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Gata é salva da morte após ser enterrada viva na neve

Uma gata foi abandonada do lado de fora de um abrigo de animais no Condado de Whiteside, em Illinois, Estados Unidos. Ela havia sido enterrada viva na neve, e estava prestes a morrer congelada quando foi encontrada por funcionários do abrigo.

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Foto: Facebook | Reprodução

Os funcionários da Happy Tails Humane Society chamaram a gata de Winter. Donald Czyzyk, veterinário do abrigo, agora mantém a gata aquecida e protegida do inverno rigoroso característico da região.

Ele disse que o abandono de animais é ilegal no estado de Illinois, mas que, apesar disso, os funcionários da Happy Tails estão sempre à procura de animais abandonados ao longo da estrada, fora do alcance das câmeras de segurança do abrigo.

“Na maior parte das vezes, as pessoas têm medo de chegar às nossas instalações porque temos câmeras de segurança e, por isso, muitas pessoas não vão até a propriedade para abandonar um animal”, disse Czyzyk. “Então eles os abandonam ao lado da estrada.”

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Foto: Facebook | Reprodução

Ele acrescentou: “Enquanto eu estava dirigindo pela estrada, notei uma pequena coisinha rosa saindo da neve”.

Depois de recuperar a caixa transportadora de animais de debaixo da neve, Czyzyk disse que não havia como saber se tinha um animal ali dentro, pois a caixa estava cheia de neve. “Mal vi as orelhas e os olhos da gata,” ele disse.

Em seus dez anos no abrigo, a história de Winter está entre as piores que ele já viu, disse Czyzyk. “Acho que o caso de Winter é provavelmente o mais difícil que já vi. Eu fiquei com lágrimas nos olhos por cerca de uma hora esta manhã.”

Ele disse que a gata está indo bem, mas foi diagnosticada com uma doença de pele. Agora, eles estão cuidando da Winter, certificando-se de que não há problemas de saúde adicionais ou hipotermia para se preocupar.

“Descobrimos que ela tinha dermatite alérgica à pulga e também tinha pulgas em seu corpo. Imagino se a pessoa a largou porque não queria pagar o tratamento veterinário para tratar as pulgas, o que fazemos aqui por um custo bem pequeno, por isso teria sido barato para a família para tratar o animal,” disse ele.

A Humane Society começou a reunir doações no Facebook para ajudar a encontrar a pessoa que abandonou a Winter e puni-la pelo crime que cometeu. Até quarta-feira (23), o valor total arrecadado ultrapassava 1 mil dólares. A organização disse que se o criminoso não for encontrado, o dinheiro será doado para o abrigo, para ajudar a salvar outros animais da comunidade.

“Gostaríamos que a pessoa fosse processada e que isso sirva de exemplo, pois não toleraremos essa crueldade no condado de Whiteside”, disse Czyzyk. “Nós trabalhamos muito em 2018 para tornar o condado de Whiteside um condado humanitário. Trabalhamos com o departamento do xerife e com o controle de animais, proibimos fábricas de filhotes”.

O abrigo Happy Tails espera que Winter esteja pronta para ser adotada em uma semana.

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Paralisação do governo dos EUA afeta vida selvagem do país

Em meio à mais extensa paralisação do governo norte-americano da história, estabelecida por Donald Trump, não são só os funcionários do governo que estão em apuros. Animais selvagens estão sofrendo com o descaso das autoridades devido ao acúmulo de lixo em seus habitats. Diversas regulamentações ambientais estão sendo negligenciadas e medidas de auxílio a espécies em extinção foram impedidas pela paralisação.

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Foto: Born Free USA

O Serviço Nacional de Parques emprega milhares de pessoas que são responsáveis ​​por supervisionar a vida selvagem e os regulamentos de proteção ambiental. Desde o início da paralisação, cerca de 30 mil guardas florestais ficaram desempregados, e, no entanto, aproximadamente dois terços dos parques do país permaneceram abertos ao público. Com pouca ou nenhuma equipe no local, o resultado foi um descaso significativo com a manutenção e higiene dos locais.

