Anúncios de bacon e manteiga são banidos do metrô de Londres

Foto ilustrativa | Pixabay

A decisão pretende combater a obesidade infantil e o diabetes. De acordo com a Cancer Research, as crianças que veem propagandas de junk food são duas vezes mais propensas a se tornarem obesas. Mais de 80% dos londrinos apoiam a medida.

“Nossa política de publicidade exige que as marcas demonstrem que qualquer alimento ou bebida contidos em anúncios veiculados em nossa rede não é rico em gordura, açúcar e sal, a menos que tenha recebido uma exceção”, disse um porta-voz da Transport for London. As informações são da BBC.

“Nesse caso, a Farmdrop optou por não solicitar uma exceção”, continuou. “Nosso agente de publicidade trabalhou com eles para alterar o anúncio “.

O consumo de bacon e de outras carnes processadas está ligado a casos de câncer, doenças do coração, obesidade e diabetes.

A Farmdrop alega que seu anúncio misturava bacon e manteiga a vários legumes para que as pessoas não confundissem que o serviço de entrega seria apenas de vegetais.

“Nosso anúncio era uma mistura de alimentos integrais balanceados , enquanto o McDonald’s Happy Meals e hambúrgueres de frango são compatíveis com HFSS sob essas regras. É uma loucura”.

O prefeito o prefeito de Londres Sadiq Kahn e celebridades como Jamie Oliver e Hugh Fearnley-Whittingstall apoiam a iniciativa da Food Foundation “Veg Power” que tem o objetivo criar um marketing centralizado em vegetais inspirador e criativo, incentivando os consumidores a comer mais verduras.

“Há infinitas propagandas de junk food, mas por que não estamos comercializando as coisas boas para nossos filhos?”, Perguntou Fearnley-Whittingstall em um comunicado.

“Vamos fazer algo realmente incrível. Vamos despertar a próxima geração”.

Outra censura

No Canadá, agricultores foram obrigados a retirar anúncios falsos de laticínos que diziam ‘não contém hormônios de crescimento’.

De acordo com o Conselho de Alimentos Vegetais, todos os laticínios contêm naturalmente o fator de crescimento 1 (IGF-1), que promove o rápido crescimento de bezerros e também grandes quantidades de estrogênio e progesterona produzidos quando as vacas são ordenhadas durante as gestações. Além disso, contém somatropina bovina (BST).

 

Cientista que venceu o câncer seis vezes afirma que laticínios são cancerígenos

Professora e cientista Jane Plant | Foto: Reprodução/Livekindly

Professora e cientista Jane Plant | Foto: Reprodução/Livekindly

*Traduzido por Eliane Arakaki

Sobrevivente a seis cânceres a cientista e professora, Jane Plant, não come nenhum tipo de derivados do leite, ela conta que foi sua dieta que a ajudou se curar e colocar o câncer de mama em remissão.

A professora Plant, que é geoquímica especializada em carcinógenos ambientais, conta que sua primeira batalha contra o câncer de mama foi em 1987, segundo o Telegraph. Em 1993, a doença retornou pela quinta vez na forma de um tumor que tinha metade do tamanho de um ovo e os médicos afirmaram que ela tinha apenas alguns meses de vida.

Como a professora e seu marido Peter, geólogo, trabalharam na China ao longo de suas carreiras, eles tinham conhecimento das taxas historicamente baixas de câncer de mama entre as mulheres chinesas, de uma a cada 100 mil mulheres, muito menor se comparada a taxa de câncer em mulheres ocidentais, de uma em cada 12, de acordo com um estudo dos anos 70.

Persistindo na pesquisa, a professora percebeu que quando as mulheres chinesas se mudavam para países ocidentais e adotavam uma dieta tradicional contendo carne e laticínios, elas experimentavam as mesmas taxas de câncer.

Ela e seu marido descobriram que os riscos mais elevados de ter câncer possuíam grande probabilidade de estar ligados a alimentação, especificamente de laticínios. “Ele frisou que naquela época eles não tinham uma indústria de laticínios. Foi uma revelação”, disse ela.

