Festival vegano vai oferecer opções a partir de R$ 7 em Belo Horizonte (MG)

No dia 9, das 11h às 18h, o Galpão Paraíso, na região leste de Belo Horizonte (MG) recebe o Festival Paraíso Veg, que vai oferecer opções de alimentos veganos a partir de R$ 7. A entrada é gratuita.

Evento pet friendly vai contar com a participação de 34 expositores (Fotos: Galpão Paraíso/Veggie Roots/Divulgação)

Além da gastronomia, outros atrativos oferecidos por 34 expositores incluem cervejas artesanais (da Cervejaria Protótipo), artesanato, moda, cosméticos, produtos de higiene pessoal e plantas ornamentais. Haverá ainda stand de tatuagem, participação de ONGs de proteção animal e roda de conversa com nutricionista vegana.

Segundo os realizadores do evento, Rodrigo Oliveira e Miguel Rocha, entre as opções gastronômicas estão hambúrgueres, pizzas, cachorros-quentes, feijão tropeiro, moqueca, salgados, pães artesanais, molhos, geleias, antepastos, cogumelos, bolos, bombons, sorvetes, bebidas probióticas e alimentos congelados.

A empresa Veggie Roots vai participar oferecendo veggie burgers livres de conservantes, aromatizantes e corantes artificiais. “Teremos burgers com tempero indiano, mexicano, árabe, tailandês e baiano”, informa Oliveira.

Já a Litta Massas Veganas confirmou a oferta de seis sabores de pizzas veganas no Paraíso Veg: de massa de beterraba com milho, cebola, pimentão e brócolis; de massa de abóbora com shitake e tomate; de massa de espinafre com palmito e pesto; e três versões com queijo vegano. A bandeja com seis minipizzas será vendida por R$ 20.

Saiba Mais

O Galpão Paraíso fica na Rua Cachoeira Dourada, no bairro Paraíso.

Fonte: Vegazeta


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Jovem é suspeita de matar cachorro em petshop de Assis Chateaubriand (PR)

Uma funcionária de uma pet shop é suspeita de matar um cachorro da raça Yorkshire em Assis Chateaubriand, no oeste do Paraná, na quinta-feira (30). Segundo a Polícia Civil, a jovem, de 19 anos, disse que teve uma crise nervosa.

“Ela alegou que ficou nervosa quando dava banho no animal porque teria sido mordida. Ela pegou o cachorro e bateu a cabeça dele em um balcão”, contou o delegado André Mendes.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

A jovem suspeita do crime, a proprietária do pet shop e a tutora do animal prestaram depoimento à Polícia Civil ainda na quinta-feira. Os nomes das três mulheres não foram divulgados pela polícia.

Depois de prestar depoimento, a jovem assinou um Termo Circunstanciado por maus-tratos contra animais com agravante de morte, e foi liberada. Ela deve participar de uma audiência no fórum criminal de Assis Chateaubriand.

A Polícia Civil solicitou imagens de câmeras de segurança da petshop para poder concluir o inquérito.

Esse foi o segundo caso de crime de maus-tratos investigado pela Polícia Civil em um período de 15 dias. Há duas semanas, um homem matou um cachorro para se vingar da ex-mulher. Ele alegou que estava drogado quando decidiu enforcar o animal dentro de casa. O caso foi encaminhado à Justiça.

Fonte: G1


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Cão é encontrado morto com arame preso ao corpo em ritual de magia

A ONG Cãogonhal denunciou um caso de abuso contra um cachorro. O animal foi encontrado morto, com arame preso ao corpo, em um ritual de magia maléfica, na cidade de Congonhal, em Minas Gerais.

Foto: Reprodução / ONG Cãogonhal / Pouso Alegre News

De acordo com a entidade, o cão foi encontrado em um loteamento da cidade. Ao denunciar o caso, a entidade teve o cuidado de não reproduzir preconceito contra religiões e fez uma publicação explicando a situação. As informações são do blog Pouso Alegre News.

