Infelizmente, há muitas pessoas que não acreditam que os animais merecem amor e respeito. É por isso que milhares de animais em todo o mundo estão expostos a atrocidades todos os dias. Seja por puro sadismo ou por ganância, especialmente no caso de reprodução animal esquálida.
Foto: Reprodução / YouTube
Foi também o caso de uma cadelinha chamada BB. Ela foi encontrada por uma organização de direitos dos animais em um porão escuro em Cabarrus County, na Carolina do Norte (EUA).
BB foi trancada com outros 130 animais em um porão escuro e nenhum desses pobres seres já havia visto os raios do sol.
A pobre cachorra pesava apenas alguns quilos e tinha apenas três dentes, porque os outros estavam tão podres que era necessário arrancá-los.
Brenda Tortoreo trabalhou no hospital de animais onde BB foi tratada e decidiu adotar esta pequena poodle que teve uma vida tão difícil.
“Ela era muito pequena e indefesa quando a encontramos”, disse Jessica Lauginiger, diretora da organização de bem-estar animal da HSUS, à HonestToPaws .
BB nunca tinha visto a luz do sol e mal teve contato humano. “Eu coloquei minha mão na gaiola e ela tentou se levantar e sentir um pouco. Ela era muito hesitante e tímida, apesar de precisar de ajuda”, disse Jessica Lauginiger.
Os veterinários suspeitam que ela fosse explorada para reprodução. Mas agora, a BB foi finalmente salva dessa terrível existência! Ela tem uma nova vida com pessoas que a amam e que se importam com ela.
O vídeo abaixo mostra o momento em que a BB vê o sol pela primeira vez!
Restaurantes que servem carne de cavalo não são novidade na Coréia do Sul, que tem esse tipo de estabelecimento tanto em variedade como em quantidade, mas agora o país ambiciona explorar esses animais indefesos de novas maneiras investindo pesado para se tornar um dos grandes participantes das corridas de cavalos internacionais. Os coreanos apostam mais de 8 bilhões de dólares por ano em corridas.
Assim como nos Estados Unidos, as corridas ocorrem principalmente em pistas de terra, assim sendo, a Korea Racing Authority (KRA,a sigla em inglês) importa centenas de cavalos americanos a cada ano para corridas e reprodução e criação de animais. Enquanto reproduz agressivamente os animais e traz sangue novo para “melhorar” os resultados das corridas sul-coreanas, o KRA descarta aqueles cavalos que se machucam ou que não conseguem vencer.
Restaurante de carne de cavalo | Foto: PETA
Um oficial da KRA afirmou em 2018 que dos 1.600 cavalos “aposentados” da indústria de corrida a cada ano, apenas 50 (ou cerca de 3%) são considerados adequados para outros usos “equestres”.
Para onde vai todo o resto? Carne de cavalo é vendida em restaurantes e mercearias, e gordura de cavalo ou “óleo” é usado em produtos de beleza. Os investigadores da PETA viajaram para Jeju, na Coréia do Sul, para expor o destino desses cavalos e seus descendentes.
Sentenças de morte
Os investigadores da PETA testemunharam filmagens de cavalos no maior matadouro de cavalos da Coreia do Sul em nove datas diferentes, entre abril de 2018 e fevereiro de 2019 e foram capazes de identificar 22 cavalos de corrida de raça pura.
Instalação destina à morte de cavalos | Foto: PETA
Um deles nasceu nos EUA, 19 tiveram pais americanos e 11 tiveram mães americanas. Suas idades variavam de quase 2 anos a 13 anos de idade quando foram mortos, com uma idade media de 4 anos entre os cavalos assassinados.
Seungja Yechan – Celebre o vencedor e coma o perdedor
Seungja Yechan significa “louvado seja o vencedor” em coreano – é o nome dado e que serve de pouco consolo para este filho da lenda americana Medaglia d’Oro, filmado no matadouro de Nonghyup em 8 de maio de 2018.
Marcas em seus ombros alertaram os investigadores sobre sua identidade. Os registros mostram que ele correu quatro vezes e foi eliminado de sua quinta corrida.
