O cão Higgins viveu seis longos anos em um abrigo em Ohio, nos Estados Unidos, até que teve a oportunidade de viver em um lar de verdade.
Leslie Renner, diretora executiva da The Humane Society de Preble County, nunca desistiu de encontrar um tutor para o cachorro, que foi viver no abrigo quando ainda era filhote. As informações são do The Dodo.
Foto: Humane Society of Preble County
Logo após chegar na ONG, ele foi adotado. Mas foi maltratado e retornou ao abrigo, onde permaneceu por anos. “Ouvimos dizer que ele não era nada mais do que um cachorro acorrentado a uma casa de cachorro”, disse Renner. “Cerca de um ano depois, alguém entrou com um cachorro perdido – e foi ele”, contou.
“Ninguém nunca veio procurá-lo. Ninguém se importou”, disse ela, ao se referir à família que havia o adotado.
Higgins se sente mais tranquilo sozinho, sem outros animais por perto e isso dificultava a adoção dele. Além disso, ele já não era mais um filhote. “As pessoas estão procurando filhotes ou cachorros com seis meses”, disse Renner. “Quando ele voltou, tinha um ano e depois dois e depois três”, completou.
“O rosto dele sempre parecia tão preocupado que ele ficou um pouco intimidado quando estava em seu canil. As pessoas simplesmente passaram por ele”, lamentou.
Foto: Brendon Reed
No entanto, após tantos anos vivendo no abrigo, o cão foi adotado. Brendon Reed, de 22 anos, foi até o local e disse: “estou aqui para levar Higgins para casa”.
Reed havia acabado de comprar sua primeira casa e, ao saber da triste história do cachorro, não pensou duas vezes e decidiu adotá-lo. “Ele era apenas um cachorro lindo. Ele parecia tão fofo… Eu não sei como ele não foi adotado”, disse o jovem.
Depois de ser maltratado na primeira casa em que viveu e passar anos em um abrigo, sem uma família, Higgins agora desfruta do amor de seu novo tutor, dorme no sofá, assiste TV, diverte-se correndo pelo quintal e rola na grama.
Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA
As imagens no vídeo mostram um pequeno cão de pelos cor de caramelo, com orelhas enormes, sobre uma mesa abanando o rabo. Então, uma voz ordena: “Vá”.
Em um movimento rápido, um homem agarra o cão pelo meio do corpo levanta-o e o vira de ponta-cabeça sobre um barril de prata.
“Vamos lá, keg stand!” alguém grita enquanto outro homem segura uma torneira (esguicho) preta perto da boca do cachorro. O cão agora se contorce e chuta com suas patas no ar. De repente, uma corrente de líquido espumoso esguicha da torneira, batendo na cara e na boca do cachorro.
Keg stand é um termo usado para descrever uma atividade ligada a ingestão de bebida alcoólica em que o participante usa normalmente um barril de cerveja para beber o máximo possível de uma vez ou beber pelo máximo de tempo possível. Outras pessoas ajudarão a segurar as pernas do bebedor e segurarão a torneira do barril na boca do participante.
Embora grotesco, o comportamento de ingestão da bebida em jatos entre humanos, conta com o poder da escolha, mas no caso do cão, o animal foi claramente obrigado e submetido de forma covarde à uma situação cruel da qual não tinha como escapar enquanto os demais participantes riam da situação.
O incidente, que foi gravado em vídeo e compartilhado nas mídias sociais no fim de semana, não foi nada engraçado para a Sociedade do Condado de Nassau para a Prevenção da Crueldade contra os Animais ou para os administradores da Universidade de Hofstra (EUA).
A Universidade que ficam em Long Island confirmou no início da semana que suspendeu o membro da fraternidade Alpha Epsilon Pi (responsável pela festa), aguardando os resultados de uma investigação após o vídeo de cinco segundos envolvendo supostamente alguns dos membros da mesma fraternidade, que provocou uma reação violenta nas redes sociais.
O vídeo, que foi visto mais de 100 mil vezes no Twitter no momento da publicação, também chamou a atenção da SPCA do condado de Nassau, levando a organização a iniciar sua própria investigação.
