Águia não consegue voar após ter penas congeladas nos EUA

Os animais também foram atingidos pela onda de frio que atinge o meio oeste dos EUA.

Foto: BBC

Essa águia-americana não está se refrescando, está congelada e não consegue voar.

A ave de rapina tem uma bola de gelo presa às suas penas que a impede de levantar voo.

Felizmente, ela conseguiu ajuda nesse santuário animal no Estado do Michigan.

Um enxágue rápido com água morna e a bola de gelo de 20 cm foi derretida.

A equipe de resgate acredita que a ave se molhou tentando pegar um peixe em um lago e depois acabou ficando congelada no tempo frio.

Livre do gelo, a águia foi devolvida à natureza.

Fonte: G1

Veteranos do Exército dos EUA criam grupo para combater caçadores na África

Veteranos do Exército dos EUA criaram um grupo para combater caçadores na África Oriental. O objetivo do Empowered to Protect African Wildlife (VETPAW), uma organização sem fins lucrativos, é garantir a proteção de espécies de animais selvagens vítimas da caça furtiva – como elefantes, rinocerontes, hipopótamos, etc.

(Foto: VETPAW)

Atualmente o grupo está treinando guardas florestais, visando garantir resultados mais eficazes que possam coibir a caça. Um dos fundadores do grupo, Ryan Tate conta que eles não poderiam ficar de braços cruzados enquanto animais selvagens morrem em decorrência da ganância humana e pessoas são assassinadas tentando proteger a vida selvagem.

“Percebi que tenho as habilidades necessárias para ajudar a salvar os animais e as pessoas que arriscam suas vidas diariamente”, publicou Ryan Tate no site da VETPAW. Uma veterana do Exército que atuou como instrutora de armas por quatro anos, Kinessa Johnson relatou ao 11 Alive que eles estão trabalhando lado a lado com os guardas florestais.

“É realmente uma experiência de aprendizado não apenas para os guardas do parque, mas também para nossa equipe. Nossa intenção não é prejudicar ninguém; estamos aqui para treinar guardas florestais para que possam rastrear e deter caçadores e, finalmente, impedir a caça furtiva”, justificou Kinessa, acrescentando que o trabalho do grupo é mais estratégico.

Por David Arioch – jornalista, historiador e especialista em jornalismo cultural, histórico e literário.

Incêndio atinge santuário e mata 41 animais nos Estados Unidos

Um incêndio de grandes proporções atingiu o Second Chance Wildlife Sanctuary, em Orlando, na Flórida (EUA), e matou 41 animais na madrugada de segunda-feira (4). Morreram cachorros, gatos, tartarugas, uma cobra e três iguanas.

(Foto: acheiusa)

O proprietário do local, Jim Bronzo, conta que foi acordado pelo barulho feito pelos pavões que vivem no santuário. Ele dormia no segundo andar da casa e conseguiu salvar alguns animais. O fogo teve início por volta das 1h30min da madrugada e foi controlado pelo Corpo de Bombeiros cerca de uma hora e meia depois.

O santuário, fundado em 1985, abriga 350 animais, entre cachorros, gatos, patos, porcos, lhamas, iguanas, pássaros, tartarugas, cobras, entre outros. As informações são do portal Achei USA.

Uma página no site de financiamento coletivo GoFundMe foi criada por amigos de Bronzo, que há anos se dedica aos animais, para arrecadar fundos para a reconstrução do santuário, que foi destruído pelo incêndio.

