Polícia resgata 36 cães das raças yorkshire e lhasa apso de canil

Polícia resgata 36 cães das raças yorkshire e lhasa apso de canil irregular no bairro Xaxim — Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba

A Polícia Civil resgatou 36 cães das raças yorkshire e lhasa apso de um canil irregular em funcionamento no bairro Xaxim, em Curitiba, na manhã da última sexta-feira (31).

Segundo a prefeitura, a denúncia chegou via Central 156. Depois de serem avaliados por veterinários e receberem um microchip de identificação, os animais ficarão sob a guarda da ONG Somos Amigos dos Animais até a conclusão do processo.

Os responsáveis pelo canil foram multados em R$ 18 mil por comércio ilegal e levados à delegacia para prestar esclarecimentos.

Segundo a prefeitura, de janeiro a maio, a Rede de Proteção resgatou 378 cães de situações de maus-tratos e comércio ilegal.

Fonte: G1


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Cadela idosa é resgatada após viver 15 anos acorrentada

Uma cadela foi resgatada após viver 15 anos acorrentada. O descaso e a negligência dos tutores que a mantinham presa era tamanho que ela nunca teve um nome. Tratada como um objeto, ela vivia jogada no quintal.

Foto: Reprodução / YouTube

Viktor Larkhill foi o responsável por resgatá-la. Quando a encontrou, ela estava com os pelos embaraçados e tinha um grande volume, semelhante a tumor, no corpo, que, segundo Viktor, estava tão dolorido que ela chorava quando o local era tocado por alguém. Apática, ela foi levada para uma clínica veterinária. As informações são do portal Olhar Animal.

Na clínica, ela foi submetida a exames e teve que ser operada. Doente, ela passou a receber tratamento veterinário e ganhou, pela primeira vez, já na velhice, um nome: Maria.

Todo o desamor ao qual foi submetida ficou no passado e, de agora em diante, a cadela pôde passar a viver uma nova vida, cercada de respeito, amor e cuidados.

Veja o vídeo do resgate abaixo:

Centenas de porcos são encontrados em situação degradante em Osasco (SP)

Por David Arioch

Animais resgatados hoje pela ONG Bendita Adoção (Fotos: Beatriz Silva/Bendita Adoção)

A bióloga e ativista dos direitos animais Beatriz Silva, da ONG Bendita Adoção, passou o dia de hoje em uma comunidade de Presidente Altino, em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, acompanhando e registrando a triste realidade de centenas de porcos criados de forma clandestina para consumo.

“Só na comunidade de Presidente Altino, sabemos que há muito mais de 200 porcos nessas condições. Além desses animais já levarem uma vida cruel, consumindo lixo e fezes, as pessoas ainda abatem esses porcos e comem”, lamenta Beatriz, que conseguiu resgatar alguns suínos que estavam vagando e procurando comida nas lixeiras.

Não é a primeira vez que a ativista e bióloga denuncia esse tipo de situação na cidade. Em 2013, ela resgatou um porco no Jardim Veloso, outra comunidade em que também há criação clandestina de porcos, onde os animais vivem em situação degradante, segundo Beatriz.

“Só conseguimos resgatar alguns animais hoje porque quando sobem para procurar comida, é possível ter acesso a alguns deles. Na comunidade mesmo [em Presidente Altino], é impossível se aproximar dos animais porque os moradores não deixam”, lamenta.

Alguns suínos foram encontrados feridos – como uma porquinha com a pata quebrada. Beatriz confidencia que, mesmo tendo o resgate de animais como parte da sua rotina com a ONG Bendita Adoção, o impacto dessa experiência é muito grande.

“Estou passando mal de ter ficado o dia todo lá. É muito estresse. Eles vivem em condições completamente indignas. É algo realmente nojento e obscuro”, avalia.

De acordo com Beatriz Silva, a julgar pela qualidade das fezes dos porcos encontradas na localidade, há animais que aparentam sofrer de algum tipo de enfermidade. “Não sei ainda quais estão em pior situação, se são aqueles que conseguem sair para procurar comida nas lixeiras e atravessam a avenida e morrem atropelados ou aqueles que vivem confinados dentro da comunidade. A situação desses é de olhar e querer vomitar”, desabafa.

Beatriz conta que já entraram com uma ação contra a criação clandestina de porcos em Osasco e agora estão recolhendo provas para fazer isso novamente em breve.

