Governo australiano planeja destruir habitat dos coalas para fazer campo de tiro

O governo do estado de Queensland na Austrália está em vias de aprovar a expansão de um campo de tiro que eliminará 5,4 hectares (ou cerca de 52 mil m²) do habitat dos coalas. A população já em queda desses animais, pode não suportar mais esse golpe com a perda de significativa de seu habitat.

Os coalas sofreram uma queda grande na população da espécie nos últimos cem anos e agora são tecnicamente classificados com o status de “vulneráveis” à extinção, embora muitos grupos de bem estar animal estejam lutando para que esse status seja alterado para o mais preciso e perigoso: “criticamente ameaçados”.

Tragicamente, 2 hectares (cerca de 20 mil m²) do território já foram liberados para o projeto. Não é apenas a quantidade de terra que representa um problema, mas também o fato deste local ser um habitat crítico por onde coalas e petauros-do-açúcar circulam livremente. Destruí-lo seria devastador para ambas as espécies.

Mais de 100 avistamentos de coalas foram relatados nessa área. A espécie têm encontrado maior dificuldade para sobreviver desde que passou a comer apenas uma planta: o eucalipto. É por isso que eles não são capazes de mudar de habitat tão facilmente, caso o fizessem, passariam fome. É cruel e irresponsável, por parte do governo, permitir que este projeto continue.

Esses seres sencientes permanecem impotentes perante a destruição de seu único lar. Penso nisso a Care2 Team iniciou uma petição destinada ao governo australiano pedindo a paralisação imediata do projeto. O documento já tem mais de 100 mil assinaturas. Para assinar e ajudar os coalas clique aqui.

Ativista luta para salvar 45 bezerros órfãos do matadouro

A Austrália vem enfrentando uma onda de calor sem precedentes. As temperaturas chegaram perto dos 50°C e causou a morte de cavalos, morcegos e outros animais.

Fazendas de gado leiteiro em todo o país foram atingidas pela escassez de água e anunciaram o encerramento de suas atividades.

Em uma delas, mil vacas já foram enviadas para o abate, mas 45 bezerros ainda estão à espera de um destino.

Chantelle Louise, uma ativista pelos direitos animais, compartilhou no Facebook que conversou com o fazendeiro proprietário e que está lutando para salvar os bezerros do matadouro.

“Neste processo de fechamento eles já enviaram 1000 vacas mães para o ”meatworks” e agora 45 bezerros, alguns com apenas alguns dias de vida, precisam de nossa ajuda ou seu destino é a morte”, escreveu ela.

Ela começou uma página de angariação de fundos na esperança de levantar dinheiro suficiente para comprar itens para os filhotes.

“Este é um empreendimento enorme e vai exigir mão de obra maciça e financiamento para alcançar. Estamos determinados a salvar esses bebês da morte, mas precisamos da sua ajuda”, acrescentou.

Ela disse que os números eram “estimativas mínimas” e não incluíam notas do veterinário ou questões inesperadas. As informações são do Daily Mail.

Louise também espera encontrar voluntários que possam ajudar a cuidar dos bezerros em sua casa em Boondall, no norte de Brisbane.

Outro caso

Quando a fazenda leiteira Big Island Dairy, em Ookala, no Havaí, foi fechada após uma ação judicial contra a empresa pela violação da Lei Federal da Água Limpa, por ter despejado lixo em córregos próximos, cerca de 60 bezerros foram resgatados pela equipe do Hawaii Flow Animal Rescue (HLFARN).

“Quando uma empresa de laticínios fecha suas operações, as vacas geralmente são leiloadas e distribuídas para matadouros e outras fábricas de laticínios. A Big Island Dairy tem cerca de 2.600 vacas, bezerras e bezerros para serem removidos das instalações”, disse HLFARN à PBN. “Após reuniões iniciais com representantes do setor de laticínios, a HLFARN recebeu permissão para remover várias vacas por uma taxa negociada.”

“As equipes de resgate ajudaram os 61 bezerros de dois e três meses enquanto saíam de suas jaulas com as pernas bambas e entravam no trailer,” acrescentou o porta-voz. “Essas jaulas eram a única casa que os bezerros conheciam durante a vida na fábrica, comendo, bebendo, dormindo e fazendo suas necessidades lá.”

