Tribunal decide sobre a guarda de dois cães após divórcio de casal

Ao julgar processo de divórcio consensual, a 3ª Vara da Família de Joinville (SC) decidiu sobre a guarda de dois cães do casal. Segundo informações divulgadas na quarta (3) pelo Tribunal de Justiça, ficou estabelecido que cada um ficaria com um animal.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Conforme o processo, a mulher concordou que o ex visite o cachorro que permaneceu com ela, e o homem ficará responsável pelo pagamento de todas as despesas veterinárias em relação a esse animal.

A mulher, por sua vez, manifestou não ter interesse na guarda ou visitas ao animal que ficou sob os cuidados do ex. A juíza Karen Francis Schubert Reimer afirma que, pela legislação atual, o animal tem o status jurídico de objeto. Ela disse ainda que se busca uma posição mais atual, em que eles sejam enquadrados em uma categoria intermediária entre coisas e pessoas.

De acordo com o tribunal, no entender da magistrada, tratar do direito dos animais é questão de ética, que deve sempre ser o primeiro parâmetro nas questões da Justiça. Não é a primeira vez que a Justiça decide sobre guarda de animais. Em dezembro de 2017, por exemplo, um acordo estabeleceu a guarda compartilhada de cães, no Rio.

Em junho de 2018, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) julgou o caso de um homem que alegava “intensa angústia” ao ser impedido pela ex-mulher de conviver com a cadela. Na ocasião, ele obteve vitória para visitar a yorkshire.

A decisão, inédita no âmbito da corte superior, dividiu a Quarta Turma. Para os ministros, a relação afetiva entre animal e humano deve ser levada em conta no julgamento. Eles, porém, rejeitaram equiparar a guarda de animais com a guarda de filhos.

Fonte: Lívia Marra / FolhaPress

Saiba como fazer para que animais acima do peso emagreçam corretamente

Estima-se que mais da metade dos animais domésticos nos países ocidentais esteja acima do peso – condição que contribui para diabetes, problemas ortopédicos, doenças cardíacas e câncer. E uma revisão da Universidade de Guelph, no Canadá, constatou algo ainda mais preocupante: os tratamentos nas clínicas veterinárias não têm sido efetivos.

(Foto: Terryj/)

“Se os animais não emagrecem rapidamente, os tutores desistem e não cumprem o plano completo. Mas, se alcançam o resultado, eles voltam à antiga rotina e o cão, ou o gato, engorda de novo”, justifica a veterinária Caitlin Grant, que participou da pesquisa.

Segundo a expert, o acompanhamento profissional é essencial nesse processo. “Sem monitoramento, há o risco de que certas doenças passem despercebidas”, ressalta. Com a orientação correta, aí, sim, dá para virar o jogo.

Pontos cruciais para ajudar o animal a entrar em forma:

  • Apoio profissional: Consultar e ser acompanhado pelo veterinário é o primeiro passo. Nada de tentar emagrecer o animal por conta própria.
  • Na medida certa: Não corte a ração.”O animal deixa de receber nutrientes essenciais”, alerta Caitlin. O veterinário indicará dose e horários específicos.
  • Petiscos naturais: Prefira os mais saudáveis ou troque por frutas e legumes. Eles não podem ultrapassar 10% das calorias diárias – use só como recompensa.
  • Exercícios físicos: “Eles devem se exercitar 30 minutos ao dia, cinco vezes na semana”, diz Caitlin. Cães podem passear. Brincar com lasers ou escalar estantes são opções para gatos.
  • Reforço à dieta: Suplementos ajudam a corrigir déficits. “Isso será único para cada animal. Portanto, requer avaliação”, avisa a pesquisadora.

Hora de buscar ajuda

Se o animal perdeu a curvatura entre as patas traseiras e o meio do corpo e você não consegue sentir os ossos da costela dele nem discernir a cintura ao olhá-lo de cima, atenção: são sinais de peso extra.

Gatos sem raça definida e cães das raças basset hound, beagle, labrador, pug, golden retriever e dachshund precisam de um olhar especial, pois engordam com mais facilidade.

