Cantor Anthony Gargiula afirma que a alimentação vegetariana estrita o livrou da acne

Foto: Anthony Gargiula

Foto: Anthony Gargiula

O músico e influenciador de mídias sociais, Anthony Gargiula, atribuiu sua incrível transformação, de uma pele coberta por acne, erosões e feridas para uma pele lisa e uniforme, ao fato dele ter passado a seguir uma alimentação baseada em vegetais pelos últimos oito meses.

A celebridade de 19 anos postou fotos do antes e depois no seu perfil do Twitter, comentando sobre a melhora incrível de sua pele desde que abandonou os produtos de origem animal.

Brilho Vegano

Com mais de 12 mil likes, o tweet de Gargiula também chamou a atenção da organização pelos direitos animais, Peta, que respondeu: “Absolutamente incrível! Eles não chamam esse efeito de “brilho vegano” a toa. Parabéns por oito meses de vida saudável e compassiva”.

Em entrevista ao Plant Based News, Gargiula explica que sofria com a acne desde os 12 anos de idade, e parou de tomar a medicação prescrita pelo dermatologista porque o remédio estava lhe dando enxaqueca.

Nada funcionava para mim

“Eu também tentei cada produto tópico disponível no mercado, dos tradicionais aos lançamentos. Mas nada parecia funcionar para mim”, disse Gargiula.

“Depois do ensino médio, mudei-me para Orlando (EUA), onde me deparei com um post no Facebook de uma amiga. Ela falou sobre como seguir uma alimentação vegana ajudou-a se livrar de uma acne cística”.

“Eu nunca tinha pensado em mudar minha alimentação para ver se isso afetaria minha pele. Ser vegano parecia um desafio imenso para mim, mas eu tive que tentar”, conta o cantor

Gargiula diz que não viu “muitos resultados no início”, mas depois de persistir por alguns meses ele começou a notar que estava tendo “menos erosões” na pele e suas manchas e cicatrizes estavam “ficando menores em tamanho”.

Conversando com a PBN, a estrela disse: “Eu planejo manter a carne e os laticínios fora da minha alimentação por um longo tempo, provavelmente por toda a minha vida”.

“Não tenho mais acne e, como artista, isso facilita muito a minha vida, porque não preciso mais colocar 5 quilos de maquiagem no rosto todos os dias”, conta aliviado Gargiula.

Efeitos causadores de acne dos laticínios

De acordo com o site Nutricional Facts (Fatos Nutricionais), a acne não existe em populações não ocidentalizadas, como os habitantes das ilhas de Okinawa, que não consomem laticínios.

O site dirigido pelo médico vegano, Michael Greger, afirma: “Por milhões de anos de evolução, este sistema de ingestão continuada de leite de mamíferos é exclusivamente e fisiologicamente fornecido ao recém-nascido apenas durante o período de amamentação”.

“O abuso crônico desse sistema de pós-natal de leite em geral e consumo de laticínios por humanos de sociedades industrializadas tem sido apontado como a principal causa da epidemia de acne e das doenças ocidentais crônicas mais graves”, relata o médico.

Homens são presos por sequestrar nove ovelhas e transportá-las em carro

Três homens foram presos após sequestrar e transportar em um carro nove ovelhas no interior de Alegrete, na fronteira do Rio Grande do Sul. Ele foram parados por policiais na BR-290 nesta sexta-feira (10).

Vigilantes acionaram a Brigada Militar após suspeitarem da movimentação do carro. Durante a abordagem, os policiais descobriram que uma das ovelhas ainda estava viva.

Foto: Flaviane Favero/Portal Alegrete Tudo

No carro, haviam quatro ocupantes, mas um deles conseguiu fugir para uma área de vegetação às margens da rodovia e não foi localizado. As informações são do portal G1.

Os homens disseram que as ovelhas estavam em uma fazenda e levaram os policiais até o local. O dono da propriedade foi avisado, foi até a delegacia e reconheceu os animais. Os homens fora encaminhados para um presídio.

Outros casos

Em 2018, dois homens foram presos após serem flagrados transportando 18 ovelhas na BR-472, em Uruguaiana. No ano anterior, 30 ovelhas e uma vaca foram encontradas dentro de um veículo em Coxilha Alta e dois homens foram presos.

