Homem atrai cãozinho inocente na rua e o espanca brutalmente

Dois homens foram flagrados por uma câmera de CCTV em uma rua de Mackay, norte de Queensland, Austrália, quando um deles se abaixou e atraiu o cachorrinho. Então ele derruba o animal e começa a socá-lo brutalmente por mais de 20 segundos.  Atordoado e machucado, o cachorro consegue fugir.

Michael Beatty, da RSPCA Queensland, disse que ficou horrorizado com a filmagem.

“Pessoalmente, acho o ataque muito perturbador”, disse Beatty.

O cruel ataque, levou a RSPCA a divulgar as imagens do CCTV no Facebook, para identificar o homem.

“O que é realmente perturbador é que parece totalmente não-provocado – o cão não agiu de forma agressiva em nenhuma das imagens que vimos e não tinha ideia do que aconteceria quando se aproximasse do homem”, Beatty disse.

A polícia disse que eles não estão investigando o incidente e que o cão não foi levado para nenhum veterinário local na área. Também não está claro se o homem era o tutor do animal. As informações são do Daily Mail.

A pena máxima para a crueldade contra animais sob o Animal Care and Protection Act é de três anos de prisão ou multa de até US $ 220.000.

A RSPCA espera que alguém seja capaz de reconhecer o responsável ou o outro sujeito.

Acontece no Brasil

Recentemente o mundo ficou chocado com o caso da cadela Manchinha, que foi espancada brutalmente com uma barra de ferro por um segurança do Carrefour e morreu. Pela fraca e ineficaz legislação brasileira, o criminoso não foi preso.

Ativistas e políticos lutam há anos para que uma lei mais rígida e séria seja estabelecida no país para punir verdadeiramente quem comete crimes contra animais.

Austrália declara oficialmente a extinção de mamífero devido às mudanças climáticas

A triste notícia faz do Bramble Cay Melomys o primeiro mamífero a ter sido exterminado como resultado da mudança climática provocada pelo homem.

O roedor parecido com um rato, cujo único habitat conhecido era uma pequena ilha de areia no extremo norte da Austrália, não é visto há uma década.

Pesquisadores de Queensland disseram que a extinção foi “quase certamente” devido à repetida inundação oceânica do Cay, uma ilha de baixa altitude em um recife de corais – na última década, que resultou em perda dramática de habitat. As informações são do Daily Mail.

O Ministério do Meio Ambiente da Austrália disse na última terça-feira (19) que transferiu oficialmente o animal para a lista dos extintos.

A declaração era esperada. Os pesquisadores completaram uma ampla pesquisa em 2014, em uma tentativa de rastrear as espécies, mas não encontraram vestígios.

Dados disponíveis sobre o aumento do nível do mar e eventos climáticos na região do Estreito de Torres apontam para a mudança climática induzida pelo homem, sendo a causa da perda da Bramble Cay melomys, segundo um estudo divulgado em 2016.

O Melomys rubicola, considerado a única espécie endêmica de mamíferos da Grande Barreira de Corais, foi descoberto pela primeira vez no Cay em 1845 por europeus que atiravam nos roedores por “esporte”.

 

 

 

 

 

“Não matem os sapos-cururus com químicas ou pedaços de madeiras”, pede ONG

Há mais de 70 anos, a espécie venenosa, foi introduzida na Austrália numa tentativa de controlar a população de besouros, mas que acabou depredando várias outras espécies e se espalha pelo continente deixando um rastro de devastação ecológica, segundo artigo publicado na revista científica Nature.

Os comentários foram feitos na submissão da RSPCA ao inquérito do governo federal para controlar a propagação de sapos-cururu em toda a Austrália.

A organização de bem-estar animal diz que a matança de sapos adultos é “problemática em termos de custo-benefício, sustentabilidade e humanidade”.

Técnicas tradicionais de matar, como bater nos anfíbios com tacos de golfe ou cobri-las em agentes químicos como o Dettol, podem resultar em dor e sofrimento indevidos, disse a RSPCA.

Heather Neil, a executiva-chefe da organização, sugeriu que mais pesquisas precisam ser feitas para usar métodos de controle letais no estágio do girino.

O uso de um feromônio de supressão em ovos, prendendo girinos com um atrativo químico e, em seguida, matando-os através de resfriamento e congelamento, ou aumentando a predação de espécies nativas de girinos pode ser uma das opções.

“Do ponto de vista do bem-estar animal, há menos riscos associados à eliminação de estágios pré-adultos”, disse Neil.

Ela também acha que a edição genética da espécie invasora tem méritos, pois envolveria a introdução de sapos não tóxicos geneticamente modificados que poderiam então se espalhar e substituir a variedade tóxica.

“Esta abordagem tem potencial para mitigar os riscos do bem-estar animal“, disse ela.