Acompanhe o trabalho da ONG Bendita Adoção:

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Quem quiser contribuir com o trabalho de resgate de suínos realizado pela ONG Bendita Adoção em Osasco (SP), pode fazer uma doação:

Caixa Econômica Federal

Associação Bendita Adoção

Agência: 0326

Conta Poupança: 24090-1

CNPJ: 26.306.403/0001-57

Operação: 013 (para contas da Caixa)

Paypal: amazons@ig.com.br

Picpay: benditaadocao


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Produtor e músico Simon Cowell perde 10 quilos ao adotar uma alimentação vegetariana estrita

Foto: Plant Based News/Reprodução

Foto: Plant Based News/Reprodução

O magnata do ramo musical, produtor e ex-jurado do programa Ídolos e X-Factor, Simon Cowell, anunciou que perdeu cerca de 10 quilos desde que abandonou carne, laticínios, trigo e açúcar – enquanto trabalha para adotar uma alimentação totalmente vegana.

Em uma entrevista concedida ao Extra, o produtor e executivo musical disse que se sente “muito melhor” desde que mudou sua alimentação, e que perdeu cerca de 10 quilos por causa disso.

Ele também disse que, enquanto a pizza sempre foi seu maior desejo – ele não se permite qualquer desvio de sua dieta e nenhum “dia de trapaça”.

Vegano?

Quando a estrela anunciou sua drástica mudança alimentar para o The Sun, ele disse que “em breve desistiria do peixe”.

Ainda não foi confirmado se Cowell já se comprometeu totalmente com uma dieta baseada em vegetais.

“A palavra dieta me faz infeliz”

Ele também disse ao The Sun que sua nova forma de se alimentar o tornara mais bonito – dizendo: “Eu era uma nota 8 oito numa escala de 10 e agora eu sou 11” e descreveu uma série de benefícios que ele já havia percebido.

“Eu tenho mais energia e foco e não foi difícil mudar. Eu não gosto de usar a palavra dieta, porque essa é a razão pela qual eu nunca fiz uma dieta antes – a palavra dieta me deixa infeliz”, acrescentou Cowell.

Filhote de cachorro abandonado perde um olho após ser torturado por gangue de abusadores

A cadelinha Oakley após a cirurgia | Foto: Kent County Sheriff's Office

A cadelinha Oakley após a cirurgia | Foto: Kent County Sheriff’s Office

Um filhote de cachorro teve que ter seu olho removido cirurgicamente após ser baleado e torturado por uma gangue de abusadores de animais.

O filhote amigável e brincalhão, é na verdade uma cachorrinha e foi batizada de Oakley. Ela foi repetidamente alvejada por tiros de balas de festim durante a agressão covarde e cruel e depois deixada para morrer.

Oakley foi resgatada por uma uma mulher que reside na região e ouviu os tiros do lado de fora de sua casa, em Bakersfield na Califórnia (EUA), ela correu para ver o que era, foi quando encontrou o animal ferido.

Oakley recebe carinhos e mimos dos funcionários do gabinete do xerife | Foto: Kent County Sheriff's Office

Oakley recebe carinhos e mimos dos funcionários do gabinete do xerife | Foto: Kent County Sheriff’s Office

O filhote que tem o pelo curto branco com manchas marrom e brancas pelo corpo foi encontrado ganindo de dor sob o carro da mulher enquanto quatro pessoas fugiram correndo do local.

Oakley foi levada às pressas para o centro de resgate mais próximo, onde os veterinários conseguiram salvar sua vida.

Infelizmente, ela teve que ter o olho removido, devido a gravidade de seus ferimentos.

Oficiais do Gabinete do Xerife do Condado de Kent disseram que ela saiu da cirurgia alegre e animada.

Oakley será colocada para adoção assim que se recuperar totalmente.

Oakley com membros da equipe de resgate que ajudaram a salvar sua vida | Foto: Kent County Sheriff's Office

Oakley com membros da equipe de resgate que ajudaram a salvar sua vida | Foto: Kent County Sheriff’s Office

A polícia abriu uma investigação sobre o terrível ato caracterizado como crime de crueldade contra animais, relata o jornal Metro.

Esta semana um cão na Irlanda do Norte teve que ser sacrificado depois de ter ácido jogado por todo o seu corpo.