“Sem querer reproduzir o senso comum e realmente apurar, procuramos membros de religiões de matrizes africanas e segundo informações (e pesquisas que realizamos) esse ritual não tem nenhum vínculo com religiões como umbanda ou candomblé e sim, se trata de magia voltada para o mal. Somos contra qualquer tipo de intolerância religiosa e por isso buscamos nos informar”, escreveu a ONG.

A entidade lembrou também que o caso configura maus-tratos devido à situação em que o animal estava, “com arame envolto em seu corpo”. Ainda segundo a Cãogonhal, o ritual foi realizado em local aberto e, por isso, inflige “as regras de vigilância sanitária ao deixar um cadáver em via pública”.

“Como, infelizmente nada pode ser feito em relação ao acontecido, pedimos à população que tenha cuidado com seus animais. E antes de apontar os dedos à religiões que fazem sacrifícios, reflitamos sobre nossos hábitos alimentares que envolvem morte animal diária”, concluiu a ONG, citando a exploração e a extrema crueldade as quais animais como porcos, galinhas e bois são expostos diariamente na indústria que os mata para consumo humano.

Atitudes de tutores pioram a ansiedade de separação em cães

A forma como os animais  são tratados mudou muito nos últimos anos – hoje eles são vistos como verdadeiros membros da família, usam roupinhas, ganham muitos mimos e alguns até andam de carrinho na rua, como se fossem bebês. Não há problema nenhum em dar carinho para o animal, mas esse tratamento excessivo pode causar problemas comportamentais como a ansiedade de separação.

Casos de cachorros que latem alto, choram muito, uivam e destroem vários objetos quando estão sozinhos em casa são muito comuns. O que poucos tutores se atentam é que esses são os principais sintomas da ansiedade de separação, ou seja, esses problemas podem ser corrigidos pela mudança no tratamento que o animal recebe no dia a dia.

Foto: shutterstock

“A ansiedade é causada por tutores que superprotegem, que excedem o carinho. O cachorro acaba se acostumando com isso e não quer ficar sozinho de jeito nenhum”, explica Cleber Santos, especialista em comportamento animal e proprietário da ComportPet. “Na maioria dos casos, o animal é tão mimado que está sempre no colo ou dentro do carrinho e não gasta energia, não é estimulado. A mente vazia também contribui para esse problema”, acrescenta.

Dessa forma, o tutor que sofre reclamações dos vizinhos ou sempre encontra uma bagunça diferente quando chega em casa precisa repensar a forma como o cão está sendo tratado. De acordo com Cleber Santos, alguns dos principais erros cometidos são:

Momento em que o cão é adotado

Ter um novo animal requer planejamento, já que o cão  necessita de cuidados e atenção. O problema é que o momento escolhido para levar o novo animal para casa pode não ser o ideal.

“O período de adaptação do cachorro ser durante as férias do tutor é um grande erro. O tutor fica 30 dias com o animal, que aprende que é normal ter gente em casa o dia inteiro, mas aí a rotina volta ao normal, o tutor volta a trabalhar e o animal fica sozinho durante um período do dia. Essa mudança é muito brusca e o animal pode acabar desenvolvendo ansiedade por separação”, explica Cleber.

Assim, o novo cachorro deve ser inserido diretamente na rotina normal da casa, para se acostumar desde o início.

“Fazer festa” quando chega em casa

Cleber conta que “é muito comum as pessoas chegarem em casa e encherem o cachorro de carinho e atenção enquanto ele está agitado e latindo. Isso prejudica e piora a ansiedade porque é uma recompensa para o cão, por um comportamento que não é saudável ele ter”.

O ideal é esperar o cachorro se acalmar, para só então fazer carinho e dar atenção.

Se despedir do cachorro quando vai sair de casa

Outro comportamento dos tutores que influencia para os problemas comportamentais do animal é se despedir quando sai de casa . “Falar ‘eu vou trabalhar e já volto, me espera’ deixa o cachorro ansioso”, conta Cleber.