No ano de 2016, três ovelhas foram encontradas no porta-malas de um carro na BR-285, em Carazinho. O motorista foi preso pela Polícia Rodoviária Federal. Em 2015, três homens foram presos com 15 ovelhas sequestradas dentro de um carro, em Uruguaiana.

Senador americano chama as fazendas industriais de criação de animais de ameaça à sociedade

Foto: Library Guides

Foto: Library Guides

As fazendas industriais de criação de animais são uma ameaça para os Estados Unidos, de acordo com o político Bernie Sanders, que condenou a agricultura animal por seus altos níveis de poluição.

O político americano Bernie Sanders falou sobre a indústria da carne, classificando fazendas industriais uma ameaça para a humanidade.

Escrevendo no Twitter para seus 9,26 milhões de seguidores, o senador de 77 anos – que está concorrendo a presidente dos Estados Unidos em 2020 – comentou sobre o desperdício produzido pelas fazendas industriais. “Fazendas de larga escala são responsáveis por 1,4 trilhões de libras de resíduos de animais na América”, disse ele.

Foto: Venngage

Foto: Venngage

“Elas são uma ameaça à água que bebemos e ao ar que respiramos, e é inacreditável para mim que os republicanos no Congresso tenham trabalhado horas extras para isentar as fazendas industriais das leis ambientais”, continuou ele.

Fazendas industriais e o desperdício

Em todo o mundo, cerca de dois terços dos animais da fazenda vivem em fazendas industriais. A indústria tem estado ligada a uma infinidade de preocupações ambientais, incluindo resíduos e poluição.

De acordo com a Make It Possible, uma fazenda de 5 mil porcos produz tanto desperdício quanto uma cidade de 20 mil pessoas. Se não forem tratados, os resíduos podem poluir o solo e a água da superfície.

Foto: foodandwaterwatch

Foto: foodandwaterwatch

Esse lixo anda pode prejudicar os oceanos. De acordo com o website de defesa ambiental EcoWatch, “produtos químicos potencialmente tóxicos, drogas e bactérias em resíduos animais não tratados escorrerão pelos solos, entrando nos rios, córregos, lençóis freáticos e água potável do país a taxas alarmantes, impactando diretamente as comunidades”.

A carne e o meio ambiente

Falando ao US Youth Climate Strike este mês, Sanders ressaltou a importância de resolver as questões ambientais. O senador disse que é de vital importância inciar um debate real sobre o clima, acrescentando: “Há pouquíssimas questões mais importantes do que a sobrevivência do nosso planeta”.

Sanders não está sozinho em reconhecer a natureza oportuna das crises ambientais. Em outubro, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente falou sobre nosso sistema alimentar e seu impacto no planeta. “Nosso uso de animais como uma tecnologia de produção de alimentos nos levou à beira da catástrofe”, disse o Unep em um comunicado, acrescentando que a carne é “o problema mais urgente do mundo”.

Foto: Animal Grace

Foto: Animal Grace

“A pegada de gases do efeito estufa da agricultura animal rivaliza com a de todos os carros, caminhões, ônibus, navios, aviões e foguetes”, disse a organização. “Não há caminho para alcançar os objetivos climáticos de Paris sem uma queda maciça na escala da agricultura animal”.

Reconhecendo a urgência do assunto, muitos estão optando por adicionar mais alimentos à base de plantas em seus pratos para reduzir seu impacto sobre o meio ambiente.

Ano passado, a maior e mais profunda análise de produção de alimentos de todos os tempos descobriu que uma “alimentação vegana é provavelmente a melhor e maior maneira de reduzir seu impacto no planeta Terra”.

Potrinho vai direto para a mãe após ser resgatado de buraco

Um potro caiu em um buraco de três metros de profundidade e 50 centímetros de diâmetro e foi direto para perto da mãe após ser resgatado pelo Corpo de Bombeiros.

Foto: Kamilla Póvoa/G1

O resgate aconteceu na manhã desta sexta-feira (19) às margens da BR-101, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, no Rio de Janeiro.

Segundo o tutor do animal, Elizio Gonçalves, o potro se soltou durante a manhã e foi encontrado no buraco da galeria de esgoto.