Ao contrário das meias-irmãs Rachel Alexandra e Songbird, que ganharam 3,5 milhões e 4,69 milhões de dólares, respectivamente, Seungja Yechan não ganhou um centavo (a menos que você conte os 17 dólares por quilo cobrado por sua carne no supermercado).
Foto: PETA
Disfarçada de esporte apenas mais uma indústria de morte por carne
Como parte integrante do Ministério da Agricultura, Alimentação e Assuntos Rurais (MAFRA), o KRA tenta ganhar o respeito mundial para Coréia do Sul como um sério país de corrida, ao mesmo tempo em que apoia o consumo de carne de cavalo.
O presidente da KRA afirmou em 2012: “Ao contrário de outros animais criados principalmente para comida, os cavalos podem atender a múltiplos propósitos. […]a carne é boa e vamos trabalhar em maneiras de encorajar as pessoas a comê-la no futuro”.
Um plano anual para fortalecer a indústria de equinos incluía a promoção de “carne de cavalo, cosméticos e outros produtos comerciais”.
Uma autoridade disse: “A criação de cavalos criará empregos, como treinadores de cavalos e veterinários. A carne de cavalo e outros produtos feitos a partir de cavalos estarão mais prontamente disponíveis ”.
Alguns dos cavalos que chegavam ao matadouro pareciam ter saído direto da pista; um deles, Cape Magic, chegou numa manhã de segunda-feira com uma grande atadura na perna. Registros mostraram que ele havia corrido na sexta-feira em Busan – e ele foi morto menos de 72 horas depois de terminar o dinheiro.
Outros cavalos nomeados de “puro-sangue” que a ONG viu no matadouro estavam sujos, magros, cobertos de lama, com os pelos emaranhados, ou doentes e abatidos. Depois de ver o filhote de 4 anos de idade Winning Design chegar em mau estado, os investigadores visitaram a fazenda da qual ela tinha acabado de vir.
De propriedade de uma família que também opera um restaurante de carne de cavalo, a fazenda confinou dúzias de cavalos todos sujos e desgrenhados em pequenas baias e barracas cheias de esterco.
O fedor de fezes predominava no ambiente. Um cavalo magro parecia gravemente doente – ela tinha um olho ulcerado, perda de pelo generalizada e feridas pelo corpo todo.
No matadouro, os investigadores da ONG ficaram chocados ao ver trabalhadores batendo nos cavalos com paus para fazê-los virar e sair dos caminhões e passar pela porta. Os cavalos se amontoavam, claramente em pânico, enquanto os homens os golpeavam, inclusive no rosto.
Embora toda morte de animais realizada por humanos seja total e inquestionavelmente condenável, como a sociedade pratica esse método cruel de alimentação e consumo, foram criados meios catalogados legalmente para que isso seja feito de forma a não causar mais sofrimento aos animais do que a prática em si.
O especialista em mortes comerciais de animais, Dr. Temple Grandin, assistiu ao filme e concluiu: “O manuseio dos cavalos durante a descarga do caminhão não é aceitável. Acertar um cavalo no rosto é abusivo. É óbvio que as pessoas que descarregavam os cavalos nunca tinham tido treinamento algum para realizar essa atividade”.
No interior do matadouro, os trabalhadores empurravam os cavalos até as rampas e pra dentro de uma caixa de morte destinada à bois e vacas. Um funcionário da Agência de Quarentena de Animais e Plantas disse ao jornal The Korea Observer: “Nós matamos os cavalos com o mesmo martelo que usamos para as vacas. As coisas podem ficar um pouco confusas se não desmaiarem no primeiro golpe”.
No entanto, além das óbvias diferenças anatômicas, os cavalos também são geralmente mais nervosos e ansiosos e podem se afastar quando uma arma vem na direção de sua cabeça. Cavalos inadequadamente contidos tornam muito difícil para o matador administrar um tiro certeiro.
Foto: PETA
Pior ainda, muitos dos cavalos chegaram aos pares, e o investigador viu a égua Royal Oak levar um tiro na frente de sua companheira, Air Blade, que teve que vê-la sendo jogada no ar pelo impacto.