“Jim Bronzo dedicou sua vida a salvar animais. Todos os animais, incluindo aqueles que ninguém quer cuidar… lhamas, pavões, porcos e muitos mais. Bem cedo esta manhã foram os pavões que Jim salvou que o salvaram. Ele é abençoado por ter saído vivo enquanto tentava salvar seus cães e gatos. Dezenas de animais morreram. Toda a estrutura desapareceu. Jim não tinha seguro sobre o conteúdo da propriedade e é uma perda total de 38 anos ou mais, o trabalho de sua vida. Por favor, ajude-o e a nossa comunidade a reconstruir este santuário incrível, acolhedor e seguro!”, diz a página.

bezerro torturado

Investigação secreta revela funcionários torturando bezerros por ‘diversão’ em uma fábrica de laticínios

Investigadores secretos da PETA filmaram cenas cruéis de funcionários de uma fábrica de laticínios torturando bezerros com ferros quentes. Um deles disse que era mais “divertido e excitante” ver os animais gritando de dor.

bezerro torturado

Foto: PETA

O vídeo, filmado na Heifer Solutions em Wisconsin, Estados Unidos, em dezembro, mostra os criminosos usando ferros quentes para queimar a cabeça dos animais e impedir que os chifres cresçam.

O vídeo mostra os animais se debatendo e gritando de dor, enquanto a fumaça sobe de sua carne carbonizada. De acordo com a PETA, as queimaduras de terceiro grau causadas nesse tipo de procedimento podem causar dor aos animais por semanas.

“O funcionário disse que fornecer anestésicos aos bezerros antes de queimá-los tornaria o ato ‘muito mais fácil, mas onde está a graça nisso?'”, disse a organização. “Ele até disse que manter o ferro quente pressionado contra as cabeças dos bezerros enquanto eles pulavam e chutavam tornava o processo ‘mais excitante’ para ele.”

“Os bezerros lutavam violentamente, de uma forma que indica extrema angústia, dor e sofrimento”, disse um veterinário que revisou as imagens. “Na minha opinião profissional, esse procedimento realizado nas fábricas é cruel e causa dor e sofrimento extremo.”

O funcionário flagrado no vídeo recebeu apenas uma suspensão da Heifer Solutions.

cachorro enjaulado

Projeto de lei proíbe a adoção de animais para culpados de maus-tratos

Os legisladores da Carolina do Sul, Estados Unidos, estão propondo novos projetos de lei para proibir que culpados de maus-tratos possam adotar animais. Os projetos ainda estão em andamento, mas serão extremamente úteis para a prevenção de novos crimes de crueldade contra animais.

cachorro enjaulado

Foto: ASPCA

Os novos projetos de lei são importantes porque impede que os criminosos continuem abusando de animais. Atualmente, no estado, pessoas que cometeram crimes de maus-tratos contra animais ainda podem adotar outros animais se o abrigo não tiver restrições contra antecedentes criminais. Se os projetos forem aprovados, os abrigos de animais deverão exigir uma verificação de antecedentes para garantir que a pessoa não representará um perigo para o animal.

Muitos projetos de lei sobre culpados de crueldade animal foram propostos, e o mais proeminente entre eles foi em relação aos reincidentes. O projeto afirma que aqueles que foram condenados por crueldade contra animais serão proibidos de adotar qualquer animal por até cinco anos. O atual representante do estado, Bruce Bryant, apoiou o projeto e disse que entende a necessidade de leis de proteção aos animais. Bryant reconhece que a atual legislação da Carolina do Sul não é rígida o suficiente. O projeto foi apresentado na última terça-feira, 22 de janeiro, e está sob avaliação do comitê.

Defensores dos direitos animais dizem que foi uma boa iniciativa, mas que está longe de ser suficiente, os criminosos não devem jamais ter o direito de adotar outro animal novamente. Joe Elmore, CEO da Charleston Animal Society, disse que a lei deveria se estender aos estabelecimentos que vendem animais e que os criminosos devem ser proibidos de adotarem animais por meio de conexões pessoais também.

cadela

Cadela idosa sobrevive por duas semanas sozinha na neve

Uma cadela de dez anos, da raça são-bernardo, desapareceu por 17 dias na região selvagem de Minnesota, nos Estados Unidos, sem qualquer tipo de proteção para abrigá-la do inverno rigoroso característico do local.

cadela

Foto: Ruff Start Rescue

Old Lady foi uma entre os 400 cães resgatados de uma fazenda de cachorros local no início de janeiro pelo abrigo Ruff Start Rescue. Funcionários do abrigo a colocaram como disponível para adoção. Ela foi adotada, mas fugiu assim que chegou em sua nova casa.