“Foi muito errado e em tantos níveis diferentes”, disse Gary Rogers, porta-voz da SPCA do condado de Nassau, ao Washington Post. “É óbvio que não foi ideia do cachorro, ‘Ei, eu quero um pouco de cerveja’.” Animais não fazem essa escolha “.
O cão, raça cavalier king charles spaniel que se acredita ter entre 5 e 10 meses de idade, estava morando em uma casa associada à fraternidade, mas agora está sob os cuidados da ONG SPCA, disse Rogers.
O filhote pertence a um veterano de 21 anos que vive em Hofstra (universidade), e que era uma das pessoas mostradas no vídeo, disse ele.
“Nossa maior preocupação é a segurança do cão”, disse Rogers. “O cachorro não está mais nesse ambiente”. Ele acrescentou que quando os investigadores visitaram a casa na segunda-feira, o cão “parecia estar em boas condições” e tinha comida, água e uma cama.
Foto real de Buddy, o cão mostrado no vídeo agora aos cuidados da ONG Nassau SPCA | Foto: Nassau SPCA
O vídeo do filhote teria sido filmado em uma casa de fraternidade fora do campus em Hempstead, Nova York, no sábado e compartilhado no Snapchat (aplicativo de vídeos), segundo a NBC News. No fundo do vídeo, as pessoas podiam ser vistas em pé em um quintal.
Não demorou muito para que uma gravação do vídeo postada no Snapchat fosse enviada ao Twitter, onde foi rapidamente alvo de críticas severas e condenações dos espectadores.
“Aparentemente está tudo bem em forçar os cães a beber cerveja, mesmo que isso possa matá-los?” a pessoa que postou o clipe escreveu, marcando as contas oficiais do Twitter da Hofstra, a sede internacional da fraternidade e a ONG que atua em prol dos direitos animais, PETA.
O tweet já foi retweetado quase 1.400 vezes, com pessoas expressando repulsa pelo tratamento do cão filhote e acusando os estudantes envolvidos de “crueldade animal”.
“Horas já se passaram desde que eu vi esse vídeo e meu estômago ainda está embrulhado”, escreveu uma pessoa nos comentários da publicação.
Em uma declaração ao The Post, A universidade de Hofstra disse que o comportamento mostrado no vídeo é “inaceitável” além de ser uma “violação do Código de Padrões Comunitários da Universidade”.
A universidade disse que tem estado em contato com a sede internacional da Alpha Epsilon Pi, bem como com demais membros da fraternidade.
Além da suspensão do membro da fraternidade, o comunicado dizia que “qualquer aluno identificado no vídeo também estará sujeito ao código da universidade, o que pode resultar em várias ações, dependendo da investigação”.
A sede internacional da fraternidade disse que o membro mostrado no vídeo também foi colocado em “cessar e desistir” (status de suspençao) devido a suspeitas de violações das políticas de saúde e segurança da entidade.
Alpha Epsilon Pi é uma fraternidade judaica fundada em 1913.
“Durante este período de investigação, não pode haver atividades entre os membros da fraternidade”, disse Jon Pierce, porta-voz da Alpha Epsilon Pi, em uma declaração ao The Post. “Esperamos poder usar isso como um momento de aprendizagem para ajudar a construir jovens melhores e comprometidos com nossas políticas e nossa missão de desenvolver os futuros líderes das comunidades judaicas do mundo”.
Na segunda-feira, o Sr. Rogers disse que a investigação da SPCA sobre o incidente ainda está em andamento. Uma vez que todas as provas tenham sido reunidas, uma “resolução será tomada” sobre se as acusações serão apresentadas, disse ele.
“Foi uma péssima atitude e deve ser desconsiderada”, disse ele. “Você simplesmente não segura um animal assim e coloca cerveja na boca dele”.
Embora não seja claro pelo vídeo se alguma cerveja chegou a ser ingerida pelo filhote, especialistas dizem que há riscos potenciais à saúde associados ao consumo de bebidas alcoólicas, desde deixá-los “um pouco agitados” até uma internação hospitalar, segundo o petMD.
