Abandonado para morrer de fome, cachorro sobrevive comendo copos e baterias

Recentemente, um cão de raça pitbull, que os socorristas batizaram de Eric, foi deixado em uma casa para que morresse de fome. Quando as autoridades foram informadas da presença do animal na residência, eles imediatamente vieram em seu socorro e o que viram quebrou seus corações.

Foto: Reprodução / Facebook

Nina Small, uma inspetora da RSPCA, diz que nunca viu um cachorro em toda a sua vida em um estado tão lamentável como o do Eric. Ele era tão magro que quando eles entraram na casa abandonada para tirá-lo, ele mal os viu e desmaiou.

Sua fraqueza foi consequência de sua profunda desidratação. Suas unhas eram tão compridas que estavam enterradas nas patas e estavam cobertas de fezes e urina. Para piorar as coisas, eles descobriram que, para se manter vivo, o animal ingeria pedaços de vidro, bem como baterias velhas.

“Ele estava coberto de urina e suas fezes tinham pedaços de cristais, metais e baterias”, disse Nina à imprensa.

Foto: Reprodução / Facebook

A situação em que encontraram Eric foi tão horrível, que foi necessário sujeitá-lo a uma série de exames intensivos, para determinar o estado de sua saúde.

O cão foi submetido a uma dieta especial e gradualmente ganhou peso. Mas ainda não pode ficar de pé por muito tempo, porque a sua fraqueza é evidente.

As autoridades estão pedindo as pessoas que souberem mais informações sobre os responsáveis por este crime que os informe. Também estão pedindo que todas as pessoas que têm animais que os identifique corretamente com um microchip.

Fonte: Zoorprendente

Vídeo: cachorro espera policial parar o trânsito para atravessar rodovia

Para poder cruzar uma das rodovias mais movimentadas do Distrito Federal, todo o cuidado é pouco. O alerta é seguido à risca por um cachorrinho que, frequentemente, atravessa a DF-001, em Samambaia. Na noite deste sábado (4/5), quando o animal já estava impaciente de tanto esperar para poder passar com segurança, um policial militar notou a intenção e prestou o apoio que diariamente faz para os pedestres da região: parou o trânsito.

(Foto: PMDF/Reprodução)

A ação foi toda registrada pela câmera do tenente Eduardo Souza, responsável por ajudar o cão a voltar são e salvo para casa. Nas imagens, o animal se certifica de que os veículos pararam, olhando para um lado e para o outro. Depois, atravessa ligeiro, liberando o trânsito em poucos segundos.

De acordo com o tenente, essa não é a primeira vez que ele auxilia a passagem do cão. “Desta vez, estava com a câmera e liguei. Mas ele espera o melhor momento para não correr nenhum perigo”, conta Souza. Ele acredita que o animal tem tutor, mas sai sozinho para passear, frequentemente passando na DF-001.

Neste ponto da via, há uma parada de ônibus e, por isso, militares do Batalhão de Policiamento Rodoviário atuam no controle do trânsito, parando os carros para que os pedestres atravessem, já que não há semáforo e nem faixa próximos. “Esse cachorro é esperto. Acho que já sabe disso e sempre pega a deixa das pessoas. Só que hoje ele deve ter se atrasado durante o passeio e voltou quando já não havia esse fluxo de pedestres e nem a atuação dos militares. Quando estava saindo do batalhão e vi a situação, desci do carro para ajudar esse último pedestre a atravessar”, brinca o tenente.

Então atenção motoristas: caso alguém passe por ali e o cão consciente estiver precisando voltar para casa, respeite a vida e dê uma ajudinha para esse transeunte de quatro patas.

Nota da Redação: a ANDA orienta os leitores que tutelem animais a não permitir que eles tenham acesso à rua sem que estejam usando coleira e guia, na companhia de um responsável. Sozinhos, eles correm risco de ser atropelados, e também podem contrair doenças e ser agredidos. Para segurança deles, é primordial que não se permita que eles passeiem na ausência dos tutores. No caso dos cães, muros e portões altos bastam para mantê-los no quintal. Já para impedir a saída dos gatos, é necessário comprar tela e colocar nas janelas ou no quintal. 

Fonte: Correio Braziliense

Cachorro é adotado e vira ‘funcionário’ de empresa de transporte coletivo

Fubá, esse é o nome do funcionário mais amado do SMTCA (Serviço Municipal de Transportes Coletivos de Araras). O empregado de quatro patas é um cachorro sem raça definida de seis anos adotado pelos servidores da autarquia há mais de três.