“O novo tutor pegou Old Lady a levou para sua casa”, disse Azure Davis, fundadora do Ruff Start Rescue, ao The Dodo. “Assim que o tutor a tirou do carro em sua coleira, a cadela ficou assustada com o barulho do gelo e fugiu pela estrada gélida.”

Davis trabalhou com The Retrievers, uma equipe de voluntários que ajuda a encontrar cães perdidos, para trazer Old Lady para casa. Enquanto as equipes de busca voltavam de mãos vazias, algumas aparições possíveis encorajavam a equipe a continuar procurando. Até que a temperatura caiu para -10°F.

cadela encontrada

Foto: Ruff Start Rescue

Então, na segunda-feira (21), um homem e seus dois netos avistaram a cadela presa na floresta. A coleira que a Old Lady estivera arrastando havia mais de duas semanas ficou presa entre os galhos, o que fez com que ela fosse encontrada.

Davis e sua parceira Julie Lessard aproximaram-se de Old Lady com cautela e conseguiram colocar uma coleira no pescoço da cadela trêmula antes de tirá-la da árvore. Eles não acreditavam que a busca finalmente terminara.

cadela adotada

Foto: Ruff Start Rescue

“Assim que a colocamos no carro e fechamos a porta, consegui respirar”, disse Davis. “Tinha acabado. Ela estava segura. Foi uma sensação de alívio – estávamos rindo, chorando, nos abraçando. Foi um milagre.”

“Uma das mulheres que ajudou a procurar por Old Lady realmente se apaixonou por ela quando viu sua foto”, disse Davis. “Ela tem experiência com a raça são-bernardo e também com cães tímidos e retraídos, então foi uma combinação perfeita.”

homem e vaca

Nova iniciativa ajuda pessoas a encontrarem advogados especialistas em direitos animais

Criado pela organização Attorneys for Animals, o Animal Friendly Attorneys Program oferece uma lista de advogados que demonstram um compromisso com os direitos animais em suas vidas pessoais e profissionais.

homem e vaca

Foto: Farm Sanctuary

Alguns dos advogados são veganos ou vegetarianos, o que é indicado por uma folhinha verde ao lado do nome, mas todos prometeram administrar sua prática de uma forma que beneficie os animais. Eles também prometeram seguir e aprofundar a missão da Attorneys for Animals que afirma que “os animais têm um propósito próprio e inerente”.

Beatrice M. Friedlander, presidente da Attorneys for Animals, segue uma dieta sem carne desde 1988 e é vegana desde 2000. Ela falou sobre o novo programa e explicou que ele foi projetado para “clientes preocupados com animais” e poderia ser o primeiro programa do tipo a existir.

Segundo Friedlander, a Attorneys for Animals inspirou-se na morte do leão Cecil, um evento trágico que provocou indignação em todo o mundo. O assassino responsável foi identificado como um dentista de área de Minneapolis, no estado de Minnesota, EUA. Ela lembrou que um membro da organização começou a imaginar como se sentiria se descobrisse que seu próprio dentista havia “cometido um ato tão contrário às suas próprias crenças sendo indiretamente patrocinado por ela”.

Eles então começaram a considerar como as crenças e valores pessoais de um advogado interagem com suas práticas e em como os clientes poderiam usar seu dinheiro para encorajar seus próprios valores.

Os clientes podem acessar e contratar profissionais da lista, independentemente do tipo de serviço que precisarem, as questões jurídicas não precisam envolver animais ou leis relacionadas a animais. Na verdade, os advogados da recém-anunciada lista trabalham em 13 áreas de atuação, incluindo litígios civis, processos criminais, planejamento imobiliário, direito familiar, imigração e direito animal.

Advogados pelos interesses dos animais

O conceito de advogados para animais nasceu no início dos anos 1990, quando a advogada Wanda Nash publicou um anúncio no Michigan Bar Journal buscando “advogados interessados ​​em leis animais”. Cerca de 20 pessoas responderam, incluindo Friedlander, e a Attorneys for Animals foi criada.

