Páscoa: chocolate é tóxico para animais e pode levá-los à morte

Na Páscoa, o consumo do chocolate aumenta significativamente. Os animais, no entanto, não podem comer nenhuma quantidade do produto, que é tóxico para eles. Isso porque o fígado dos cães e gatos não metaboliza a teobromina, uma substância presente no chocolate que está relacionada à quantidade de cacau e afeta o sistema nervoso central dos animais.

Foto: Pixabay

“Dependendo da quantidade ingerida e do tamanho do animal, os sintomas vão desde vômito, diarreia, taquicardia até convulsões, podendo levar à morte em alguns casos”, alerta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News.

Os chocolates amargos e mais escuros, que têm maior concentração de cacau, são ainda mais tóxicos. No entanto, o chocolate branco e ao leite também fazem mal à saúde dos animais. As informações são do portal Terra.

O risco existe desde pequenas a grandes doses ingeridas pelo animal. Além disso, como a teobromina demora até seis dias para ser eliminada pelo fígado, ela é perigosa tanto para os animais que consumiram muito chocolate de uma só vez, quanto para aqueles que ingeriram poucas quantidades em dias sucessivos.

A substância, no entanto, não é o único problema. Isso porque o chocolate tem altas doses de gordura e açúcares, o que também faz mal aos animais.

Caso o animal acabe ingerindo chocolate, a orientação é levado ao veterinário com urgência. A quantidade necessária a ser consumida para causar intoxicação varia de acordo com o tamanho do animal, o estado de saúde dele, a sensibilidade individual e o tipo de chocolate ingerido.

Os sintomas de intoxicação costumam aparecer cerca de quatro a cinco horas após a ingestão do chocolate. “O aparecimento de convulsões significa um prognóstico ruim na maioria dos casos e, muitas vezes, podem resultar em morte”, ressalta Vininha.

É importante, portanto, não só não oferecer chocolate ou produtos que contenham chocolate aos animais, como estar atento e não deixar ovos de páscoa, bombons e similares em locais aos quais cachorros e gatos tenham acesso.

“Se a ideia for presenteá-los com guloseimas alusivas à data comemorativa, opte pelas fabricadas com ingredientes próprios para seu consumo. O mercado oferece muitas opções, incluindo chocolates sem cacau e açúcar e petiscos em formato de cenoura e coelho”, conclui Vininha.

Resgate de animais em Manaus (AM) aumentou 53,9% no 1º trimestre de 2019

O número de animais resgatados em Manaus (AM) pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) aumentou 53,9% no primeiro trimestre de 2019, em comparação com o mesmo período de 2018. No ano passado, 141 animais foram resgatados. Neste ano, foram 217.

Foto: Pixabay

Pariris, jurutis (pomba silvestre), mucuras, cobras, jacarés e filhotes de aves foram os animais mais resgatados pelo Instituto. As informações são do portal G1.

Depois de serem resgatados, os animais saudáveis são devolvidos à natureza e os que necessitam de cuidados são levados para centros especializados.

O Corpo de Bombeiros orienta as pessoas a manter a calma ao encontrar um animal silvestre em área urbana, manter-se afastado dele e acionar os militares pelo 193.

O gerente da Gerência de Fauna do Ipaam, Marcelo Garcia, explica que os animais são retirados do local onde estão e levados para localidade próxima, preferencialmente em área de mata. Animais silvestres que estão no ambiente natural não são resgatados.

Além do telefone dos bombeiros, é possível também solicitar o resgate de animais silvestres ao entrar em contato com o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, através do telefone (92) 2123-6739. O serviço funciona diariamente das 8h às 17h. Aos finais de semana e feriados, o funcionamento é em regime de plantão.

Animais vivem em péssimas condições em zoo no Peru

Divulgação

Dezenas de animais silvestres vivem em condições terríveis e aprisionados em pequenas gaiolas no zoo do Parque de la Familia, na cidade de Tacna, no Peru. Os maus-tratos foram denunciados pelo vereador peruano Óscar Ninaja López, que informou que o local mantem animais em gaiolas muito pequenas e sem alimentação adequada.

O Parque de la Familia fica localizado no bairro Alto de la Alianza e é um importante centro turístico da cidade de Tacna. Além do zoo, há centros recreativos, brinquedos e praças de alimentação. A estrutura do parque lembra um pouco a Quinta da Boa Vista, localizado no Rio de Janeiro.

O local supostamente está em reforma e a administração do parque tentou justificar a situação dos animais afirmando que foi uma transferência temporária para jaulas pequenas enquanto há remodelação dos recintos. O Parque de la Familia aprisiona atualmente macacos, raposas andinas, pássaros e pequenos roedores.