Isso acontece porque o ato de falar com o animal faz com que ele crie uma expectativa de sair para passear ou ganhar um petisco, por exemplo. Mas o que realmente acontece é que o tutor sai e deixa o cão sozinho, assim o cão precisa encontrar alguma forma de gastar a energia que foi criada.

O especialista em comportamento animal indica o uso de brinquedos educativos nesse momento. “Pouco antes de sair coloque a ração do cão em um Kong e não se despeça. O animal estará entretido com a brincadeira e só perceberá a ausência do tutor após 10, 15 minutos. Isso impede que ele sofra com o momento da saída.”

Não impor regras ao animal

Um comportamento comum dos donos que mimam muito o animal é a falta de imposição de regras. Muitos acham lindo tudo que o cão faz e não colocam um limite para nada. Porém, exercitar o raciocínio do cão é muito importante porque a ansiedade também “é causada por uma mente vazia”. Assim, “quanto mais atividade mental, menor é a chance de o cachorro desenvolver o problema”.

Como resolver o problema?

Os tutores devem se preocupar em suprir necessidades, como a convivência com outros animais e o gasto de energia com atividades físicas e mentais. Isso vai ajudar na redução da ansiedade do animal.

Para aqueles que não têm muito tempo, duas opções disponíveis no mercado podem ajudar. A primeira delas é o serviço de dog walker, uma pessoa que vai passear com o cachorro todos os dias. “Além de garantir o gasto de energia, o cão vai se acostumar a conviver com outras pessoas que não o tutor e a passear ao lado de outros animais. O ideal são dois ou três passeios por dia com uma média de 30 minutos para cachorros de pequeno porte e uma hora para os de grande por passeio”, afirma Cleber.

A segunda opção disponível para melhorar a ansiedade de separação é a creche, onde o animal pode passar o período do dia que ficaria sozinho em casa. “O ambiente é mais descontraído e permite a convivência com outras pessoas e animais, o que ensina ao cão a saber dividir um brinquedo, por exemplo. O indicado são duas vezes por semana para cães de pequeno porte e de três a quatro vezes para os de grande porte.”

Fonte: Canal do Pet


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Para cientistas, impacto humano no aquecimento global é consenso

A pesquisa científica relacionada à influência das atividades humanas no aumento da concentração de CO2 na atmosfera é “robusta” mundialmente, permitindo projeções climáticas em nível regional e global. Segundo informações da Agência Senado, esta foi a tônica da fala de alguns cientistas brasileiros vinculados a organismos que se debruçam em pesquisas sobre o fenômeno do aquecimento global, durante audiência conjunta das Comissões de Relações Exteriores (CRE) e do Meio Ambiente (CMA) na quinta-feira (30).

— É importante ressaltarmos que esta é uma área de investigação muito ativa mundialmente. A cada semana são publicados pelo menos quatro ou cinco papers de impacto internacional. Só nos últimos seis meses, foram divulgados trabalhos de pesquisas coletando esforços de quase três mil cientistas, todos apontando questões preocupantes quanto à sustentabilidade ambiental no que tange às atividades humanas.

O ser humano já emite cerca de 40 bilhões de toneladas por ano de dióxido de carbono (CO2) (Arte: Getty)

A experiência indica que é improvável que três mil cientistas estejam equivocados em suas investigações, e apenas dois ou três estejam corretos — afirmou Paulo Artaxo, físico do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que também colabora junto ao Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU.

A manifestação de Artaxo se deu devido a indagações de internautas, e também de alguns senadores, quanto a posições manifestadas por grupos de cientistas de diversos países que renegam a interpretação de que as atividades humanas possam colaborar para alterações climáticas profundas no planeta. Chamados de “negacionistas” durante audiência na quinta-feira, dois deles, o climatologista Luiz Carlos Molion e o geógrafo Ricardo Felício, participaram de audiência conjunta da CRE e da CMA na terça-feira (28).