O tutor informou ainda que a partir de agora o animal irá se chamar “Brinquedo”, por conta das artimanhas dele.

Foto: Cléber Rodrigues/Inter TV

“Antes o nome era apenas ‘Menino’, mas ele deixou a mãe doida quando caiu. Eu também fiquei doido porque estava procurando e não achava ele”, disse.

O Corpo de Bombeiros realizou o resgate com uma corda e uma escada. Um dos militares precisou entrar no buraco para saber a profundidade e a situação do animal.

A ação contou com seis militares da corporação e durou aproximadamente 40 minutos.

Fonte: G1

Orangotangos bebês separados de suas mães sofrem danos irreversíveis

O vínculo entre uma mãe orangotango – que por natureza cria seus filhotes sozinha – e seu filho é um dos mais fortes e importantes da natureza.

Estudos científicos apontam em consecutivas análises que a primeira infância é o período mais importante de desenvolvimento na vida de um ser humano. As primeiras experiências de um bebê, moldadas em grande parte pela influência e comportamento de sua mãe, terão um impacto no resto de suas vidas. E assim também é para os orangotangos.

As mães orangotangos são mães solteiras e o vínculo entre uma mãe orangotango e seus filhotes é um dos mais fortes na natureza. As mães ficam com seus filhotes por seis a oito anos, ensinando-lhes onde encontrar comida, o que e como comer, como evitar predadores e a técnica para construir um ninho para dormir.

Após o nascimento de um bebê orangotango, estresse físico, doenças e variações no comportamento materno – como a freqüência de lambidas, higiene e enfermagem – podem contribuir para alterar o desenvolvimento neurológico do bebê.

É por isso que é crucial que todos os animais sob cuidados humanos, incluindo os que estão em cativeiro, estejam em um ambiente livre de estresse, que lhes permita se comportar da mesma maneira que fariam naturalmente quando tivessem seus filhotes.

Também é crucial que os descendentes permaneçam com a mãe durante o tempo que permaneceriam caso estivessem na natureza, para garantir que tenham a melhor chance de se desenvolver fisiológica e psicologicamente.

A ONG Animals Asia, que realiza um trabalho de ajuda junto a esses animais, relata ter visto orangotangos jovens arrancados de suas mães na natureza, para serem vendidos como animais de estimação exóticos ou feitos de escravos para atuar em atrações turísticas.

Como perturba a relação entre mãe e bebê, a criação artificial geralmente resulta em animais que podem ser difíceis de se socializarem ao serem colocados em um grupo ou que não possuem as habilidades para o comportamento normal e natural da espécie.

A criação de fêmeas isoladamente também pode ser prejudicial ao seu futuro comportamento materno, já que provavelmente eles estarão menos atentos a seus futuros filhos. A separação também tem um impacto devastador na mãe que perde o bebê.

Como os seres humanos, os orangotangos criam seus filhotes com amor e carinho e, ao fazê-lo, ajudam-nos a se tornarem adultos jovens bem ajustados, com as habilidades necessárias para prosperar em seu próprio ambiente e comunidades.

A importância do vínculo mãe-bebê nunca pode ser subestimada, e esforços não devem ser poupados para impedir que esse laço seja quebrado para todos os animais, tanto selvagens quanto cativos.

Rumo a extinção

Ambientalistas e especialistas preveem que, sem uma intervenção rápida e adequada, logo nenhum desses belos e indefesos animais restará no planeta.

Segundo o premiado Chefe do Executivo da ONG International Animal Rescue, Alan Knight, os orangotangos se encontram atualmente no “precipício da extinção”.
“Se o ritmo atual de destruição da floresta tropical continuar como esta, então não tenho absolutamente nenhuma esperança de que algum orangotango permaneça em estado selvagem.”

O ambientalista previu que os orangotangos só continuariam a existir por apenas mais 10 anos.

“Eu provavelmente diria dez anos se não pudermos parar a destruição. Eu acho que os orangotangos de Sumatra desaparecerão antes disso se eles não resolverem a situação em que estão”.

O orangotango Tapanuli (Pongo tapanuliensis), descoberto por cientistas em 2017, tem os números de suas populações estimados em apenas 800 indivíduos, o que o torna a espécie mais rara de macacos do planeta.