Fonte: Saúde – Abril

Prefeitura irá adquirir veículo castramóvel em São Gonçalo (RJ)

Durante reunião realizada na quarta-feira (3), o prefeito de São Gonçalo, José Luiz Nanci, reafirmou o compromisso de comprar um castramóvel para a cidade. A aquisição será feita através de verba oriunda de emenda parlamentar da então deputada federal, Laura Carneiro, e irá contemplar a luta das protetoras de animais do município. O veículo será devidamente equipado para a realização de cirurgias de castração em cães e gatos. De acordo com o prefeito, este tipo de prática segue orientação do Ministério da Saúde e já está sendo aplicada em diversos municípios do Rio de Janeiro.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

“Essa conquista é fruto do trabalho de diversas pessoas, como as protetoras de animais do município, em conjunto com a Secretaria de Meio Ambiente. Este equipamento é de suma importância para o controle da população de animais”, ressalta o prefeito. Para Monica Nunes, vice-presidente do Conselho Municipal de Proteção Animal, “o castramóvel vai ajudar a levar o serviço para mais perto da população. Fica mais fácil para chegar até as comunidades mais distantes”, disse.

A Secretaria de Saúde ficará responsável pela administração do serviço na cidade.

Também participaram da reunião o Conselheiro Municipal de Política Urbana de São Gonçalo, doutor Adolfo Konder, o veterinário, Pedro Ramon, a assistente social, Daniele Gonçalves, e a coordenadora da Secretaria de Meio Ambiente, Aretha Salles.

Fonte: O São Gonçalo

Animais abandonados sofrem pela carência de cuidados básicos e irresponsabilidade humana

Foto: Canal Motivacional/Youtube

Foto: Canal Motivacional/Youtube

No dia 07 de abril, comemora-se o Dia da Saúde, data criada para conscientizar a população sobre a importância dos cuidados com a mente e o corpo e também abordar de problemas de saúde globais, alertando sobre os riscos e ensinando sobre a prevenção.

Porém a saúde dos animais domésticos também carece de muita atenção, reconhecimento e cuidados especiais.

São mais de 30 milhões, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde, a quantidade de cães de gatos abandonados pelas ruas. Sendo eles 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Esses animais são covardemente largados por seus donos irresponsáveis que criaram expectativas absurdas e que muitas vezes levam um animal para casa sem ter conhecimento do que de fato significa se comprometer com um companheiro de quatro patas.

São muitos os motivos que alegam para abandonar um animal, dos mais variados possíveis, entre eles estão: mudança de cidade ou viagens, aparecimento de alguma deficiência física ou doença e problemas; o trabalho e as despesas geradas pelo animal; casos em que o animal foi comprado de um criador sem certificação e não são da raça esperada; e problemas de comportamento.

Foto: Expresso MS

Foto: Expresso MS

Muitos outros acabam nascendo e se criando na rua mesmo – os que sobrevivem – a fragilidade das políticas de castração e falta de investimento público no setor causam o aumento da população desses seres desprotegidos que vivem marginalizados pelas cidades.

Na falta de um lar com uma família amorosa para protegê-los, ou prestar-lhes o atendimento básico, padecem esquecidos nas ruas, privados de comida, cuidados médicos e muitas vezes perdem suas vidas sem ter quem os acolha e socorra.

Com políticas públicas quase nulas de proteção socorro a esses animais alguns protetores independentes e ONGS resgatam esses animais e fazem o possível para recuperá-los e dar-lhes um lar.

Foto: Jornal O Hoje.com/Reprodução

Foto: Jornal O Hoje.com/Reprodução

Sem castração para evitar o aumento da população de cães em situação de rua ou promoção da adoção em vez da compra, os animais permanecem vítimas do abandono humano também de forma legal.

A atual legislação prevê penas mínimas para o abandono de animais e mesmo assim, situações especiais precisam estar configuradas junto à denúncia, como filmagem ou foto do ato. A maioria desses crimes ocorrem silenciosamente e os tutores se livram dos animais inocentes de forma escusa e obscura.

