O caso da cadelinha morta no Carrefour repercutiu mais do que o do jovem morto no Extra?

Os dois casos aconteceram em redes de mercados, e nos dois casos os autores estavam errados (Fotos: Reprodução)

No dia 28 de novembro de 2018, a cadelinha Manchinha foi morta brutalmente por um segurança do Carrefour, na unidade de Osasco. Na quinta-feira, o jovem Pedro Henrique Gonzaga foi morto por um segurança do Extra, no Rio de Janeiro. Os dois casos aconteceram em redes de mercados, e nos dois casos os autores estavam errados.

O primeiro matou premeditadamente a cadelinha. Ele e a perseguiu fora do Carrefour com a intenção de tirar-lhe a vida, e fez isso de forma planejada. Não há como refutar as imagens que foram divulgadas mais tarde e que geraram repercussão porque a vítima era simplesmente um animal doméstico, assim como muitos outros, que, em sua inocência, entram em estabelecimentos comerciais muitas vezes porque estão simplesmente com fome. Aos poucos, o caso foi repercutindo e ganhando importância, reforçando o erro do segurança, e despertando reflexão sobre a forma como os animais domésticos abandonados são tratados em ambientes comerciais.

No segundo caso, do jovem Pedro Henrique Gonzaga, de 19 anos, que supostamente tentou pegar a arma de um segurança do Extra da Barra da Tijuca e recebeu uma gravata que o levou a uma parada cardíaca e à morte, há um conflito de informações; e isso é o suficiente para dividir opiniões neste tempo em que vivemos, em que as pessoas pesam o valor da vida de acordo com o histórico dos personagens – mesmo que nada saibam realmente sobre eles, e talvez queiram apenas reforçar suas teorias sobre o direito ou não à vida.

Testemunhas disseram que informaram ao segurança que Pedro Henrique estava passando mal, mas ele persistiu argumentando que sabia o que estava fazendo. Na verdade, não sabia, porque o rapaz chegou a ficar roxo e faleceu – o que poderia ter sido evitado com o procedimento adequado. Porém, dizer que um jovem é usuário de drogas, como era o caso da vítima, normalmente é o suficiente para que muitas pessoas qualifiquem uma morte como justificável, ainda que essas pessoas torçam para a recuperação de usuários de drogas no cinema.

Considere também o atual cenário político brasileiro, em que dezenas foram eleitos sem propostas, mas apenas dizendo que “bandido bom é bandido morto”, e não será difícil entender isso. Mas isso não é um sintoma de que a vida humana pode valer menos do que a vida de um animal ou gerar menor repercussão – como tenho lido em inúmeras publicações.

Não é verdade que as pessoas se sensibilizam mais com animais do que com seres humanos. Se isso fosse verdade, as pessoas não se alimentariam de animais nem teríamos mais de 30 milhões de animais domésticos abandonados pelas ruas do Brasil, e todos eles passíveis de serem mortos a qualquer momento sem possibilidade de tornarem-se notícia.

O caso da cadelinha Manchinha, morta pelo segurança do Carrefour, por exemplo, também foi emblemático de um problema crônico vivido no país, que é o não reconhecimento do direito à vida não humana em inúmeras circunstâncias, e isso trouxe à tona uma reflexão ainda maior, sobre o valor que atribuímos aos animais. O episódio levantou até mesmo discussão sobre as dezenas de milhões de animais que matamos por ano para consumo só no Brasil. E tudo isso é pouco reconhecido, inclusive por muitas pessoas da esquerda brasileira que se orgulham de defender o direito à vida, desde que seja humana.

Honestamente, não vejo necessidade de comparar os dois casos, mas sim de chamar a atenção das pessoas para uma revisão de valores sobre a importância da vida. No ideário humano, comparações como essa intensificam rivalidades desnecessárias, e a balança dificilmente fica equilibrada. Além disso, ainda que por uma infelicidade seja possível encontrar pessoas comemorando a morte de Pedro Henrique, dizendo algo como “menos um”, “já era” ou algo do tipo, sem saber o nome da vítima e o que realmente aconteceu, alguns grandes veículos de comunicação já estão publicando notícias sobre a história do rapaz (quem ele era, seus interesses, objetivos). Algumas celebridades também estão repercutindo o assunto e criticando a conduta do segurança e lamentando a morte de Pedro Henrique.