A líder nacional, Pauline Hanson, também forneceu suas próprias soluções para controlar a praga. No mês passado, ela apresentou um plano para doações a trabalhos de recolhimento e bem-estar dos sapos-cururu. Eles também receberiam uma recompensa de 10 centavos por cada sapo que pegassem.

Os sapos capturados seriam então levados para as zonas de coleta do conselho, onde seriam colocados em um freezer para serem mortos. As informações são do Daily Mail.

Hanson também escreveu para o primeiro-ministro Scott Morrison pedindo-lhe para apoiar o plano, que seria financiado pelo governo federal e, inicialmente, duraria três meses no verão.

“Uma recompensa de 10 centavos pela coleta de cada sapo encorajaria a maioria dos australianos que vivem com a praga a assumir um papel ativo na redução de seus números até que uma medida biológica seja desenvolvida”, disse ela.

 

Austrália realiza primeira Conferência sobre Nutrição Vegetal

Dr. Neal Barnard. Foto: Steve Shapiro

A nova organização australiana de promoção da saúde, Doctors For Nutrition, ofereceu um jantar de gala repleto de personalidades, em Melbourne, na última sexta-feira (15).

Médicos e prestadores de serviços, políticos, empresários e líderes da indústria alimentícia, influenciadores da mídia e pessoas de todas as classes sociais convergiram para discutir o futuro da saúde.

As entradas para a conferência esgotaram e centenas de representantes se empolgaram em aproveitar esta experiência “inédita” para o Hemisfério Sul. As informações são do Plant Based News.

Dr. Neal Barnard

O orador principal na inaugural Australasian Nutrition na Healthcare Conference (NIHC2019) é o médico norte-americano Dr. Neal Barnard MD. Com mais de 30 anos de pesquisa, o Dr. Barnard é um dos principais especialistas em nutrição baseada em plantas para a prevenção e reversão de doenças crônicas como diabetes, doenças cardiovasculares, doenças auto-imunes e obesidade.

Fundador e presidente da organização sem fins lucrativos Physicians Committee for Responsible Medicine, o Dr. Barnard conduziu numerosos estudos, escreveu mais de 20 livros e foi entrevistado para inúmeras produções de TV e cinema, incluindo The Dr. Oz Show, Super Size Me e What The Health.

Apresentadores

Em Melbourne, o Dr. Barnard estará ao lado de outros médicos, nutricionistas registrados, profissionais de saúde aliados e estudos de casos entre pacientes e estilo de vida que influenciam os resultados de saúde: nossas dietas.

Do gastroenterologista e especialista em saúde intestinal Dr. Alan Desmond do Reino Unido, a clínicos gerais australianos locais e muitas outras especialidades intermediárias. A mensagem que eles querem transmitir é a de um padrão alimentar baseado em plantas capaz de reduzir as chances de sucumbir a doenças crônicas em todas as fases da vida.

Alguns dos outros principais apresentadores do NIHC2019 são o Dr. Scott Stoll, ex-atleta olímpico e co-fundador da organização sem fins lucrativos americana The Plantrician Project ; Dr. Renae Thomas, um praticante de medicina de estilo de vida australiano atualmente baseado na única Zona Azul da América do Norte – Loma Linda, Califórnia; e o clínico geral neozelandês Dr. Luke Wilson, co-autor do estudo BROAD – uma intervenção de estilo de vida baseada na comunidade que estabeleceu uma perda de peso impressionante e benefícios de saúde associados sem restrição de calorias.

A Austrália enfrenta uma crescente epidemia de doenças crônicas não transmissíveis. A conferência “Médicos para Nutrição” espera trazer luz para o movimento emergente no sentido de utilizar a nutrição baseada em plantas na linha de frente da medicina preventiva de boas práticas.

Austrália aprova lei que proíbe testes em animais na indústria cosmética

A HSI estima que mais de 500 mil animais sejam mortos por ano na realização de testes de segurança de cosméticos e de outros produtos (Foto: HSI)

O Senado australiano aprovou ontem a lei que proíbe a realização de testes em animais na indústria cosmética. O projeto foi apresentado originalmente pela Câmara dos Representantes em junho de 2017 e teve o apoio da organização Humane Society International (HSI).

O governo australiano se comprometeu com a adoção de 11 medidas para garantir que todos os ingredientes cosméticos sejam cobertos pela proibição. Além disso, vai apoiar o desenvolvimento e a aplicação de testes alternativos, ou seja, sem o uso de animais.

A Humane Research Australia também teve papel determinante nessa conquista, segundo a HSI. “Esta é uma grande vitória para os animais, consumidores e ciência. No mundo todo, a legislação recente tornou mais difícil para as empresas que continuam testando animais venderem seus produtos”, destaca a Humane Society International.