Críticas aos negacionistas

O astrogeofísico Gylvan Meira, que colaborou com o IPCC até 2015, alertou que especialmente nos EUA — país que mais abriga negacionistas no mundo — esta vertente de cientistas tradicionalmente é ligada ao lobby de poderosos setores industriais, como o do petróleo.

O que não impede os EUA de serem, por outro lado, a nação mais avançada nas pesquisas científicas tratando do impacto humano para o acúmulo de CO2 na atmosfera, e de ser onde mais organizações e empresas já adotam medidas mitigadoras concretas, aliadas a um pujante engajamento social, de acordo com Meira.

Os pesquisadores presentes à audiência ainda reiteraram que os trabalhos dos negacionistas apresentam fortes lacunas em relação ao rigor cientifico. Pediram aos internautas que consultem a Plataforma Lattes, onde, segundo eles, torna-se claro que a produção desta vertente no Brasil é “muito inferior” à tese predominante. Por fim, ainda afirmaram ser “público e notório” o vínculo de alguns negacionistas no país com o lobby do agronegócio.

Consenso mundial

Meira ressaltou ser um consenso mundial já há décadas, por meio de investigações em laboratório no âmbito da mecânica quântica, que as partículas de CO2 absorvem os raios infravermelhos. E é justamente a concentração destes gases na atmosfera, em grande medida emitidos por atividades humanas, um dos responsáveis pelo agravamento do efeito estufa, impedindo que o calor seja devolvido ao espaço.

Artaxo informou que hoje o ser humano já emite cerca de 40 bilhões de toneladas por ano de dióxido de carbono (CO2). Meira ainda enfatizou que estes gases permanecem na atmosfera, gerando efeitos por décadas.

Os pesquisadores também mostraram inúmeros gráficos e tabelas atestando que a concentração do CO2 tem crescido de forma consistente desde a Revolução Industrial (século 18), com sazonais períodos de declínio, e apresenta hoje seus índices mais altos. E seria justamente o recrudescimento da poluição ambiental, a partir da década de 1960, o principal responsável por um franco período de aquecimento global verificado desde então, segundo Artaxo.

Inclusão social

O biólogo Gustavo Luedemann, doutor em ecofisiologia vegetal pela Universidade Técnica de Munique (Alemanha) e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), lembrou que o IPCC controla um fundo de U$ 100 bilhões voltado ao financiamento de ações de mitigação aos danos ambientais.

Para ele, esta apresenta-se como uma oportunidade para que o Brasil incremente seu modelo econômico visando uma lógica mais sustentável, fomentando por exemplo ações de manejo florestal, que no seu entender, podem incluir sócio-economicamente regiões inteiras do país ainda marcadas por alarmantes índices de miséria e pobreza.

Já o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) criticou algumas diretrizes que percebe como “preocupantes” do governo, sobre a gestão do Fundo Amazônia. Este fundo, mantido principalmente pela Noruega, destina cerca de R$ 2 bilhões por ano para programas voltados à preservação ambiental na região.

O senador lembrou que centenas de ações com esta finalidade estão paralisadas na Amazônia, enquanto o governo manifesta sua intenção de utilizar estes recursos para pagar indenizações a fazendeiros, “em sua maioria grileiros de terra”, segundo Randolfe.

A geobotânica Mercedes Bustamante também criticou o governo de Jair Bolsonaro. Para ela, tem sido adotada uma política de desmonte na área da gestão ambiental.

Fonte: Vegazeta


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Três cachorros são resgatados vítimas de maus-tratos em Garopaba (SC)

Na última quinta-feira, 30, a Polícia Militar de Garopaba (SC) foi acionada para auxiliar em ocorrência de maus-tratos de animais. A PM de Paulo Lopes também auxiliou na operação de resgate. Os órgãos foram acionados por Rejane, Protetora de Animais e Sócia Fundadora da APAG – Associação Protetora dos Animais de Garopaba.