Mas os casos de intoxicação alcoólica em cães são raros, disse Steven Friedenberg, professor assistente do departamento de ciências clínicas veterinárias da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Minnesota, ao petMD.
“Não vemos muito disso na medicina veterinária porque o álcool tende a ser desagradável (não atraente) para a maioria dos animais”, disse Friedenberg. “Eles não costumam procurar bebidas alcoólicas, e a maioria dos donos não oferecem deliberadamente álcool a seus animais.”
Em suas décadas de experiência, o Sr. Rogers disse ao The Post que assistir ao vídeo do “keg stand” foi a primeira vez que ele viu um cachorro naquela situação.
“Já vimos muito e lemos muito sobre trotes de fraternidade, mas por que eles estavam fazendo isso com um animal?” ele disse.
“Violência gera violência e a atitude deliberada desse estudante mostra um caráter propenso à crueldade e desrespeito. Medidas punitivas e correcionais são esperadas e bem vindas”, disse o professor.
Talvez a melhor forma de compreender o trauma desse animal seja nos colocando em seu lugar. Imagine passar todo o seu tempo fora de casa amarrado a uma árvore. A corrente pesada em volta do seu pescoço pesando constantemente e você mal tem qualquer proteção contra os elementos incontroláveis, chuva, frio, sol, calor.
Essa era a triste realidade de um cão acorrentado que foi encontrado recentemente amarrado a uma árvore na floresta da Geórgia (EUA) com uma pesada corrente de madeira e um colar de couro de quatro polegadas de espessura em volta do pescoço.
Depois que ele foi encontrado, o cão foi resgatado e levado para um abrigo local, o Grupo de Resgate e Reabilitação de Animais com Necessidades Especiais (SNARR, na sigla em inglês) foi chamado para ajudar o animal traumatizado.
Foto: One Green Planet
O cachorro estava apavorado e mantinha a cabeça firmemente apoiada contra a dura parede de concreto do abrigo quando as pessoas tentavam se aproximar.
Inacreditavelmente, ele tinha uma coleira pesada e extremamente grossa ao redor do pescoço. Não é de admirar que ele estivesse morrendo de medo dos humanos.
O SNARR gentilmente deu a ele seu passe para a liberdade e o cachorro está agora em uma clinica veterinária na Geórgia. Com o tempo esse doce menino vai aprender que nem todos os humanos são maus.
Foto: One Green Planet
Aos poucos, com carinho, paciência e muito amor ele vai se abrir e reencontrar o caminho de volta para a felicidade. Mas nem todos os cães tem esse destino.
Se você estiver procurando por um novo membro da família, adote sempre. Há milhões de animais de companhia entrando em abrigos todos os anos e todos nós podemos fazer a nossa parte para acabar com a crise de superpopulação de animais simplesmente adotando.
Ao castrar os animais você pode ajudar ainda mais a reduzir a população de animais abandonados.
É igualmente importante denunciar quando qualquer abuso de animais for presenciado. A polícia é obrigada a atender ocorrências que configurem maus-tratos aos animais, isto é crime previsto em lei. Nunca silencie, a omissão também causa vítimas.
Um cachorro caiu em um buraco de aproximadamente oito metros de profundidade em Londrina, no Paraná. O acidente aconteceu no bairro Neyma Sayon, na tarde de terça-feira (14).
Foto: Reprodução / YouTube / Massa News
O animal foi salvo após moradores acionarem o Corpo de Bombeiro, que foi até o local e realizou o resgate. As informações são do portal Massa News.
Os moradores acionaram os militares após notarem que o cachorro estava preso dentro da erosão. Segundo eles, não é a primeira vez que um cachorro cai nesse buraco.
Quando os militares iniciaram os trabalhos, o cachorro estava deitado dentro do buraco, aparentemente debilitado. Para fazer o resgate, a corporação utilizou uma escada e uma espécie de rede, na qual o cachorro foi colocado.
No momento em que um dos bombeiros entrou dentro da erosão e se aproximou do cão, o animal não teve qualquer reação. Depois de ser colocado na rede, ele foi içado. Não há informações sobre o estado de saúde dele.