Essa prática viola a Lei de Proteção Animal Coreana, e a PETA e um grupo de proteção animal coreano apresentaram uma queixa sobre isso e sobre os espancamentos ao Ministério Público do Distrito na cidade de Jeju.
A ambição irrefreável da KRA de elevar a qualidade das corridas sul-coreanas levou a entidade a importar mais de 3.600 cavalos americanos para corridas e reprodução nos últimos 10 anos. Na enorme instalação de criação do órgão e nas demais fazendas particulares em todo o país, cavalos machos são tratados como máquinas de sêmen, feitas para montar éguas várias vezes por dia na época de reprodução.
As éguas são amarradas, lavadas, tem a cauda presa no alto, lubrificadas e levadas a uma mesa especial de reprodução que as prende pelo peito. Os trabalhadores prendem as éguas pela boca com cordas torcidas pertadas firmemente para mantê-los no lugar.
Foto: PETA
Outros prendem botas de contenção nos pés traseiros das éguas, para que não possam ferir os cavalos chutando. Lesões parecem ser comuns.
Alguns maus-tratos denunciados pelos investigadores do PETA:
• A égua Catch Me Later, cujo pé traseiro esquerdo estava tão ferido que ela não podia colocar seu peso sobre ele para que os trabalhadores pudessem colocar uma bota de contenção em seu outro pé, ainda foi forçada a suportar o peso de um cavalo imenso chamado Coronel John durante a reprodução. Ela mancou terrivelmente quando os funcionários do local a levaram para fora do galpão de criação.
• O olho direito do cavalo Sadamu Patek estava inchado de uma maneira absurda, ulcerado e lacrimejando.
• A laminite (doença do pé) da égua Annika Queen era tão grave que ela mal conseguia andar, mas seus exploradores a fizeram amamentar um segundo potro além do dela. (Por causa de sua claudicação, ela não foi capaz de empurrar o outro potro)
Um gerente da fazenda disse que ela seria enviada para a morte quando não fosse mais necessária para amamentação.
Reflexão
Os horrores divulgados nessa matéria são responsabilidade de toda a humanidade e não apenas de um país. Nossas crenças especistas fazem com que acreditemos que a humanidade é superior aos animais e que por isso pode dispor deles como bem entender.
Animais são vidas, companheiros de planeta, tão dignos de respeito, amor e respeito como qualquer ser humano.
O sofrimento desses animais fica mais difícil ainda de aceitar e imaginar uma vez que sua senciencia foi comprovada pela Declaração de Cambridge em 2012, onde especialistas do mundo todo, em diversas áreas da ciência e medicina atestaram a capacidade desses seres de sentir, sofrer, alegrar, criar laços e compreender e responder ao mundo ao seu redor.
Crimes como esses permanecem condenados ao mesmo silêncio com que suas vítimas inocentes e indefesas padecem sem escapatória.
Ovelhas estão sendo exploradas em uma pesquisa realizada em Lages, no estado de Santa Catarina. Forçadas a viver uma situação anti-natural, elas são obrigadas a usar fraldas e microfones. O objetivo do estudo é analisar o processo de alimentação desses animais para recomendar aos criadores a altura ideal da grama para otimizar a produção. Isso é, encontrar meios de garantir maior lucro aos produtores rurais com a exploração e o sofrimento das ovelhas – que, além do que vivenciam durante a pesquisa, também são vítimas da indústria que as explora e mata para produção de lã, leite e carne.
Foto: Cassiano Eduardo Pinto e Fábio Cervo Garagorry/Divulgação
O manejo do pasto é um dos parâmetros definidores do ganho de peso das ovelhas, do quilo de peso vivo por hectare e da produção de leite por dia, segundo informações da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), divulgadas pelo G1. Por essa razão, a pesquisa foi realizada.
