Caça a golfinhos no Japão pode se tornar ilegal

Foto: Pixabay

O Japão vem sendo duramente criticado por ativistas e simpatizantes da causa, principalmente após o documentário “The Cove”, de 2009. As práticas bárbaras de caça e captura de golfinhos continuaram sem limites, particularmente em Taiji.

Na captura, os animais são perseguidos, atordoados e encurralados em uma enseada para que não possam escapar. Enquanto milhares deles são brutalmente mortos durante a caça, outros são escolhidos para serem explorados como entretenimento humano.

A Action for Dolphins afirma que o método de matar esses animais é particularmente desumano; os golfinhos sangram por vários minutos, resultando em uma morte lenta e dolorosa. Segundo o filme, 23.000 golfinhos e botos são brutalmente mortos no Japão todos os anos.

Os ativistas também observam que, como os golfinhos são tecnicamente mamíferos e não peixes, os caçadores de Taiji estão infringindo a lei, removendo-os do oceano para serem vendidos por sua carne ou para aquários.

A executiva-chefe da Action for Dolphins, Sarah Lucas, disse:  “Os golfinhos são erroneamente vistos como ‘peixes’ no Japão e, portanto, as leis domésticas que protegem os mamíferos da crueldade não foram aplicadas a elas”.  Mas os pescadores de Taiji alegam que não pretendem acabar as caçadas, observa o The Guardian. Segundo eles, a caça de golfinhos é uma parte crucial da economia da cidade. Também tem significado cultural.

Lucas sustenta que, se o desafio legal não for bem sucedido e a caça continuar, isso poderá ter consequências desastrosas para os mamíferos marinhos. As informações são do LiveKindly.

“A caça irresponsável de centenas de golfinhos e baleias contribuiu para a quase eliminação de algumas espécies em águas japonesas”, explicou ela.

Outro porta-voz da Action for Dolphins acrescentou: “Isto não é sobre lançar críticas ao Japão, mas sobre o cumprimento das leis do país. Estamos tentando despolitizar o debate”.

A indústria baleeira do Japão recentemente chegou às manchetes depois que se retirou da Comissão Baleeira Japonesa. Alguns acharam que a medida foi um passo atrás no progresso contra a indústria, no entanto, a organização de conservação dos oceanos Sea Shepherd rotulou a notícia como uma “vitória”.

De acordo com a Sea Shepherd, retirando-se da comissão, o Japão essencialmente se declarou como uma “nação baleeira pirata” ilegal, facilitando a luta contra os caçadores ilegais japoneses.

A crueldade japonesa                           

Outra triste notícia também foi divulgada pela ANDA em setembro de 2018: golfinhos estavam sendo brutalmente explorados para preparação das Olimpíadas de 2020, no Japão.

Os foram forçados a fazer truques para uma multidão, como um “evento de teste pré-olímpico”.

De acordo David Phillips, diretor executivo do Projeto Internacional de Mamíferos Marinhos  liderado pelo Earth Island Institute, o evento “é um lembrete crucial de como o governo japonês e o Comitê Olímpico Japonês estão explorando golfinhos e baleias, em desafio do resto do mundo”.

“Esses golfinhos passam fome fome para fazer os truques. Eles são mantidos em confinamento desumano em pequenos tanques de concreto altamente clorados. E, pior, eles foram capturados da maneira mais desumana possível, arrancados da natureza e de suas famílias e são assassinados sem piedade”, acrescentou.

 

Cãozinho amarrado com fita adesiva e jogado em uma vala se reencontra com sua tutora

Foto: Jefferson County Sheriff’s Office

O escritório do xerife disse que o cãozinho “Flick”, um dachshund preto e marrom, teve um reencontro emocionante com sua tutora na última sexta-feira (15) e foi para casa. Uma funerária da região pagava pelos cuidados do cão. Ele foi apelidado de “Jimmy” enquanto se recuperava.