Não só atos de abandonos são cometidos contra animais, maus tratos infelizmente também são frequentes. Dentre os mais comuns estão: agressões físicas como mutilar e envenenar; manter o animal preso por corrente ou corda; manter o animal em local impróprio sem condições sanitárias; não alimentar; não levar ao veterinário; submeter o animal a atividades exaustivas; utilizar animais em espetáculos sem condições adequadas; capturar animais silvestres, entre muitos outros.

Foto: Meus Animais/Reprodução

Foto: Meus Animais/Reprodução

Algumas ONGs, mesmo com recursos limitados, realizam o resgate de animas em situação de vulnerabilidade, muitos com fraturas expostas, desnutridos, abandonados em locais de perigo, entre muitas outras situações. Eles são levados para centros veterinários, onde recebem o tratamento necessário, são castrados, vermifugados, reabilitados e depois de todo esse processo, são postos para a adoção na esperança de encontrar um lar e uma família que os acolha.

Vítimas de uma sociedade que os vê como seres “menores” ou “inferiores”, os vende como produtos e os abandona como objetos descartáveis, os animais seguem com pouco acesso aos direitos básicos, como saúde e bem-estar. Com certeza, não há muito o que se comemorar, da parte dos nossos irmãos não-humanos, nessa data especial.

O trabalho jornalístico e a luta em defesa dos direitos animais

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O Dia do Jornalista, comemorado em 07 de abril, foi instituído em 1931, por decisão da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), como homenagem ao médico e jornalista Giovanni Battista Líbero Badaró, morto por inimigos políticos em 1830.

Uma profissão intrinsecamente definida pela missão de informar e formar conceitos, modificar pensamentos, construir valores e trazer a realidade em forma de notícias para a população, a maioria delas, utopicamente falando, fundamentais para o desenvolvimento da consciência crítica e tomada de decisões.

Pelas mãos e atualmente dedos (teclas de computador) dos jornalistas, as informações, os fatos, se tornam notícias, essas notícias viajam o mundo, alcançam pessoas, criam novas perspectivas, mudam crenças e abrem mentes.

Jornalistas do mundo todo dedicam suas vidas à missão de investigar, descobrir, trazer a luz os mais variados, polêmicos e muitas vezes trágicos fatos.

O jornalismo animalista ou abolicionista pelos animais, tem como missão a conscientização da população sobre a posição real destes seres, que dividem com a humanidade o planeta, porém são subjugados e explorados ao bel prazer do ser humano.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

É por meio do jornalismo de canais como a ANDA, a primeira agência de notícias dedicada inteiramente aos direitos animais – que corajosamente assumiu a função de impactar e mudar a pauta da mídia nacional – que mais e mais pessoas têm acesso à real situação desses seres não-humanos, capazes de amar, sofrer e compreender o mundo ao seu redor, mas que tem sido explorados, usados e mortos indiscriminadamente desde tempos imemoriais.

Compromissado com a verdade e a justiça, o jornalismo animalista traz a luz o sofrimento de animais que, graças a uma crença dominante chamada “especismo”, espalhada por todas as camadas da sociedade, faz crer que o homem é superior a todos os habitantes do planeta, sejam animais ou plantas, e assim sendo pode dispor deles como bem desejar.

Desta forma, seres cuja senciencia foi cientificamente comprovada, plenamente capazes de sofrer os horrores de passar a vida inteira fechados em gaiolas ou celas minúsculas, sem ver o sol, sem andar na grama, sem poder muitas vezes sequer se mexer direito, tem sua dignidade desrespeitada, seu leite roubado, sua carne comercializada, seus ovos tirados, seus filhos afastados e suas vidas levadas de formas cruéis e inimagináveis.

Caracterizado fortemente pela denúncia e conscientização, é por meio da divulgação das condições em que vivem esses seres e de sua capacidade única de raciocínio, cognição e resposta aos mesmos estímulos que os humanos, que o jornalismo animalista busca proporcionar às pessoas elementos coerentes para a mudança de pensamento.

Animais não são inferiores aos seres humanos, animais são seres sensíveis, inteligentes, e merecem respeito, amor e proteção. Essa luta não é só dos jornalistas animalistas, mas de todos os seres humanos que desejam um mundo mais compassivo e justo.