O livro “The China Study”, escrito pelo Dr. T. Colin Campbell e seu filho Dr. Thomas M. Campbell lançado em 2005, avaliou não apenas as baixas taxas de câncer entre os habitantes da China rural, mas também algumas doenças crônicas como cardiopatias e diabetes tipo 2. Os autores concluíram que uma dieta rica em alimentos a base de plantas reduz consideravelmente o risco desses problemas de saúde.

A professora então, que já comia poucos produtos de origem animal, cortou todos os produtos lácteos de sua alimentação enquanto fazia quimioterapia. Dentro de seis semanas, o nódulo desapareceu e ela permaneceu livre do câncer por 18 anos. Foi assim que ela desenvolveu o programa “Plant”, uma dieta rica em vegetais e legumes e livre de produtos lácteos, e ainda escreveu um livro sobre sua experiência, “Sua vida em suas mãos: entendendo, prevenindo e superando o câncer de mama”.

Quando o câncer retornou em 2011, ela teve a sensação de que, mais uma vez, era uma questão de ingerir laticínios ou não. Ela adotou então uma dieta vegana e seu câncer voltou à remissão. Embora Jane não desconsidere tratamentos médicos tradicionais contra o câncer, como quimioterapia e mastectomia, ela acredita que a alimentação tem o poder de ajudar ou atrapalhar as pessoas.

Laticínios são Cancerígenos?

“Todos nós fomos educados com a ideia de que o leite é bom para a saúde. Mas agora há evidências de que os fatores de crescimento e hormônios que ele contém não são apenas um risco em relação ao câncer de mama, mas também a outros cânceres relacionados a hormônios, próstata, testículos e ovário”, disse ela.

“O leite de vaca é bom para os bezerros – mas não para nós”, acrescentou a professora.

“O leite de vaca, orgânico ou não, contem 35 hormônios diferentes e 11 tipos de fatores de crescimento”, ela continuou. “Isso significa que uma dieta vegana é menor em moléculas promotoras de câncer e maior nas proteínas de ligação que reduzem a ação dessas moléculas.”

De acordo com o Cancer Research UK, não houve evidência definitiva ligando os produtos lácteos a um aumento do risco de câncer. Um estudo do Fundo Mundial para Pesquisa do Câncer relacionou a carne – especialmente a carne vermelha e processada – ao aumento do risco de câncer; mas as descobertas não diziam o mesmo sobre laticínios.

Mas o PCRM (Comitê de Médicos pela Medicina Responsável) – uma organização sem fins lucrativos composta por mais de 12.000 médicos – destaca os riscos à saúde associados aos laticínios. Leite e queijo são ricos em gordura saturada, que tem sido associada a doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e mal de Alzheimer.

A dra. Kristi Funk, autora do livro “Breasts, an Owner’s Manual”, cujos pacientes incluem os atores Angelina Jolie e Ellen Pompeo, também acredita que os laticínios aumentam o risco de câncer. “É claro que a resposta celular do corpo às proteínas e gorduras animais é muito perigosa”, disse ela.

Como o professora Plant, a dra. Funk acredita que uma dieta rica em vegetais é a melhor escolha para diminuir o risco de desenvolver a doença.

Um corpo crescente de estudos médicos mostra que uma dieta vegana integral – que evita todos os produtos de origem animal e alimentos processados – é uma das formas mais eficazes de combater doenças crônicas.

O segundo livro da professora Plant, “Vença o Câncer: Como recuperar o controle de sua saúde e da sua vida” fornece opções simples no lugar de produtos lácteos, como leite vegan, iogurte e iogurte de leite e queijo à base de plantas.

Garotinha com câncer raro quer receber cartas de cães do mundo todo

Apesar do sofrimento, sempre que Emma vê a imagem de um cão, ela sorri.

Emma Mertens, de sete anos, está pedindo para que cães do mundo todo lhe enviem cartas. A garotinha de Hartland, no estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, sofre de Glioma Pontino Intrínseco Difuso (DIPG), um câncer raro que afeta o tronco cerebral.