“Eles não estavam acostumados a sentir a grama sob seus pés ou o sol em seu rosto. Voluntários passaram o dia inteiro – alguns só voltando para casa depois de meia-noite – levando os bezerros para suas novas casas, onde seus cuidadores os aguardavam ansiosamente.”

Segundo o porta-voz da organização, os bezerros foram adotados por pessoas qualificadas e que tinham condições de abrigar adequadamente os animais.

Governo australiano enfrenta pressão para proibir golfinhos em cativeiro

Golfinhos em cativeiro no SeaWorld | Foto: afrugalchick.com/Reprodução

Golfinhos em cativeiro no SeaWorld | Foto: afrugalchick.com/Reprodução

Uma ONG internacional que atua em prol bem-estar animal está pedindo ao governo de Queensland (Austrália) que proíba definitivamente a criação de golfinhos em cativeiro no Sea World, na Gold Coast.

A World Animal Protection lançou uma petição pública que será posteriormente apresentada ao governo de Queensland.

“Nós queremos que esses golfinhos que ficam Sea World sejam a última geração mantida em cativeiro em Queensland. A aceitação de lugares como esse está em vias de extinção ”, afirmou o gerente sênior de campanha da World Animal Protection, Ben Pearson, ao canal de notícias australianas Nine News.

O SeaWorld da Gold Coast é apenas um dos dois locais que mantêm golfinhos em cativeiro na Austrália, e com mais de 30 golfinhos no mesmo local, é um dos maiores do mundo.

O outro local é o Dolphin Marine Magic em Coffs Harbour.

“Não estamos falando em fechar o Sea World, não estamos falando de prejudicar a economia de Queensland, estamos dizendo que não há justificativas a reprodução”, disse Pearson.

“Um dos problemas na criação de animais em cativeiro é que você não pode liberá-los na natureza”.

Mas o Sea World defende o seu programa de criação de golfinhos justificando que o foco dele é a “conservação”.

O parque aquático alega que alguns desses animais já estão na terceira geração em cativeiro. Ou seja, jamais viram o mar, desfrutaram da liberdade ou percorrem diversos quilômetros nadando a toda velocidade como nasceram biologicamente adaptados para fazer.

Pearson disse que o programa de criação do Sea World vai contra o princípio básico de conservação das espécies e derrubou o argumento do parque lembrando que os golfinhos não estão ameaçados de extinção para serem “conservados”.

Não há nada de conservação no que eles fazem ali”, disse ele.

Se eles resgatassem os golfinhos na natureza, os reabilitassem em seguida, e os devolvessem ao mar, eles teriam o nosso apoio, mas a criação em cativeiro não faz isso”, esclarece Pearson.

O gerente da ONG também apontou que nenhum cativeiro jamais satisfará satisfazem as necessidades dos animais e indiretamente esse programa endossa a caça aos golfinhos.

“Um golfinho em cativeiro pode viver 50 anos. Na natureza, um golfinho nariz de garrafa nadaria 100km por dia e poderia mergulhar até 450 metros. Eles têm um ambiente rico no mar. Não há como uma pequena piscina de concreto no Sea World conseguir se igualar a isso” definiu ele.

Pearce afirma que uma das maiores ameaças aos golfinhos na natureza é a caça, como a que acontece em Taiji no Japão, onde eles realmente capturam golfinhos na natureza para exibí-los em aquários.

“O Sea World não faz isso, eles não caçam golfinhos, mas exibindo esses animais em um tanque essas práticas são endossadas indiretamente”, disse ele.

O governo de Queensland apoia o Sea World, alegando que eles estão operando segundo a lei do país.

O Ministro da pasta de Agricultura e Pescaria, Mark Furner, alega que o Sea World mantém o número máximo de golfinhos que é permitido criar em cativeiro no país, e desde que eles não excedam esses números “esta tudo certo”.

No entanto, o governo de Queensland não comentou nada sobre a petição iniciada pela World Animal Protection.

A petição conseguiu 5.500 assinaturas desde o seu lançamento ontem. Ainda não foi definida uma data para o envio do documento ao governo.

“Esperamos que o governo de Queensland aja rapidamente nesse caso. Se eles se recusarem a fazê-lo, insistiremos e protestaremos até que isso aconteça”, concluiu Pearson.

YouTuber fará “turnê antivegana” pelo Reino Unido e Austrália

Sv3rige atraiu atenção internacional em agosto do ano passado quando foi até o Vegan Food Festival em Amsterdã, na Holanda (Imagem: Reprodução)

Um polêmico YouTuber conhecido como Sv3rige vai iniciar uma “turnê antivegana” pelo Reino Unido e Austrália. No final de semana, ele convidou mais pessoas a se juntarem a ele para “reforçarem o movimento antivegano”.