Recentemente o estado da Califórnia, nos EUA, aprovou a Lei de Cosméticos Livre de Crueldade que proíbe a comercialização de produtos testados em animais a partir do dia 1º de janeiro de 2020. A HSI estima que 500 mil animais sejam mortos por ano em testes de segurança de cosméticos e de outros produtos.

Fonte: Vegazeta

Enchentes na Austrália matam cerca de 500 mil animais

Embora as chuvas tenham chegado ao fim, ainda é possível encontrar centenas de carcaças de gado abandonadas e queimando ao sol (Acervo: The Guardian)

As enchentes que começaram a atingir o norte do estado de Queensland no final do mês passado mataram cerca de 500 mil bois e vacas na Austrália, segundo a rede de TV australiana Seven News, afiliada da CNN.

Embora a chuva e o vento tenham chegado ao fim, ainda é possível encontrar muitas carcaças de gado abandonadas e queimando ao sol. Além dos animais mortos, outros estão prestes a morrer em decorrência de uma forte pneumonia desencadeada pela chuva intensa.

Arrastados pela enchente e pelo vento, alguns corpos continuam pendurados em árvores, cercas, pontes e linhas de trem. A fazendeira Rachel Anderson relatou à Seven News que encontraram animais mortos e amontoados em um canto. Alguns morreram após serem atropelados pelos próprios companheiros na hora do desespero pela sobrevivência.

“São imagens difíceis de ver”, declarou Rachel. Há animais que sobreviveram, mas que agora estão em áreas consideradas inacessíveis – o que significa que o resgate pode depender prioritariamente de uma avaliação de “custo-benefício”, o que é muito comum quando se trata de animais criados para consumo.

Fonte: Vegazeta

Pecuarista se passa por ativista dos direitos animais na Austrália

Acervo: Kopihihau/Getty Images

Na Austrália, um pecuarista tem se passado por ativistas dos direitos animais no estado de Victoria. Segundo o The Weekly Times, o homem começou a se infiltrar em grupos virtuais de direitos animais há quatro anos. Além de um falso perfil vegano no Facebook, e de integrar grupos privados e acompanhar discussões online, ele também participa de protestos e reuniões com ativistas dos direitos animais.

O pecuarista disse que decidiu se infiltrar porque “nunca se sabe quando os ativistas chegarão até ele”. Também destacou que nos últimos cinco meses tem informado à polícia sobre algumas ações planejadas por ativistas. “Estou decepcionado com as autoridades porque elas não fizeram o suficiente, então tivemos de chegar a esse ponto”, alegou.

Apesar das queixas do infiltrado, os protestos de ativistas dos direitos animais na Austrália costumam ser pacíficos, e não é nenhuma novidade que o crescimento do ativismo a favor dos animais na Austrália é uma consequência do crescimento do veganismo.

No mês passado, a organização de direitos animais Aussie Farms disponibilizou em seu site um banco de dados com mais de 14 mil fotos, vídeos e documentos de investigações realizadas na Austrália, além de um mapa interativo que mostra a localização de mais de cinco mil fazendas industriais e matadouros em todo o país. O objetivo é mostrar a realidade da exploração de animais para consumo.

Coala morre afogada em piscina ao procurar abrigo do calor escaldante

Foto: Wildcare Autralia Inc.

Foto: Wildcare Autralia Inc.

A coala foi encontrada morta no fundo da piscina pelos moradores da residência que fica em Gold Coast, Austrália, na manhã de domingo. Consternados pela situação, eles ligaram para a ONG Wildcare Australia Inc. que atendeu à emergência prontamente.

A equipe da ONG concluiu que o animal estava tentando se refrescar na piscina em função do calor excruciante provocado pelas altas temperaturas na região, como não encontrou meios de sair da água, acabou morrendo afogada.

“Mesmo que os coalas saibam nadar, se não encontrarem uma forma de sair da piscina, eles vão acabar se afogando”, postou no Facebook a ONG Wildcare Australia Inc.

A vida do animal poderia ter sido salva pela adoção de medidas simples, como um dispositivo que permitisse à coala sair da piscina com segurança.

Os moradores que têm piscina em casa e vivem em áreas habitadas por coalas foram aconselhados a ter um dispositivo de flutuação (boia de borracha, pneu) na água, amarrado com uma corda grossa e preso a uma árvore, cerca ou muro, para ajudar na segurança. Recomenda-se que a boia seja feita de material resistente, pois os coalas têm garras afiadas.

Já as piscinas que não estiverem em uso devem ser cobertas para evitar acidentes, conforme orientação da ONG.

Existem diversos equipamentos de segurança disponíveis feitos para piscinas, como rampas móveis, escadas submersas e cordas de apoio laterais.