E, querendo ou não, reconheço que a maneira como a imprensa aborda um assunto tem grande poder de sugestão sobre a interpretação de um fato por parcela bastante significativa da população – e isso também não pode ser ignorado. Ainda assim, desde ontem tenho visto muitos se manifestando contra a atitude do segurança do Extra, o que significa que há uma comoção em andamento. Porém, se sensibilizar ou não com a morte de alguém, seja humano ou não, sempre vai depender da nossa capacidade de empatia – dos valores que carregamos e da maneira como encaramos a vida e o mundo.

Fonte: Vegazeta

Filho de Jacques Cousteau vai ajudar no desenvolvimento de alternativas aos “frutos do mar”

Pierre-Yves: “Estou animado em contribuir com esses visionários” (Foto: Cabo News Today)

O filho do renomado conservacionista Jacques Cousteau, Pierre-Yves Cousteau, agora faz parte do conselho consultivo da BlueNalu, uma startup sediada em San Diego, nos Estados Unidos, que está desenvolvendo alternativas aos “frutos do mar” a partir de células cultivadas em laboratório. O objetivo é contribuir para acabar com a captura de camarões, lagostas, polvos, lulas e mexilhões.

“A equipe da BlueNalu é a mais experiente do setor e é claramente capaz de administrar a escala desse empreendimento, e estou animado em contribuir com esses visionários. Tenho uma relação muito pessoal com o mar, e os impactos da BlueNalu podem levar a uma melhoria significativa da nossa saúde global e da sustentabilidade de nossos oceanos”, justificou Cousteau em um comunicado oficial da startup.

Outras empresas também estão investindo em empreendimentos que ajudem a reduzir o impacto na vida marinha. Em agosto do ano passado, a Good Catch Foods, também dos EUA, arrecadou 8,7 milhões de dólares para investir em alternativas ao consumo de peixes e de “frutos do mar”. Alternativas veganas ao atum, aos hambúrgueres de peixes e aos alimentos baseados em siri estão entre as apostas da Good Catch.

Fonte: Vegazeta 

Premiado filme sobre pecuarista que se torna vegetariano vai ser disponibilizado gratuitamente

O curta conta a história de Jay Wilde, um fazendeiro que atuava no ramo de produção de leite e carne (Arte: Divulgação)

Premiado este mês no BAFTA, na Inglaterra, o filme de curta-metragem “73 Cows”, de Alex Lockwood, que conta a história do ex-pecuarista britânico Jay Wilde, que se tornou um vegetariano ético, vai ser disponibilizado gratuitamente no Vimeo no dia 1º de abril.

O curta conta a história de Jay Wilde, um fazendeiro que atuava no ramo de produção de leite e carne. Um dia, incomodado com a ideia de ter que enviar suas vacas para o matadouro, já que esse é o destino comum quando cai a produção de leite, Wilde decidiu mudar a sua vida e a das vacas que viviam em sua propriedade.

Em vez de enviá-las para a morte, Jay Wilde, de Derbyshire, na Inglaterra, as levou para um santuário, iniciando uma nova jornada de respeito e compaixão pelos animais. No filme com duração de 15 minutos, Wilde rompe uma tradição familiar e passa a investir na produção orgânica de vegetais com o apoio da organização The Vegan Society.

Fonte: Vegazeta

Veteranos do Exército dos EUA criam grupo para combater caçadores na África

Kinessa: “É realmente uma experiência de aprendizado não apenas para os guardas do parque, mas também para nossa equipe” (Foto: VETPAW)

Veteranos do Exército dos EUA criaram um grupo para combater caçadores na África Oriental. O objetivo do Empowered to Protect African Wildlife (VETPAW), uma organização sem fins lucrativos, é garantir a proteção de espécies de animais selvagens vítimas da caça furtiva – como elefantes, rinocerontes, hipopótamos, etc.