Foto: Reprodução / Jornal Cidade

Por lá ele tem várias funções: motorista, fiscal de frota, segurança. Mas a oficial de “registro” no crachá é de segurança patrimonial. Só que a que mais ele se destaca, segundo seu patrão, é em tornar a rotina dos funcionários bem mais agradável.

“Ele é nosso mascote há mais de anos. Traz alegria para o ambiente, descontrai um pouco e a galera gosta muito. Trouxe até mais união para a nossa equipe”, comentou Élcio Rodrigues Júnior, presidente da autarquia.

O cão tem seu próprio cantinho no TCA, mas o que ele gosta mesmo é de ter acesso livre a todos os ambientes da empresa. E tem. As refeições são dadas pelos próprios funcionários por meio de um cronograma. O primeiro a chegar, deve alimentar e abastecer a água do Fubá. Além da alimentação, ele recebe vacina em dia, respeito e muito carinho.

Além de ser um funcionário indispensável para a autarquia, o cachorro também ocupa outras posições. Para Gisele Oliveira da Silva, chefe de limpeza de veículos do TCA, o Fubá é quase que um filho.

Foto: Reprodução / Jornal Cidade

“No começo, quando ele começou a frequentar a garagem, a gente alimentava ele no almoço e ele ia embora. Depois, comecei a vir a noite e trazer jantar para que ele não sentisse fome. A partir disso, ele foi ficando”, disse.

Ainda, de acordo com uma das muitas mães adotivas do cachorro, Fubá foi o responsável por mudar a rotina de trabalho do local, aliviando o dia a dia com seu amor. “Às vezes durante o expediente rola um ‘stress’ ou outro. Mas sempre que olhava, ele estava lá, com o rabinho balançando. O nosso Fubá é um anjo. Somos gratos a Deus por ter ele por perto”, finalizou ela.

Fonte: Jornal Cidade

Documentário retrata os 6 meses de vida e a agonia dos porcos explorados para consumo

Seis meses é a idade máxima que um porco alcança na criação industrial quando é morto para consumo. É também o título do curta-metragem que a holandesa Eline Helena Schellekens estreou com o apoio da organização espanhola Igualdad Animal. O filme relata a vida de um leitão desde o nascimento até ser levado para o matadouro. Assista ao trailer no final do texto.

Foto: Igualdad Animal

M6NTHS ganhou o Prêmio Panda, tido como a premiação mais importante atribuída a filmes sobre animais, também chamado de “Green Oscar”.

O que motivou Eline Helena a fazer esse vídeo foi a luta contra a criação de animais em jaulas. “Os nossos desejos, enquanto consumidores, de conseguirmos muito por pouco são os culpados dessa vida; você tomaria as mesmas decisões se pudesse olhar nos olhos do animal?”, questiona a cineasta.

Aproveitando a coincidência do projeto com o ano chinês do porco, Eline Helena decidiu conhecer melhor o animal e segui-lo com uma câmera durante os seis meses da sua vida, através do seu ponto de vista, sem acrescentar comentários nem locuções. O som que se ouve é o que o animal também ouve.

O filme traz sequências duras, como as de porcas sendo obrigadas a cuidar dos seus leitões em pequenas jaulas; o momento em que lhes são mutilados os genitais e administrados todo o tipo de antibióticos e remédios; bem como a agonia de habitarem um espaço reduzido à espera de serem mortos.

Com o objetivo de acabar com a criação enjaulada, a Igualdad Animal colocou em marcha essa iniciativa de âmbito europeu, com a qual pretende conscientizar os cidadãos para o enorme sofrimento dos animais quando lhes é vedado o desenvolvimento de quase todos os seus comportamentos naturais.

Com suas imagens, M6nths pretende dar visibilidade a uma realidade e convidar o espectador a refletir sobre a forma como tratamos os animais explorados para consumo. Com essa sensibilização, a Igualdad Animal quer que, enquanto consumidores, mudemos os nossos hábitos alimentares para acabar de uma vez por todas com estas ações tão cruéis.

Assista ao trailer:

Fonte: VICE

Cadela abandonada espera meses pelo retorno de seu tutor

Uma foto de uma cadela olhando através de um rio em Bangcoc, Tailândia, está repercutindo na internet. A cadela esperou no cais por meses, depois que caiu de um barco que estava com seu tutor.

Foto: MY DOGS/YouTube

De acordo com os moradores locais, a cadela passou a revirar comida do lixo e dormir nos cantos, mas se recusava a deixar a área. Muitos estranhos a alimentaram e a acariciaram enquanto ela rotineiramente esperava, na esperança de ver seu tutor novamente.