As ovelhas são pesadas antes e depois de comerem e as fraldas são colocadas nelas para evitar a perda de peso da urina e das fezes, porque a diferença entre os pesos é a referência para o resultado do estudo. Os microfones são utilizados para medir a mastigação dos animais em função do tempo. O desconforto causado nas ovelhas é totalmente ignorado pelos pesquisadores e produtores rurais, que focam apenas no lucro.
Os testes são realizados em um pasto com grama tipo missioneira-gigante. O estudo está sendo feito em parceria Epagri, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).
Uma agência da Flórida abriu uma investigação sobre acusações de crueldade contra animais após um advogado ter postado um vídeo de si mesmo jogando um guaxinim de seu barco no Golfo do México.
O guaxinim teria aparecido rosnando e assobiando no barco do advogado de Clearwater, Thomas Cope, a cerca de 32 quilômetros do Golfo do México, disse Cope ao jornal Tampa Bay Times.
Cope postou o vídeo no Facebook mostrando o guaxinim caindo do barco na água, enquanto a voz de um homem pode ser ouvida dizendo: “Até logo, otário”.
Cope mais tarde emitiu um pedido de desculpas por suas ações, dizendo que gostaria de ter devolvido o animal à costa, mas que ele estava “correndo ao redor do barco sibilando e rosnando”.
Guaxinins podem nadar, e o animal é mostrado pisando na água no vídeo, mas não está claro se um seria capaz de nadar 20 milhas (cerca de 32km) de volta à costa ou como teria que fazer para sobreviver neste caso.
Usuários das mídias sociais condenaram ativamente o comportamento exibido no vídeo, com uma pessoa escrevendo nos comentários: ‘Não vejo assobios nem rosnados, vejo apenas você agir como um imbecil, ao xingar o animal de otário. F***- se, cara.
A Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida disse em um comunicado que soube do vídeo em 8 de maio e iniciou uma investigação e que “esses atos vis de crueldade contra animais” são intoleráveis.
O Daily Mail deixou uma mensagem para Cope buscando comentários adicionais, mas não recebeu imediatamente uma resposta.
Foto: Facebook/Reprodução
Cope postou os vídeos pela primeira vez em três partes separadas em um grupo privado chamado “Center Consoles Only” (CCOG), onde foi gravado e compartilhado por uma pessoa chamada Jeff Wenzel, cuja conta no Facebook o indica o perfil como sendo de Cleveland, Ohio.
Cope disse mais tarde em uma declaração: ‘O animal estava correndo em volta do barco sibilando e rosnando, tornando impossível para mim ou meu amigo dirigir o barco. Sabendo que os guaxinins podem transmitir raiva, além de serem imprevisíveis, a única opção realista que pensamos no momento era tirar o guaxinim do barco”.
Enquanto os guaxinins são considerados perigosos, porque eles podem transmitir raiva, apenas um humano já morreu de raiva via guaxinim como hospedeiro, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).
Foto: Facebook/Reprodução
Além disso, “um guaxinim raivoso geralmente morre de 1 a 3 dias depois de se tornar infeccioso, e mesmo se você for mordido por um guaxinim raivoso, o tratamento pós-exposição eficaz estará disponível”, diz o site da Humane Society.
A filmagem de Cope não parece mostrar nenhum comportamento agressivo do guaxinim, pois começa mostrando o animal subindo na borda do barco com um homem gritando: “Saia do meu maldito barco!”
Outra voz pergunta: “Você está filmando isso?” ao que a primeira voz responde: “Sim!” enquanto o guaxinim salta para o barco pelo lado.
Como o guaxinim sobe ao redor da proa, a voz do homem continua. “O que esse maldito esta fazendo no meu barco?”
Com o animal agora na frente do barco, o homem grita: “Maldito guaxinim, saia do meu barco!’
Parece que alguém está pisando ao lado da câmera, como o homem diz, “Cara, pegue o safado, vamos ter que empurrá-lo pra fora”, como o guaxinim se moveu para o lado direito do barco.
“Sim!” o homem grita, enquanto o guaxinim se agarra ao lado da proa lateral do barco. Quando o homem recua para pegar a armação de seu amigo, o guaxinim cai, e o homem diz: “Lá vai ele”, enquanto se aproximava da borda do barco com o metal, pegou na mão.