Foto: Wildcare Australia Inc. / Facebook

Foto: Wildcare Australia Inc. / Facebook

Com o verão de temperaturas altas, calor excruciante e nenhuma chuva que vêm assolando o país, a colaboração de todos é necessária para garantir a segurança da vida selvagem. “São pequenas atitudes que devem ser tomadas, e que podem fazer a diferença entre a vida e a morte”, alerta a Wildcare Australia.

Para evitar acidentes com animais domésticos é importante que casas com piscina tenham uma opção segura de saída acessível que permita aos peludos deixar a água quando estiverem devidamente “refrescados”.

Cão morre após cair da caçamba de um carro e ser arrastado

O pobre cão morreu tragicamente horas depois de cair da traseira de um carro, ser arrastado por ele, preso em seu enforcador, na Austrália.

Corajosamente, ele ainda tentou acompanhar o veículo mas não conseguiu. Quando a guia se rompeu, ele já estava gravemente ferido e com a respiração muito ofegante.

Clientes horrorizados do Pine Beach Hotel perto de Yeppoon, em Queensland, viram o Shar Pei tentando correr junto com carro no dia 11 de janeiro.

As testemunhas que assistiram à cena de terror, tentaram correr atrás do carro, mas o motorista partiu antes que pudessem detê-lo. As informações são do Daily Mail.

O morador local Tahwyn Breneger compartilhou nas redes sociais o que aconteceu com o cão e anexou as  tristes imagens dos ferimentos.

“Esse pobre menino caiu da caçamba de uma Ute. Sua guia era muito longa para que ele estivesse em segurança lá”, escreveu ela.

“O que significava que ele foi arrastado pelo carro ao redor do quarteirão, para horror das pessoas que jantavam no Piney.”

A Sra. Breneger disse que esperava encontrar o cachorro morto na estrada após o terrível incidente.

“Fomos notificados na loja sobre um cachorro morto na estrada, então corremos para ver se poderíamos ajudar de qualquer maneira”, ela escreveu.

“E surpreendentemente, mesmo depois de ser arrastado com o enforcador e atropelado várias vezes, esse cara ainda lutou muito”

Nenhum veterinário local estava aberto e a Sra. Breneger sabia que, se não encontrassem um, o cachorro certamente morreria.

“Então, eu e um casal de espectadores o levamos até os veteranos da Acácia, onde um veterinário nos encontraria para vê-lo”, escreveu ela.

“Este cão era tão forte e determinado que ele realmente entrou no veterinário depois de todo aquele trauma!”

Breneger voltou para casa esperando boas notícias no dia seguinte, mas infelizmente nunca chegou.

“Eu entrei em contato com a clínica veterinária hoje (12 de janeiro) e esse cara infelizmente não passou daquela noite devido à gravidade de seus ferimentos“, ela escreveu.

“Então, para qualquer um que saiba quem é dono deste cachorro no parque de Emu ou na área de Zilzie e dirige um Ute branco, informe ao idiota que seu cachorro está morto”, ela escreveu.

“Se isso tivesse acontecido com uma pessoa, seria homicídio, então por que pode acontecer com animais e as pessoas simplesmente recebem um tapinha?”

A Daily Mail Australia entrou em contato com a RSPCA para comentários sobre o caso.

A pena máxima para uma pessoa considerada culpada de crueldade contra animais sob o Animal Care and Protection Act de 2001 é uma multa de US$ 260.000 e três anos de prisão.

Bem diferente do que acontece no Brasil, onde a multa é absurdamente baixa e o criminoso não é preso.

 

 

 

Ativistas fingem assar um cão no meio da rua para questionar a população

Ativistas da PETA fingiram assar um cachorro falso no meio de uma das ruas mais movimentadas da Austrália.

O encenação foi realizada pela People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) no Pitt Street Mall, no centro de Sydney, na quinta-feira.

A PETA protestava contra o consumo de carne, perguntando ao público: “Se você não come um cachorro, por quê come um cordeiro?”  “Go vegan!”

O cachorro foi visto deitado, aparentemente, sendo grelhado ao lado de milho, cebola e cogumelos. As informações são do Daily Mail.

“A ideia de assar cachorros com razão causa indignação entre os australianos. Enquanto isso, milhões de outros animais igualmente sensíveis e inteligentes são forçados a suportar um sofrimento horrível quando são criados, criados e mortos para a indústria da carne”, disse a organização em um comunicado.

“Qualquer um que tenha repulsa em imaginar comer carne de cachorro deve se questionar a incongruência de sua compaixão em relação a outros animais”.

“Como seres humanos, nós instintivamente sentimos compaixão e empatia pelos animais, mas somos ensinados que não há problema em escravizar e comer alguns deles, sem pensar duas vezes em quem eles são como indivíduos.”

A PETA sugeriu a escolha de opções sem animais para churrascos durante o Dia da Austrália no sábado (26).