Rejane teria recebido uma denúncia de abandono, maus-tratos e descaso total com os cachorros, que estavam no Canto da Penha, local próximo à Escola Municipal Salomão Silveira, em Garopaba.

(Foto: arquivo pessoal )

— Os três cães estavam acorrentados, no relento, esqueléticos, gritando desesperadamente por socorro. Foi uma cena muito triste, chorávamos — lamenta a protetora, que abriga em sua casa gatos, cachorros e cavalos resgatados, disponíveis para adoção.

Rejane lembrou de contatar Paulo, ex-vizinho e amigo, que também é ativo nas causas animais.

Paulo Santangelo, Engenheiro de Telecomunicações, que hoje dedica sua vida à proteção dos 80 animais que recolheu da rua, conta que recebe este tipo de relato de maus-tratos diariamente. Em entrevista à reportagem Paulo aconselha:

— Eu sugeriria reduzir o limite de velocidade que é de 110 para 80km/h, pelo menos num trecho de 1km que corta o centro de Paulo Lopes aos outros bairros. Algum dia pode acontecer um acidente sério pelo grande fluxo de caminhões na BR e de cachorros transitando.

Segundo informações de vizinhos da região, os cães teriam sido abandonados pelos tutores.

— Eles são de um casal que viaja com frequência, fica semanas fora e deixa eles amarrados, na chuva, sem comida e água, quando não deixam soltos na BR-101 para serem atropelados.

Agora as duas fêmeas estão na casa de Rejane se recuperando para irem para adoção. O macho está com uma amiga da cuidadora.

Maltratar é crime

Maus-tratos a animais é crime federal, e a legislação catarinense reconhece cães, gatos e cavalos como seres sencientes, sujeitos a sentimentos como dor e angústia, o que agrava qualquer situação de crueldade.

As denúncias devem ser feitas imediatamente após presenciar algum caso, ligando à Polícia Militar, no telefone de emergência 190.

Animais para adoção

Paulo Santangelo é um dos protetores de animais da Grande Florianópolis, que cuida de animais abandonados e em situações de vulnerabilidade. Engenheiro de Telecomunicações, dedica sua renda para seus amigos de quatro patas. Ele aceita doações de ração, auxílio financeiro com as vacinas, consultas e acessórios.

Caso haja interesse de adoção, o sítio de Paulo fica em Palhoça e o contato com ele pode ser feito através do telefone (48)9616-8601.

Todos os animais de Paulo são vacinados e vermifugados. Veja alguns deles:

(Foto: arquivo pessoal )

(Foto: arquivo pessoal )

(Foto: arquivo pessoal )

(Foto: arquivo pessoal )

(Foto: arquivo pessoal )

(Foto: arquivo pessoal )

(Foto: arquivo pessoal )

Fonte: NSC Total


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Visita à Chapada dos Veadeiros será cobrada a partir de 25 de junho

A partir do dia 25 de junho, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, uma das unidades de conservação mais visitadas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), vai iniciar a cobrança de ingresso.

Há promessas de inúmeras benfeitorias a serem feitas com os recursos da arrecadação com a venda de ingressos (Foto: Getty)

Os brasileiros terão de pagar 17 reais para entrar no parque, com exceção dos residentes no entorno que pagarão três reais. Para o público estrangeiro, o valor será de 34 reais, menos para os visitantes dos países do Mercosul, que terão de pagar 26 reais. O pagamento faz parte do processo de concessão de serviços de visitação com a empresa Sociparques.

Há promessa é de que os recursos arrecadados por meio de cobrança de ingresso serão destinados a melhorias e implementação da operação no Parque situado na região centro-oeste de Goiás. Com isso, a empresa fará a reforma do Centro de Visitantes, manutenção das áreas comuns, manejo das trilhas e implantação de uma nova exposição interpretativa no Centro de Visitante.