“Aqui, coloque-o em marcha”, diz o homem, apontando a câmera para a água para mostrar que a natação do guaxinim. “Tão longo otário!” ele grita, quando o vídeo termina.
Os vídeos foram então republicados por Wenzel em 8 de maio, com uma legenda que dizia:
“Compartilhe isso para que as pessoas saibam o que é um post real. Tom Cope é um covarde, uma coisa para caçar animais para comida ou talvez até não gostar de um animal em particular, mas deixar um guaxinim há um raio de 20 milhas da costa no oceano, para sofrer uma morte horrível, não é o que homem de verdade faz. É o que os covardes sujos e degenerados fazem. Este guaxinim estava apenas sendo um guaxinim”.
A maioria dos que comentaram no post concordou com Wenzel, criticando Cope nos comentários.
“Perturbador que qualquer ser humano pensa que isso é aceitável – desalmado e impiedoso, um buraco oco é exatamente o que esse homem é, tudo o que vejo é um pobre guaxinim indefeso aterrorizado”, escreveu Shelley Zahos Schefke.
Alex Pushkina escreveu: “aquele guaxinim irá se afogar não tenho nenhuma dúvida sobre isso. Você acabou de enviar um animal vivo para a sua morte só porque aquele guaxinim apareceu acidentalmente no seu maldito barco! Esse animal está no meio do nada. Esper que o karma te pegue”.
Outro usuário chamado Cope de “imbecil completo”, escreveu: “Sério deixando-o lá no mar para se afogar. Que homem bebê. Ele teria montado em você”.
Outros pediram acusações criminais para as ações de Cope, que a agência de animais selvagens do estado já está investigando.
“Espero que ele seja acusado e preso por crueldade animal. O animal teria mantido distância dele até chegar à costa e poder libertá-lo com segurança. Que cara imbecil, escreveu Peter Duffy”.
Em um comunicado, a agência disse: “Ainda é cedo para especular sobre quais violações ocorreram neste incidente. No entanto, a CQS gostaria de afirmar que acreditamos que esses atos vis de crueldade contra os animais não têm lugar em nosso estado ou em qualquer outro lugar”.
Um usuário disse: “Ninguém encontrou um guaxinim selvagem antes, ou mais especificamente um que você acidentalmente encurralou em algum lugar como em uma garagem ou um barco? Basta deixá-los seguir seu caminho não precisa matá-los”
Dale Luginbill discordou do comportamento do advogado sugerindo que o barco deveria ter sido levado de volta à costa com o guaxinim a bordo e criticou Cope.
“Se você é o tipo de pessoa que diz que jogaria o guaxinim do barco, então suas prioridades estão todas invertidas.
A investigação do incidente com o guaxinim continua aberta e em andamento.
Uma cadela idosa e doente foi abandonada por um casal em um ponto de descarte de lixo em Piedade, na cidade de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. Câmeras de segurança registraram o crime. A polícia tenta, agora, identificar os criminosos.
Foto: Pixabay / Ilustrativa
Da raça rottweiler, a cadela foi deixada sob o sol. Bastante debilitada, ela foi resgatada por moradores do local, mas morreu logo em seguida. As informações são do portal OP9.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (Depoma), em Água Fria, Zona Norte do Recife, onde um boletim de ocorrência foi registrado.
Testemunhas afirmam que, antes de abandonar o animal, o casal procurou uma clínica veterinária para sacrificá-lo, mas recebeu uma resposta negativa.
Nas imagens registradas pelas câmeras de segurança, é possível ver um homem e uma mulher caminhando em direção a um terreno baldio, transportando a cadela em um carrinho de mão. Ao chegar no local, o homem despeja lentamente o animal no chão e vai embora, na companhia da mulher.
A linha de investigação do caso é de maus-tratos a animais, que tem como punição até um ano de detenção, além de multa. O crime está previsto na Lei de Crimes Ambientais.