O YouTuber disse que a “turnê” vai começar no final deste mês e eles participarão de eventos veganos e antiveganos em cidades como Brighton, Londres, Manchester, Hull, Glasgow e Belfast, entre outras.

Sv3rige atraiu atenção internacional em agosto do ano passado, quando foi até o Vegan Food Festival em Amsterdã, na Holanda, usando uma regata com a frase: “Seja vegano e morra”. Enquanto caminhava, ele comia pedaços de carne crua.

Embora a intenção tenha sido gerar desconforto nos participantes, não houve registro de nenhuma tentativa de agredi-lo verbalmente ou fisicamente. Um vídeo do rapaz conversando junto de outros participantes e da polícia foi divulgado pelo jornal britânico Metro. A sua permanência no festival durou uma hora, até que ele decidiu ir embora.

Refúgios da vida selvagem salvam 13 espécies de mamíferos australianos da extinção

Bilbies mamíferos australianos ameaçados de extinção | Foto: Bruce Thomson

Bilbies mamíferos australianos ameaçados de extinção | Foto: Bruce Thomson

Os proprietários de gatos estão sendo encorajados a manter seus animais domésticos dentro de casa, o motivo é recente descoberta dos pesquisadores australianos de que 13 dos mamíferos nativos do país, existem atualmente apenas em áreas protegidas devido à introdução de predadores no ecossistema.

O Centro de Recuperação de Espécies Ameaçadas, um grupo que conta com a colaboração de cientistas de 10 das principais universidades australianas, vem realizando uma auditoria dos refúgios de conservação de animais no país.

Eles descobriram 13 espécies que agora só existem dentro desses locais protegidos, incluindo as espécies de roedores “eastern barred bandicoot”, bandicoot-listado-oriental e o “greater stick nest rat”, rato de ninho de pau (ambos endêmicos da Austrália).

A professora Sarah Legge, da Universidade de Queensland, disse que a principal causa da morte das espécies têm sido a caça protagonizada por gatos e raposas.

“Todas essas 13 espécies estão presentes nas ilhas, e oito delas também habitam em áreas cercadas e protegidas dentro no continente”, disse a professora Legge.

“Precisamos resolver esse problema, porque isso têm devastado a ecologia deste país”, alerta ela.

“Refúgios e centros de proteção são a forma mais extrema de intervenção, mas há uma variedade de espécies que se beneficiam disso quando você reduz a ação de gatos e raposas com propostas simples de proteção e isolamento”.

Atualmente existem cerca de 101 refúgios protegidos que estão em quarentena, livres de predadores introduzidos, com uma área total de mais de dois mil quilômetros quadrados.

Há também dezessete refúgios cercados no continente australiano, cobrindo 346 quilômetros quadrados.

Nas áreas de proteção localizadas nos continentes, a principal ameaça são os gatos.

“Não temos como impedir os gatos de atacar, eles agem por instinto e a única opção é isolar os roedores ameaçados”, disse a professora Legge.

Ela alega que nas áreas selvagens onde também há refúgios, os gatos são selvagens mas as quantidades são menores o que mantem o ecossistema em equilíbrio.

Mas os gatos domésticos podem causar grandes danos a essas espécies quando saem da casa de seus tutores para “dar voltas” pela rua.

Sarah Legge explica que em sua visão gatos mantidos seguros em casa ajudam a todos, inclusive a eles mesmos, pois correm menos riscos de atropelamento e de ficarem expostos a outros acidentes com os demais animais, incluindo cães, enquanto estão fora de casa.

“Muitas pesquisas apontam que manter seu gato em casa é muito mais seguro do que permitir que ele saia para a rua”, reflete a professora.

“Gatos que saem podem se envolver em brigas, correm o risco de se perder, por isso, contanto que você ofereça um ambiente comportamentalmente rico (com diversões estimulantes do ponto de vista cognitivo) em ambientes fechados, é muito melhor para o seu gato”.

O Dr. Michael Bode, da Universidade de Tecnologia de Queensland, lembra que é preciso haver colaboração e coordenação em nível nacional nos refúgios de proteção para prevenir futuras extinções de mamíferos.