A Prefeitura de Londrina foi procurada para falar sobre o caso, mas, até o fechamento da notícia, não se posicionou.
Semana passada, trabalhadores próximos a cidade de Suwałki, na Polônia, ouviram algo que lhes chamou atenção e causou também preocupação. De uma área remota e arborizada ao longe, um cachorro latia sem parar, insistentemente, como se pedisse ajuda.
Felizmente, os trabalhadores decidiram atender a esses gritos – seguindo o som até que chegaram até uma cena consternadora.
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
A fonte dos latidos era um cãozinho preso em uma poça de piche pegajoso e escuro. O animal estava incapaz de se mover e podia-se ver que ele precisava desesperadamente de ajuda.
Incapazes de libertar o cãozinho de sua prisão os trabalhadores contataram a resgatante Joanna Godlewska, da ONG Niczyje Animal Foundation. Ela correu para o local do indicente, sem saber o que esperar.
“Quando finalmente cheguei e vi um cachorro deitado e preso no piche, lágrimas vieram aos meus olhos”, Godlewska disse ao The Dodo. Acredita-se que o cachorro, talvez abandonado, estava procurando calor quando se deparou com o piche descartado ilegalmente – sem perceber que, ao deitar-se sobre ele, ficaria irremediavelmente preso.
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Ninguém sabe quanto tempo o cachorro esteve preso, mas estava claro que ele não teria sobrevivido por muito mais tempo. Seu espírito, sua força de vontade, estavam desaparecendo rapidamente.
Godlewska foi acompanhada por uma equipe do corpo de bombeiros local para ajudar a tirar o animal do piche. Enquanto os humanos trabalhavam, um vislumbre de esperança apareceu nos olhos do cachorro preso.
“Ele entendeu que estávamos salvando ele”, disse Godlewska.
A equipe de resgate cortou com cuidado as porções mais atingidas do pêlo do pobre cachorro e usou óleo de cozinha para soltar o resto. O piche é um material com alto poder de grude (cola).
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Então, finalmente, eles finalmente conseguiram levantá-lo do chão.
O cão foi levado às pressas para uma clínica veterinária para ser tratado por exaustão e ter o máximo de piche possível, retirado do seu corpo.
Desde então, o cão passou por várias outras sessões de limpeza – após cada uma delas, sua vontade de viver e dacilidade continua a crescer e aparecer mais e mais.
“Ele se sente melhor e melhor”, disse Godlewska.
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Em última análise, o cachorro, agora chamado Farcik, foi resgatado de mais do que apenas uma armadilha fatal e pegajosa em que ele havia sido encontrado.
Agora, ele não estava mais sozinho e sem amor.
Farcik ainda vai demorar um pouco mais até se recuperar totalmente, mas está cercado de pessoas que se preocupam com ele e com seu futuro.
Foto: Fundacja Zwierzęta Niczyje
Quando for a hora certa, Godlewska pretende adotá-lo e leva-lo para viver com ela em um lar eterno e amoroso.
O que o levou àquela armadilha quase fatal no piche pode nunca ser revelado – mas não há dúvida de que a sua vontade de viver e de alertar as pessoas certas para livrá-lo de seu sofrimento fizeram toda a diferença.
“Eu só queria salvá-lo “, disse Godlewska.” Agradeço a todos que ajudaram a salvar este cachorro”.
Um homem salvou a vida de um cachorro que estava engasgado e a ação foi filmada por câmeras de segurança. Ao ser divulgado na internet, o vídeo chamou a atenção dos internautas e viralizou.
Reprodução / YouTube
O eletricista Joshua Aspey, de 22 anos, usou de maneira improvisada as instruções da “Manobra de Heimlich”, que ele aprendeu quando trabalhou como salva-vidas em uma piscina. Ele percebeu que o cachorro havia engasgado com um pedaço de queijo ao ouvir suas unhas arranharem o piso da casa. As informações são do portal Metro.