Atualmente o grupo está treinando guardas florestais, visando garantir resultados mais eficazes que possam coibir a caça. Um dos fundadores do grupo, Ryan Tate conta que eles não poderiam ficar de braços cruzados enquanto animais selvagens morrem em decorrência da ganância humana e pessoas são assassinadas tentando proteger a vida selvagem.

“Percebi que tenho as habilidades necessárias para ajudar a salvar os animais e as pessoas que arriscam suas vidas diariamente”, publicou Ryan Tate no site da VETPAW. Uma veterana do Exército que atuou como instrutora de armas por quatro anos, Kinessa Johnson relatou ao 11 Alive que eles estão trabalhando lado a lado com os guardas florestais.

“É realmente uma experiência de aprendizado não apenas para os guardas do parque, mas também para nossa equipe. Nossa intenção não é prejudicar ninguém; estamos aqui para treinar guardas florestais para que possam rastrear e deter caçadores e, finalmente, impedir a caça”, justificou Kinessa, acrescentando que o trabalho do grupo é mais estratégico.

Fonte: Vegazeta 

Festa pós-Oscar vai oferecer dezenas de opções para veganos

Cerimônia deste ano vai ser apresentada por Sam Rockwell, Frances McDormand, Allison Janney e Gary Oldman (Foto: The Academy Awards)

No dia 24, considerando o crescimento do número de atores, diretores e produtores, entre outros profissionais que não consomem nada de origem animal, a festa pós-Oscar 2019 vai oferecer um número ainda maior de opções para veganos do que no ano passado. O menu ficou a cargo do chef austríaco Wolfgang Puck, que desde 2015 tem se dedicado também à gastronomia vegana.

Em 2017, Puck publicou um artigo no Twin Cities falando sobre a procura cada vez mais crescente por pratos veganos, e que isso é algo positivo porque é inclusivo: “Você pode encontrar queijos veganos e até mesmo variedades veganas de manteigas feitas de oleaginosas, por exemplo. E também é possível em sua própria cozinha preparar molhos cremosos à base de oleaginosas, que ficam maravilhosamente ricos e lisos quando homogeneizados em um liquidificador, levando muitas pessoas que experimentam os resultados a duvidarem que um prato feito dessa forma não inclui laticínios.”

Segundo a organização Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA), dos 70 pratos que estarão no menu da festa pós-Oscar, a Governors Ball, algumas dezenas serão veganos – o que inclui guioza de cogumelo selvagem com molho ponzu de trufas negras, mini tacos de raiz de taro com berinjela com missô, rolinhos de verão embrulhados em maçã e tartar de cenoura com sementes de mostarda, rábano e alcachofra-girassol.

Entre as opções veganas também serão oferecidos pães de legumes, beterraba dourada com creme de amêndoas, tiramisu de baunilha com castanha-de-caju, halo-halo tropical, barrinhas de chocolate com coco e cookies de chocolate com sal marinho.

Fonte: Vegazeta

Cresce o número de veganos com mais de 60 anos

Anne Fraser, dos EUA, que se tornou vegana três semanas antes de completar 96 anos (Foto: Reprodução)

Atualmente está crescendo o número de veganos com mais de 60 anos. A prova disso é que diferente das décadas anteriores, hoje não é “impossível” ou tão difícil encontrar homens e mulheres com mais de 60 anos ou até mais de 70 anos revendo seus hábitos alimentares e optando por se abster do consumo de produtos de origem animal. O jornal britânico Telegraph endossou a mudança este mês.

Um exemplo de que não existe idade para aderir ao veganismo é a estadunidense Anne Fraser, que decidiu se tornar vegana faltando três semanas para o aniversário de 96 anos:

“Eu sempre terminei todas as minhas aulas [de ioga] com a oração ‘Que todos os seres sejam felizes e livres’ e depois de me tornar vegana, e aprendendo como nosso sistema de agricultura animal é desumano e cruel, percebi que eu não estava fazendo a minha parte. Eu estava orando para que todos os animais fossem felizes e livres, mas não contribuía ao consumir produtos de origem animal. Agora, quando digo essa oração, isso tem um significado mais profundo para mim”, revelou em publicação do tabloide britânico Metro.