O boletim de ocorrência foi feito por um protetor de animais, na companhia da vereadora Goretti Queiroz (PSC), que é ativista da causa animal. “Vamos pedir total empenho na identificação dos criminosos. Isso é crime e queremos que a lei seja cumprida. A gente sabe que o animal tem sentimentos, ele sabe que está sendo abandonado e isso é que dói mais”, afirmou a parlamentar, que disse ainda ter ficado chocada com o caso.
“As cabras sofrem em todas as fazendas na China e na Mongólia que foram visitadas por nossas testemunhas” (Imagem: Reprodução/PETA)
A organização Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA) publicou hoje um vídeo que mostra a crueldade por trás da indústria de casimira, também conhecida como lã de caxemira.
Para a obtenção da matéria-prima, as cabras-da-caxemira que vivem nos planaltos da China e da Mongólia são submetidas a um tratamento bastante violento.
No vídeo publicado pela PETA, animais são arrastados e aparecem agonizando enquanto são obrigados a suportar o peso dos tosquiadores. Como as cabras resistem nesse tipo de situação, homens sentam sobre elas para imobilizá-las.
Como a extração de lã deve ser feita de forma rápida, os animais ficam feridos nesse processo. Além disso, o vídeo mostra que mais tarde as cabras-da-caxemira também são abatidas, sem insensibilização e por degola.
A China e a Mongólia são os maiores exportadores do mundo de casimira. “As cabras sofrem em todas as fazendas na China e na Mongólia que foram visitadas por nossas testemunhas”, garante a PETA, acrescentando que o único meio de acabar com essa violência é não usando a casimira tradicional.
A sueca H&M, considerada a segunda maior varejista de roupas do mundo, teve acesso às investigações sobre a origem da matéria-prima utilizada em suas roupas e anunciou que está banindo o uso de casimira baseado em pelos de animais.
Tornou-se viral nas redes sociais, na última semana, o vídeo de um filhote de urso, aparentemente órfão, que abordou um grupo de esquiadores em Truckee, no estado norte-americano da Califórnia. O urso foi amigável, não exibindo qualquer tendência violenta, mas esse comportamento fez com que as autoridades passassem a cogitar matá-lo, conforme notificado por uma estação de televisão local, afiliada da NBC.
Foto: Kelsey Hughes
Foi um comportamento “muito raro”, reconheceu uma responsável da Bear League, uma organização não-governamental que zela pela segurança dos ursos e de outros animais selvagens. “O filhote de urso abordou as pessoas porque tem pouco juízo, mas imagine que ele cresce e engorda 100 ou 200 quilos — é grande, forte e continua a pensar que consegue abordar as pessoas… Não vai ser bom, alguém lhe vai dar um tiro…”, comentou Ann Bryant.
Este vídeo tornou-se viral, mas poucos dias antes o mesmo urso já se tinha aproximado de um outro snowboarder, que também publicou as imagens nas redes sociais, dizendo que tinha feito “um amigo novo a quem ia ensinar” a praticar aquele esporte.
O California Department of Fish and Wildlife já levou o animal para avaliar o seu comportamento. Se o urso demonstrar sentir-se muito confortável perto de pessoas, os receios relacionados com a segurança pública podem levar a que o animal seja morto ou que, em outra alternativa, seja levado para um santuário para animais selvagens.
Nota da Redação:matar um animal selvagem porque ele não teme a presença humana e, por isso, aproxima-se das pessoas, não é apenas uma prática anti-ética, mas também extremamente cruel. Os animais não são objetos que podem ser descartados quando considerados inadequados. É necessário que a vida animal seja respeitada e protegida e que hipóteses como a levantada pelas autoridades norte-americanas jamais sejam sequer cogitadas. Neste caso, levar o animal para um santuário deveria ser a única possibilidade vista como possível pelos Estados Unidos.
Dois homens foram surpreendidos nesta quarta-feira (1º) em uma área rural de Chavantes (SP) praticando caça a animais silvestres. Segundo a Polícia Ambiental, a dupla explorava uma matilha de cinco cães da raça Foxhound Americano, normalmente explorada para a prática de caça.