Oscar Ninaja denuncia que o confinamento está criando conflito e estresse entre os animais. Um episódio recente ilustra claramente as consequências do aprisionamento de animais para entretenimento humano. Um pequeno macaco escapou de uma das jaulas e fugiu desesperadamente em busca de liberdade, mas por pouco tempo.

Ele foi recaptura e devolvido ao cativeiro. Casos de fugas de animais de zoos são registrados em todo mundo, no Brasil é notório um fenômeno que ocorreu em 2016 no zoológico da cidade de São Paulo. Macacos realizavam diversas tentativas de fugas ao verem tratadores e funcionários do local, segundo informações do portal Notibras.

Em SP, um macaco-prego teve êxito em sua busca por liberdade e após ser recapturado foi isolado de seus companheiros de espécies, porque a administração do zoo temeu que ele pudesse incentivar outros animais a fazer o mesmo.

Nota da Redação: zoológicos e outros locais que aprisionam animais devem ser completamente extintos. Casos como o Parque de la Familia servem para alertar a população mundial sobre a injustiça e crueldade escondida atrás de zoológicos e outros locais que mantém animais em cativeiro apenas para divertimento humano. É preciso clarear a consciência para entender e respeitar os direitos animais. Eles não são objetos para serem expostos e servirem ao prazer de seres humanos. Apesar das boas intenções ao instaurar o fechamento do estabelecimento, o fato de nada ter mudado para a maioria dos animais enclausurados, representa muito mais uma ação política do que uma real preocupação com a situação dos animais em cativeiro.

Perícia particular conclui que animais foram envenenados em Mato Grosso

Um laboratório particular contratado pelo grupo de voluntários “Amamos Animais” concluiu que os animais encontrados mortos em Alta Floresta (MT) foram vítimas de envenenamento. Uma substância encontrada dentro de pacotes jogados nos quintais de casas e terrenos, analisada pela perícia, foi a responsável por matar os animais. Amostras de alguns animais já mortos também foram analisadas. Mais de 35 cães e gatos foram mortos.

Foto: Reprodução / Mato Grosso Ao Vivo

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que aguarda o resultado da perícia feita pelo laboratório da POLITEC. A Polícia Judiciária Municipal não conseguiu identificar o responsável pelo crime ainda. As informações são do portal Mato Grosso Ao Vivo.

Para Leir, do grupo Amamos Animais, seria possível chegar aos suspeitos mais rapidamente. “A polícia está trabalhando, o trabalho está sendo bem feito, porém não tem nenhuma pista”, disse. O autor do crime ficou conhecido como “Maníaco dos Pets”.

Devido às dívidas feitas para a realização da perícia, o grupo de proteção animal está arrecadando latinhas para vendê-las e comercializando adesivos para carros a R$ 5 com a frase “Eu freio para animais”, como forma de, também, conscientizar a população, além de levantar recursos financeiros.

Os voluntários também aderiram à campanha Abril Laranja, de combate aos maus-tratos a animais, e estão entregando lacinhos de cor laranja para a população para incentivá-los a proteger e respeitar os animais. Interessados em adquirir o lacinho, de forma gratuita, devem se dirigir ao Hotel Mato Grosso ou ao escritório Eliane Hammoud, na avenida Ludovico da Riva, 3690.

Deslizamento de terra atinge abrigo que mantém 170 animais no RJ

Um deslizamento de terra causado pelas fortes chuvas que caíram na cidade do Rio de Janeiro atingiu um abrigo que mantém 170 animais, que, agora, correm risco. O caso aconteceu em Itanhangá, na Zona Oeste.

Foto: Reprodução/Bom Dia Rio

A terra de um barranco deslizou e atingiu uma casa que fica no terreno onde vivem os animais. Cães e gatos também foram atingidos pelo deslizamento.

Daniela, que administra o local, afirmou que dois cachorros fugiram assustados durante a chuva pelo buraco aberto em uma das cercas da casa durante a tempestade. As informações são do G1.

Foto: Reprodução/Bom Dia Rio

Apesar dos riscos que o abrigo representa para os animais atualmente, não há meios de retirá-los do local porque a Estrada do Itanhangá, que dá acesso ao abrigo, está em condições que impedem que ela seja usada pelos funcionários do abrigo. A Defesa Civil também encontra dificuldades para passar pela estrada.

“Não tenho como tirar os animais daqui. Quando cheguei, depois da chuva, estava tudo um caos, eles estavam muito assustados, sujos de lama. A casa está cheia de lama, perdemos várias coisas dos animais”, diz Daniela.

A Defesa Civil emitiu nota por meio da qual afirmou que recebeu um chamado sobre o caso e que irá tentar enviar agentes o mais rápido possível para o local.