Declaração de Toulon reconhece os animais como sujeitos de direito

Foto: Origins Explained/Youtube

Foto: Origins Explained/Youtube

Após o manifesto de Cambridge em 2012, que reconheceu a senciência animal com base científica, são juristas franceses que agora declaram oficialmente o direito que possuem os animais em serrem tratados como pessoas, com leis que os protejam e legitimem

Na sexta-feira, 29 de março, durante uma reunião solene do segundo simpósio sobre a personalidade jurídica dos animais realizado na Faculdade de Direito da Universidade de Toulon (França), os pesquisadores de direito, Louis Balmond, Caroline Regad e Cédric Riot proclamaram oficialmente a Declaração de Toulon.

Esta declaração segue a mesma linha do Manifesto de Cambridge, assinado em 7 de julho de 2012 por 13 representantes de instituições científicas como Caltech, MIT ou o Instituto Max Planck, destacando o conhecimento avançado do comportamento animal e da afirmação de sua senciência, enfatizando o estado de consciência e a sensibilidade animal.

O animal “sensível”

Na França, a legislação prevê desde fevereiro de 2015, no artigo 515-14, um novo olhar sobre o direito animal: “Os animais são seres vivos dotados de sensibilidade. Embora alvos de leis que os protejam, os animais estão sujeitos ao regime de propriedade”.

Dr. Regad e Riot descrevem esse direito animal como “esquizofrênico”, no sentido de que a lei afirma a sensibilidade animal, mas a coloca sob o regime de propriedade na mesma sentença. Os pesquisadores então trabalham para dar personalidade jurídica ao animal, o que lhe permitiria receber direitos e desenvolver essa legislação a seu favor.

Seu trabalho é apresentado em três simpósios sobre três categorias diferentes de animais:

1 – O animal de estimação

2 – Animais ligados a um fundo (aluguel, entretenimento, experimentação)

3 – Animais selvagens

O objetivo deste trabalho é fornecer ao animal uma personalidade legal, o que possibilitará a confecção de leis que possam ser escritas corroborando e garantindo esses direitos aos animais.

A proposta dos dois professores pesquisadores é adicionar uma subdivisão às pessoas naturais: pessoas humanas e pessoas não humanas.

Alvo da exploração humana desde tempo imemoriais, sendo tratados como coisas e subjugados à vontade alheia conforme a ambição humana, os animais são comprovadamente conscientes do mundo que os rodeia, capazes de sentir, amar e sofrer e agora com tudo isso levado em consideração, mais este passo: dignos de direitos a altura de sua capacidade senciente.

Tradução da Declaração de Toulon

Nós, juristas acadêmicos, participamos da trilogia de simpósios organizados dentro da Universidade de Toulon sobre o tema da personalidade jurídica do animal.

Considerando o trabalho realizado em outras áreas disciplinares, notadamente por pesquisadores da neurociência.

Tendo em vista a Declaração de Cambridge de 7 de julho de 2012, pela qual os pesquisadores chegaram à conclusão de que “os seres humanos não são os únicos a possuir os substratos neurológicos da consciência”, sendo estes compartilhados com “animais não humanos”.

Lamentando que o direito não tenha aproveitado esses avanços para desenvolver em profundidade todo o corpo de leis relativas aos animais.

Observando que na maioria dos sistemas legais, os animais ainda são considerados coisas e carecem de personalidade jurídica, sendo esta a única capaz de dar a eles os direitos que eles merecem como seres vivos.

Acreditando que hoje a lei não pode mais ignorar que o progresso das ciências, e podem melhorar a consideração dos animais, conhecimentos até esse momento subutilizados.

Considerando, finalmente, que a atual incoerência dos sistemas jurídicos nacionais e internacionais não pode resistir à inação e que importa iniciar mudanças para levar em conta a sensibilidade e inteligência dos animais não humanos.

Declaramos,

Que os animais devem ser considerados universalmente como pessoas e não como coisas.

Que é urgente acabar definitivamente com o reinado da reificação.

Que os conhecimentos atuais impõem um novo olhar legal sobre o animal.

Que, como consequência, a qualidade de pessoa, no sentido legal, deve ser reconhecida aos animais.

Dessa forma, além das obrigações impostas aos seres humanos, os animais terão seus próprios direitos, permitindo que seus interesses sejam levados em conta.