“Agora sabemos onde precisam existir novos refúgios e, com apenas 12 novos desses centros, podemos proteger todas as espécies ameaçadas de mamíferos vulneráveis à predação por gatos e raposas”, diz ele.

“Mas a longo prazo, precisamos encontrar formas de reduzir os impactos de raposas e gatos em toda a Austrália, para que possamos restaurar nossos mamíferos nativos às paisagens de origens deles em larga escala”, declara o dr. Michael.

“Até lá, os refúgios livres de gatos e as raposas são fundamentais na prevenção de extinções dessas espécies”, conclui ele.

Em Queensland, os pesquisadores da UQ (Universidade de Queensland) estão tentando recuperar populações de bilby (marsupial endêmico da Austrália) no Parque Nacional Currawinya, um refúgio especialmente vedado e à prova de predadores no longínquo sudoeste de Queensland.

Pesquisadores dizem que os bilbys são altamente adaptáveis e quando a ameaça predatória de raposas e gatos é isolada, suas populações crescem rapidamente em função de seus ciclos curtos de reprodução.

Adolescente é filmado mordendo e arrancando pedaços de gambá

Imagens mostram gambá sendo atacado pelo adolescente | Foto: RSPCA

Imagens mostram gambá sendo atacado pelo adolescente | Foto: RSPCA

As imagens mostram um adolescente mordendo e arrancando pedaços de pele e carne das costas de um gambá com a boca em um dos muitos ataques perturbadores contra esses animais que têm ocorrido em Queensland.

A RSPCA compartilhou as imagens de quatro ataques, todos envolvendo gambás, depois que algumas pessoas as encontraram nas redes sociais e preocupadas as enviaram para a ONG.

O mais perturbador deles mostra um adolescente sendo instigado e estimulado por companheiros, na cidade de Brisbane, enquanto morde e mastiga a carne arrancada do gambá indefeso com os dentes.

As pernas do pequeno mamífero estavam se movendo e ele parecia estar vivo, segundo o The Guardian.

Em outro incidente no extremo norte de Queensland, um gambá apanhado por uma rede é atirado a um grupo de cães que o despedaçam.

Nenhuma prisão foi feita ainda em relação aos incidentes, mas a polícia está investigando.

A espetacularização da morte e da crueldade a que nossa sociedade dá audiência traduz em imagens o triste ponto a que nossa falta de compaixão e especismo conveniente têm nos arrastado.

Animais são vidas, seres sencientes que são submetidos diariamente violências sem tamanho e indefesos padecem sem justiça.

Restaurante oferece sobremesa vegana que parece uma planta em um vaso

O restaurante australiano Doko Demo V está oferecendo uma opção no cardápio que parece ser uma planta em um vaso. Mas, na realidade, o que o casal Jared Peck e Vivian Wu disponibilizaram aos clientes é uma sobremesa com um “solo” à base de brownie com caramelo e sorvete cremoso. Para o topo, o cliente pode escolher uma erva ou outro tipo de planta que os proprietários cultivam localmente.

(Foto: Divulgação)

“Testamos 10 a 15 diferentes sabores de sobremesa até encontrar o sabor perfeito. Antes de comer, todo mundo quer tirar uma foto”, explicou o empresário Jared Peck ao 9 News, em referência ao “Pot Plant”. O Doko Demo V fica no subúrbio de Miami, em Gold Coast, em Queensland.

Crocodilo de 80 anos é morto a tiros dentro de um rio

O pescador Ryan Moody avistou o réptil de 4,5 metros boiando no rio na última quinta-feira (28) e alertou o Departamento de Meio Ambiente e Ciência. Moody também foi até as redes sociais para protestar contra a morte de Bismarck que, aparentemente, levou um tiro na cabeça.

“Bem, Cardwell diz adeus a uma de suas maiores atrações turísticas”, disse ele.

“Este crocodilo nunca foi uma ameaça para os humanos. Ele simplesmente adorava comer tartarugas”.

“Incrível como os humanos podem tornar as situações mais perigosas através de atos de pura estupidez”.

“Eu gostaria de agradecer ao ‘bogan’ que fez isso, eu me pergunto se ele gostaria que eu desse o troco e pulasse em sua cabeça por uma hora o socando com meus punhos, provavelmente não.”

A polícia local está investigando o caso, mas ainda não foi capaz de confirmar se o crocodilo foi baleado ou morreu de causas naturais.