Mas, apesar do sofrimento, sempre que Emma vê a imagem de um cão, ela sorri. No mês passado, sua família publicou o seu pedido nas mídias sociais, e as pessoas têm atendido ao apelo – enviando correspondências com fotos e narrativas como se fossem os próprios cães escrevendo.

Hoje, a CNN também publicou uma reportagem especial sobre Emma, revelando que ela já recebeu mais de 80 mil cartas, e não apenas dos Estados Unidos, mas também de países como Japão, Austrália e Venezuela.

“Quando Emma está desanimada, muito cansada por causa da radioterapia ou apenas acordou de uma soneca, usamos as fotos como um bom estimulante”, diz o pai, acrescentando que isso a ajuda a seguir em frente.

Você pode enviar uma carta para Emma Mertens:

Caixa Postal 230

Hartland, Wisconsin

CEP: 53029

Família se muda e busca novo lar para cadela idosa com câncer em Campinas (SP)

A Pipoca está à procura de um novo lar em Campinas (SP). Ela é de porte médio e tem 10 anos. Fêmea, não castrada, com as vacinas em dia, mas está com câncer de mama. Ela é alegre, gosta de brincar, pula, sobe nas cadeiras ou pia, está sempre buscando o sol e tem medo de chuva. É dócil, gosta de criança e se dá bem com outros cachorros, com algumas exceções. Os tutores estão doando-a porque resolveram mudar para apartamento e não querem levá-la. Eles se dispõe, inclusive, a arcar com os custos da ração, das vacinas e qualquer outro gasto da cadela caso o adotante não tenha condições financeiras.

Interessados devem entrar em contato pelo telefone (19) 992157960.

Médicos protestam contra o “McDonald’s Bacon Hour”

Os alertas sobre os risco de câncer relacionados ao consumo de carnes e, particularmente, carnes processadas como bacon já foram dados. Cientistas e médicos afirmam que as chances da doença ser desenvolvida em pessoas com alimentação animal e derivados é muito maior do que naquelas com uma dieta à base de vegetais.

Foto: Divulgação

Parece que o McDonald’s não se importa com isso e lançou o “Bacon Hour”, como uma forma de incentivar as pessoas ao perigoso consumo do produto.

Médicos do Comitê de Médicos pela Medicina Responsável (PCRM), uma organização formada por mais de 12 mil profissionais da área médica, protestaram contra o McDonald’s Bacon Hour. Durante a promoção, os clientes recebiam bacon grátis em qualquer pedido.

A manifestação contou com médicos segurando cartazes vermelhos e amarelos que diziam “ #paremdecomerBacon ”, “Câncer colorretal: Estou me arriscando a ele”, e “Bacon provoca câncer colorretal” do lado de fora de um restaurante McDonald’s em Washington DC. O PCRM também distribuiu kits sobre o câncer colorretal.

Foto: Physicians Committee for Responsible Medicine

“O seu cólon não vai amar o McDonald’s Bacon Hour”, disse o presidente e fundador da PCRM, Neal Barnard, MD. “O McDonald’s deveria oferecer aos clientes uma proteção contra para câncer colorretal com opções livres do bacon, o causador de câncer.”

Bacon causa câncer?

Bacon e outras carnes processadas, como frios, mostraram aumentar o risco de várias formas de câncer, incluindo o colorretal. Em outubro de 2015, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou-a como “carcinogênica para humanos” após revisar mais de 800 estudos relacionados à dieta. A OMS concluiu que algumas fatias de bacon consumidas diariamente podem aumentar o risco de câncer colorretal em 18%.

Uma pesquisa divulgada pelo Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer (WCRF) em junho passado acrescentou que até mesmo pequenas quantidades de carne processada podem aumentar o risco.

“Não é necessário consumir carne vermelha para manter um estado nutricional adequado. Comer carne é não é essencial para uma dieta saudável”.

As evidências sobre carne processada são ainda mais claras. Os dados mostram que nenhum nível de ingestão pode ser associado com segurança alimentar.

