) protocolou, com a titularidade da ONG Princípio Animal e por encomenda do movimento Brasil Contra Farra (BCF), um agravo de instrumento contra decisão que garante a manutenção do abate de bovinos resgatados da farra do boi em Santa Catarina.

Em março, o Juiz Marco Aurélio Ghis Machado, titular da 3º Vara da Fazenda Pública, em Florianópolis, indeferiu a liminar do GAAV, encomendada pelo BCF, que pede o fim do abate sanitário dos bois sem brinco – o que justifica a necessidade do agravo.

O juiz alegou “que as normas sanitárias de Santa Catarina são rígidas, e assim devem ser para garantir a característica privilegiada do rebanho bovino, autorizando o abate de qualquer animal encontrado sem identificação”.

Porém os ativistas explicam que quando os animais são recolhidos da farra, ainda assim são abatidos. Se não pelas mãos dos farristas, acabam mortos pelas mãos do Estado devido às rígidas normas de vigilância sanitária da Cidasc.

Os farristas retiram o brinco do animal para que não seja identificada a procedência, ou seja, o emissário do boi, porque isso configuraria o crime. Diante do fato, a Cidasc alega que bois sem brinco são bovinos sem procedência e, portanto, podem conter doenças e contaminar todo o rebanho.

A inédita ação civil pública protocolada em março sustenta que os argumentos da Cidasc são inválidos, porque se os farristas retiram o brinco do animal, isso significa que os bovinos têm a orelha furada – logo já estiveram com brincos, comprovando que são animais vacinados e saudáveis.

A ACP requer o direito de, após os animais serem recolhidos da farra mediante horas de tortura e linchamento, permanecerem em quarentena, sendo examinados para descartar qualquer doença a fim de serem “rebrincados”; até mesmo em caráter educativo contra os crimes com animais.

“A ação civil pública foi pedida em caráter liminar para proteger os bovinos desde a Quaresma, porém a liminar foi negada pelo juiz. Ontem, entramos com o agravo pela vida dos bois da farra”, reforça o Brasil Contra Farra.

Mercado de produtos de beleza veganos deve ultrapassar US$ 3,5 bi em vendas este ano

Por David Arioch

Foto: Pixabay

O mercado global de produtos de beleza veganos deve ultrapassar 3,5 bilhões de dólares em vendas este ano, segundo relatório divulgado hoje pela Fact.MR, empresa de pesquisa global de mercado. Um aumento considerável em relação aos 3,3 bilhões alcançados em 2018.

A pesquisa aponta que a “proliferação do veganismo” tem chegado ao universo dos produtos de beleza, ampliando a demanda por produtos mais naturais e éticos.

“O mercado de produtos de beleza veganos está crescendo, em paralelo com a sempre crescente aversão do consumidor por produtos de origem animal devido a razões ambientais e éticas”, destaca a Fact.MR.

E reforça: “O crescente desejo de comprar produtos que atendam à questão acima mencionada, sem comprometer a qualidade, está alimentando o crescimento do mercado de produtos veganos.”

O relatório enfatiza também que com o número crescente da população se adaptando a um estilo de vida vegano, as empresas também são encorajadas a se adaptarem.

Conforme a pesquisa, o aumento do consumo ético está se traduzindo em uma transição massiva para produtos livres de crueldade, sem nenhum derivado animal e livre de testes em animais, favorecendo o crescimento desse mercado até 2028.

Entre os produtos que este ano devem alcançar número recorde de vendas estão os de cuidados com a pele, incluindo cremes, loções, esfoliantes – com uma estimativa de vendas de um bilhão de dólares até o final de 2019.

De acordo com a Fact MR., a convergência da indústria da beleza com o veganismo deve se ampliar ainda mais, já que a tendência é os consumidores monitorarem cada vez mais até que o ponto os produtos de beleza adquiridos são éticos.

Segundo o relatório, há uma preocupação da indústria de produtos de beleza veganos em excluir ingredientes comuns em produtos convencionais como parabenos e glúten.

O que tem favorecido também esse mercado são as lojas virtuais, já que a compra de muitos desses produtos é feita online.

Mercado de leites vegetais deve valer mais de US$ 12,1 bi até 2024

Por David Arioch

Rápida expansão do mercado de bebidas não lácteas é associada ao crescimento da preferência por alimentos veganos (Foto: Getty)

O mercado global de leites vegetais foi avaliado em nove bilhões de dólares em 2018. E a projeção é de que esse mercado cresça substancialmente até 2024.

Segundo relatório concluído no mês passado pela Research and Markets, a previsão é de que o mercado global de leites vegetais ultrapasse o valor de 12,1 bilhões de dólares até 2024, com uma taxa de crescimento anual composta de 4,91%.

De acordo com a pesquisa, isso se deve a uma mudança de hábitos por parte dos consumidores que estão buscando alternativas vegetais por considerá-las mais saudáveis do que as bebidas baseadas em laticínios.

Além disso, a rápida expansão do mercado de bebidas não lácteas é associada ao crescimento da preferência por alimentos veganos.

O relatório que cita o Brasil como um dos mercados que está se abrindo cada vez mais para essas alternativas destaca o crescimento da oferta e demanda de bebidas à base de amêndoas, soja, coco, arroz, aveia, entre outros.

No Brasil, segundo a Embrapa, a indústria leiteira viveu um período de estagnação em 2018. Inclusive no primeiro semestre do ano passado houve um decréscimo de 0,3% e o Brasil fechou o ano com um volume anual menor do que o de 2014.

O mercado brasileiro de alternativas aos laticínios cresceu 51,5% em 2018, e ofertas à base de soja, arroz, aveia, coco e amêndoas lideraram uma movimentação de R$ 545 milhões, segundo a empresa global de consultoria Euromonitor International.

E falando de crescimento global envolvendo não apenas leites vegetais, mas todas as alternativas aos laticínios, a previsão é de crescimento global de mais de 40% até 2023, segundo a ResearchandMarkets.

Há também uma previsão de que os iogurtes à base de vegetais podem superar os iogurtes lácteos a partir de 2025, pelo menos na América do Norte, segundo relatório da Data Bridge Market Research (DBMR), que considera em proporcionalidade a queda no consumo de laticínios e o crescimento da procura e da oferta por alternativas baseadas em vegetais.