O animal de estimação da família foi levado por Hannah Marriott depois que apareceu em sua porta com ferimentos doentios. Hannah, de Newry, na Irlanda do Norte, disse: “Quem fez isso com esse pobre cachorro está doente, completamente louco”.

O cão ferido foi encontrado no bairro de Parkhead da cidade na terça-feira.

Centenas de pessoas foram às mídias sociais para desabafar seu horror ao tratamento do animal, relata Belfast Live.

Um deles disse: “A família do cachorro foi notificada e eles estão traumatizados com o que aconteceu ao seu animal de doméstico”.

Respeito à vida

Violência e brutalidade contra animais são sintomas de uma causa antiga e nociva: o especismo. Julgando-se superior às demais espécies do planeta o ser humano, abusa, mata, come e usa os animais e meio ambiente como se fosse bens de consumo descartáveis disponíveis para o seu consumo e à sua disposição.

Animais são vidas preciosas, seres sencientes, capazes de sentir, amar, sofrer, criar vínculos profundos e compreender o mundo ao seu redor. Qualquer violência contra um animal é um atentado contra a vida em si, contra seus direitos e contra a própria humanidade.

Companheiros de planeta e não seres inferiores, os animais tem sofrido sob o jugo secular, impiedoso e cruel da humanidade, arbitrariamente e sem defesa. Cabe a nós o reconhecimento de sua presença como espécies irmãs no planeta e tão dignas de direitos como os seres humanos.

É o mínimo em um mundo onde são feridos, mutilados, desrespeitados, abusados e muitas vezes mortos indiscriminadamente.

Leopardo nebuloso é visto em Taiwan após ser considerado extinto por 30 anos

Um leopardo nebuloso, espécie que há 30 anos era considerada extinta, foi visto por guardas florestais em Taiwan. Dois avistamentos foram registrados e, depois disso, uma reunião foi marcada pelos integrantes da aldeia Alangyi para discutir o caso, conforme explicou Kao Cheng-chi, líder da tribo Paiwan.

Reprodução / Portal Curiosidades da Terra

O encontro resultou na decisão de proibir estrangeiros de caçar na área. Além disso, anciões de Alangyi passaram a exigir que o Escritório Florestal do Distrito de Taitung pare de cortar árvores e de realizar outras ações destrutivas na região da aldeia. As informações são do portal Curiosidades da Terra.

O animal era considerado extinto porque desde 1983 nenhum leopardo havia sido visto. Entre 2001 e 2013, uma equipe de zoologistas de Taiwan e dos Estados Unidos promoveu estudos na área e não documentou nenhum leopardo nebuloso.


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Escola adota cadela abandonada para incentivar adoção entre as crianças

Uma escola de Americana, no interior de São Paulo, decidiu adotar uma cadela abandonada para conscientiza os alunos que a adoção é uma escolha acertada a se tomar no que se refere aos animais.

Foto: Jornal Americanense

A cadela, chamada Theodora, ganhou um novo lar graças à iniciativa da Escola de Educação Infantil Primavera, que não só adotou o animal, como o incluiu na parte educacional dos alunos.

O animal é dócil e convive bem com as crianças, que receberam a missão de alimentar Theodora e brincar com ela diariamente. As informações são do portal Jornal Americanense.

Com o convívio com a cadela, as crianças aprendem a ter senso de responsabilidade, além de expandirem a compaixão pelos animais.

Além disso, o fato de Theodora ser uma cadela sem raça definida, retirada das ruas, também serve como uma importante ferramente de educação, já que ensina as crianças a valorizar o amor e não a raça de um animal, além de incentivá-las a optar pela adoção e não pelo comércio de seres vivos.

Cão que dormia em sofá de loja de móveis é adotado por funcionário

Um cachorro que foi fotografado dormindo no sofá de uma unidade das Casas Bahia foi adotado por um funcionário da loja. O caso aconteceu em Suzano (SP).

Foto: Reprodução / Razões Para Acreditar

De acordo com o gerente da loja, Wilson Moreira, há mais de um mês o cachorro visitava a loja. No local, ele recebia carinho, além de água e alimento. As informações são do portal Razões Para Acreditar.

“Aqui já temos uma rotina voltada a sempre ajudar, pois, por ser uma região central, sempre aparecem animais por aqui”, disse.