Alerta: vida urbana aumenta risco de câncer em animais

Pesquisadores sugerem que os mesmos fatores que aumentam o risco de câncer em humanos, como luz, poluição química e sonora, alimentos ricos em açúcares e vírus também são responsáveis por aumentar o perigo para animais selvagens que vivem em cidades.

Luz, poluição química e sonora, alimentos ricos em açúcares e vírus são fatores podem estar aumentando o risco de câncer em animais selvagens que vivem em cidades como pássaros, esquilos, ratos, ratos e ouriços.

Liderados por Giradeau Mathieu, para o Proceedings B da Royal Society, os pesquisadores disseram: “As populações de animais selvagens podem ser comparadas a populações humanas pré-históricas, em que dados fósseis indicam uma baixa prevalência de câncer.

“Está claro que as características de um estilo de vida moderno e do ambiente de urbanização trouxeram consigo uma mudança na prevalência de câncer em humanos, mas até agora pouca atenção foi dada a mudanças similares em animais selvagens.

Segundo o Daily Mail, os autores escreveram que apenas recentemente foi indicado que as atividades humanas podem aumentar a taxa de câncer em populações selvagens.

Aves, esquilos, ratos e ouriços são alguns dos animais selvagens afetados das cidades poluídas, afirmam os cientistas.

A alimentação de animais, como esquilos, com pão – que não é uma parte natural de sua dieta – está levando à obesidade, embora precise de mais pesquisas para identificar a ligação, eles sugeriram.

A obesidade está ligada a 10% dos casos de câncer em humanos.

Os pesquisadores também disseram “sugerimos que turistas alimentando pequenos mamíferos, como os esquilos, em parques urbanos, são um bom ponto de partida para começar a procurar por ligações entre alimentos antropogênicos, obesidade e câncer na vida selvagem”.

Acredita-se que a poluição marítima esteja comprometendo o sistema imunológico das tartarugas marinhas e dos leões marinhos, tornando-os mais suscetíveis ao câncer.

Gatos domésticos que vivem em cidades são mais propensos a sofrer o equivalente felino da infecção pelo HIV, enfraquecendo seus sistemas imunológicos e isso os torna mais propensos ao câncer, afirmam os pesquisadores.

As cidades também podem levar à fragmentação do habitat, o que leva a uma maior endogamia das populações devido a barreiras como estradas.

A poluição luminosa já foi apontada com fator de risco para o aumento do câncer em seres humanos.

Conhecido como ALAN, a luz artificial durante a noite, também é susceptível de provocar câncer em animais. Os autores sugerem que mais pesquisas devem olhar para os efeitos da luz sobre as aves – como o aumento dos níveis hormonais, que devido à maior exposição à luz têm sido associados a maiores taxas de câncer.

Poluição no Reino Unido 

A poluição do ar no Reino Unido já foi rotulada como um “constrangimento nacional”.

Os números de 2017 mostraram que 37 das 43 zonas de qualidade do ar em todo o Reino Unido tinham níveis ilegais de poluição por dióxido de nitrogênio, o mesmo número do ano anterior.

Os níveis médios anuais do poluente dos gases do escapamento caíram na maioria dos lugares, segundo dados do governo e da lei ambiental que a ClientEarth revelou.

Mas os níveis ainda são mais do que o dobro do limite legal na Grande Londres e também acima do limite em áreas como Gales do Sul, West Midlands, Glasgow e Grande Manchester.

Brighton, Worthing e Littlehampton, em West Sussex – uma área declarada como legal no ano anterior – subiram para pouco abaixo do limite novamente, segundo as estatísticas.

O Reino Unido tem violado os limites de poluição da UE para dióxido de nitrogênio, muitos dos quais vêm de veículos a diesel, desde que as regras entraram em vigor desde 2010. As informações são do Daily Mail.

A poluição do ar causa cerca de 40.000 mortes prematuras por ano no Reino Unido e está ligada a problemas de saúde, desde doenças infantis até doenças cardíacas e até mesmo demência.