As espécies de orangotango se juntam a uma lista de animais altamente ameaçados que incluem o tigre malaio, o rinoceronte-de-sumatra, o pangolim malaio e muitos outros.

Infelizmente a culpa dessa situação extrema é do ser humano e de suas ações irresponsáveis movidas pela ganância e ambição descontroladas.

Conforme relatado pelo Independent, o declínio nos números da população de orangotangos nas florestas de Bornéu é devido ao desmatamento em massa que ocorre há anos no local.

A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) relatou: “As florestas em que esses animais vivem são transformadas em plantações de dendê, borracha ou papel, e outras são destruídas por humanos”.

“Como os orangotangos são caçados e expulsos de seus habitats, as perdas dessa espécies de reprodução lenta são enormes e serão extremamente difíceis de reverter.”

Se a tendência atual de desmatamento continuar, o orangotango não será mais do que apenas uma parte da história dos animais que uma vez vagaram pela terra.

Os dados expostos pedem uma atitude urgente e efetiva para garantir que os habitats dos orangotangos seja preservados e a espécie seja salva da extinção e posteriormente protegida das decorrentes ameaçadas causadas pela ação humana.

Populações caem pela metade em uma década

De acordo com informações da Orangutan Foundation International, as populações de orangotangos caíram pela metade na última década. Este é um dado preocupante considerando que os orangotangos já somaram centenas de milhares de indivíduos.

Além das mudanças climáticas, outras atividades humanas têm favorecido à perda e degradação do habitat desses animais. “A IUCN [União Internacional para a Conservação da Natureza] classificou o orangotango de Bornéu como ameaçado de extinção e o orangotango de Sumatra como criticamente ameaçado”, aponta a OFI.

As últimas estimativas mostraram que apenas 7,3 mil orangotangos de Sumatra (Pongo abelii) ainda permaneciam em estado selvagem, embora tais estimativas não sejam tão recentes. Isso significa que a redução pode ser pior do que imaginamos. Outro dado importante é que aproximadamente 150 mil orangotangos da Ilha de Bornéu desapareceram nos últimos 16 anos, segundo o Instituto Max Planck.

“A destruição e a degradação da floresta tropical, particularmente a floresta das terras baixas, em Bornéu e Sumatra, é a principal razão pela qual os orangotangos estão ameaçados de extinção”, lamenta a Orangutan Foundation.

Entre as atividades humanas que têm contribuído para isso estão a exploração madeireira, incluindo a extração ilegal, conversão de florestas em plantações de óleo de palma, mineração e derrubada de mata para a construção de estradas, além de incêndios e comércio ilegal de animais.

“Durante a última década, as populações de orangotangos provavelmente diminuíram em 50% na natureza. O orangotango de Bornéu e o orangotango de Sumatra estão em grave declínio. Isso significa que, sem uma drástica intervenção, os orangotangos podem em breve ser extintos como populações biologicamente viáveis na natureza”, revela a OFI.

Pesquisadores do Instituto Max Planck lamentam o fato de que quase 50 anos de esforços de conservação não conseguiram evitar que os números de orangotangos caíssem. E o que torna a situação ainda mais delicada é que os orangotangos são animais que se reproduzem lentamente.

Ator e ativista Haroldo Botta envia carta de apoio à campanha da ANDA

Reprodução | Facebook

O ator e ativista ambiental Haroldo Botta ficou conhecido em todo o país quando ainda era uma criança e interpretou o eterno Zezé, na primeira versão da adaptação do livro “O Meu Pé de Laranja Lima” pela TV Tupi em 1970. Os anos seguintes também foram de muitos sucessos, Haroldo atuou em cerca de 20 novelas nas emissoras Tupi, Globo, Manchete e Cultura e participou de inúmeras peças de teatro e espetáculos culturais.

Além de sua veia artística, Botta também é um ativista em defesa dos animais e do meio ambiente. Ele atuou ativamente na denúncia de exploração e maus-tratos animais contra o Circo Venegas, caso noticiado com exclusividade pela ANDA e denunciado ao Ministério Público de SP. “Espero que as pessoas que frequentam espetáculos com exploração de animais sejam capazes de usar as leis vigentes para coibir tais abusos”, disse o ativista na ocasião.