“As consequências de manter muitos dos nossos Parques Nacionais abertos e ainda sem pessoal são realmente devastadoras”, disse Angela Grimes, CEO interina da Born Free USA, líder global em bem-estar animal e conservação da vida selvagem. “Sem pessoal disponível, não apenas a segurança humana é comprometida – com resultados fatais -, mas também há relatos de atividades ilegais: vandalismo, uso de veículos fora de estrada, acampamentos ilegais e uso de drones voadores. Essas atividades, assim como o acúmulo desenfreado de lixo humano, ameaçam severamente a sobrevivência da nossa vegetação nativa e dos animais que nela habitam.”

No Parque Nacional Joshua Tree, na Califórnia, vários danos foram relatados. Árvores estão sendo derrubadas, rochas estão sendo vandalizadas com tinta spray tóxica, e grandes pilhas de lixo continuam a se acumular no habitat de vários animais selvagens. Danos semelhantes estão ocorrendo em todos os parques nacionais do país.

Como as principais agências federais, como o Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA, o Serviço Geológico dos EUA e o Serviço Nacional de Parques estão suspensos, não há nenhum disponível para sustentar as leis ambientais básicas. As consequências a longo prazo da paralisação dessas agências podem levar ao surto de doenças e à perda de várias espécies ameaçadas.

Estudos de espécies importantes paralisados

Juntamente com seus efeitos prejudiciais nos habitats da vida selvagem, a paralisação está afetando uma série de projetos de pesquisa científica, incluindo o mais longo estudo contínuo sobre a qualidade da água em um parque nacional dos EUA, que monitorou córregos na bacia do Parque Nacional de Shenandoah deste 1979. O estudo de lobos e alces no Parque Nacional Isle Royale que ocorre há seis décadas, também sofreu um hiato de um ano.

“A fim de gerenciar e conservar efetivamente nossos recursos naturais, sempre dependemos de decisões baseadas na ciência, mas essa paralisação interrompeu esse processo, e os efeitos serão sentidos muito depois de sua retomada”, disse Grimes. “Pesquisas e estudos científicos importantes estão estagnados, e dados importantes estão sendo perdidos irrevogavelmente. Esses estudos apoiados pelo governo são vitais para tudo, desde salvar espécies ameaçadas – como o icônico lobo-cinzento – a manter nosso ar e água limpos e gerenciar nossos oceanos de maneira sustentável.”

O Serviço de Parques está perdendo cerca de 400 mil dólares por dia apenas com a receita da taxa de entrada. Mesmo quando esses funcionários federais retornarem ao trabalho, essa perda dramática de fundos continuará a ser uma pressão financeira sobre os serviços do parque, exigindo mais do que apenas a paralisação para restaurar a fiscalização total e retomar estudos cruciais sobre a vida selvagem.

Embora essa paralisação tenha sido uma iniciativa do governo dos Estados Unidos, grande parte da culpa está na população, pelos casos de vandalismo e outros atos de desrespeito à natureza. Deve haver uma conscientização por parte do público para respeitar e conservar a fauna e a flora do país, que não têm culpa nenhuma das decisões tomadas pelo governo.

cachorros nas gaiolas

Cães são encontrados em estado deplorável no estacionamento de um abrigo

Duas gaiolas com nove cachorros foram encontradas no estacionamento do abrigo Furry Friends Refuge, em Iowa, Estados Unidos. Ambas estavam lotadas, de forma que os cachorros mal podiam se mover dentro delas. Além de estarem presos nas gaiolas, a pelagem dos cães estava tão emaranhada que eles não conseguiam movimentar seus corpos.

cachorros nas gaiolas

Foto: Facebook | Reprodução

Um membro da equipe do abrigo encontrou os nove animais aterrorizados no estacionamento. “A maioria deles tinha o pelo emaranhado ao ponto de machucar sua pele, as pulgas estavam enterradas em sua pelagem, e alguns precisavam de atendimento odontológico e tratamento para infecções de ouvido com urgência.”