Foto: Jefferson County Sheriff’s Office

O xerife do condado de Jefferson, Dave Marshak, disse que Paul Garcia, de 39 anos, de Barnhart foi acusado de crime de abuso de animais e ação criminosa armada. Marshak disse também que os investigadores acreditam que Barnhart amarrou o cachorro e o atirou para fora de uma janela. Um motivo e a ligação dele com o cão não foram divulgados. Paul Garcia foi preso sob fiança de US$ 50.000. As informações são do Kwch.com.

Na página do Facebook do Jefferson County Sheriff’s Office, muitas pessoas questionaram a devolução do animal a sua tutora mas as autoridades afirmam todas as medidas foram tomadas para averiguar se o cãozinho realmente era dela e qual a verdadeira história que envolve esse caso.

 

 

 

Ativistas veganos protestam contra o uso de lã na semana de moda de Londres

Foto: PETA

Três ativistas vendadas seguraram um cordeiro ensanguentado e cartazes dizendo: “Não tape os olhos sobre a lã” e “A lã é tão cruel quanto a pele”.

O protesto segue uma série de cruéis revelações da PETA sobre esta indústria. A organização visitou 99 instalações em quatro continentes. As investigações incluíram a primeira exposição da indústria britânica de lã.

As filmagens feitas em fazendas britânicas mostraram ovelhas aterrorizadas por trabalhadores usando tosquiadeiras elétricas, batendo suas cabeças no chão, chutando-as e jogando-as para fora de reboques.

A British Wool, uma organização de propriedade de agricultores, divulgou um comunicado em resposta à gravação dizendo: “Estamos chocados e tristes com o comportamento dos dois empreiteiros filmados secretamente”.

Roupas veganas

“A lã de ovelha, assim como a pele de raposa, não é um ‘tecido’, e não pertence a nós – pertence aos animais que nasceram com ela”, disse a diretora da PETA, Elisa Allen, em um comunicado.

“Sempre que os animais são vistos como nada mais que mercadorias para serem transformados em cachecóis de lã ou casacos de pele, o abuso sempre será parte do processo de produção”.

“A única maneira de ter certeza de que não estamos engajados na crueldade é deixar roupas de lã – e todas as outras roupas feitas de animais – fora dos nossos guarda-roupas”.

Na semana passada, a gigante global da moda Boohoo anunciou que também deixaria de usar lã como resultado das investigações da PETA.

Outras investigações

A PETA revelou os horrores cometidos em fazendas africanas produtoras de pelo de cabras. Com a investigação, a ONG combateu a produção de mohair na África do Sul, fonte de mais de 50% do produto no mundo.

Durante janeiro e fevereiro de 2017, investigadores visitaram 12 fazendas na África do Sul e descobriram uma série de abusos, incluindo trabalhadores arrastando cabras pelos chifres e pernas e levantando-as do chão pela cauda, ​​o que poderia quebrar suas espinhas.

Além disso, de acordo com a PETA, testemunhas oculares viram as orelhas de cabra sendo mutiladas com alicates, deixando-as gritando de dor.

Após a divulgação, diversas marcar abandonaram o uso do tecido feito à base de pelo de cabra, como a Topshop, H & M, Gap, Anthropologie, ASOS, Diane Von Furstenberg, Banana Republic, Zara e Royal Collection Trust, uma instituição beneficente britânica fundada em 1993 pela Rainha Elizabeth II, a pedido do príncipe de Gales.

 

 

Cantora tinge os pelos de sua cadela e é acusada de tortura

A vaidade do ser humano não tem limites que, para chamar a atenção ou ganhar dinheiro, é capaz de causar dor e sofrimentos a animais indefesos.

Gwenneisa lillard, de 28 anos, é uma cantora de hip-hop e R & B de Hosutan, Texas, que pinta completamente sua cadelinha “Hunny”, de cinco anos, com vários tons de rosa.

Lamentavelmente, o cachorro ganhou fama depois de ser apresentado nos videoclipes de sua tutora – em aparições estranhas, ganhando o nome de “cachorrinho Beyonce” pelos telespectadores.

Gwenneisa garante que o corante usado para colorir o pelo de Hunny é completamente vegano, mas continua sendo criticada por amantes de animais que a acusam de “tortura”.