Com a arrecadação também está prevista a implantação de transporte interno para todos os públicos, o que, segundo informações do ICMBio, visa melhorar a experiência das pessoas com mobilidade reduzida e garantir que todos tenham acesso aos atrativos do parque.

Há também um compromisso de construção de galpão rústico e banheiro seco na área de acampamento da Travessia das Sete Quedas, reforma do alojamento de brigadistas e voluntários e ainda a implantação de banheiro e serviço de alimentação no atrativo Corredeiras.

Os serviços licitados incluem a operação de controle de acesso ao Parque, recepção de visitantes, venda de ingressos, alimentação, loja de conveniência, espaço de campismo das Sete Quedas e transporte interno. Os investimentos estão estimados em R$ 2.258.000,00.

Fonte: Vegazeta


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Câmara aprova castração obrigatória para animais em locais de risco em Florianópolis (SC)

Foi aprovado por unanimidade, na Câmara de Vereadores de Florianópolis (SC), o Projeto de Lei que torna a castração de cães e gatos obrigatória em áreas consideradas de ‘risco’ no município.

Foto: Pixabay

O Projeto da vereadora Maria da Graça foi aprovado na última semana e deve ser encaminhado para redação final e em seguida para a sanção do prefeito Gean Loureiro. Se sancionada, a lei vai obrigar a castração de cães e gatos em bairros onde foram registrados casos de zoonoses, ou em locais considerados áreas de risco zoossanitário, que são os locais onde os animais apresentaram alguma doença que pode ser transmitida para seres humanos.

A Lei é uma medida de saúde pública, considerando que doenças como raiva, leptospirose, toxoplasmose entre outras podem ser passadas para os moradores desses locais. Uma forma também de beneficiar os animais, reduzindo o número de cães e gatos nas ruas e em situação de maus-tratos.

Fonte: ND+


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Tutor leva cachorra cega em escala para ajudá-la a recuperar sua confiança

Foto: Instagram/_roamad_

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Kyle Rohrig sabia que seria arriscado trazer sua cachorra da raça shiba inu de 8 anos, Katana, para a Florida Trail (Trilha da Flórida). A caminhada de 1.100 milhas ja era desafiadora o suficiente para terminar sozinho quem dirá com um cão cego ao lado, seria o maior teste de paciência e perseverança que ele já havia enfrentado.

“Quando trouxe Katana para cá, era para afundar ou nadar, ou tudo ou nada”, disse Rohrig ao The Dodo. “A única pegadinha da aventura é que eu não ia deixá-la afundar jamais”.

Katana já era uma “trilheira” experiente quando começou a perder a visão. Ela e seu pai haviam completado o percurso da Trilha dos Apalaches, de 4.200 km, e estavam no meio de uma caminhada de 2.650 milhas (cerca de 4.300 km) da trlha do Pacific Crest Trail, quando o glaucoma a atingiu e nublou a visão do seu olho esquerdo.

Foto: Instagram/_roamad_

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Os dois foram forçados a deixar o deserto para que Katana pudesse fazer uma cirurgia, mas retornaram, como bons aventureiros, assim que o veterinário a liberou para terminar a trilha juntos.

No entanto, quando Katana perdeu a visão em seu olho direito um pouco menos de dois anos depois, a personalidade da cadelinha sempre confiante mudou. “No começo, ela se tornou muito cautelosa e tímida ao fazer qualquer coisa”, disse Rohrig. “Ela parecia insegura de si mesma”.

Rohrig sabia que Katana poderia memorizar o layout de uma casa e viver o resto de seus dias com conforto, mas ele não queria acreditar que suas aventuras juntos tinham acabado.

Foto: Instagram/_roamad_

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Quando Katana começou a se acostumar com a escuridão, Rohrig formulou um plano para reconstruir a confiança de sua filhota em si mesma e em suas habilidades como “trilheira”.