Mas mesmo depois que a história se tornou viral nas mídias sociais, o tutor da cadela não apareceu.

Com o passar das semanas, ela começou a ficar mais fraca. O desespero chegou e ela percebeu que o único barco que queria ver nunca iria passar.

Uma mulher chamada Thanawan não podia mais ver a situação miserável da cadela. De alguma forma ela fez amizade com ela e a levou para casa, dando-lhe o nome de “ThaReua”, que significa “Pier”. Com amor inabalável e cuidado de Thanawan, ThaReua lentamente deixou para trás a ansiedade de ser abandonado. Hoje, ela abraçou sua nova família com todo o coração.

Confira o vídeo abaixo sobre a história comovente de ThaReua.

Fonte: I Love My Dog

Homem atira cachorro de penhasco em direção ao mar

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

As imagens chocantes que se tornaram virais nas redes sociais mostram um homem atirando covardemente um cachorro de um penhasco em Falmouth, na Cornualha (Inglaterra) em direção ao mar enquanto outra pessoa filma a cena cruel.

O animal indefeso, que pode ser visto usando coleira e guia, se debate afoitamente nos braços do agressor e logo após sua queda nas águas é registrada em toda a sua extensão até que o cão atinge o mar e nada desesperado em direção à praia.

A polícia da região está tentando localizar as pessoas envolvidas na filmagem, as imagens provocaram indignação depois de terem sido postadas nas redes sociais.

Os responsáveis pela investigação estão em uma verdadeira caçada ao responsável por jogar o cão da imensa altura até o mar enquanto seu amigo ria e filmava o ato cruel e covarde em seu celular.

Imagens do incidente chocante foram publicadas on-line e amplamente compartilhadas antes de serem excluídas.

A pessoa que filma o vídeo pode ser ouvida rindo no penhasco que fica bem acima de uma praia, que se acredita ser próximo a Falmouth, onde algumas falésias se elevam a mais de 100 pés de altura.

“Este assunto está sendo investigado, mas por favor, entenda que precisamos fazer isso efetivamente, sem intrusão ou comentários inapropriados”.

O cachorro é visto nadando desesperadamente para chegar até à costa em terra firme.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

De acordo com o Cornwall Live, a polícia local disse: “Estamos investigando um relatório contendo uma denúncia de infração às leis de bem-estar relacionada a um cão vítima de maus-tratos em Falmouth na tarde de quarta-feira, 1º de maio”.

“As informações se referem ao vídeo de um cachorro que jogado no mar. O cão foi verificado e não está ferido”.

“A investigação está em andamento e as buscas continuam. Pedimos que as pessoas, incluindo os usuários das mídias sociais, não especulem em torno das circunstâncias desse incidente ou do indivíduo envolvido”.

No Brasil

Um caso semelhante de violência contra cachorros aconteceu no estado do Rio de Janeiro, no município de Barra Mansa, em março último, onde um cão teria sido jogado do segundo andar de um dos prédios de uma universidade mas felizmente também sobreviveu.

O Centro Universitário de Barra Mansa (UBM), instituição de ensino do município de Barra Mansa, no Rio de Janeiro, promoveu uma entrevista coletiva na quarta-feira (20) para dar explicações sobre o caso do cachorro que teria sido jogado por um funcionário do segundo andar de um dos prédios da universidade. O UBM nega os maus-tratos e afirma que o animal está vivo e passa bem.

O suposto caso de maus-tratos chegou a ser notificado por veículos de comunicação, que afirmaram que o cachorro havia morrido após ser arremessado do prédio. Foi noticiado ainda que o animal teria sido encaminhado para a Clínica de Pequenos Animais do UBM, onde teria sido atendido, o que a universidade também nega. As informações são do jornal A Voz da Cidade.

O que se sabe até o momento, segundo o centro universitário, é que pessoas ouviram um cachorro chorar e depois o viram correr para fora da universidade. As testemunhas teriam afirmado que viram funcionários do UBM enxotando o animal. As câmeras de vídeo monitoramento do local, que poderiam auxiliar na apuração dos fatos, não estariam funcionando há algum tempo.

O UBM investiga o caso para tomar as medidas cabíveis. Para isso, foi criada uma Comissão Interna que conta com integrantes da comunidade acadêmica, administrativa, estudantes e representantes de instituições da sociedade civil.