Hoje, Botta usa suas redes sociais como importante ferramenta de conscientização pela preservação do meio ambiente e sua alma gentil e compassiva não ficou indiferente à situação da ANDA, que teve seu site invadido e destruído por hackers após publicar uma série de matérias denunciando a política contra os animais e o meio ambiente do então candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) e também sobre o risco do uso de agrotóxicos.

Divulgação

Solidariamente, o ativista enviou uma carta de apoio à ANDA. Veja abaixo na íntegra:

“Estamos vivendo tempos difíceis no que diz respeito à saúde e integridade de pessoas e de seus animais de estimação, assim como os animais silvestres em geral. O uso indiscriminado de agrotóxicos nas plantações, e até mesmo dentro de casa, através de produtos de limpeza, tem trazido a todos nós, dias de incerteza, e descomunhão no modo como temos nos expressado em nossa convivência com a Mãe Natureza.

E mais inquietos nos tornamos ao presenciarmos outros seres humanos a focalizarem toda sua raiva, e vazio existencial, na consecução de práticas agressivas e intimidatórias, com a maioria dos protetores de animais, e de ambientalistas, que tem sofrido ataques virulentos nos últimos anos.
Gostaria de me solidarizar com a ANDA, na figura essencial da Silvana Andrade, propulsora dos movimentos amorosos e de respeito à VIDA, e de todos os seus colaboradores diretos, no acintoso, e desproporcional ataque realizado por hackers ao site desse veículo já reconhecido internacionalmente.

Que tenhamos a nobreza de nos solidarizarmos efetivamente, contribuindo com nosso tempo, boas vibrações, e principalmente neste momento, de nossos recursos materiais para recolocar a página da ANDA no ar novamente!

Vida longa e próspera a todos os habitantes do nosso amado planeta Terra!”

Entenda o caso

Desde julho de 2018, a ANDA vem frequentemente sendo atacada por hackers, após publicar uma série de notícias denunciando políticas contra os animais, o meio ambiente e o risco do uso de agrotóxicos. Há cerca de 15 dias, o portal teve sua estrutura quebrada, funcionando atualmente em um modo de visualização básica e limitada. Mais do que um ataque à ANDA, o fato é um atentado à democracia, à liberdade de expressão e à atuação em defesa dos animais e do planeta.

Para reconstruir o site, investindo em tecnologia e segurança, a ANDA lançou a campanha #ResistênciaAnimal, que tem como objetivo arrecadar R$33 mil. Deste valor, R$28 mil serão destinados exclusivamente à reconstrução do site, enquanto os R$5 mil restantes serão usados para cobrir taxas e outras despesas. Além de ajudar a impedir o cerceamento da liberdade de expressão e defender os animais, os doadores da campanha concorrerão a cupons de compras no valor de 50 reais do Sítio do Bem, e-commerce especializado em camisetas e mimos para quem é apaixonado pelos animais.

Divulgação

Ao final da campanha, todos os doadores receberão um agradecimento público no novo site da ANDA. É possível doar a partir de R$1 depositando diretamente na conta corrente da ANDA. Neste caso, é necessário enviar o comprovante para faleconosco@anda.jor.br, para que os doadores sejam identificados inseridos no memorial de reconstrução e possam também participar do sorteio.

Agência de Notícias de Direitos Animais
CNPJ: 12.164.456/0001-76
Banco Itaú – Agência: 00367 – Conta: 82489-3

Além de depósito em conta, também é possível doar através da plataforma de financiamento coletivo Vakinha (https://www.vakinha.com.br/vaquinha/563625), que aceita doações a partir de 25 reais por cartão de crédito, boleto e transferências bancárias.

Filhote de urso pode ser morto por ser amigável com esquiadores

Tornou-se viral nas redes sociais, na última semana, o vídeo de um filhote de urso, aparentemente órfão, que abordou um grupo de esquiadores em Truckee, no estado norte-americano da Califórnia. O urso foi amigável, não exibindo qualquer tendência violenta, mas esse comportamento fez com que as autoridades passassem a cogitar matá-lo, conforme notificado por uma estação de televisão local, afiliada da NBC.

