Proprietária de café decide se tornar vegana depois de assistir ao documentário “Dominion”

Por David Arioch

“Eu não posso mais seguir adiante sabendo que tenho apoiado grandes e indesculpáveis práticas de sofrimento da indústria de carnes/ovos/laticínios” (Fotos: Divulgação)

Maria Bahruth, proprietária do High Note Cafe, em Boise (ID), nos Estados Unidos, decidiu se tornar vegana no mês passado depois de assistir ao documentário “Dominion”. A declaração foi feita na página da cafeteria no Facebook.

O filme de Chris Delforce, e produzido por Shaun Monson, de “Earthlings”, conhecido no Brasil como “Terráqueos”, explora seis facetas primárias da relação humana com os animais – animais de companhia, vida selvagem, pesquisa científica, entretenimento, vestuário e alimentos.

A partir daí, se propõe a questionar a moralidade e a validade do nosso domínio sobre o reino animal. Maria revelou que, logo após os primeiros 15 minutos do documentário, já decidiu não continuar contribuindo com a exploração de animais para consumo.

“Eu não posso mais seguir adiante sabendo que tenho apoiado grandes e indesculpáveis práticas de sofrimento da indústria de carnes/ovos/laticínios”, declarou no Facebook.

Maria Bahruth disse que ficou apavorada, mas que sabe que está fazendo a coisa certa, e a coisa certa nem sempre é a mais lucrativa ou segura, segundo ela.

Ela fechou temporariamente o café para que a equipe possa ser treinada para desenvolver um novo menu vegano com opções de tofu, sanduíches, saladas, seitan e cremes e queijos vegetais.

Um ano de lançamento de “Dominion”

Em abril, quando “Dominion” completou um ano de lançamento, ativistas veganos decidiram sair às ruas da Austrália para protestar, convidando as pessoas a assistirem ao documentário. Em menos de dois dias, o documentário disponibilizado no YouTube ganhou mais 55 mil visualizações – agora se aproximando de 665 mil.

‘Cemitério’ clandestino com ossos de bois é encontrado em Manaus (AM)

Uma espécie de “cemitério” clandestino com ossos de bois foi encontrado no sábado (4) no bairro Distrito Industrial II, em Manaus, no Amazonas. O local está em via pública e tem, além dos ossos, bastante lixo, o que gera bastante mau-cheiro.

Foto: Eliana Nascimento/G1 AM

Ao final da avenida Bambuzinho, que é rodeada de fábricas, é possível ver diversos urubus em cima do lixo, no meio da passagem. As informações são do portal G1.

Grandes quantidades de ossos de animais foram deixadas na avenida. Devido às ossadas e ao lixo no local, os motoristas que transitam pela região precisam reduzir a velocidade do automóvel para passar.

Um industriário reclamou da situação do local. “Tá vendo como é? O ser humano é desprezível. Todo dia que passo aqui me deparo com isso. É lamentável”, disse.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) afirmou, através de nota, que ainda não foi notificada sobre o caso.

Projeto em Florianópolis (SC) busca preservação das lontras

Um projeto em Florianópolis (SC) busca preservar as lontras. A iniciativa é de um oceanógrafo que se encantou com a espécie na Lagoa do Peri. O local, cercado pela Mata Atlântica, é o santuário desses animais.

A lontra é um mamífero curioso, ligeiro e misterioso. A história do projeto começa com o oceanógrafo Carvalho Júnior, que encontrou o animal na Lagoa do Peri. “Primeiro foi paixão à primeira vista. Pela lontra e pelo lugar, porque logo de início eu percebi que não dava para dissociar o animal do local”, explicou.

Foto: Reprodução/NSC TV

A Lagoa do Peri é água doce e limpa cercada de morros com vegetação preservada. Ela fica no Sul da Ilha de Santa Catarina.

A atração do oceanógrafo pela lontra foi tão forte que ele pediu a ajuda do pai para comprar um velho engenho na beira da lagoa e ficar perto dos animais. Foi assim que o projeto nasceu, 33 anos atrás.

Lontras na Lagoa do Peri

Quase nada se sabia da lontra neotropical, de nome científico Lontra longicaudis, também chamada de lontra brasileira, apesar de a espécie ter como habitat uma área que vai desde o México até o Uruguai e o Norte da Argentina.