Que os animais devem ser considerados como pessoas físicas não humanas.

Que os direitos das pessoas naturais não-humanas serão diferentes dos direitos dos indivíduos humanos.

Que o reconhecimento da personalidade jurídica ao animal é apresentado como um passo essencial para a coerência dos sistemas de direito.

Que essa dinâmica faz parte de uma lógica jurídica nacional e internacional.

Que somente o caminho da personificação jurídica é capaz de trazer soluções satisfatórias e favoráveis a todos.

Que as reflexões sobre a biodiversidade e o futuro do planeta devem integrar pessoas físicas não-humanas.

Que isso reforçará o vínculo com a comunidade dos (seres) vivos, que pode e deve encontrar uma tradução jurídica.

Que, aos olhos da lei, a posição legal do animal irá mudar para sua elevação à categoria de sujeito de direito.

 

* A Declaração de Toulon foi oficialmente proclamada em 29 de março de 2019, durante a solene reunião do simpósio sobre A personalidade jurídica do animal (II) realizado na Faculdade de Direito da Universidade de Toulon (França), por Louis Balmond, Caroline Regad e Cédric Riot.

Abrigo contrata funcionários para dar carinho para animais

Muitas pessoas resgatam animais e se preocupam em cuidar deles e dar-lhes amor. Isso porque eles têm um coração nobre que é movido por situações tristes ou injustas. Mas para todas aquelas pessoas, o que aconteceria se eles abraçassem filhotes e ganhassem algum dinheiro? Seria o trabalho perfeito! No entanto, embora pareça irreal, existe.

Foto: Tampa Bay Humane Society / Portal Mulher Contemporânea

Acontece que a Tampa Bay Humane Society, na Flórida (EUA), teve alguns problemas com o número de voluntários que eles têm para cuidar dos filhotes, é por isso que o dono do local – um amante dos animais – está procurando pessoas que querem trabalhar da mesma maneira que ele, fazendo que os filhotes se sintam bem.

Para isso, basta sentir muito amor por eles e estar sempre pronto para abraçá-los, especialmente quando estão assustados ou confusos após saírem de uma cirurgia.

Foto: Tampa Bay Humane Society / Portal Mulher Contemporânea

O abrigo muitas vezes têm numerosos voluntários, mas geralmente são estudantes que ao retornar à escola após as férias não conseguem permanecer no voluntariado. Então, o número de voluntários cai significativamente, prejudicando os animais.

Além disso, estar em contato constante com pessoas que os acariciam e os dão atenção ajuda a encontrar um lar definitivo mais rápido, porque quando eles encontram suas famílias geralmente não se sentem desconfortáveis ​​e só pedem o amor com o qual estão acostumados.

Foto: Tampa Bay Humane Society / Portal Mulher Contemporânea

Fonte: Portal Mulher Contemporânea

Espécies que consideradas à beira da extinção continuam sendo traficadas pelo mundo

Foto: NY Times/Reprodução

Foto: NY Times/Reprodução

O tráfico internacional representa uma ameaça para todas as espécies, mas poucas delas estão sujeitas a regulamentações importantes que ajudariam a protegê-las.

Algumas espécies seriamente ameaçadas como a mynas-de-asa-preta, o banteng e a carpa do Mekong não estão listados com protegidos sob a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (CITES), um tratado que visa assegurar que o comércio desses animais não ponha em perigo a sobrevivência de espécies ameaçadas de extinção.

Menos de 500 mynas-de-asa-preta (Acridotheres melanopterus) permanecem em estado selvagem na Indonésia, mas a cada ano mais pássaros dessa espécie são vendidos para serem aprisionados e mantidos em cativeiro.

Foto: Doug Jansonjj

Foto: Doug Jansonjj

O banteng (Bos javanicus) – “o mais belo e gracioso de todos os bois selvagens”, segundo o Fundo Mundial para a Natureza – foi listado como ameaçado desde 1996, mas seus chifres ainda são vendidos em mercados do sudeste asiático.