A direção do centro universitário declarou ser contra qualquer tipo de maus-tratos a animais e repudiou o ato. Disse ainda que a presença de cachorros na universidade é comum e que, inclusive, eles são alimentados por funcionários.

Cadela vai a hospital visitar crianças com câncer no Rio de Janeiro

Uma cadelinha da raça golden retriever é a mais nova integrante da ala pediátrica do Inca (Instituto Nacional do Câncer) no Rio. Com apenas 10 meses de idade, Hope (que significa esperança em inglês) tem a tarefa de espalhar alegria, carinho e oferecer mais conforto aos pequenos pacientes que lutam contra diversos tipos de câncer.

Foto: Reprodução / UOL

Hope começou a frequentar o local há quatro semanas. Ainda em adaptação, a cadelinha visita os pequenos pacientes uma vez por semana durante uma hora, todas as sextas-feiras. A ideia é ampliar as visitas para dois dias na semana.

Com o colete que funciona como um jaleco hospitalar, crachá e coleira, a cadelinha e o adestrador André Luiz Moreira passam de quarto em quarto para brincar com os pacientes.

Durante a visita, as crianças fazem carinho, conversam e sorriem para a nova “médica” do hospital. Alguns já ficam ansiosos esperando o próximo dia de visita. Outros, choram quando Hope precisa ir embora.

Nos corredores do hospital, a cadelinha virou uma espécie de celebridade. Famílias e funcionários se revezam para tirar fotos com ela.

A diretora da unidade, localizada na praça da Cruz Vermelha, na região central da cidade, precisou reservar um horário na agenda para conhecer a nova ‘profissional’.

Com a Hope, a gente para de falar de doença, diz médica

Hope integra o primeiro projeto de terapia assistida por animais no INCA e as visitas dela tem como objetivo tornar o ambiente mais leve e aconchegante para os pacientes em tratamento.

O projeto foi idealizado pela médica oncologista Bianca Santana, que não recebe nenhum tipo de apoio do governo para colocá-lo em prática. Segundo ela, em menos de um mês, os resultados já superaram as expectativas.

“O clima ficou muito bom. Ficou mais leve. Quando ela vem a gente para de falar de doença, a gente passa a falar de cachorro”, diz Santana.

“No primeiro dia que ela veio com criança, ela não passou da porta de entrada. As crianças atacaram e ela ficou ali, deitou”, recorda a médica. “Você esquece um pouco que está no hospital. Parece que está mais perto de casa e esse é o objetivo, que as crianças se sintam mais em casa do que no hospital, porque elas passam mais tempo aqui e com a gente do que com as próprias famílias”, completa.

Foto: Reprodução / UOL

Para os funcionários do INCA já é possível observar os benefícios da presença da Hope nos pacientes.

“Em momentos delicados de medicação, de dor, só em falar na Hope já faz com que as crianças se distraiam e fiquem mais animadas. É impressionante”, disse uma enfermeira da pediatria.

Já a Chefe do Serviço de Oncologia Pediátrica, Sima Ferman, diz acreditar no sucesso do projeto.

“Nossa linha toda de trabalho aqui é atenção integral à criança, então uma preocupação que nós temos ao longo dos anos não é só oferecer o tratamento oncológico, mas cuidar da criança no ponto emocional e social. Então várias atividades são feitas para melhorar a estadia da criança aqui, e fazer com que o tempo dela no hospital seja mais ameno. Hoje temos vários projetos neste sentido e a Hope veio coroar”, afirma.

Rotina inclui atenção especial com higiene

Nos dias de visita ao Inca, Hope toma banho e corta as unhas. Ela chega de carro ao hospital. Na unidade, passa por um processo de higienização das patinhas e escova os dentes.

Vacinas e medicações especiais fazem parte da vida de Hope com frequência. O custo é de cerca R$ 1.400 mensais que saem do bolso da própria médica, que conta ainda com a parceira do adestrador.

Apesar de tanta responsabilidade, Hope também tem momentos de lazer. Ela costuma brincar no parque da Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na zona norte do Rio, na companhia de Moreira.

Para ele, o contato entre a cadelinha e os pacientes tem sido mais que positivo.

“Tem situações que você fica maravilhado, tem criança que olha e abre aquele sorrisão, fica completamente apaixonada. Os pais também ficam na aquela euforia, querem tirar foto com a cachorra e com o filho. Ela [a Hope] vem para tentar tirar um pouquinho de sofrimento. Todo mundo quer saber que dia ela vai voltar.”

Moreira recorda também com orgulho do primeiro dia de Hope no Inca.