A lontra é uma animal de hábitos crepusculares. Isso quer dizer que ela fica mais ativa antes do sol nascer e depois do sol se pôr. Os pesquisadores encontraram sete tocas na Lagoa do Peri e monitoram as vidas das lontras nelas.

O oceanógrafo localizou os animais pelo odor. “O cheiro do excremento da lontra tem um quê de almíscar, que é um indicativo da toca. É onde pode haver uma toca”, explicou ele.

O pesquisador se arrastou debaixo das pedras e dormiu nas tocas também. Para não ser expulso pelos animais, ele precisou cheirar como eles. “Eu tinha um camisa branca, aquelas camisas de botão, que era do meu nono. Eu pegava essa camisa, esfregava excremento fresco na camisa e vestia. Porque daí eu ficava com o cheiro dela”, disse.

Com a pesquisa, ele descobriu que as lontras, além da água doce, viviam também no mar. “Ela sai daqui da Lagoa do Peri vai às praias e costões rochosos”, afirmou.

A população de lontras na Lagoa do Peri é estimada em até 11 animais. “A lontra é um animal raro na natureza, ela está no topo da cadeia alimentar. Ela é a onça da água. Então o número de lontras que estão dentro do sistema aqui da Lagoa do Peri, é um número correto”, explicou Carvalho Júnior.

Criadouro

Seis lontras vivem atualmente no criadouro científico do projeto. Os alojamentos procuram reproduzir o ambiente natural, com muita água corrente e esconderijos. As lontras ganham para comer aquilo que encontrariam na lagoa: peixes.

Foto: Reprodução/NSC TV

Com todos esses cuidados, o projeto foi o primeiro no mundo, e único até agora, a ter sucesso na reprodução da lontra neotropical em cativeiro. “Isso para nós foi uma enorme satisfação, foi uma vitória, foi nos mostrar que realmente a gente está trilhando o caminho certo”, afirmou o oceanógrafo.

O projeto também é o lar de outras duas espécies da família da lontra, como a irara, também chamada de papa-mel, de nome científico Eira barbara. E tem o furão-pequeno, como a Chape.

Ela foi a última a chegar, mais um órfão. O nome é porque ela veio da cidade de Chapecó, no Oeste catarinense. O furão-pequeno tem nome científico Galictis cuja.

Como todos os animais no projeto, a Chape foi vacinada e ganhou um chip, sua identidade digital. “Vai ser colocado no computador, onde todo dia esse animal é pesado para ver a curva de crescimento dele e também para ver a quantidade de comida que nós damos para ele. Também junto com esse acompanhamento vai a ficha clínica de cada animal”, explicou o veterinário do projeto, Luís Carlos Stein.

Voluntários e custos

Tudo isso tem sido possível graças à colaboração dos ecovoluntários, gente apaixonada pela causa e que vem trabalhar sem ganhar dinheiro. Mariana Tamagusko é uma delas. Ela é estudante de veterinária.

“Para mim, é uma aula prática. Eu vou ter aula teórica na universidade e aqui eu tenho a prática. Vou conhecer toda a rotina dos animais”, afirmou.

As pesquisas cientificas são custeadas pela Petrobras. O projeto também se mantém com o ingresso pago pelos visitantes e com a venda dos produtos da loja. Outro pilar do projeto é a educação ambiental.

Próximo passo

Na Lagoa do Peri, Júnior espera dar ainda este ano o próximo e mais importante passo do projeto lontra. “É o que vai dar sentido a tudo isso que nós estamos fazendo. É pegar essas lontrinhas órfãs que nós temos, que não vão deixar de chegar, e poder reintroduzi-las no ambiente natural. Vai ser, talvez, o momento mais emocionante da minha vida. Poder abrir as portas e dizer ‘vai pra vida, minha filha'”, disse o oceanógrafo.

Fonte: G1

PL defende tratamento como alternativa ao sacrifício de cães com leishmaniose

Por David Arioch

Também está está tramitando na Câmara uma proposta que prevê a oferta de vacinação obrigatória e gratuita contra a doença | Foto: Pixabay

O Projeto de Lei 884/2019, de autoria do deputado Paulo Bengtson (PTB-PA), defende tratamento como alternativa ao sacrifício de cães com leishmaniose.