Embora as circunstâncias em torno do abandono dos cães permaneçam desconhecidas, os funcionários do abrigo estão investigando o caso. “Nós acreditamos que existam mais cães de onde eles vieram e estamos trabalhando com a polícia para investigar”, disse Andrea Touzani, gerente do abrigo, ao The Dodo.

pelo emaranhado

Foto: Facebook | Reprodução

Uma vez que receberam cuidados veterinários e foram libertados de seu pelo emaranhado, os cães pareciam mais à vontade em seu novo ambiente. “Eles são todos sub-socializados, mas estão fazendo grandes progressos para se tornarem mais sociáveis”, disse Touzani. “Todos gostaram muito de ser escovados.”

Agora os cães moram em lares adotivos, e estão aprendendo a aceitar o carinho dos seres humanos. Após os cães serem vacinados e castrados, eles provavelmente estarão prontos para adoção. E Touzani tem grandes esperanças que eles encontrem lares amorosos e uma nova vida completamente diferente da que tinham antes de encontrá-los no estacionamento.

fallon blackwood

Estudante de veterinária finge resgatar cavalos e os vende para matadouros

Uma estudante de veterinária no Alabama, Estados Unidos, foi presa depois de prometer abrigar e cuidar de cavalos resgatados, mas em vez disso vendê-los para matadouros no México. Fallon Blackwood, de 24 anos, foi detida em um rodeio em Blount County, Alabama, três meses depois de ser indiciada após 13 acusações de fraude.

fallon blackwood

Foto: WITN

Blackwood é acusada de dizer aos tutores de cavalos idosos ou doentes que ela levaria seus cavalos para viver em sua fazenda em Boaz, Alabama. Mas muitos dos tutores disseram que, ao invés de fornecer um local de refúgio, a jovem de 24 anos vendeu os cavalos para matadouros e fábricas de processamento de carne no México. Eles apresentaram queixas às autoridades depois que Blackwood se recusou a dizer a verdade sobre o paradeiro dos cavalos.

“Eles sofreram uma morte que não mereciam”, disse Lisa Rudolph, ex-moradora da Geórgia, à FOX5.

Rudolph disse à FOX5 que após conferir as credenciais de Blackwood, aluna do terceiro ano na Tuskegee College of Veterinary Medicine, ela a entregou seu cavalo chamado Cocoa e uma mula chamada Tibby em 2017. Blackwood prometeu que Rudolph recuperaria seus animais tão logo terminasse sua mudança para a Flórida. Rudolph nunca mais viu seus cavalos.

“Eu nunca teria entregado meus animais a alguém que não tivesse uma credencial de medicina veterinária”, disse Rudolph à FOX5. “Foi tudo uma mentira. Espero que agora a justiça seja feita.”

Após sua prisão no sábado (12/01), Blackwood foi liberada. A Tuskegee disse à FOX5 que não faria nenhum comentário sobre o caso, citando leis de privacidade, mas outros alunos da instituição disseram à emissora que ela foi vista de volta ao campus e deve se formar em maio deste ano.

cadela no cobertor

Cadela se recusa a deixar o cobertor no qual foi abandonada

Uma família abandonou sua cadela em um cobertor atrás de sua casa, junto com o lixo e pertences indesejados, antes de se mudar da cidade de Dallas, no Texas, Estados Unidos. A cadela foi encontrada por Marina Tarashevska, co-fundadora do centro de recuperação para cachorros Dallas DogRRR, que a viu enquanto passeava pelo bairro.

cadela no cobertor

Foto: Dallas DogRRR

“O tempo estava muito frio e chuvoso, e a cadela continuava deitada em seu cobertor, ela não queria deixá-lo”, disse Patti Dawson, diretora executiva do Dallas DogRRR, ao The Dodo. “Eu acho que ela ainda estava pensando que sua família voltaria. Ela se agarrou à unica coisa que a lembrava de sua família.”

Depois de falar com vizinhos preocupados e ser informada sobre a triste história da cachorrinha, Tarashevska tentou resgatá-la. Mas não foi fácil. “Sempre que Marina se aproximava do cobertor, ela fugia”, disse Dawson.