Por meio de nota, a assessoria de imprensa das Casas Bahia afirmou que “a empresa parabenizou a equipe e estima que atitudes como essa sejam exemplos a serem seguidos por outras unidades e lojas que representam a marca”.

Henrique Ferreira, de 33 anos, trabalha na loja e, comovido com a situação, decidiu adotar o animal. “O pessoal falava, por que você não adota ele, até que um dia, no fim do expediente, ele estava me esperando”, contou.

Foto: Reprodução / Razões Para Acreditar

O animal que ficou conhecido como “o cachorro das Casas Bahia” agora está vivendo com Henrique e recebeu um nome: Dook. “Ele já está no meu coração, a bondade e a gratidão dele foram suficientes para eu esquecer qualquer dificuldade. Hoje tenho um amigo, um filho de quatro patas”, disse.

“Apesar dos problemas financeiros, eu não pensei duas vezes antes de levá-lo pra casa. Peguei um pouco de ração da minha mãe e no dia seguinte comprei no cartão um pacote de ração de 15 kg e uma coleira. Um amigo, que eu divido moradia comigo, fez uma casinha improvisada com um edredom quentinho. Quando ele quer fazer suas necessidades na rua, ele me chama. Amei isso, pois, já que estou gordinho, ele está me incentivando a andar com mais frequência”, brincou.


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Cadela volta para a família após ficar desaparecida por 8 anos nos EUA

Uma cadela voltou para casa após ficar oito anos desaparecida. Laila sumiu quando saiu para passear com a tutora e com o cão Blake, que também desapareceu, mas foi encontrado cerca de um ano depois, ao ser anunciado para venda numa rede social. O caso aconteceu nos Estados Unidos.

“Ainda não temos certeza se eles foram roubados porque a porta não estava aberta – não havia nada aberto ou invadido”, relatou Sophia Hanson, tutora dos cães.

(Foto: Sophia Hanson)

Quando soube que um cão semelhante a Blake estava sendo vendido, o casal procurou o responsável pelo anúncio na internet. “Fomos até lá fingindo que iríamos comprar um cachorro”, disse Sophia. “Quando chegamos lá e confirmamos que era Blake, o pegamos de volta. Ele ficava num canil enorme e desconfortável, o mais feio que já vi.”

“Ele ficou muito confuso por um tempo”, acrescentou. “Toda a reabilitação foi um longo processo, mas agora ele voltou a se comportar como um dócil e enorme urso de pelúcia”, brincou. As informações são do site The Dodo, com tradução do Portal do Animal.

Laila, no entanto, não foi encontrada, mas os tutores nunca desistiram das buscas. Por anos, eles iam a abrigos, canis e pet shops à procura da cadela. Eles não sabiam, no entanto, que Laila havia sido encontrada bastante magra e debilitada por Janice Rackley, que se comoveu com a situação da cadela e decidiu cuidar dela.

Inicialmente, Janice passou a alimentar a cadela na rua. “Ela só precisava de ajuda e amor, e ninguém que a via lhe proveu isso”, disse Janice. “Eu apenas sinto que ela estava lá, naquele momento, por um motivo: para que eu pudesse ajudá-la. Ela dependia de mim”, completou.

(Foto: Janice Rackley)

Todos os dias, Janice alimentava e dava carinho para a cadela, conquistando aos poucos sua confiança. “Eu acho que ia lá vê-la todos os dias por cerca de seis meses, quando ela finalmente começou a se aproximar e ter mais confiança em mim”, disse.

“Então pensei: talvez eu consiga pegar uma coleira, já que ela está me deixando acariciá-la, e possa colocar com a coleira enquanto a alimento. Mas sempre que ela via a coleira, ela saía correndo”, contou. No entanto, o frio chegou e Janice entendeu que talvez aquela fosse sua última chance de salvar a cadela. “Acabei por pegá-la, coloquei-a por cima do meu ombro e caminhei com ela até o meu carro. Ela estava realmente muito calma quando eu peguei ela, era muito doce”, disse.

Laila morou, após o resgate, durante um mês na casa de Janice. Até que ela levou a cadela ao Controle de Animais da cidade e descobriu que o animal era microchipado. “Levou um tempo para ela se adaptar, mas uma vez que ela o fez, era o cão mais doce do bairro”, disse. “Ela sabia sentar, sabia rolar, sabia como se deitar. Eu estava tipo, ‘cara, alguém realmente ensinou e amou muito esse cachorro. Alguém tem que sentir falta dela’.”