“Se ele é mesmo o crocodilo local, isso seria uma perda para a comunidade, já que era uma atração turística para a área”, disse o sargento Stephen Gillinder.

“Eles são predadores de ponta, mas este não mostrou nenhum sinal de agressão aos humanos”.

“Dependendo da classe do animal, se eles estão em perigo ou protegidos, as penalidades podem ser severas”, disse ele.

O Departamento de Meio Ambiente e Ciência também esta investigando sobre a morte de Bismarck. As informações são do Daily Mail.

A Lei de Conservação da Natureza diz que é crime deliberadamente interferir, prejudicar ou matar crocodilos sem autorização, com uma penalidade máxima de aproximadamente 30 mil dólares (cerca de 115 mil reais).

Austrália vai plantar um bilhão de árvores para combater aquecimento global

Para cumprir as metas climáticas estabelecidas pelo Acordo de Paris e colaborar com o combate ao aquecimento global, a Austrália anunciou que irá plantar um bilhão de árvores. O projeto será executado até 2050.

(Foto: Pixabay)

A medida pode remover mais de 16 milhões de toneladas de gases do efeito estufa por ano e é vista como um exemplo para muitos outros países que não estão cumprindo o acordo.

De acordo com um estudo feito pela ETH Zurich, na Suíça, uma ampla campanha de plantio de árvores em todo o mundo poderia reduzir significativamente os índices de dióxido de carbono na atmosfera, podendo anular até uma década de emissões.

O pesquisador Thomas Crowther, da ETH Zurich, afirma que as árvores são “nossa arma mais poderosa na luta contra as mudanças climáticas”.

Crowther e seus colegas pesquisadores consideram que a Terra conseguiria suportar o plantio de 1,2 trilhão de árvores, em parques, bosques e terras abandonadas de todo o planeta. Essa meta, caso alcançada, superaria qualquer outro método de combate às mudanças climáticas.

“É uma coisa bonita porque todos podem se envolver”, disse Crowther ao The Independent. “As árvores literalmente tornam as pessoas mais felizes em ambientes urbanos, melhoram a qualidade do ar, a qualidade da água, a qualidade dos alimentos, o serviço ecossistêmico, é uma coisa tão fácil e possível”, finalizou.

Cão que foi atraído e espancado por um homem é resgatado e passa bem

 

No dia 13 de fevereiro, dois homens foram flagrados por uma câmera de CCTV em uma rua de Mackay, norte de Queensland, Austrália, quando um deles se abaixou e atraiu o cachorrinho. Conforme noticiado pela ANDA, ele derrubou o animal e começou a socá-lo brutalmente por mais de 20 segundos.  Atordoado e machucado, o cachorro consegue fugir.

O cruel ataque, levou a RSPCA a divulgar as imagens do CCTV no Facebook, para identificar o homem.

Agora, a inspetora da RSPCA em Queensland, Rebecca Neilsen, disse que o cãozinho “Jaboo” está sendo cuidado por seus funcionários.

“Ele está comigo … no meu escritório. Ele almoçou e está comendo bem. Ele está muito relaxado no meu ar-condicionado e está muito feliz, disse ela ao Courier-Mail .

“Jaboo está com o verme do coração, mas nenhuma outra complicação é aparente neste momento”, a organização postou no Facebook na última quinta-feira (21).

“O infrator foi identificado e um mandado foi executado em uma propriedade e o cão foi recolhido. Ele está agora sob cuidados da RSPCA e está fazendo exames veterinários”.

Depois que o caso foi relatado, inspetores de rua compareceram ao local e exigiram que os proprietários de casas na rua fornecessem imagens de CCTV para auxiliar na investigação.

A RSPCA não confirmou se o homem que atacou Jaboo era seu dono.

Depois que a foto de Jaboo foi postada no Facebook, pessoas indignadas pediram que penas severas fossem dadas ao agressor do cachorro e que o nomeassem publicamente.

“Ótimo saber que eles o pegaram. Alguém o açoite”, disse outro.

“Dedos cruzados. Os magistrados farão a coisa certa e darão uma sentença adequada dessa vez. Parabéns, RSPCA Queensland por ajudar este pobre cão a ter uma chance de finalmente conhecer o amor, o conforto e a segurança”, disse outra pessoa.

A pena máxima para a crueldade contra animais sob o Animal Care and Protection Act é de três anos de prisão ou multa de até 220 mil dólares, cerca de 820 mil reais.