“A Attorneys for Animals preencheu essa lacuna para muitos de nós durante um período em que a lei animal era relativamente desconhecida”, acrescentou Friedlander.

Os membros fundadores tinham duas metas principais; a primeira foi formar uma seção de legislação animal em todo o estado no jornal Michigan Bar para aumentar a visibilidade do direito animal. A segunda era coletar e publicar todas as leis relacionadas a animais em Michigan em um só lugar para informar e educar a população, explicou Friedlander. Ambas já foram alcançadas, mas as metas “continuam sendo importantes e relevantes”.

O papel da Attorneys for Animals cresceu bastante desde a sua criação nos anos 90. A organização agora ajuda os legisladores que procuram criar projetos de lei relacionados ao bem-estar animal e oferece uma perspectiva dos direitos animais para a mídia quando necessário.

Aumento do interesse público no bem-estar animal

A Attorneys for Animals também ajuda o público, que, segundo Friedlander, é “sedento por informação” quando se trata de direito animal.

O conselho da organização chegou a tomar uma “decisão estratégica” para incluir defensores de animais que não fossem advogados em sua organização, criando uma categoria de defensores leigos na organização. Programas educacionais são oferecidos aos membros e há alguns anos a Attorney for Animals elegeu seu primeiro membro leigo para o conselho. A organização agora tem um número praticamente igual de advogados/estudantes de direito e defensores leigos. No ano passado, houve uma maior adesão entre defensores leigos do que entre advogados.

Cada vez mais pessoas estão se preocupando com o bem-estar dos animais e com as leis que lhes dizem respeito. Em Nova York, EUA, a Farm Sanctuary está ajudando a promover leis e políticas que apoiam o bem-estar de todos os animais. Como a Attorneys for Animals, a Farm Sanctuary se concentra na educação do público, lançando seu programa educativo “Cultivating Compassion” em algumas cidades norte-americanas, incluindo Nova York, Nova Jersey e Los Angeles.

Em 2019, a Attorneys for Animals continuará seu trabalho na legislação e na educação, realizando mais eventos, nos quais são servidas apenas refeições veganas, e aumentando a visibilidade da causa. Em março, a organização irá realizar um workshop ensinando a maneira mais eficaz de se comunicar com oficiais do governo sobre questões relacionadas a animais.

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Outdoors contra o uso de lã são colocados nas principais cidades dos EUA

A PETA lançou uma campanha contra o uso de lã nos Estados Unidos, instalando imensos outdoors que mostram o rosto de uma ovelha ao lado do slogan que diz: “Somos Indivíduos. Não Somos Suéteres. Vista Algo Vegano”. Os outdoors estão espalhados pelas cidades de Boise, em Idaho; Madison, em Winsconsin; San Bernardino, na Califórnia, entre outras. A organização também instalou peças da campanha nos ônibus em Nova York e Kentucky.

outdoor

Foto: Darla Berry

“Assim como os humanos, as ovelhas sentem dor e medo e valorizam suas vidas”, disse a gerente de campanha da PETA, Christina Sewell, em um comunicado. “Os outdoors da PETA incentivam os consumidores a optar por roupas aconchegantes que sejam livres de crueldade.”

No ano passado, a PETA investigou cerca de 99 fábricas de tosquiamento de ovelhas em quatro continentes, revelando que os animais são espancados, pisoteados, mutilados e até esfolados vivos no processo de extração de sua lã.

“Como os tosquiadores são normalmente pagos por produção, e não por hora, eles são levados a trabalhar de forma rápida e descuidada”, disse a instituição de caridade. “Tiras de pele de ovelha e até mesmo pedaços de suas orelhas são cortados ou arrancados durante a tosquia, e as feridas mais abertas são costuradas sem qualquer tipo de anestésico.”

Muitos dos outdoors foram colocados perto das lojas da Forever 21, que está sendo alvo de boicote após a PETA divulgar dois vídeos onde carneiros e ovelhas são vítimas de maus-tratos e abuso na maior fazenda de lã do mundo, que fica em Victoria, na Austrália, de onde a Forever 21 comprava a lã usada nas roupas.