Foto: Kelsey Hughes

Foi um comportamento “muito raro”, reconheceu uma responsável da Bear League, uma organização não-governamental que zela pela segurança dos ursos e de outros animais selvagens. “O filhote de urso abordou as pessoas porque tem pouco juízo, mas imagine que ele cresce e engorda 100 ou 200 quilos — é grande, forte e continua a pensar que consegue abordar as pessoas… Não vai ser bom, alguém lhe vai dar um tiro…”, comentou Ann Bryant.

Este vídeo tornou-se viral, mas poucos dias antes o mesmo urso já se tinha aproximado de um outro snowboarder, que também publicou as imagens nas redes sociais, dizendo que tinha feito “um amigo novo a quem ia ensinar” a praticar aquele esporte.

O California Department of Fish and Wildlife já levou o animal para avaliar o seu comportamento. Se o urso demonstrar sentir-se muito confortável perto de pessoas, os receios relacionados com a segurança pública podem levar a que o animal seja morto ou que, em outra alternativa, seja levado para um santuário para animais selvagens.

 

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Nota da Redação: matar um animal selvagem porque ele não teme a presença humana e, por isso, aproxima-se das pessoas, não é apenas uma prática anti-ética, mas também extremamente cruel. Os animais não são objetos que podem ser descartados quando considerados inadequados. É necessário que a vida animal seja respeitada e protegida e que hipóteses como a levantada pelas autoridades norte-americanas jamais sejam sequer cogitadas. Neste caso, levar o animal para um santuário deveria ser a única possibilidade vista como possível pelos Estados Unidos.

Fonte: Observador

Mercado de carne vegana tem valorização de 42 bilhões de dólares

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

O mercado de carne vegana pode valer mais de 40 bilhões de dólares na próxima década, segundo analistas do setor. E isso se deve em grande parte ao recente IPO da Beyond Meat.

A empresa de carne vegana, com sede na Califórnia (EUA), tornou-se pública na quinta-feira passada, fechando seu primeiro dia em mais de 163% de valorização. A Beyond Meat, listada na Nasdaq como BYND, viu os preços de suas ações subirem mais de 200% esta semana para quase 80 dólares por ação no início do pregão.

A companhia produz hambúrgueres realistas, carne moída e salsichas feitas à base de vegetais. Ela ganhou um grande número de fãs não-veganos – o fundador da empresa, Ethan Brown, diz que 93% dos seus clientes são flexitários – os consumidores que procuram mudar sua fonte de proteína por razões de saúde e ambientais.

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

A empresa, que teve o maior IPO nos EUA em quase 20 anos, viu sua valorização saltar de 1,2 bilhão para mais de 3,8 bilhões de dólares. E esse pico parece estar sendo transferido para a indústria de carne vegana em geral também.

O mercado de carne vegana

“Enquanto a empresa enfrenta a concorrência de empresas como a Impossible Foods, a crescente demanda do consumidor deve permitir que várias marcas compartilhem o mercado”, observou Alexia Howard, analista da Bernstein, apontando também outros fatores, incluindo o aumento do preço da carne e o surto de febre suína na China.

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

Concorrentes estão surgindo – sua principal rival, a Impossible Foods, conseguiu um grande marco no mês passado com o lançamento do Impossible Whopper no Burger King. Um teste bem sucedido no Missouri levou a um lançamento nacional. O hambúrguer também pode em breve ser vendido em outros restaurantes da rede como o Burger King do Canadá.

Um dos primeiros investidores da Beyond Meat, a gigante de carnes Tyson Foods, se desfez da ligação logo à frente do IPO. De acordo com Tyson, a Beyond Meat não queria um investidor que também fosse um concorrente. A Tyson planeja lançar sua própria linha de carne vegana neste verão.

Vendas da Beyond Meat

A Beyond Meat diz que está trabalhando para tornar suas opções de carne vegana mais baratas que os produtos animais tradicionais. Os produtos da empresa já estão atrapalhando as vendas de carne, exigindo que os parceiros varejistas vendam os hambúrgueres, carnes e salsichas veganos no corredor de carnes. E de acordo com o fundador da empresa, Ethan Brown, “não há razão para que a proteína baseada em vegetais não seja mais barata que a carne”.

O segredo para o sucesso da Beyond Meat – e a indústria que segue em seu caminho – pode estar na filosofia de Brown de que não há segredo para fazer carne de vegetais.