“As pessoas adoram tirar fotos com ela, mas há algumas pessoas que a veem e acham que colori-la é prejudicial”, diz a cantora. As informações são do Daily Mail.

“Eles são apenas desinformados. Dizem que ela não pediu para ser colorida artificialmente e me perguntam por que eu mudo sua cor natural”.

“Ela também não pede para eu cuidar dela. Ela não me pede para alimentá-la, levá-la ao veterinário ou deixá-la sair para usar o banheiro. Mas eu sou a mãe e faço o que é certo para ela”.

“Eu faço meu cabelo toda semana e ela também. Ela é muito bem amada e cuidada. As pessoas que chamam isso de crueldade animal precisam ir atrás de pessoas que estão realmente abusando de seus cães e não de pessoas que gastam centenas de dólares por mês em manter seus cães com uma aparência incrível”.

“Se você quer que seu cão pareça bem básico ou intocado, isso é seu direito – mas Hunny é minha cachorra e ela é fabulosa como sua mãe”.

Segundo a cantora, não é ela quem tinge Hunny mas gasta de US$ 150 a US$ 175 para que profissionais o façam a cada dois meses.

Gwenneisa tem se preocupado com ativistas dos direitos dos animais, mas ela afirma que, como tutora de sua cadela, sabe o que é melhor para ela.

Ela disse: “As pessoas chamam a PETA e dizem coisas rudes frequentemente, mas são mal informadas. Eu acho que eles são idiotas. Há muitos cães neste mundo sendo abusados, espancados e forçados a lutar contra outros cães. Minha cadela é mimada em um salão para cães. Isso não é algo feito na minha cozinha”.

Gwenneisa disse que não poderia estar mais orgulhosa da cadela, que foi dada a ela como um presente de seu namorado e também é usada como “cão de apoio emocional”.

“Sou música e queria que ela se destacasse nos meus vídeos e fosse parte do que eu estava fazendo porque a levo em todos os lugares que vou”.

“As pessoas a amam porque ela é cheia de energia, muito brincalhona e doce”, finaliza a cantora.

Austrália aprova lei que proíbe testes em animais para produtos cosméticos

Foto: Rama/Wikimedia commons

Empresas livres de crueldade abandonaram os testes em animais, mas ainda são capazes de oferecer produtos de beleza, seguros e de qualidade. Com o uso de ingredientes e testes livres de crueldade animal, ela atendem a enorme e consciente demanda do mercado.

Após quase dois anos de discussões sobre o assunto, o Senado australiano aprovou a proibição de testes em animais na indústria cosmética.

A decisão foi tomada na última quinta-feira (14) e o governo se comprometeu com 11 medidas substanciais para assegurar que todos os ingredientes cosméticos fossem abrangidos pela proibição, junto com financiamento para apoiar o desenvolvimento e aceitação de produtos e métodos de testes alternativos. As informações são do World Animal News.

“Esta é uma grande vitória para os animais, consumidores e ciência. No mundo todo, a legislação recente tornou mais difícil que as empresas que continuem testando em animais para venderem seus produtos”, destaca a Humane Society International.

A campanha #BeCrueltyFree global da HSI é o maior esforço mundial da história para acabar com os testes em animais para o comércio de cosméticos. A HSI e seus parceiros têm sido instrumentais em muitas das quase 40 proibições nacionais promulgadas até agora, e na condução de medidas similares em discussão política ativa no Brasil, Canadá, Chile, México, África do Sul, Sri Lanka, Taiwan, Estados Unidos e Região ASEAN do sudeste da Ásia.

A Humane Society International estima que cerca de 500.000 animais – principalmente coelhos, cobaias, hamsters, ratos e camundongos – sofrem e morrem em testes cruéis e antiquados de ingredientes ou produtos cosméticos a cada ano em todo o mundo. Coelhos, porquinhos-da-índia, ratos e camundongos são os animais mais comuns usados ​​para testar cosméticos, submetidos a produtos químicos cosméticos em seus olhos, espalhados em sua pele raspada, ou forçados à alimentação oral em doses massivas, até mesmo letais.