“Eu ouvi suas patas raspando nos azulejos, então eu me virei (…). Eu comecei a bater em suas costas e balancei a cabeça para cima e para baixo para tentar trazê-lo de volta. Balancei a cabeça para trás e para frente e o primeiro pedaço saiu. Havia mais dois pedaços de comida lá dentro. (…) Ver o seu cachorro fazendo isso é horrível. Meus cachorros significam o mundo para mim”, disse Aspey, em entrevista ao Daily Mail.
Sally, como é chamado o cachorro, já tem dez anos de idade. Apesar da idade avançada, ele se recuperou rapidamente do acidente.
Aspey disse que ficou bastante assustado com a situação que viveu ao lado do cão e revelou o amor que sente pelos animais que tutela.
“Eu cresci com eles e eles são tudo que eu tenho. Eles fazem parte da família. Eu costumava trabalhar como salva-vidas, então tive o treinamento sobre o que fazer se alguém está engasgando. (…) Foi apenas instinto, mas foi definitivamente assustador. Eu estava em pânico”, concluiu.
O Ministério Público de Santa Catarina intimou a empresa Havan a prestar esclarecimentos sob o fundamento de uma propaganda da loja considerada abusiva por incitar “o oferecimento de alimentos prejudiciais à saúde dos animais domésticos”, de acordo com o promotor de Justiça Marcelo Brito de Araújo. Na propaganda, relacionada à Páscoa, feita em forma de desenho animado, coelhos alimentam um coelho com ovos de chocolate. A cena gerou denúncias na Justiça, levando o MP a tomar uma atitude.
Foto: Reprodução / YouTube
O MP afirmou, no entanto, que o pedido foi arquivado após descobrir que a “alegação era descabida por tratar-se de desenho animado que desenvolve, em sua breve história, simples narrativa de humor.” As informações são da Gazeta do Povo.
Em nota, o Ministério Público informou que “a solicitação de informações, sem caráter obrigatório, é um procedimento padrão” e que a intimação “tem por objetivo oportunizar o exercício do contraditório, por meio de manifestação da parte interessada, antes do ajuizamento.”
De acordo com o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), não há processos em análise sobre o comercial. O órgão atende denúncias de consumidores, autoridades, associados ou da própria diretoria.
A publicidade abusiva é aquela que, segundo o art. 37, parágrafo 2º, do Código de Defesa do Consumidor, é “discriminatória de qualquer natureza, a que incite à violência, explore o medo ou a superstição, se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança, desrespeita valores ambientais, ou que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança.”
Cães que vivem em situação de rua, muitas vezes abandonados, não contam com a proteção de uma família ou de um teto sobre suas cabeças. Muitas vezes sentem fome, frio, apanham, e são enxotados.
Isso os torna defensivos, muitas vezes agressivos, por apenas conhecerem o lado ruim da vida ou do ser humano. As vezes eles expressam comportamentos violentos por estarem doentes ou com dor e não devemos julgar esses animais sem conhecer sua real história.
Foi desses cães que invadiu o quintal de uma família provavelmente em busca de alimento e vendo-se acuado e sem saída, demonstrou agressividade em defesa própria, mas outro cão, também abandonado impediu o companheiro de machucar alguém, colocando-se entre ele a criança que estava próxima a cena.
Oreo foi o nome dado ao cão em situação de rua que salvou a vida da criança, protegendo-a do possível ataque de outro cão.
O herói foi adotado pela família da menina que grata pela atitude do animal, resolveu torná-lo parte da família.
O cão é uma mistura de raças com pelo nas cores preto e branco, ele ficou de guarda ao lado de Aurora Bentley depois que outro cão invadiu o quintal da casa de sua família em Knoxville, Tennessee (EUA), e ameaçou atacá-la há duas semanas.
A bravura de Oreo fez com que ele sofresse cortes e contusões depois que o outro cão começou a atacá-lo, em vez de Aurora, de dois anos de idade.
Aurora | Foto: Metro UK
Posteriormente, ele foi levado às pressas para o hospital de animais para tratamento – e a família de Aurora decidiu que seu comportamento heróico o tornava digno de um lar amoroso e protegido dos perigos e ameaças da rua.