Foto: Huai Kha Khaeng Wildlife Sanctuary

Foto: Huai Kha Khaeng Wildlife Sanctuary

Da mesma forma a carpa gigante, uma espécie rara nativa do rio Mekong, que pode chegar a pesar até 600 quilos, presente no norte do Camboja, Laos e Tailândia, criticamente ameaçada de extinção, recentemente começou a aparecer nos cardápios dos restaurantes no Vietnã. Especialistas alertam que o peixe poderá ser levado à extinção em breve.

Foto: BBC News / Reprodução

Foto: BBC News / Reprodução

 

Cresce número de animais fugindo dos matadouros em Nova York

“Ela parecia ter se deitado, como se fosse dormir, e nunca mais acordou. Foi devastador, pobre menina” (Foto: Centro de Cuidados Animais de Nova York)

Desde março, Nova York tem registrado crescimento do número de animais fugindo dos matadouros. Em 2018, o Centro de Cuidados Animais da cidade registrou 11 casos de fuga.

Já este ano, só em um período de dez dias do mês passado, foram encontrados quatro animais que escaparam de serem reduzidos a pedaços de carne. Segundo o Centro de Cuidados Animais, é difícil explicar o que está acontecendo, mas parece que os animais estão se antecipando ao triste destino planejado para eles.

Bois, vacas, bezerros, cabras, cordeiros, porcos estão entre os animais que tem ganhado às ruas de Nova York, na tentativa de encontrar abrigo seguro ou alguém que possa zelar por eles.

E as fugas continuam, superando facilmente em um trimestre o total registrado pelo Centro de Cuidados Animais ao longo de 2018. Outra observação feita pelo órgão é que os animais encontrados normalmente são jovens.

Uma das mais recentes resgatadas foi a bezerra Major Deegan, nome que recebeu do Departamento de Polícia de Nova York após ser retirada da via expressa Major Deegan. Com uma etiqueta plástica na orelha, ela conseguiu escapar do matadouro e foi encontrada ofegante, assustada e bastante estressada.

Após ser encaminhada para o santuário Skylands, em Wantage, no condado de Sussex, a bezerra recebeu o nome de Kristin, mas acabou não gozando da merecida liberdade.

Embora recebesse cuidados médicos diários, no final do mês passado, os funcionários do santuário estavam realizando algumas atividades agrícolas quando retornaram e a encontraram sem vida, em decorrência de falência de rins.

“Ela parecia ter se deitado, como se fosse dormir, e nunca mais acordou. Foi devastador, pobre menina”, lamentou o santuário em sua página.

‘Faz bem para o coração’, diz ator Rodrigo Lombardi sobre adotar animais

O ator Rodrigo Lombardi é uma das pessoas que defendem a adoção de animais no lugar do comércio de vidas. Apaixonado por cachorros e gatos, ele adotou animais e também já ofereceu lar temporário para eles até que se recuperassem do abandono e dos maus-tratos e pudessem ser disponibilizados para adoção.

Foto: Reprodução / Redes Sociais

“Estamos felizes, temos 6 animais em casa, 3 gatos e 3 cachorros, todos adotados. Se você puder, adote”, incentiva Rodrigo. As informações são do Gshow, da Globo.

O ator contou também que um dos animais que ele adotou tinha ido para a casa dele para ficar no local temporariamente, mas acabou conquistando a família e sendo adotado de forma definitiva.

“Desisti quando adotamos o sexto animal. A gente se apaixonou e adotou. Eu falei ‘esse é o último e agora vamos parar’, porque você não para de se apaixonar pelos animais. Estamos sempre em contato e ajudamos, pedimos ajuda, arrumamos tutores”, conta.

Foto: Reprodução / Redes Sociais

Rodrigo lembra que o resgate de animais é um trabalho difícil, porém gratificante, o que faz valer a pena. “É duro, desgasta quando você vê a condição dos animais. Tem vezes que você nem pode oferecer para alguém, você fica com ele (o animal) na sua casa, trata, cuida até ele ficar saudável de novo”, diz

Segundo ele, cuidar de um animal e vê-lo progredir é o melhor presente do mundo. “Você vê aquele ser que está ali olhando para você e pedindo ajuda e de repente ele está bem, alegre, saudável, passeando. É muito gostoso, faz bem para o coração, faz bem fazer bem”, conclui.