“Eu estava de olho na trilha da Florida Trail há alguns anos, mas nunca fiz planos oficiais para percorrê-la”, disse Rohrig. “Depois que Katana ficou cega, eu pensei que seria o caminho perfeito, literalmente, para ajudá-la a realmente aceitar suas novas circunstâncias e superá-las”.

“Nós tínhamos ‘comido e dormido’ sua cegueira por meses”, ele acrescentou, “mas lá fora, na trilha, estaríamos respirando também”.

Foto: Instagram/_roamad_

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Rohrig e Katana começaram sua caminhada em 8 de janeiro, no início da trilha em Big Cypress, no Everglades (EUA). Ele calculou que levaria entre dois e três meses para atravessar o estado até o Forte Pickens.

A trilha era praticamente plana – mas é aí que a facilidade acabou. “O clima estava muito úmido, lamacento, cheio de insetos e às vezes tínhamos que atravessar água, lama ou pântano por quilômetros … às vezes cobertos de água ou barro até a cintura”, disse Rohrig. “Foi um ano difícil e úmido para fazer esta trilha.”

Nos 72 dias seguintes, os dois jacarés, cobras, estradas ocupadas, árvores derrubadas e, às vezes, uma trilha que simplesmente desaparecia no crescimento exagerado do mato nas bordas. “A trilha da Flórida foi tão monótona e cansativa quanto esperávamos”, disse Rohrig.

Foto: Instagram/_roamad_

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Katana caminhava sozinha todos os dias – mesmo que fosse só por uma milha ou duas. Sempre que as condições da trilha ficavam muito difíceis, Rohrig colocava Katana nos ombros sobre a mochila e adotava uma postura ágil mesmo com os 21 quilos a mais da filha. A cachorrinha se reclinava nas costas do pai como se estivesse descansando em seu sofá em casa, Rohrig observou: “Foi um ótimo sistema que funcionou incrivelmente bem”.

“Ela amava cada segundo da liberdade da trilha na natureza e explorava novos lugares”, acrescentou Rohrig. “Eu realmente acho que esse é o sonho de todo cachorro.”

Ao todo, Katana caminhou mais de 200 milhas (cerca de 300 km) da trilha ela mesma, enquanto Rohrig a levou nas costas por mais de 800 milhas (em torno de 1.200 km).

Foto: Instagram/_roamad_

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Quando chegaram à fronteira do estado no final de março, Rohrig pôde dizer que a cachorra medrosa com quem ele partiu de casa já não era o mesma que essa cadelinha forte e segura de si, liderando o caminho em direção ao final da jornada.

“Eu não sei exatamente como ela fazia isso, mas ela podia me guiar para baixo na trilha perfeitamente, sem atingir um único obstáculo, enquanto respondia e desviava a cada reviravolta na pista”, disse Rohrig. “Katana passou de cautelosa e tímida para confiante e curiosa”.

A experiência também mudou a vida de Rohrig. “Foi emocionante vê-la se sair tão bem”, disse ele, “como se nada tivesse mudado desde nossos dias nostálgicos, quando começamos a fazer caminhadas de longa distância juntos”.

Agora em casa, Katana está aplicando todas as habilidades que aprendeu em sua aventura em sua vida cotidiana. Ela entra e sai pelas portas de cães para patrulhar o enorme quintal de sua casa, e ela pula pra cima e pra fora do sofá e da cama sem pensar duas vezes.

“Ela não está apenas lidando com suas novas circunstâncias – ela está prosperando, e está evoluindo e ousando onde quer que vá”, disse Rohrig. “Temos muitas outras aventuras planejadas, e vou continuar a levá-la até que ela pare de apreciá-las. Nós dois estamos vivendo o nosso sonho juntos”.