Ao fazer a leitura do microchip da cadela, Janice encontrou os tutores de Laila e entrou em contato com eles. “Meu marido e eu estávamos andando pela casa, desligando as luzes e nos certificando de que os filhos estavam na cama”, relatou. “Pouco antes de desligarmos a luz, recebemos uma ligação. Meu marido ficou tipo: ‘O que?! Você pode repetir isso?’ E ele colocou no viva-voz e nós dissemos, ‘Não, isso é loucura!’”.

(Foto: Janice Rackley)

Desesperada para reencontrar a cadela o mais rápido possível, Sophia decidiu ir ao encontro de Laila imediatamente.

“Laila apenas me respondeu com os olhos… “mãe, é você?”, brincou Sophia. “E então todo mundo estava chorando junto, uma bagunça emocional.”

Embora a cadela tivesse passado por muitas transformações desde que desapareceu, ela deixou claro que lembrava perfeitamente dos tutores. “Nós costumávamos chamá-la de Scooby Doo porque ela fazia os sons mais loucos que você já ouviu”, disse Sophia. “Meu marido gritava ‘Scooby Doo! Scooby Doo!’ e ela respondia feliz da vida.”

Depois do reencontro, Laila voltou a viver com os antigos tutores, na companhia de Blake e de outros dois cães.

“Ainda não podemos acreditar”, disse Hanson. “Às vezes passamos por ela e temos que dar uma boa olhada. É extremamente surreal. Ela está na mesma cadeira, no mesmo lugar, deitada em sua mesma posição de cabeça para baixo. E é engraçado vê-la tão à vontade – nem consigo imaginar o que ela passou”, completou.

(Foto: Janice Rackley)


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Feira vegana no Rio de Janeiro celebra Semana do Meio Ambiente

Por David Arioch

Evento ações que podem ser feitas no cotidiano para alcançar as metas de desenvolvimento sustentável da ONU (Foto: Rosana Cidade/Divulgação)

De 6 a 8 de junho, e das 13h às 21h, vai ser realizada a feira vegana Vida Liberta no Shopping Downtown, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Com o mote “Se não for agora, quando? Se não formos nós, quem?”, o evento que celebra a Semana do Meio Ambiente apresenta ações que podem ser feitas no cotidiano para alcançar as metas de desenvolvimento sustentável propostas pela ONU.

Com entrada gratuita, a feira pet friendly conta com exposição e comercialização de alimentos e outros produtos saudáveis, sustentáveis e desenvolvidos por pequenos produtores. Haverá ainda shows, meditação, yoga, flash tattoo e palestra com o biólogo Mário Moscatelli, que vai falar sobre ativismo ambiental.

Clarissa Taguchi, da PANCs Brasil, confirmou uma palestra sobre Bieconomia no consumo de Orgânicos e PANCs; e Alex Motta Cardoso, do Escritório Cardoso/Cindra, deve falar sobre direito ambiental e o consumidor.

Segundo a organização do evento, os expositores mais sustentáveis receberão prêmio em dinheiro, considerando critérios como sustentabilidade da produção, embalagens e logística reversa, que serão avaliados pela Simbiose EcoSoluções.

“Fomos a primeira feira a criar um movimento de conscientização sobre o plástico. Num primeiro momento as pessoas estranharam, mas agora o canudo de plástico foi banido, por lei, do Rio de Janeiro”, enfatiza o criador e organizador da Vida Liberta, Gustavo Goldani.

E acrescenta: “Estamos trazendo opções feitas de milho e abacaxi para substituir os pratos descartáveis. Queremos que as pessoas se liguem nisso, que uma pequena ação pode gerar grande impacto.” Todos os resíduos gerados no evento serão encaminhados para reciclagem.

Doações

A feira vai receber alimentos não perecíveis e roupas para o projeto Arrastão de LUZ e para a Casa de Fátima em Sepetiba, além de ração para os animais do projeto Entre Pegadas, que vai participar do evento com uma feirinha de adoção.

Localização

A feira Vida Liberta vai ser no Shopping Downtown, na Avenida das Américas, 500 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro (RJ).