Noruega vai proibir em 2025 criadouros de animais para extração de pele

O governo da Noruega apresentou ao Parlamento, na quarta-feira (10), um projeto de lei que proíbe a criação de animais para extração de pele. A proibição terá início em 2025 e é resultado de um acordo político feito em janeiro de 2018, quando o governo conservador se aliou ao pequeno partido liberal, que exigiu o fim da prática cruel.

Vison preso em gaiola onde ficará até ser morto (Foto: Pinterest)

O projeto conta com um programa de indenizações aos proprietários de criadouros e proíbe que animais sejam criados e mortos para “vender ou usar sua pele”. Para o setor peleiro, as indenizações tem valor insuficiente.

O governo determinou o pagamento de 500 milhões de coroas – o equivalente a cerca de 52 milhões de euros – em indenizações aos criadores para que eles busquem outras atividades no mercado de trabalho.

Atualmente, a Noruega é responsável por 1% da produção mundial de pele de vison e entre 2 e 3% da produção de pele de raposa.

A crueldade da indústria de pele

Os animais explorados pela indústria podem ser criados em cativeiro, mantidos aprisionados em gaiolas, vivendo vidas miseráveis, ou capturados no habitat, por meio de armadilhas frequentemente cruéis.

Quando o animal atinge a maturidade e o inverno chega – período em que o pelo está mais longo e abundante -, ele é morto. Essa morte pode ser provocada a pauladas, por estrangulamento ou eletrocussão. Neste último caso, os animais são eletrocutados a partir da introdução no ânus de ferramentas que fritam os órgãos internos.

Após a morte, os animais são escalpelados. Em casos mais cruéis, a pele é tirada com os animais ainda vivos.

Exigência de caução para internamento de animais é proibida

Em caso de descumprimento da lei, além do pagamento de multa, a clínica ou hospital deve devolver ao depositante o valor em dobro (Foto: Pet Care)

Desde o ano passado é proibida no Paraná a exigência de caução (cheque, dinheiro ou cartão de crédito) para o internamento de animais em hospitais ou clínicas veterinárias. A proibição se aplica principalmente a casos de emergência, como atropelamentos, acidentes graves, lesões com risco de morte e outras situações que demandam atendimento urgente. Em caso de descumprimento da lei, além do pagamento de multa, a clínica ou hospital deve devolver ao depositante o valor em dobro. A lei é resultado do PL 758/2015, do ex-deputado Rasca Rodrigues (PV).

Prêmio incentiva jovens cientistas e acabar com os testes em animais

Foto: PETA/Reprodução

Foto: PETA/Reprodução

Esta semana, o Consórcio Internacional de Ciências da PETA anunciou que Patrícia Zoio, estudante de doutorado da Universidade NOVA de Lisboa, ganhou o prêmio Early-Career Scientist Award oferecido pela instituição, para participar de curso de formação sobre métodos de testes que não utilizam animais. Patrícia está desenvolvendo um modelo skin-on-a-chip (pele em chip, na tradução livre) que poderia substituir o uso de animais em testes de pele em laboratório a longo prazo.

O curso de verão do Centro de Pesquisa Conjunta da Comissão Europeia, que acontece de 21 a 24 de maio em Ispra, Itália, permitirá que os participantes conheçam e explorem alguns dos avanços mais recentes no campo de testes que não envolvem animais.

Patrícia participará de palestras e sessões interativas e visitará um laboratório dedicado ao desenvolvimento de alternativas para testes em animais.

O que são “órgãos em chip”

Em 2017, engenheiros biológicos da Universidade de Harvard inventaram um microchip que pode ser revestido com células humanas vivas para testes de drogas, modelos de doenças e medicina personalizada.

O “Organ in a chip” é um chip tridimencional multi-canal de cultura de células microfluídicas que simula as atividades, mecânica e a resposta fisiológica de órgão, revestido de células humanas vivas, como se fosse um tipo de órgão artificial. A tecnologia foi responsável por introduzir um novo modelo de organismos humanos multicelulares in vitro.

No vídeo abaixo pode ser acompanhada uma rápida introdução à tecnologia de “órgãos em chip”

A importância de incentivos como esses

Milhões de coelhos, ratos, porquinhos-da-índia e outros animais são explorados em laboratórios, enfrentando procedimentos horríveis que podem ferí-los de diversas formas, causando sofrimento físico e psicológico e traumas.

Cientistas estão trabalhando para acabar com essas experiências cruéis e desnecessárias com animais. Este prêmio tem como objetivo ajudar nas pesquisas a substituir o uso de animais em testes de toxicidade para produtos químicos.

O Consórcio também apresentou vários outros ganhadores Early-Career Scientist Awards, que terão as despexas pagas para participar de conferências e workshops, como o Instituto de Métodos Práticos de In Vitro para o Laboratório de Toxicologia In Vitro e o 20º Congresso Internacional de Toxicologia In Vitro.