Ativistas veganos se despedem de bois em frente a matadouro

A caminho da morte, os animais sentem medo, desespero, dor e solidão. Eles sabem que algo muito ruim está prestes a acontecer e podem apenas esperar.

Em uma tentativa de amenizar esse horror, um grupo de ativistas veganos se despedem dos animais com palavras de amor e carinho que, de mesma forma, entendem que alguém se importa com eles pelo menos por alguns pequenos instantes.

Desde que fundaram o grupo em 2015, 35 cerimônias já foram realizadas como também um contra o massacre, onde os ativistas seguram cartazes que dizem “seu gosto = a morte deles”.

A fundadora do Leicestershire Animal Save, Dina Aherne, disse que seu grupo tem um entendimento com chefes de matadouro que lhes permitem consolar os animais, mantidos dentro de trailers, por dois minutos antes de serem transportados para o matadouro.

Aherne, uma ex-advogada de 28 anos de Leicester, disse: “Queremos que eles se sintam à vontade todas as vezes, porque elas são seres vivos e sagrados”.

“Elas têm uma alma viva e consciência. Nós realmente queremos ajudar a confortá-los. Temos que providenciar e programar com duas semanas de antecedência de quando estaremos no local”.

“Quando chegamos normalmente por volta das oito da manhã, nos reunimos em frente ao matadouro nos dias em que ele fica opera por cerca de três horas. Nós então paramos cada um dos caminhões e temos dois minutos para dizer o último adeus antes de eles irem e colocarem uma arma na cabeça deles”.

“Sussurramos frases para eles como’ sentimos muito ‘,’ nos vemos ‘e’ eu te amo ”.

Aherne disse acreditar que os protestos pacíficos são a melhor maneira de espalhar uma mensagem positiva sobre o veganismo e o bem-estar animal. As informações são do Daily Mail.

Ela acrescentou: “Qualquer movimento social tem diferentes tipos de ação e muitos grupos vegetarianos recorrem à violência. Mas nós concordamos que essa é a melhor maneira é espalhar a mensagem pacificamente”.

“Estou seguindo meu coração e esses animais merecem compaixão e respeito como qualquer outro ser humano”.

O Dr. Toni Shepard, diretor do grupo de campanha de bem-estar animal Animal Equality UK, disse: “O movimento fez muito para atrair a atenção do público e é muito bom que diga às pessoas que os animais estão morrendo de fome por carne”.

“Pode ser certamente estressante para as pessoas, mas para os próprios animais, depende de como isso acontece, pois qualquer ruído alto pode assustá-los.”

O Foyle Food Group possui nove locais em todo o Reino Unido, onde matam e destroem mais de 7.500 bovinos por semana em suas unidades de processamento.

Outro grupo de veganos realizou uma vigília à luz de velas em frente a uma fazenda para lamentar nove perus que haviam sido abatidos para o jantar de Natal em Bristol.

O grupo ficou em silêncio aos portões da St. Werburghs City Farm, em Bristol, e ofereceu tortas veganas a quem passava por lá ao lado de uma placa que dizia: “Eles queriam viver”.

TripAdvisor interrompe a venda de ingressos para locais que exploram a vida selvagem

A crueldade cometida contra animais silvestres é financiada por quem frequenta e promove zoológicos, circos, aquários e outras terríveis instalações. Turistas ou residentes desconhecem, fingem não saber ou realmente não se importam com os horrores cometidos em cativeiros como estes.

A TripAdvisor parece ter tomado ciência de sua contribuição para que esta prática abominável aconteça e anunciou que não venderá mais ingressos para o Monkey Island, com sede em Nha Trang, no Vietnã, que força espécies protegidas a realizarem truques de entretenimento.

A decisão do site é apenas um pequeno passo na luta contra o abuso de animais, pois ela ainda comercializa entradas para centenas de outros locais tão cruéis e bizarros quanto a instalação “ecológica” asiática.

A Animals Asia investigou a Long Phu Corporation e descobriu espécies protegidas, como ursos, macacos e elefantes sendo mantidas em péssimas condições e abertamente forçadas a se apresentar para turistas.