Prefeito de Londrina (PR) sanciona lei que institui “Dia do Protetor de Animais”

O prefeito Marcelo Belinati sancionou duas leis importantes, na manhã dessa quinta-feira (30), em defesa e proteção dos animais. A Lei nº 12.865/2019, que institui, no calendário de Comemorações Oficiais do Município, o Dia do Protetor de Animais, e a Lei nº 12.867/2019, que altera a estrutura organizacional da SEMA (Secretaria Municipal do Ambiente), para criar um setor de proteção animal.

O Dia do Protetor de Animais será comemorado anualmente no dia 10 de agosto, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da proteção animal para a saúde pública e para a preservação e promoção dos direitos animais. O projeto de lei é de autoria da vereadora Daniele Ziober. A data já era comemorada nacionalmente.

Foto: Pixabayto-

Por meio da lei nº 12.867/2019, acrescenta-se, na estrutura da SEMA, a Diretoria de Bem Estar Animal, a Gerência de Proteção Animal e a Gerência de Fauna. No primeiro momento, a estrutura contará com um diretor e dois gerentes, além de alguns fiscais, que deverão ser remanejados para o setor.

O prefeito Marcelo Belinati disse que Londrina nunca teve um política pública voltada especificamente para os animais e que esta administração está criando e construindo políticas públicas nesta área. “Isso é uma questão de saúde pública e de amor aos animais. Com uma diretoria específica, voltada para os cuidados dos animais da cidade, tenho certeza de que vamos conseguir muitos avanços para área”, disse.

O prefeito lembrou as diversas conquistas alcançadas até agora, entre elas a ampliação da castração dos animais, a criação do COMUPDA (Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais); a instituição do Centro de Zoonoses, que já está com o projeto estrutural pronto; a criação do Banco de Ração; e a proibição uso de fogos de artifício com efeitos sonoros, que causam desconforto para os animais e crianças com autismo. “Ainda precisamos avançar, pois temos diversas demandas para resolver nesta área, como a circulação de animais de grande porte em vias da cidade e a questão dos protetores dos animais e ONGs, que precisam do apoio do poder público. O que posso dizer é que estamos caminhando e construindo políticas públicas voltada para os animais”, enfatizou.

A gerente de Fiscalização da SEMA, Graziella Santana, representando o secretário municipal do Ambiente, José Roberto Behrend, destacou que, com a sanção da Lei nº 12.867/2019, está se criando um espaço voltado especificamente para pensar na causa animal de Londrina, buscando desenvolver políticas públicas mais efetivas para a área. “Também melhorar a qualidade da fiscalização, que já era feita pela Fiscalização Ambiental, e pensar na questão da guarda responsável e adoção de animais”, afirmou. Segundo Graziela, a SEMA recebe cerca de 20 denúncias de maus-tratos a animais por dia, representando a maior demanda da Fiscalização Ambiental.

A população pode continuar fazendo denúncias de maus-tratos a animais entrando em contato com a SEMA, pelo telefone (43) 3372-4771 ou pelo whatsapp (43) 99994-8677. A multa, para quem pratica maus-tratos a animais, pode variar de R$ 50,00 a R$ 100 milhões, estipulado pelo Código Ambiental Municipal.

A vereadora Daniele Ziober, autora do projeto de Lei que instituiu o Dia do Protetor de Animais, destacou que além as ONGs de proteção animal, os protetores independentes fazem um trabalho fundamental em Londrina. “É uma data para se comemorar e olhar para estes protetores, vendo como eles estão vivendo e de que forma o poder público pode auxiliar estas pessoas”, disse. Com relação a instituição da Diretoria de Bem Estar Animal e as gerências, Daniele contou que é uma grande conquista, pois a secretaria passa a ter pessoas para cuidar especificamente da proteção animal.

Também estiveram presentes na solenidade de sanção das leis, a presidente do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais, Bruna Ontivero; os vereadores João Martins, Emanuel Gomes, Jamil Janene e Pastor Gerson Araújo; além de representantes de ONGs de proteção animal e protetores.

Fonte: BONDE


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