Esses prêmios são vitais para garantir que a próxima geração de toxicologistas esteja equipada com o conhecimento e as habilidades necessárias para implementar testes modernos e livres de crueldade, que são cruciais para um futuro onde os experimentos com animais sejam coisa do passado.

Modelos com tecido humano podem salvar ratos e coelhos

O Consórcio também forneceu aos pesquisadores tecnologia livre de custos. Por exemplo, uma parceria com a empresa de biotecnologia Epithelix, propiciou aos pesquisadores modelos tridimensionais de tecido humano do trato respiratório que podem ser usados para testar cosméticos, produtos farmacêuticos, produtos químicos industriais, pesticidas e produtos domésticos sem o uso de animais.

Os organizadores do prêmio também se uniram à MatTek Corporation para distribuir modelos tridimensionais de tecido humano sem custos que podem substituir o uso de coelhos em testes onde os produtos químicos são aplicados diretamente em seus olhos e pele e o uso de ratos em testes de inalação mortais nos quais os animais indefesos são espremidos em tubos estreitos e forçados a inalar substâncias tóxicas.

Além desses tecidos tridimensionais, centenas de milhares de quilos de equipamentos de teste da VITROCELL – dispositivos que podem ser usados para expor células a produtos químicos em vez de animais – também foram disponibilizados.

No geral, o Consórcio e seus membros doaram milhões de libras para melhorar e implementar métodos de teste que não envolvam animais, incluindo o financiamento de seu desenvolvimento e validação e a organização de oficinas gratuitas, webinars e oportunidades de treinamento para cientistas.

Animais também sofrem com as inundações no Rio

Aves colocadas sobre o telhado e a laboradora Gaia, que desapareceu ontem (Fotos: Diego Haidar/Divulgação)

Os animais também estão sofrendo com as inundações no Rio de Janeiro, e que infelizmente já resultaram na morte de dez pessoas, além de muitas perdas materiais. Ontem, moradores da Zona Oeste tiveram de colocar os animais sobre o telhado, para que não fossem arrastados pela enxurrada.

Galinhas, galos, bodes, cães – animais de diversas espécies foram vistos sobre os telhados de residências e estabelecimentos comerciais. Ainda assim, nem todos conseguiram sobreviver. Em Guaratiba, há relatos de mortes de animais de pequeno porte.

Em outras localidades há pedidos de informações sobre animais desaparecidos. Um exemplo é a labradora Gaia, de 15 anos, que foi levada pela enxurrada após o rompimento do muro da residência onde ela vivia na Rua Sara Vilela, no Jardim Botânica, na Zona Sul da cidade. Quem tiver informações sobre Gaia, pode ligar para (21) 99209-5969.

Governo mineiro cria campanha de devolução voluntária de animais silvestres

O tráfico de animais silvestres acarreta graves consequências em todo o mundo (Foto: Sisema/Divulgação)

O governo de Minas Gerais, por meio do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), criou uma campanha de devolução voluntária de animais silvestres sem risco de penalização.

Por isso, esta semana equipes do Sisema estão em pontos estratégicos de municípios da Zona da Mata mineira para receber animais silvestres, sejam eles criados irregularmente ou aqueles que o tutor não tem mais interesse em manter em sua residência. A ação que visa coibir a prática de criação irregular de animais silvestres em cativeiro teve início ontem em Visconde do Rio Branco.

Hoje (10), a caravana do Sisema se desloca para Astolfo Dutra e amanhã (11) chega em Tocantins. Os animais silvestres serão recebidos das 9h às 16h. A entrega também pode ser realizada no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Ubá, para onde serão encaminhados os animais recolhidos durante a ação voluntária. Lá, eles receberão cuidados e, posteriormente, serão reintroduzidos à natureza.

Na ação, a população também é orientada com relação ao crime ambiental referente à criação de animal silvestre em cativeiro. De acordo com a Lei Federal 9.605, de 1998, é crime ambiental “matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida”.

O tráfico de animais silvestres acarreta graves consequências em todo o mundo. A retirada desses animais da natureza causa danos ambientais que comprometem as funções ecológicas exercidas pelas espécies. Além do trauma da captura, os animais são transportados de forma precária, sendo expostos a diversos tipos de maus-tratos.

A Zona da Mata é a segunda região de Minas Gerais com o maior número de criadores amadores cadastrados no SisPass. A região também possui histórico de alto índice de irregularidades encontradas nas últimas fiscalizações de fauna realizadas na região. Devido à localização e riqueza de espécimes do bioma de Mata Atlântica, a região é também rota de tráfico de animais silvestres para o Rio de