Os visitantes estrangeiros foram considerados um dos pilares do negócio, participando de passeios inaceitáveis em elefantes e avestruzes e até mesmo participando de espetáculos circenses que exploraram ursos.

A oposição da Animals Asia levou a editora de guias de viagens Lonely Planet a acabar com a venda de ingressos para os estabelecimentos das ilhas Orchid e Monkey, em 2018, e agora o TripAdvisor  fez o mesmo com a venda de ingressos para a Monkey Island.

“As operadoras de turismo internacionais que terminam com sua cumplicidade em atividades de turismo cruéis são absolutamente vitais se quisermos acabar com a caça e com o abuso da vida selvagem do Vietnã”, disse o gerente do Departamento de Bem-Estar Animal da Animals Asia, Nguyen Tam Thanh .

“As conexões com marcas globais de prestígio legitimam essas atividades, incentivam os viajantes a participar e incentivam financeiramente as empresas a continuarem.”

Em um e-mail para um grupo do Facebook chamado Vietnam Animal Eyes , o TripAdvisor James Kay confirmou que sua empresa havia “suspendido todas as vendas de ingressos” para a atração.

As leis do Vietnã

A exploração de animais para entretenimento humano não é proibida pela legislação vietnamita mas espécies protegidas, como ursos, macacos e elefantes, são protegidas contra tais atividades, incluindo a caça e o comércio com fins lucrativos.

Apesar de um relatório da Animals Asia mostrar o abuso generalizado de seis espécies protegidas em circos por todo o país, as autoridades ainda não tomaram medidas punitivas contra qualquer instalação e, por isso, os abusos continuam deliberadamente.

“As autoridades não estão conseguindo lidar com os sérios crimes de vida silvestre por trás do problema do circo animal no Vietnã”, afirmou o Diretor de Animais da Animal Asia, Dave Neale.

“Foi-nos mostrado que os ursos jovens foram obtidos legalmente, mas nenhuma instalação ou funcionário foi capaz de explicar como isso é possível. A caça e a venda de ursos para exploração é ilegal e nenhuma instalação tem a capacidade de reproduzi-los em cativeiro, então de onde eles estão vindo? Ainda não recebemos uma resposta”.

Promessas não cumpridas

A Thomas Cook, um dos principais grupos de viagens de lazer do mundo, foi a primeira empresa de viagens internacionais a anunciar a eliminação das vendas para destinos que lucram com orcas em cativeiro. Apesar disto, a empresa continua a apoiar a terrível indústria de mamíferos marinhos em cativeiro em parceria com investidores que exploram belugas e golfinhos.

A Fosun, uma empresa de investimentos chinesa, possui 11% das ações da empresa de viagens Thomas Cook, construiu um resort de luxo chamado Atlantis Sanya, localizado na ilha de Hainan, na China . As informações são do World Animals News.

Baleia Beluga. Foto: Shutterstock.com

O resort abriu suas portas em maio de 2018 e tem duas atrações marinhas no local para clientes: o Aquário de Câmaras Perdidas, que abriga  baleias belugas e é gratuito para todos os hóspedes do hotel; e por uma taxa extra, os clientes podem nadar com golfinhos, no Dolphin Cay .

o ator fantasiado segurando o pequeno leitão pela perna

Homem mata porco e come sua perna em uma performance teatral na Índia

Um ator matou um porco ao vivo no palco e comeu parte de sua coxa durante uma peça folclórica na Índia. O homem, que fazia o papel de um “demônio”, pegou o jovem leitão branco, matou-o e deu mordidas nas suas patas traseiras.

o ator fantasiado segurando o pequeno leitão pela perna

Foto: Daily Mail

No início da cena no distrito de Ganjam, em Odisha, o ator arrastou o animal ainda vivo ao redor do palco usando uma corda amarrada nas patas traseiras. Ele então segurou nas costas do porco e cortou o animal para mostrar o sangue jorrando de seu corpo.

Vestindo um traje tradicional de jatra completo com uma máscara colorida, caneleiras e braceletes, bem como dentes pintados em sua barriga nua, o ator então levantou o porco para comê-lo.