Assim que ela recuava, a cadela voltava para o cobertor, o que deu uma ideia a Tarashevska. Agora, cada vez que a cadela fugia, Tarashevska puxava o cobertor pelo beco em direção a sua própria casa.

cadela no cobertor

Foto: Dallas DogRRR

Depois de fazer isso por cerca de uma hora, elas chegaram ao quintal de Tarashevska, e ela conseguiu pegar a cadela e levá-la para a segurança de um abrigo. A cadela, agora chamada Camilla, estava aterrorizada.

“Ela estava toda encolhida na parte de trás da caixa de transporte”, disse Dawson. “Ela estava congelada de medo. Não fazia contato visual, mantinha a cabeça baixa. Se você chegasse perto dela, ela colocaria a cabeça na parte de trás do canil, como se dissesse: ‘Não olhe para mim, não faça contato visual comigo, não me toque.'”

Tarashevska também pôde ver que Camilla tinha feridas recentes no pescoço e nas orelhas, e imediatamente a levou ao veterinário.

camilla no abrigo

Foto: Dallas DogRRR

“O veterinário disse que eram feridas provavelmente causadas pela coleira muito apertada, o que significa que ela provavelmente era mantida do lado de fora,” disse Dawson. “A outra coisa que pensamos foi que algum cachorro brigou com ela. Há muito de animais abandonados por aí, e talvez eles tenham brigado por causa de comida.”

Camilla fez uma cirurgia no pescoço e está a caminho da recuperação. Não apenas fisicamente, mas também emocionalmente. “Ela está ótima”, disse Dawson. “Sua personalidade está lentamente desabrochando, e ela está começando a confiar nas pessoas.”

Camilla agora está morando em um lar adotivo, onde ela está recebendo muito amor e atenção e está se tornando uma cadela completamente diferente. “Você pode ver um olhar diferente em seu rosto”, disse Dawson. “Ela está procurando sua tutora adotiva agora. Antes ela não fazia nada disso.”

Ela ficará no abrigo por um pouco mais de tempo para continuar se recuperando, mas Camilla logo estará pronta para ser adotada. “Não sabemos o que ela passou antes de nós a encontrarmos”, disse Dawson. “Vai levar tempo para ela perceber que está em um ambiente seguro. Mas ela está lentamente chegando lá.”

Músico vegano Moby anuncia candidatura à presidência dos EUA

Vegano e ativista pelos direitos  animais, o cantor Moby anunciou sua candidatura à presidência dos Estados Unidos. Ele aproveitou a publicação para criticar os antigos e o atual presidente do país, além de pedir que os eleitores tenham consciência na hora do voto.

“Sou completamente desqualificado (mas isso não impediu Trump ou George W. Bush)”, escreveu em seu texto no Instagram. Ele também afirmou que não fará campanha ou arrecadará fundos.

(Crédito: moby/Instagram)

Crítica

Moby pediu que os eleitores se atentem aos problemas que devem ser discutidos nos próximos governos. Ele citou os subsídios governamentais às indústrias que “envenenam as pessoas”, como a do tabaco, da pecuária e a produção de óleo.

O músico utilizou a plataforma para pedir que seus fãs escolham um candidato que não seja ele, mas alguém que esteja mais preparado que Trump. “Eu concorrerei ao cargo de presidente desde que não precise fazer campanha e que ninguém vote em mim”, afirmou.

Ele encerrou o texto exaltando que cada voto de seus fãs são válidos. “Por favor, não desperdice seu voto em uma celebridade ou em candidatos de terceiros”, pediu.

 

a deputada fazenndo carinho em um cachorro

Deputada comemora aprovação da Lei PAWS com animais sobreviventes de violência doméstica

A democrata Katherine Clark se uniu a advogados e a ex-vítimas de violência doméstica para celebrar a aprovação da Pets and Women Safety Act, assinada pelo presidente Trump em 20 de dezembro de 2018.

a deputada fazenndo carinho em um cachorro

Foto: Boston Herald

A Lei PAWS amplia as proteções federais contra a violência doméstica para incluir proteções para os animais das vítimas e estabelece um programa de subsídios federais especificamente projetado para conceder abrigo aos animais para que as vítimas não precisem abandoná-los ao deixar seus agressores.