“Não há mistério na carne”, disse Brown à BBC no ano passado. “São aminoácidos, lipídios, minerais e água. E se você puder entregar essas quatro coisas no mesmo projeto ou arquitetura que um músculo – por que isso não pode ser chamado de carne?”

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Também não há mistério para o sucesso da marca.

O Beyond Burger é um bilhete de ouro para restaurantes e supermercados. A A & W, que lançou o hambúrguer no Canadá no ano passado, informou um aumento de 10% nas vendas após seu lançamento.

O hambúrguer também superou as vendas tradicionais de carne bovina na rede de supermercados norte-americanos Ralph no ano passado, durante um período de cinco semanas.

Não é só a América do Norte que está assistindo ao aumento das vendas de carne vegana. Quando Cingapura lançou os hambúrgueres veganos no ano passado, eles superaram os hambúrgueres de carne bovina de três para um.

Universitários criam aplicativo para denunciar crimes contra animais silvestres

Universitários dos cursos de Biologia e Computação da Universidade Federal do Piauí (UFPI) desenvolveram um aplicativo para denunciar crimes cometidos contra animais silvestres no Piauí. Em fase de registro, o programa deve estar disponível para celulares com sistema operacional Android no segundo semestre de 2019.

Foto: Arquivo Pessoal/ Wedson Medeiros

Batizado de Curupira – o personagem folclórico que protegia os animais dos caçadores na floresta -, o aplicativo receberá denúncias de casos de caçadores de animais silvestres. Através dele, será possível enviar fotos, informações e a localização geográfica através do GPS do celular.

O professor Wedson Medeiros, orientador dos alunos que desenvolveram o projeto, explicou que haverá um link direto ligado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA). O anonimato na hora da denúncia é garantido. As informações são do G1.

“O aplicativo tem a vantagem de aumentar a precisão das denúncias, já que dispõe de recursos como o geo posicionamento e as fotos”, comentou o professor.

O aplicativo foi feito para uma disciplina de educação ambiental. Além dos crimes de caça, será possível também denunciar maus-tratos a animais silvestres e cativeiro. No aplicativo, o denunciante poderá especificar que tipo de animal está sendo alvo de criminosos.

Foto: Arquivo Pessoal/ Wedson Medeiros

Espécies como tatu, tamanduá-mirim e algumas aves são as principais vítimas da caça para alimentação no Piauí, segundo o professor Wedson. Papagaios, araras, periquitos e pássaros canoros também são caçados, mas para serem traficados e aprisionados em cativeiro.

Uma reunião foi feita entre os universitários e técnicos do Ibama. Segundo o professor, o aplicativo deve ser testado por eles nos próximos meses. “Eles estão otimistas sobre as perspectivas que o aplicativo traz, e estão nos dando todo o suporte necessário”, disse o Wedson Medeiros.

Integram o grupo de universitários que desenvolveram o aplicativo Daniele Tertulino, Nilton Teixeira, Joanara Oliveira, Pablo Oliveira, Luiza Ester Alves, de licenciatura em Ciências Biológicas, Pedro Ivo Soares e Wellyson Vieira, do bacharelado em Computação, sob orientação dos professores Wedson Medeiros e Bruno Pralon.

Conheça as cinco razões por que a Ásia está pronta para entrar na “era à base de vegetais”

Não é necessário ser investidor para acompanhar ou ficar sabendo do sucesso da Beyond Meat (primeira empresa que produz carne 100% vegana a se tornar pública) na bolsa de valores, tendo um IPO (lançamentos de ações) considerado por especialistas “épico”.

Sem sombra de dúvida a lista de quebra de recordes do BYND (163% de valorização) provocou ondas de choque em todo o mundo, quando as pessoas de repente acordaram para as quebras de paradigmas que estão acontecendo na indústria alimentícia.

O fornecedor para a Ásia de produtos da companhia, David Yeung, em parceria com a equipe Green Monday/Green Common, analisou um grande número de pesquisas de mídia, investidores e público em geral sobre as perspectivas da indústria de produtos à base de vegetais, especialmente na Ásia e realizou um resumo das 5 motivos pelos quais os países asiáticos estão prontos para entrar nesse “futuro vegano”.