A avó de Aurora, Sima Bentley, disse à WATE-TV: “Em seu terceiro aniversário, ela ganhou o melhor presente possível: seu cachorro-herói.
O outro cão em situação de rua havia descido do bosque vindo do sentido da montanha que fica atrás da casa, e o cão Oreo, que é o nome que ele ganhou, correu pelo quintal e se colocou entre Aurora e o outro cachorro vadio.
E o cachorro, que parecia estar fora de si segundo relatos, o atacou em vez de atacar a criança. Sima disse que depois que Oreo recebeu tratamento por seus ferimentos, ele foi colocado para adoção.
E apesar de anteriormente não ter nenhum desejo de adotar um amigo peludo, ela não pensou duas vezes antes de oferecer à Oreo uma nova casa.
Sima agora planeja dar a Oreo a vida mais luxuosa e feliz possível, dizendo: “Eu estava apenas em uma missão para salvar o cão”
“Ele vai ser um cachorro muito mimado neste momento. Ele vai para todos os lugares que nós vamos, estamos sempre juntos”.
“E ele vai morar dentro de casa e dormir na cama, e o que ele quiser, ele vai ter”.
Atos de heroísmo entre cães e demais animais são novidade, capazes de amar e criar vínculos duradouros, esses animais extremamente sensíveis e inteligentes oferecem um amor único e incondicional, incomparável a qualquer outro tipo de amor que possamos encontrar em nossas vidas.
O cachorro que entrou no metrô do Rio de Janeiro e caminhou pelos trilhos foi adotado por um funcionário da concessionária Metrô Rio. Assim que soube que o animal precisava de um lar, o oficial de manutenção Fabianno Batista decidiu adotar o cão.
Foto: Divulgação/Metrô Rio
“Quando cheguei à estação e vi o animalzinho disponível para ser adotado, liguei logo para a minha esposa. Ela deu o sinal verde e vou levá-lo para casa. Acho que ele vai ser dar bem com a minha cachorrinha, que inclusive se parece com ele”, contou ao jornal Extra.
O cachorro entrou na estação de Del Castilho e caminhou até a São Cristóvão, uma distância de cerca 7 km. Os trens tiveram que operar em velocidade reduzida por uma hora, tempo que durou o resgate do animal.
“O resgate começou às 7h30. De Del Castilho, o animal seguiu no sentido estação Maria da Graça e, depois, foi correndo até (a estação) São Cristóvão, onde uma funcionária, também do MetrôRio, conseguiu pegá-lo no colo”, contou o operador de estação Bruno de Almeida, de 28 anos.
Após o resgate, o cachorro foi levado para o Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, na Mangueira, na Zona Norte. Após a avaliação veterinária, ele seguiria para um abrigo na Baixada Fluminense, mas não precisou ser levado para o local, já que foi adotado.
Um homem foi preso na quinta-feira (9) em Rio Largo (AL) após matar um cachorro a facadas. À polícia, ele afirmou que esfaqueou o animal após ser mordido por ele. A versão, no entanto, é desmentida por testemunhas.
Foto: Pixabay / Ilustrativa
De acordo com o 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM), o homem aparenta ter aproximadamente 50 anos e trabalha como ambulante, vendendo facas e tesouras.
O cachorro morreu no local e pessoas que assistiram o crime tentaram agredir o ambulante, mas foram impedidas por funcionários da Câmara de Vereadores, que chamaram a polícia. Segundo as testemunhas, o homem agrediu o cão sem motivo.
A tutora do animal, Vitória da Silva Morais, esteve na delegacia. Ao G1, ela contou que o cachorro se chamava Ralph, tinha dois anos e costumava andar sozinho na rua.
“Eu fiquei sabendo pelas pessoas que viram. Meu cachorro andava por todo canto, todo mundo gostava dele. Nunca aconteceu nada parecido com isso antes. Estou muito triste porque ele era um ótimo cachorro”, relata Vitória.
O agressor foi levado ao 12º Distrito Policial (DP), na Mata do Rolo, para prestar depoimento. Ele deve ser autuado pelo crime de maus-tratos a animais, com pena de três meses a um ano de detenção, além de multa.