Anne, que foi influenciada pela neta, diz que nunca se sentiu tão bem quanto depois que se tornou vegana. Ela cita uma versão saudável do “mac and cheese” vegano e tâmaras como seus alimentos preferidos.

Além das implicações morais e éticas da criação de animais para consumo, o que inclui a crueldade contra seres não humanos e o impacto para o meio ambiente, muitos idosos têm visto em uma dieta livre de alimentos de origem animal uma oportunidade de viver mais e melhor, segundo o Imperial College Healthcare NHS Trust, de Londres, na Inglaterra.

“Parece que uma [boa] dieta vegana pode não apenas reduzir a ascensão do diabetes, como parte de um plano de perda de peso, mas também pode ajudar com problemas renais”, declarou o médico Frank Miskelly, consultor de atendimento a idosos do NHS Trust, em entrevista ao Telegraph este mês.

De acordo com Miskelly, as dietas hiperproteicas associadas ao consumo de carne podem prejudicar os rins. “A perda de peso também pode ajudar com a síndrome metabólica, doença ocidental associada à obesidade, pressão alta e colesterol alto”, apontou o médico.

Fonte: Vegazeta

Ativista vegana de 12 anos vai ao Vaticano para tentar falar com o papa

“Precisamos de Sua Santidade para dar um exemplo ao mundo de que devemos agir agora para deter as mudanças climáticas e ajudar a evitar o sofrimento dos animais”

A ativista vegana Genesis Butler, de 12 anos, vai viajar dos Estados Unidos ao Vaticano para tentar falar com o Papa Francisco. O objetivo da jovem é convidá-lo a experimentar uma dieta baseada em vegetais durante a Quaresma, que começa em 6 de março e termina em 18 de abril.

Caso o papa aceite o convite, a Fundação Blue Horizon vai doar um milhão de dólares para uma instituição de caridade escolhida pelo papa. A iniciativa faz parte do projeto The Million Dollar Vegan, da organização Veganuary.

“Espero que o Papa Francisco se encontre comigo durante a minha viagem ao Vaticano para que eu possa explicar pessoalmente por que essa campanha é tão importante para mim e para o planeta”, justificou Genesis, acrescentando que também quer entregar ao papa milhares de assinaturas de pessoas que estão apoiando a campanha.

“Precisamos de Sua Santidade para dar um exemplo ao mundo de que devemos agir agora para deter as mudanças climáticas e ajudar a evitar o sofrimento dos animais”, declarou a ativista vegana.

Fonte: Vegazeta

Estudante vegana é impedida de doar sangue no Hemominas em BH

Diante da impossibilidade de doação de sangue, mais tarde, Daniela Batista entrou em contato com o Hemominas para reclamar do ocorrido e cobrar um posicionamento (Foto: Arquivo Pessoal)

No início deste mês, a estudante de enfermagem Daniela Batista, que é vegana, foi impedida de doar sangue no Hemocentro de Belo Horizonte (MG), da Fundação Hemominas.

Por volta das 14h, Daniela e o namorado Igor Lucian Manini foram até a unidade de Santa Efigênia, onde fizeram o cadastro na portaria, passaram pelos atendentes e aguardaram a entrevista com a enfermeira.

“Fiquei bem feliz porque estava cheio de doadores. Depois da entrevista, fui encaminhada para uma outra sala para avaliar o peso e realizar um exame rápido. A senhora que me atendeu me informou que eu tinha que lavar o braço e realizar um lanche”, relata a estudante.

Daniela explicou que por ser vegana não poderia consumir o lanche oferecido pelo hemocentro, que contém ingredientes de origem animal, e que por isso ela almoçou antes.

“Falou que eu não poderia doar porque precisava lanchar. Expliquei e ela pediu para aguardar. Fiquei um pouco na recepção do local, até que a senhora que realizou o teste rápido me falou que iria comunicar ao seu superior, justificando que ela nunca lidou com nenhum caso como esse”, informa Daniela.