A proposta que em breve será analisada por algumas comissões prevê que seja autorizado o tratamento realizado sob a responsabilidade de médico veterinário cadastrado nos órgãos de controle de zoonoses.

“O projeto procura garantir aos proprietários o direito de tratarem seus animais em vez de sacrificá-los”, destaca o deputado, acrescentando que hoje em dia a eutanásia é praticada indiscriminadamente em casos de leishmaniose.

“Ao contrário do que tem sido divulgado, a Organização Mundial de Saúde e vários pesquisadores questionam a eficácia do sacrifício de animais como medida de combate à Leishmaniose Visceral Canina”, aponta Paulo Bengtson, que é médico veterinário.

Vale lembrar também que está tramitando na Câmara uma proposta que prevê a oferta de vacinação obrigatória e gratuita contra a doença, e que já foi aprovada por duas comissões.

Polícia Militar Ambiental resgata tatu em área de hospital em MS

Agentes da Polícia Militar Ambiental (PMA) resgataram um tatu (Dasypus novemcinctus) em um hospital, em Coxim (MS) a 257 km de Campo Grande (MS), nesta sexta-feira (3).

Foto: PMA/Divulgação

De acordo com a PMA, o animal foi encontrado por um funcionário no pátio do hospital.

A PMA foi ao local e resgatou o tatu e, como ele não apresentava ferimentos, realizou a soltura em uma área de vegetação distante da cidade.

Fonte: G1

Especialistas tentam resgatar onça encontrada em universidade em MG

Na manhã deste sábado (4), a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou que os especialistas ainda não resgataram a onça-pintada após a instalação de duas armadilhas de laço, que estão escondidas no chão do Jardim Botânico da universidade. Ainda não foi divulgado o local exato que o animal será levado após o resgate.

Novas fotos foram divulgadas da onça-pintada no Jardim Botânico em Juiz de Fora — Foto: Pedro Nobre/UFJF

Os profissionais iniciaram a instalação dos objetos nesta sexta-feira (3), após a chegada do biólogo Rogério Cunha e o veterinário Paulo Roberto Amaral, do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap).

Ainda conforme a UFJF, os profissionais trouxeram um colar para monitoramento via GPS e equipamentos que compõem a armadilha de laço. Para a preservação da espécie, ao ser resgatado, o felino será levado para uma área florestal ampla e adequada para a reprodução da espécie.

Processo de captura

De acordo com UFJF, as armadilhas foram instaladas baseadas no trajeto utilizado pelo felino. Em seguida, os professores e biólogos cavaram um buraco, onde colocaram um laço, preso a uma alavanca, sobre uma almofada.

Equipe instala armadilha de laço, escondido no chão; técnica é das mais seguras e eficazes — Foto: Raul Mourão/UFJF

Um transmissor também foi instalado na área da armadilha. Conforme a assessoria do Jardim Botânico, ele envia sinais sonoros a uma sala do local, onde a equipe se reveza de plantão na escuta dos sinais, desde o anoitecer, quando se inicia a movimentação do animal.

Para assegurar que o felino não escape até que o profissional, acompanhado do médico veterinário Paulo Roberto Amaral, chegue até a onça, o laço é preso a quatro vergalhões de ferro enterrados, de cerca de um metro.

A uma distância de 15 a 20 metros, o veterinário irá atirar uma dosagem mista de anestésico local e tranquilizante. “É um anestésico forte, potente, porém o animal fica excitado com luz e barulho. Não sente dor. É bastante seguro com uma dosagem básica”, explica o veterinário.

Colar possui transmissor com GPS e dispositivo retangular externo que se desprende, em um ano, e faz o colar se abrir (Foto: Raul Mourão/UFJF) — Foto: Raul Mourão/UFJF

Localização

Após o transporte da onça-pintada para o novo local, o animal vai receber um colar com um transmissor para monitoramento de 24 horas. A cada hora, o aparelho emite sinais de localização captados pelo Cenap e compartilhados com a universidade.

Segundo a UFJF, o animal deve ficar com o aparelho por cerca de um ano. Ao chegar neste limite, um dispositivo, conhecido como “dropoff”, se desprende, e o colar se abre. A partir do último sinal emitido, é possível recuperá-lo, uma vez que a bateria do colar dura um ano e meio.