Depois de roer a carcaça de porco cru, o homem virou-se para a multidão e marchou ao redor do palco enquanto a música tradicional tocava ao fundo. Ele então voltou a dar mais duas mordidas, afundando seus dentes no animal que pendia de uma corda.

O ato foi realizado na frente de uma grande multidão, que registrou a cena em seus telefones. A apresentação bizarra foi filmada durante uma performance de jatra, que é um teatro folclórico tradicional popular em muitos estados da Índia.

Artistas folclóricos que se apresentam no palco encontram diversas maneiras de incrementar seus shows, mas não chegam ao ponto de realizar tamanha crueldade contra um animal.

No entanto, os ativistas pelos direitos dos animais em Odisha encerraram o ritual e estão tentando rastrear o criminoso.

Subhendu Mallik, secretário-geral da Snake Helpline, Bhubaneswar, disse que “os oficiais devem prender este homem e os organizadores da exposição por violar as leis de bem-estar animal. Eles também devem se certificar de que tais eventos sejam fortemente desencorajados.”

Os jatras – que se originaram em Bengala Ocidental – são geralmente peças épicas de quatro horas de duração, precedidas por um concerto musical com duração de uma hora, usado para atrair o público.

As peças são geralmente realizadas ao ar livre em grandes palcos cercados por todos os lados por membros da platéia, com uma passarela saindo do palco.

Os Jatras normalmente apresentam performances de alta energia, música alta, iluminação forte, adereços extravagantes e trajes elaborados.

Enquanto a Jatra é uma forma de arte em declínio, em 2005, estimava-se que seria uma indústria de 21 milhões de dólares por ano, com 55 trupes baseados apenas no antigo distrito de Jatra, em Calcutá.

o suspeito em pé ao lado do carro branco utilizado

Homem é preso por matar 10 cães com dardos envenenados na China

Na cidade de Wuhan, na China, um homem foi preso pela polícia por matar 10 cães com dardos envenenados e escondê-los em seu carro. O homem pretendia vender a carne dos animais. A polícia descobriu uma besta, utilizada para atirar os dardos, e mais três pacotes de dardos envenenados no porta-malas.

o suspeito em pé ao lado do carro branco utilizado

Foto: Wuchang Police Department

O suspeito, de sobrenome Dai, disse à polícia que matou os cães em uma aldeia remota e estava transportando os corpos para vendedores de carne de cachorro.

O carro branco do homem chamou a atenção dos guardas de trânsito, já que o carro estava equipado com uma placa que pertencia a um modelo diferente, de acordo com a polícia do distrito de Wuchang.

Oficiais foram despachados para investigar o veículo em 11 de dezembro, por volta de 16h, de acordo com o oficial Ou Xiaolong.

No entanto, o motorista parecia muito nervoso e se recusou a abrir seu porta-malas para inspeções policiais. Vários minutos depois, o homem trancou o carro e tentou fugir do local, levando os policiais a pará-lo, quebrando a janela do lado do motorista.

Imagens gravadas do incidente mostram policiais inspecionando o veículo do homem quando fizeram a terrível descoberta.

O vídeo mostra de cerca de 10 cães mortos e empilhados no baú e uma grande besta no banco do passageiro, com centenas de dardos envenenados espalhadas pelo chão. Um dos cachorros mortos ainda tinha um dardo preso em seu corpo.

De acordo com casos semelhantes anteriores, esses dardos são geralmente seringas modificadas com uma mola em sua ponta, para que possam ser disparados à distância.

As seringas continham uma dose do relaxante muscular suxametônio, que era alta o suficiente para matar os cães instantaneamente, de acordo com a agência de notícias Xinhua.

Foto: Wuchang Police Department

O homem confessou o assassinato dos cães com a besta e os dardos envenenados. Ele disse à polícia que há mais pessoas consumindo carne de cachorro durante o inverno e que ele pretendia ganhar algum dinheiro vendendo carne de cachorro para os comerciantes, de acordo com a Hubei Television.