“Ela deitou entre sete e oito crianças juntas mexendo nela, fazendo carinho. A gente faz um exercício que geralmente as pessoas falam ‘morto e vivo’, no caso dela é relaxa! Aí, ela dá aquela deitadinha de lado para receber o carinho.”

Lei garante animais em hospitais

Foi aprovada neste ano pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), em março deste ano, uma lei que permite a presença de animais domésticos em hospitais públicos e privados do Rio.

A lei é de autoria do vereador Luiz Carlos Ramos Filho (Podemos), também presidente da Comissão de Defesa dos Animais. De acordo com a ela, os animais podem permanecer nas unidades de saúde por período pré-determinado e sob condições prévias respeitando os critérios definidos pelos hospitais.

Fonte: UOL

Cerca de 60 gatos são encontrados mortos em Caicó (RN)

Aproximadamente 60 gatos foram encontrados mortos no bairro Acampamento, na cidade de Caicó, no Rio Grande do Norte. Os animais recebiam cuidados de uma protetora de animais da cidade.

Foto: Divulgação

O caso, classificado como “um verdadeiro extermínio de gatos”, foi repudiado pela Associação Caicoense de Proteção aos Animais e Meio Ambiente (ACAPAM), que divulgou uma nota sobre as mortes.

“No primeiro momento, a notícia causou muita angustia em toda a população. O que mais chamava atenção era que esses indefesos tinham a proteção de uma moradora da localidade que os alimentava e cuidava diariamente”, disse a ONG.

Foto: Divulgação

A entidade afirmou ainda que “todas as medidas judiciais para o esclarecimento do crime foram tomadas” e que qualquer informação que a população possa ter sobre o caso deverá ser repassada à Polícia Civil, que as manterá em sigilo.

“Ressaltamos ainda que todos os protetores de animais repudiam qualquer tipo de crueldade, sendo nosso dever, enquanto representantes da causa animal, defender todos os seres vivos de qualquer espécie, com todas as forças necessárias”, afirmou a associação.

Foto: Divulgação

Cadela grávida é resgatada após ficar presa em grade de portão no Piauí

Uma cadela grávida ficou presa na grade do portão de um imóvel na rua Mauá, no bairro João Eduardo II, em Rio Branco, no Acre. O acidente aconteceu no sábado (4).

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros do Acre

Como não conseguiu sair sozinha do local, a cadela precisou da ajuda do Corpo de Bombeiros para ser resgatada. A equipe foi acionada durante a madrugada. As informações são do portal G1.

Após ficar preso, o animal tentou voltar para dentro do quintal. No entanto, apenas a cabeça dele passou pela grade.
Apesar do acidente, após a ação dos bombeiros, a cadela foi resgatada sem ferimentos. Segundo o major do Corpo de Bombeiros Cláudio Falcão, a equipe precisou usar um desencarcerador para salvar o animal.

“Estava com a cabeça para dentro, talvez tenha tentado fugir. Gritou desesperada, não saiu de forma nenhuma e entalou”, explicou o major.

Os militares trabalharam com cautela para resgatar a cadela em segurança. “Foi fácil, não foi difícil. Tivemos o maior cuidado devido à situação dela. Fez muito esforço, mas foi tudo tranquilo. Foi às três horas e pra gente não tem hora, ainda mais em uma situação dessa”, concluiu.

Homem agride cadela até a morte na frente de criança, denunciam testemunhas

Um crime brutal revoltou moradores de Lajeado, no Vale do Taquari, no interior do Rio Grande do Sul. De acordo com testemunhas, uma cadela foi agredida até a morte na frente de uma criança. O crime aconteceu na última quinta-feira (2).

Foto: Reprodução/Prefeitura de Lajeado

Segundo os relatos, o tutor do animal o agrediu de forma brutal, usando uma barra de ferro. A agressão aconteceu, ainda de acordo com as testemunhas, na frente do filho do homem, que tem apenas dois anos de idade. As informações são do portal G1.

A cadela foi encontrada na quinta-feira por funcionários da Secretaria de Meio Ambiente do município. Ela estava caída no chão, em estado de choque e com moscas sobre seu corpo.

Resgatada, a cadela recebeu atendimento veterinário. Após ser examinada, foi constatado que ela havia sofrido fratura no osso do diafragma, traumatismo craniano e tinha água nos pulmões.

Diante da situação, a cadela passou a receber tratamento médico. No entanto, apesar de ter recebido medicações e todos os cuidados necessários, ela não resistiu aos graves ferimentos que sofreu.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.