A estudante conta que o namorado já havia doado sangue há quatro meses, e também explicou na época que não consumiria o lanche por ser vegano. Ele foi orientado apenas a tomar bastante água.

“Antes de ir ao Hemominas já estávamos tomando bastante água. Um médico veio conversar com a gente e falou que era necessário fazer o lanche porque ele é responsável por cada indivíduo que entra para realizar a doação de sangue”, narra.

Mais tarde, diante da impossibilidade de doação de sangue, Daniela Batista entrou em contato com o Hemominas para reclamar do ocorrido e cobrar um posicionamento.

A Equipe de Gerência de Captação e Cadastro se desculpou pelo ocorrido e declarou que repassou à reclamação à Gerência Técnica do Hemocentro de Belo Horizonte, que se dispôs a fazer um levantamento interno do que aconteceu para em seguida dar um retorno à estudante. Porém, Daniela lembra que o contato foi feito há mais de uma semana e o Hemominas não deu mais nenhum retorno.

Fonte: Vegazeta 

Turkish Airlines é acusada de colaborar com o tráfico de animais silvestres

“Ao não verificar com cuidado as cargas que transporta, a Turkish Airlines está contribuindo para o sofrimento e morte desses animais” (Foto: WAP)

A Turkish Airlines está sendo acusada pela World Animal Protection (WAP) de colaborar com o tráfico de animais silvestres. Segundo a organização, a companhia aérea tem sido usada para transportar ilegalmente papagaios-do-congo em voos que saem da República Democrática do Congo, Nigéria e Mali com destino a países do Oriente Médio e Ásia.

“Ao não verificar com cuidado as cargas que transporta, a Turkish Airlines está contribuindo para o sofrimento e morte desses animais. Recentemente, mais de 60 papagaios-do-congo transportados pela companhia da República Democrática do Congo ao Kuwait chegaram mortos ao destino”, denuncia a WAP, acrescentando que 66% desses papagaios vítimas de tráfico normalmente morrem antes de chegarem ao avião.

A Turkish Airlines havia se comprometido a ajudar a acabar com o comércio ilegal de animais silvestres, segundo a organização. “Porém, nossa investigação revelou que ela não está cumprindo a sua promessa”, lamentou. Normalmente os animais capturados têm suas penas cortadas para que não possam escapar voando. Além disso, são colocados em caixas apertadas e lotadas de pássaros.

Você pode colaborar com a campanha que pede à Turkish Airlines para parar de colaborar com o tráfico ilegal de papagaios assinando a petição disponível no site da WAP.

Fonte: Vegazeta

Veteranos do Exército dos EUA criam grupo para combater caçadores na África

Veteranos do Exército dos EUA criaram um grupo para combater caçadores na África Oriental. O objetivo do Empowered to Protect African Wildlife (VETPAW), uma organização sem fins lucrativos, é garantir a proteção de espécies de animais selvagens vítimas da caça furtiva – como elefantes, rinocerontes, hipopótamos, etc.

(Foto: VETPAW)

Atualmente o grupo está treinando guardas florestais, visando garantir resultados mais eficazes que possam coibir a caça. Um dos fundadores do grupo, Ryan Tate conta que eles não poderiam ficar de braços cruzados enquanto animais selvagens morrem em decorrência da ganância humana e pessoas são assassinadas tentando proteger a vida selvagem.

“Percebi que tenho as habilidades necessárias para ajudar a salvar os animais e as pessoas que arriscam suas vidas diariamente”, publicou Ryan Tate no site da VETPAW. Uma veterana do Exército que atuou como instrutora de armas por quatro anos, Kinessa Johnson relatou ao 11 Alive que eles estão trabalhando lado a lado com os guardas florestais.

“É realmente uma experiência de aprendizado não apenas para os guardas do parque, mas também para nossa equipe. Nossa intenção não é prejudicar ninguém; estamos aqui para treinar guardas florestais para que possam rastrear e deter caçadores e, finalmente, impedir a caça furtiva”, justificou Kinessa, acrescentando que o trabalho do grupo é mais estratégico.

Por David Arioch – jornalista, historiador e especialista em jornalismo cultural, histórico e literário.