Enquanto muitos permanecem céticos se o momento atingirá a Ásia, o empresário e estudioso apontou as principais razões pelas quais, segundo suas pesquisa, o fenômeno está prestes a ser desencadeado na região e em grande escala.

1. Influência da tendência ocidental

Da moda ao bem-estar e estilo de vida em geral, os consumidores asiáticos são fortemente influenciados pelas marcas e tendências do Ocidente. O intervalo de tempo varia de país para país, mas na era das mídias sociais, é improvável que demore muito.

Dada a forma como a produção de produtos baseados em vegetais tem impactado oficialmente na indústria alimentar global e no comportamento do consumidor, não é exatamente uma previsão ousada antever que a Ásia vai captar isso muito em breve.

No caso de Hong Kong e Cingapura, isso já está acontecendo, à medida que os titãs da nova era, Beyond Meat and Impossible Foods, saem nas manchetes regularmente e tomam a cena da comida convencional.

2. Momento comprovado de ascensão de marcas veganas e baseadas vegetais

Conforme a Green Common (cadeia de lojas de alimentos) introduz as marcas emergentes Food 2.0 não apenas em Hong Kong, mas também em Cingapura, Taiwan e em breve China e Tailândia, testemunhamos em primeira mão como as empresas Beyond Meat, Gardein, Daiya e Califia estão ganhando uma tremenda força.

Além disso, as vendas de carne nesta região tem triplicado todos os anos desde a entrada no mercado em 2015.

A Omnipork, que tem como alvo as paletas e pratos asiáticos, tem sido incrivelmente bem recebida desde o seu lançamento.

Marcas não lácteas, incluindo Oatly e Califia são naturais e instantâneas, porque muitos asiáticos são intolerantes à lactose.

Daiya e Miyoko estão constantemente surpreendendo o mercado pelo lado positivo com suas crescentes bases de fãs.

3. Foco em Investimento e Inovação

Há alguns anos, a maioria das pessoas estava se perguntando por que Bill Gates, Li Ka-shing e Temasek investiram na indústria da “Comida do Futuro”. Ninguém previu que a rede de lojas e distribuição da Green Common crescesse tão rápido em um período de tempo tão curto (na verdade, muitos previam a morte da cadeia de lojas).

Hoje, investidores e empresários, junto com alguns governos, estão despertando para a urgência da crise climática e alimentar e as oportunidades que vêm junto com ela. A conscientização e o nível de atividade na região aumentaram notavelmente nos últimos seis meses. À medida que mais capital e recursos chegam, certamente levará a avanços e inovações emocionantes.

4. Demanda Existente, mas não atendida

Vegetarianismo não é exatamente uma coisa nova na Ásia. A demanda por alimentos vegetais devido a razões religiosas, culturais e étnicas sempre esteve presente na região. A Índia, claro, tem a maior população vegetariana do mundo. Países como a China, o Japão, a Coreia do Sul, a Tailândia e a Malásia têm uma enorme população budista.

Não foi até a infusão de cultura ocidental de carne e laticínios que as pessoas se afastaram de tais tradições. O vegetarianismo começou a ter uma má reputação de certas pessoas tidas como antiquadas, chatas e não nutritivas.

Agora a narrativa está girando 180 graus. Millennials e Gen Zs são aqueles que estão conscientemente se tornando veganos por razões de bem-estar animal, sustentabilidade e saúde. As pessoas religiosas/étnicas que sempre preferiram se alimentar a base de vegetais ainda estão presentes, enquanto entusiasticamente abraçam essas novas opções alimentares há muito esperadas.

5. Esgotamento para a pecuária industrial

A carne suína é a carne mais consumida na China, respondendo por 65% do consumo de carne pela população de aproximadamente 1,4 bilhão de pessoas. Com a mortal e contagiosa Febre Suína Africana ameaçando centenas de milhões de porcos, todos os sinais apontam para uma potencial “devastação” de enorme impacto na pecuária industrial.

A realidade é que a cadeia de abastecimento alimentar orientada para as proteínas animais é insustentável e tem estado muito além do seu ponto de ruptura há muito tempo.

O planeta e o sistema alimentar ultrapassado simplesmente não conseguem acompanhar o crescimento e a demanda insaciável da população humana. É apenas uma questão de tempo antes de entrar em colapso, e esse tempo pode ser AGORA.