Poluição do ar no Brasil

A OMS, alertou ano passado que a poluição do ar é responsável por mais de 50 mil morte no Brasil a cada ano.

As partículas poluentes estão em toda parte e são produzidas pelo escapamento de veículos, usinas de energia e agricultura. As substância entram no corpo humano e animal através da respiração se liga aos pulmões provocando problemas respiratórios e aumentando o risco de câncer.

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Queimada no cerrado. Foto: José Cruz | ABr Agência Brasil

O novo levantamento da OMS indica que entre as cidades que monitoram os poluentes, Brasília foi a que registrou o nível mais alto (137 microgramas por metro cúbico), em 2013. Uma das possíveis explicações para esse número é a seca prolongada e as queimadas no Cerrado.

Em São Paulo, um hospital veterinário da Zona Sul de São Paulo, registra um aumento no número de atendimentos de 40% no outono e no inverno. “Eles têm as mesmas doenças respiratórias, bronquite, pneumonia, asma. Nessas épocas em que há muita poluição, ar muito seco, eles podem vir a sofrer, mesmo medicados”, diz o veterinário Mário Marcondes ao G1.

Cientistas irlandeses alertam sobre os riscos de câncer associados à ingestão de carne

Dois acadêmicos da Irlanda do Norte, junto com um dos principais médicos do NHS, estão exigindo que o Parlamento faça mais para aumentar a conscientização sobre os riscos de câncer associados à ingestão de carne processada .

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Em uma declaração conjunta, eles pedem que o governo reconheça e destaque os perigos de consumir carnes – como bacon, salame e presunto – de uma maneira similar às campanhas de saúde sobre o açúcar e alimentos gordurosos, informou o Belfast Telegraph.

O professor Chris Elliott, diretor do Instituto Belfast de Segurança Alimentar Global da Queen’s University, o nutricionista Chris Gill, da Ulster University, e o cardiologista sênior Aseem Malhotra se uniram a políticos, incluindo Tom Watson, vice-líder trabalhista, para pedir mudanças.

Segundo o Live Kindly, eles concordam com o crescente consenso da opinião científica de que os nitritos encontrados na carne processada levam à produção de nitrosaminas, que são cancerígenas. Isso, por sua vez, pode aumentar o risco de câncer para aqueles que consomem regularmente bacon e presunto tradicionais.

Em 2015, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou carnes processadas como carcinogênicas do Grupo 1 – a mesma categoria do tabaco e do amianto. A carne vermelha foi classificada como carcinógena do Grupo 2A – provavelmente carcinogênica para humanos.

As categorizações tiveram apoio de outros dados, como o maior estudo de pesquisa de câncer já realizado no início deste ano. O estudo descobriu que nenhuma quantidade de carne processada é segura para comer, pois mesmo pequenas quantidades do item podem aumentar o risco de câncer. Ele também observou que 30 a 50 por cento de todos os diagnósticos de câncer são evitáveis.

“Nós estamos preocupados porque não está sendo feito o suficiente para aumentar a conscientização sobre os nitritos em nossa carne processada e seus riscos para a saúde, em contraste com os avisos regularmente emitidos sobre o açúcar e alimentos gordurosos”.

Foto: Pixabay

“É preciso uma frente unida e ativa de políticos, da indústria alimentícia e da comunidade de tratamento do câncer” , disseram, acrescentando que é essencial trabalhar em conjunto para aumentar a conscientização sobre esses riscos à saúde e incentivar o uso de alternativas livres que são mais seguras e podem reduzir o número de casos de câncer. ”

O Dr. Malhotra afirmou que, ao não fazer nada, o movimento espelha a forma como a indústria do tabaco anteriormente negava os perigos de fumar cigarros. “Quando se trata de nitrosaminas, não há “se”, nem “mas”; eles são cancerígenos”, disse ele.

Um estudo do World Cancer Research Fund descobriu que a remoção de carne da dieta pode reduzir o risco de câncer em 40%. Além disso, se todos no Reino Unido abandonarem os produtos de origem animal e se tornarem vegans, poderá haver menos 8.800 casos de câncer a cada ano.