Nos vídeos, os funcionários são visto espancando ovelhas e carneiros aterrorizados, mutilando-os brutalmente e cortando as gargantas dos animais ainda vivos e conscientes.

Vaca Brianna inspira projeto de lei para impedir a morte de vacas grávidas

Legisladores do estado de Nova Jersey, Estados Unidos, se comoveram com o caso de Brianna, a vaca grávida que escapou de um caminhão na estrada para o matadouro. Um projeto de lei chamado “Brianna’s Law” tornará a matança e o transporte de fêmeas grávidas um crime de quarto grau.

vaca brianna e seu bezerro

Foto: NJ News

“São direitos animais. É a coisa certa a fazer. É uma atitude ética, proteger aqueles que não podem se proteger sozinhos”, disse o deputado Benjie Wimberly, que apresentou o projeto.

Wimberly disse que o oficial de controle de animais de Paterson, John DeCando, foi um dos oficiais que ajudaram a capturar Brianna na Interestadual 80 em Paterson, onde ela foi encontrada. Quando ele descobriu que a vaca estava grávida, sentiu que algo precisava ser feito para impedir sua morte.

Se o projeto ser aprovado, serão aplicadas multas entre 3 mil e 10 mil dólares, juntamente a 18 meses de prisão, aos que violarem esta lei. Uma multa civil entre 3 mil e 5 mil dólares por cada vaca grávida também está incluída no projeto.

Wimberly diz que está recebendo um grande apoio para o projeto. Ele espera que passe pela Assembléia e pelo Senado.

Uma porta-voz da PETA disse que a organização estava feliz em ver este projeto de lei apresentado e espera que ele abra os olhos das pessoas para os abusos sofridos pelos animais na indústria de laticínios.

A senadora estadual Nellie Pou também está elaborando uma legislação para evitar situações semelhantes.

Wimberly acredita que a vaca sabia exatamente o que estava fazendo durante sua fuga. Ele até falou sobre isso com seu pastor, que disse: “Brianna sabia que tinha que salvar seu filho. Isso é bem profundo”.

Brianna agora vive no Skylands Animal Sanctuary e Rescue em Wantage, Nova Jersey, onde deu à luz um bezerro saudável chamado Winter. Os dois viverão tranquilamente no santuário, onde estarão a salvo de matadouros e fábricas de laticínios para sempre.

família de ursos

Caçadores matam família de ursos e são condenados a apenas três meses de prisão

A dupla de criminosos do Alasca, EUA, que assassinaram brutalmente uma ursa e seus dois filhotes recém-nascidos, foi condenada e cumprirá uma mísera pena de três meses de prisão, além do pagamento de multa.

família de ursos

Foto: Getty Images

Andrew Renner foi condenado por oito acusações, incluindo assassinato e transporte de ursos, e foi sentenciado a três meses de prisão. Ele também pagará uma multa de 9 mil dólares pelo furto de sua propriedade confiscada pelo governo, incluindo um barco, uma picape, dois fuzis, duas pistolas, dois celulares e dois conjuntos de esquis usados ​​no crime.

Seu filho, Owen Renner, foi condenado por quatro acusações. Ele foi condenado a 30 dias de prisão e prestará serviço comunitário.

De acordo com documentos da promotoria, o crime aconteceu em abril de 2018, quando os Renner invadiram uma toca de ursos e assassinaram brutalmente a ursa na frente de seus filhotes, que gritavam. Em seguida, eles mataram os dois filhotes. Os criminosos esquartejaram a ursa e esconderam os pedaços de seu corpo em sacos de lixo. Dois dias depois, eles retornaram à cena do crime para destruir as provas e levar os corpos dos filhotes.

A Humane Society dos Estados Unidos mostrou indignação com o caso dos Renner e com a mínima sentença que receberam. A organização luta para proibir a prática cruel que infelizmente ainda é permitida no Alasca e em outros estados norte-americanos.