Fonte: G1

Escola inglesa vai mostrar às crianças a origem da carne

Por David Arioch

Na instituição, porcos têm sido criados desde setembro de 2018, com a participação dos alunos (Foto: Yorkshire Evening Post)

A escola primária Farsley Farfield, situada no norte da Inglaterra, vai mostrar às crianças a origem da carne, como parte de um projeto sobre a produção de alimentos.

A instituição tem criado porcos desde setembro de 2018 com a participação dos alunos. Os animais serão mortos a partir de junho e as crianças vão testemunhar o processo.

“Os porcos não serão animais domésticos e só estarão conosco por nove meses. Os porcos viverão o dobro das raças comerciais modernas e terão uma vida verdadeiramente livre”, alegou o diretor da Farsley Farfield, Peter Harris, segundo o jornal britânico The Guardian.

O projeto foi criticado por um ex-estudante da instituição de ensino, Ix Willow, que atua em defesa dos animais.

“[Porcos] são animais amigáveis ​​que podem viver por cerca de 12 anos. As escolas têm o dever de cuidar das crianças. Ao ensinar que não há problema em explorar e matar animais, isso está sendo violado, e também pode ser traumatizante para as crianças conhecerem os animais e saber que eles vão morrer”, criticou Willow.

Em sua justificativa, o diretor da escola disse que a iniciativa de mostrar o processo de criação e abate de animais teve grande apoio dos pais.

“Há conselhos educacionais em produção que explicam que esses porcos são mais bem tratados do que a grande maioria dos porcos”, declarou o diretor da escola.

Tartaruga é encontrada morta no calçadão da Praia de Jatiúca, em Maceió (AL)

Uma tartaruga foi encontrada morta na manhã deste sábado (4) no calçadão da Praia de Jatiúca, em Maceió, no estado de Alagoas.

Foto: Arquivo Pessoal/Carlos Eduardo Costa

O animal é da espécie Verde e estava em avançado estado de decomposição.

Técnicos do Instituto Biota de Conservação foram ao local para recolher o animal e fazer a perícia para identificar a causa da morte.

Fonte: G1

Cão é sequestrado e publicitária faz campanha para encontrá-lo em MT

Uma publicitária fez um apelo nas redes sociais para encontrar o cachorro dela, que desapareceu nessa sexta-feira (3), em Cuiabá (MT).

Foto: Arquivo pessoal

Cláudia Castanho diz que o cão, chamado de Palito, teria sido sequestrado de dentro do quintal da casa dela, no Bairro Santa Terezinha. Palito não tem raça definida e foi dado de presente a Cláudia quando ainda era filhote.

Ela fez postagens em redes sociais e lançou uma campanha para reencontrar o animal. Cláudia disse que Palito a ajudou na luta contra a depressão.

A publicitária diz que passou menos de duas horas fora de casa para ir a uma consulta psiquiátrica.

Foto: Arquivo pessoal

“Quando retornamos, ainda no carro, pude ver meu portão aberto. Minha reação imediata foi procurar meus filhotes e, o Palito não estava. Ele é um bebê medrosinho, carinhoso e super apegado a mim. Jamais fugiria de casa”, declarou.

O outro cachorro dela estava em casa, mesmo com o portão aberto.

“Pode parecer bobagem para alguns, mas pra mim, uma mulher estéril e depressiva, não é! Eles são não são meus animais domésticos, são meus filhos! Por favor, me devolve”, finalizou a postagem.

Fonte: G1

Dupla explora cães em caça a animais silvestres e é multada em SP

Dois homens foram surpreendidos nesta quarta-feira (1º) em uma área rural de Chavantes (SP) praticando caça a animais silvestres. Segundo a Polícia Ambiental, a dupla explorava uma matilha de cinco cães da raça Foxhound Americano, normalmente explorada para a prática de caça.

Foto: Polícia Ambiental/Divulgação

Segundo a polícia, os homens e os cães foram avistados no Bairro Irapé, na área rural da cidade, andando pelos corredores de um canavial. Os caçadores tentaram fugir entrando na plantação, mas foram detidos.

Na revista, os policiais encontraram três fisgas (espécie de arpão), um facão e um saco com três filhotes de capivara já mortos, sem as vísceras e as cabeças.

Os dois receberam uma multa no valor de R$ 3 mil e responderão em liberdade por crime ambiental.

Fonte: Assis News