O projeto, originalmente introduzido em 2014, foi aprovado como parte do projeto de lei ‘Farm Bill’. O projeto tinha 250 co-patrocinadores, dos quais 62 eram membros do Partido Republicano.

“Ninguém deveria ter que escolher entre ficar em segurança ou sofrer agressões para proteger seu animal”, disse Clark. “Para a maioria dos tutores, inclusive eu, seu cão ou gato faz parte de sua família, e essa lei permite que as vítimas tenham recursos para deixar uma situação perigosa e continuar cuidando de sua família.”

Quase um terço das vítimas de violência doméstica relataram atrasar sua decisão de deixar seus agressores por se preocuparem com o destino de seus animais. Somente 3% dos abrigos de violência doméstica em todo o país acolhem animais. Vítimas que são forçadas a deixar seus animais para trás por causa da falta de opções de abrigo relatam um temor contínuo pela segurança de seu animal.

Os abusadores geralmente continuam a usar o animal doméstico deixado para trás como uma ferramenta coercitiva, mesmo depois de a vítima ter fugido. Cerca de 25% das vítimas afirmaram que já retornaram a um relacionamento abusivo por preocupação com seus animais, de acordo com um estudo.

“A inclusão da Lei PAWS na Farm Bill ajudará as vítimas de violência doméstica e seus animais domésticos a escaparem de ambientes abusivos e buscarem o abrigo e a segurança de que precisam”, disse Richard Patch, vice-presidente de assuntos federais da American Society for the Prevention of Cruelty to Animals (ASPCA). “Somos gratos à representante Clark por sua firme liderança nessa questão e aplaudimos o Congresso por incluir essa mudança inovadora na Farm Bill.”

A Lei PAWS é apoiada pelas organizações: National Network to End Domestic Violence, National Coalition Against Domestic Violence, ASPCA, MSPCA-Angell, a Humane Society of The United States (HSUS), a Associação de Promotores de Justiça dos Estados Unidos, National Link Coalition, Programa Sheltering Animals & Families Together, Animal Legal Defense Fund, Animal Welfare Institute e RedRover.

homem segura cartaz dizendo "800.000 without pay"

Restaurante doa refeições veganas aos trabalhadores durante paralisação

O restaurante vegano Sage Plant Based Bistrô está oferecendo refeições gratuitas aos funcionários federais dos Estados Unidos durante a paralisação do governo. As refeições estão disponíveis em todas as suas três filiais localizadas ao sul da Califórnia.

homem segura cartaz dizendo "800.000 without pay"

Foto: VegNews

O governo Trump anunciou a paralisação em 22 de dezembro como uma estratégia para arrecadar mais de 5 bilhões de dólares para financiar um muro na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Essa medida obrigou mais de 800 mil funcionários federais a se afastarem ou trabalharem sem receber, deixando muitos sem condições de pagar por necessidades básicas como comida e moradia.

O Sage Plant Based Bistrô está oferecendo um aperitivo ou entrada, que geralmente custa 16 dólares ou mais, gratuitamente para os visitantes que mostrarem sua credencial de funcionário do governo.

O restaurante vegetariano Amy’s Drive Thru lançou uma iniciativa semelhante e oferece hambúrgueres gratuitos (opções veganas disponíveis) e 50% de desconto em refeições para as famílias afetadas pelo que é hoje a mais longa paralisação da história do governo norte-americano.

refeição vegana do hospital

Hospitais de Nova York (EUA) aderem à campanha “Segunda Sem Carne”

Os onze hospitais públicos de Nova York acabaram de aderir à campanha que incentiva as pessoas a não comerem carne às segundas-feiras. A decisão foi tomada pela divisão de Saúde e Hospitais da cidade.

refeição vegana do hospital

New York City Health + Hospitals

“Queremos motivar nossos pacientes a levar uma vida mais saudável, introduzindo-os a uma dieta mais saudável e baseada em vegetais,” disse Mitchell Katz, presidente e CEO da Health + Hospitals, em um comunicado.

Os hospitais incluirão uma gama de opções veganas para todas as refeições às segundas-feiras, além dos itens regulares do cardápio. De acordo com o comunicado de imprensa, as opções iniciais incluem sopa de feijão preto, espaguete à bolonhesa vegano, entre outros pratos. Novas opções veganas continuarão sendo acrescentadas com o tempo.