Dai comprou o equipamento online, alugou um carro e equipou-o com uma placa diferente para cometer o crime. Ele foi detido por cinco dias em meio a investigações em andamento, disse a polícia, acrescentando que os cães foram enterrados.

O consumo de carne de cachorro não é proibido na China, mas o sequestro de cães e a venda de carne de cachorro envenenada é ilegal.

A carne de cachorro é popularmente consumida em algumas áreas da China, particularmente nas províncias de Hunan, Zhejiang, Guangxi e Guangdong. Estima-se que 10 milhões de cães são mortos por sua carne na China todos os anos.

No entanto, preocupações recentes com a crueldade contra os animais fizeram com que o comércio diminuísse à medida que ativistas e grupos de direitos animais de todo o mundo fizeram e fazem inúmeras campanhas pela proibição do consumo de carne de cachorro.

Mais de 40% dos holandeses reduzem drasticamente o consumo de carne

Foto: Pixabay

A Europa vem ganhando destaque nas questões de bem-estar animal e conservação do planeta. Embora os desafios e obstáculos ainda sejam sejam grandes, o crescente número de pessoas que aderiram ao veganismo pela conscientização dos problemas e da crueldade causados pelo consumo de carnes é animador.

Recentemente, o Reino Unido foi considerado o “líder mundial do veganismo” devido ao crescimento dessa população no país. Mais de 50% dos veganos britânicos mudaram a alimentação por questões éticas.

Agora é a vez da Holanda surpreender e mostrar que está engajada na causa animal, após escândalos e denúncias de maus-tratos em fazendas e laboratórios.

Os holandeses estão se afastando da carne mais do que nunca. Mais de 30% das pessoas dizem que diminuíram significativamente o consumo.

Um estudo de 20.000 indivíduos revelou que um em cada três holandeses reduziu o número de bifes e hambúrgueres no ano passado, segundo pesquisa da Nu .

Alimentos à base de plantas são cada vez mais populares: dois por cento dos participantes se dizem vegetarianos e um por cento são veganos.

Novamente, as questões de bem-estar animal e do planeta foram os principais motivadores para aqueles que optaram abandonar o consumo de carne. Cerca de 90% dos vegetarianos e veganos disseram que a crueldade animal era a principal razão para evitar a carne.

A questão ambiental é a principal razão pela qual os consumidores reduzem a ingestão de carne. Cerca de 50% dos consumidores de carne também citaram o bem-estar animal como uma preocupação – o que é bastante contraditório, como já mencionou a cantora vegana Miley Cyrus.

Carne vegana na Holanda

As opções veganas e vegetarianas de carnes estão se tornando mais populares entre os holandeses. Nos primeiros 11 meses de 2018, 97 milhões de euros foram gastos em carnes sem originam animal, destacou a DutchNews.

Em março, a “Semana Nacional Sem Carne da Holanda” será realizada pela segunda vez. A campanha anual incentiva as pessoas em todo o país a abrir mão da carne por razões éticas, ambientais e de saúde.

Foto: Pixabay

De acordo com a organização por trás da iniciativa, todos os adultos que deixam de comer carne durante a semana economizam 770 gramas de carne animal, 130 litros de água e o impacto ambiental equivalente de 76 quilômetros de direção. As informações são do DutchNews.

O Conselho de Infra-estrutura Ambiental dos Países Baixos,  que oferece soluções políticas, também reconheceu o potencial de uma dieta baseada em vegetais e recomendou que, por razões de sustentabilidade e saúde pública, o governo e o parlamento devem ajudar os cidadãos a cortar a carne.

“Uma dieta mais saudável terá um impacto positivo nos custos dos cuidados de saúde, enquanto uma dieta mais sustentável beneficiará o ambiente natural e humano” , escreveu o Conselho.

Segundo o LiveKindly, em resposta ao crescente interesse, a cadeia de supermercados Spar Supermarket, fundada pelos holandeses, acaba de lançar sua própria linha vegana com mais de 100 produtos, incluindo carne à base de vegetais e sorvete sem laticínios.

Outra cadeia de supermercados, chamada Jumbo Foodmarkt, acrescentou várias prateleiras dedicadas a produtos veganos.