Foto: Polícia Ambiental/Divulgação
Segundo a polícia, os homens e os cães foram avistados no Bairro Irapé, na área rural da cidade, andando pelos corredores de um canavial. Os caçadores tentaram fugir entrando na plantação, mas foram detidos.
Na revista, os policiais encontraram três fisgas (espécie de arpão), um facão e um saco com três filhotes de capivara já mortos, sem as vísceras e as cabeças.
Os dois receberam uma multa no valor de R$ 3 mil e responderão em liberdade por crime ambiental.
Recentemente, um cão de raça pitbull, que os socorristas batizaram de Eric, foi deixado em uma casa para que morresse de fome. Quando as autoridades foram informadas da presença do animal na residência, eles imediatamente vieram em seu socorro e o que viram quebrou seus corações.
Foto: Reprodução / Facebook
Nina Small, uma inspetora da RSPCA, diz que nunca viu um cachorro em toda a sua vida em um estado tão lamentável como o do Eric. Ele era tão magro que quando eles entraram na casa abandonada para tirá-lo, ele mal os viu e desmaiou.
Sua fraqueza foi consequência de sua profunda desidratação. Suas unhas eram tão compridas que estavam enterradas nas patas e estavam cobertas de fezes e urina. Para piorar as coisas, eles descobriram que, para se manter vivo, o animal ingeria pedaços de vidro, bem como baterias velhas.
“Ele estava coberto de urina e suas fezes tinham pedaços de cristais, metais e baterias”, disse Nina à imprensa.
Foto: Reprodução / Facebook
A situação em que encontraram Eric foi tão horrível, que foi necessário sujeitá-lo a uma série de exames intensivos, para determinar o estado de sua saúde.
O cão foi submetido a uma dieta especial e gradualmente ganhou peso. Mas ainda não pode ficar de pé por muito tempo, porque a sua fraqueza é evidente.
As autoridades estão pedindo as pessoas que souberem mais informações sobre os responsáveis por este crime que os informe. Também estão pedindo que todas as pessoas que têm animais que os identifique corretamente com um microchip.
Seis meses é a idade máxima que um porco alcança na criação industrial quando é morto para consumo. É também o título do curta-metragem que a holandesa Eline Helena Schellekens estreou com o apoio da organização espanhola Igualdad Animal. O filme relata a vida de um leitão desde o nascimento até ser levado para o matadouro. Assista ao trailer no final do texto.
Foto: Igualdad Animal
M6NTHS ganhou o Prêmio Panda, tido como a premiação mais importante atribuída a filmes sobre animais, também chamado de “Green Oscar”.
O que motivou Eline Helena a fazer esse vídeo foi a luta contra a criação de animais em jaulas. “Os nossos desejos, enquanto consumidores, de conseguirmos muito por pouco são os culpados dessa vida; você tomaria as mesmas decisões se pudesse olhar nos olhos do animal?”, questiona a cineasta.
Aproveitando a coincidência do projeto com o ano chinês do porco, Eline Helena decidiu conhecer melhor o animal e segui-lo com uma câmera durante os seis meses da sua vida, através do seu ponto de vista, sem acrescentar comentários nem locuções. O som que se ouve é o que o animal também ouve.
O filme traz sequências duras, como as de porcas sendo obrigadas a cuidar dos seus leitões em pequenas jaulas; o momento em que lhes são mutilados os genitais e administrados todo o tipo de antibióticos e remédios; bem como a agonia de habitarem um espaço reduzido à espera de serem mortos.
Com o objetivo de acabar com a criação enjaulada, a Igualdad Animal colocou em marcha essa iniciativa de âmbito europeu, com a qual pretende conscientizar os cidadãos para o enorme sofrimento dos animais quando lhes é vedado o desenvolvimento de quase todos os seus comportamentos naturais.
Com suas imagens, M6nths pretende dar visibilidade a uma realidade e convidar o espectador a refletir sobre a forma como tratamos os animais explorados para consumo. Com essa sensibilização, a Igualdad Animal quer que, enquanto consumidores, mudemos os nossos hábitos alimentares para acabar de uma vez por todas com estas ações tão cruéis.