O programa, que foi lançado no dia 07/01, já somou cerca de 1.500 pacientes nos onze hospitais da cidade que pediram opções veganas.

Grande parte da mudança de Nova York para a comida vegana foi defendida pelo presidente do bairro do Brooklyn, Eric Adams, que reverteu seu próprio diabetes tipo 2 com uma dieta baseada em vegetais. Adams foi fundamental no lançamento do programa de bem-estar da cidade no Bellevue Hospital no ano passado. O programa visa ajudar os pacientes com doenças crônicas relacionadas à alimentação a mudar para uma dieta baseada em vegetais. O programa, lançado no ano passado, recebeu 400 mil dólares de financiamento. O escritório de Adams também oferece oficinas de culinária vegana no Brooklyn Borough Hall.

“Nosso objetivo é criar uma Nova York mais saudável, onde nossas instituições governamentais apoiem ​​escolhas alimentares saudáveis”, disse Adams em um comunicado. “Os hospitais têm uma oportunidade única de influenciar pacientes e familiares a repensar a qualidade nutricional de suas refeições, e a decisão de aderir à ‘Segunda Sem Carne’ é um grande passo nessa direção.”

Alguns hospitais privados da cidade estão inserindo mais opões veganas em seus menus também. Quatro refeitórios hospitalares do New York Presbyterian oferecem refeições sem carne às segundas-feiras também. As escolas também estão mudando as dietas estudantis. No norte do estado de Nova York, 62 distritos escolares se comprometeram a um desafio vegano de duas semanas.

o veterano george johnson colocando sam em seu carro

Veterano de 93 anos adota cachorro idoso prestes a ser morto pelo abrigo

Quando George Johnson, um veterano da Marinha dos Estados Unidos, descobriu que Sam, um pastor alemão idoso, precisava de uma nova casa, ele sabia que precisava adotar o cachorro.

o veterano george johnson colocando sam em seu carro

Foto: Ice Pop

O momento parecia destinado a acontecer – Johnson tinha acabado de chegar ao German Shepherd Rescue of Orange County para ver se tinham algum pastor alemão mais velho para ser adotado. Ele estava sozinho após a perda de seu cão anterior, Velabit, e ele esperava encontrar um novo amigo de quatro patas.

A diretora do abrigo, Maria Dales, disse ao veterano de 93 anos que ela ficaria de olho assim que surgisse uma oportunidade e que não demorou muito para que ela descobrisse Sam no corredor da morte em um abrigo de animais no Arizona.

Assim que Dales contou a Johnson sobre a situação de Sam, ele disse que ao encontro deles parecia ser coisa do destino. Johnson disse: “Um homem da Marinha que teve que abrir mão de seu cachorro idoso para servir seu país? Era para ser. Nós dois poderemos envelhecer juntos, Sam e eu.”

o cachorro sam com um lenço vermelho ao redor do pescoço

Foto: FOX 5 Atlanta

Um dos voluntários da agência de resgate fez a viagem da Califórnia ao Arizona para buscar Sam. “Quando o conheci, foi amor à primeira vista. Sam me farejou um pouco e deu sua aprovação também,” Johnson disse.

Hoje eles dois são inseparáveis, e Johnson descreveu a alegria que Sam trouxe para sua vida: “Recebi algumas medalhas, prêmios e elogios durante minha carreira naval, mas esse cão enche meu coração de alegria mais do que tudo isso junto.”

“Passei 30 anos na Marinha e nunca me esqueço de que o tutor anterior de Sam estava na Marinha, defendendo nosso país. Tenho a honra de ser o cuidador e companheiro de Sam e não sei o que faria sem ele. Ele é meu melhor amigo e compartilhamos experiências e segredos. Acho que adicionamos anos em nossas vidas juntos: Sam tem 13 anos e 93. Nos anos de cachorro, temos a mesma idade!”

Em homenagem à linda história de George Johnson e Sam, a Fundação Petco doou 25 mil dólares para o German Shepherd Rescue of Orange County.