Homem abandona filhotes de cachorro em saco de lixo e é preso nos EUA

Robert Wild, de 56 anos, foi preso após colocar oito filhotes de cachorro dentro de uma sacola plástica e abandoná-los no lixo. O caso aconteceu nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução / Marshfield Police Department

A prisão aconteceu após moradores da cidade de Marshfield, no estado americano do Wisconsin, ouvirem choro de animais. A princípio, eles acreditaram que o barulho fosse de gatos e acionaram as autoridades. As informações são do jornal Extra.

Ao chegar no local, a polícia descobriu que, na verdade, o choro vinha de oito cachorros recém-nascidos abandonados dentro de uma sacola no lixo.

Após ser questionado pelos agentes, Wild confessou ter abandonado os cães. Ele foi preso e será indiciado pelo crime de maus-tratos e abandono de animais.

Os filhotes foram resgatados e encaminhados para uma ONG de proteção animal da cidade. De acordo com a entidade, eles passam bem e serão disponibilizados para adoção futuramente, assim que estiverem maiores.

Projeto de lei de proteção às baleias-franca será votado no congresso americano

Foto: Divulgação/WAN

Foto: Divulgação/WAN

A lei de proteção às baleias-franca severamente ameaçadas de extinção (SAVE, na sigla em inglês) foi apresentada ao congresso americano ontem pelos deputados Seth Moulton (Democratas) e John Rutherford (Republicanos) que mesmo de partidos diferentes uniram esforços para realizar esse projeto em conjunto.

Se aprovada, essa legislação proporcionará oportunidade de financiamento sustentável até 2029 para esforços colaborativos entre organizações não-governamentais, líderes do setor e estados, na intenção de implementar os esforços de conservação tão necessários à proteção das baleias-franca do Atlântico Norte.

Baleias da espécie franca do Atlântico Norte atravessa as águas de 14 estados na costa do Atlântico. Infelizmente, é também uma das grandes baleias mais ameaçadas de extinção do mundo. Apenas 420 baleias-franca permanecem na Terra, desse total, menos de 100 são fêmeas reprodutivamente ativas. Infelizmente, pelo menos 20 baleias francas do Atlântico Norte morreram em 2017 e 2018.

“Não temos um minuto a perder: as baleias franca do Atlântico Norte podem se extinguir durante a nossa vida ainda. A pesquisa é urgentemente necessária para entender e diminuir as ameaças que a espécie enfrenta ao longo de sua rota migratória na costa leste”, disse Sara Amundson, presidente do Fundo Legislativo da Humane Society.

As maiores ameaças à sobrevivência das baleias-franca são a presença de equipamentos de pesca e as colisões com navios. As baleias-franca são extremamente vulneráveis a ficarem presas nas linhas de boias verticais utilizadas nas redes-armadilhas de captura de lagostas e caranguejos. O emaranhamento pode levar a afogamento, mobilidade reduzida e, em alguns casos, uma morte longa e dolorosa por inanição.

As baleias franca também colidem com navios, causando mortes ou ferimentos graves, como traumatismos, contusões, cortes por hélices e ossos quebrados.

“Reduzir a probabilidade de choques com embarcações e embaraçamento em redes de pesca é essencial para garantir um futuro para as baleias-franca do Atlântico Norte”, disse Cathy Liss, presidente do Animal Welfare Institute em um comunicado.

Os deputados Moulton e Rutherford foram os reponsáveis pela apresentação do projeto de lei SAVE – Right Whales que agora aguarda votação. Ao fornecer oportunidades de financiamento para esforços inovadores e colaborativos, em proteger as baleias-franca de suas maiores ameaças – enredamentos em equipamentos de pesca e colisões com embarcações – essa legislação ajudará a salvar uma das espécies mais emblemáticas e preciosas do planeta.

Zona marinha de proteção às baleias se estenderá até março

Foto : Anderson Cabot Center for Ocean Life

Baleias franca são consideradas espécies ameaçadas de extinção | Foto : Anderson Cabot Center for Ocean Life

O governo federal norte americano está expandindo uma zona protegida da Nova Inglaterra para tentar proteger as baleias-francas ameaçadas de extinção.

O departamento de Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) disse ao Washinton Post que uma zona de restrição de velocidade voluntária para embarcações estabelecida em Nantucket foi estendida até 17 de março. A zona foi projetada para proteger um grupo de 10 baleias que foram vistas na área em 1º de março.

Há pouco mais de 400 das baleias restantes. A NOAA está pedindo aos marinheiros para percorrer a área ao sul de Nantucket (evitando a zona das baleias) ou transitar por ela a 10 nós (aproximadamente 18 km/h) ou menos.

A NOAA também usa áreas obrigatórias de restrição de velocidade para proteger as baleias na Baía de Cape Cod, no meio do Atlântico e fora dos estados do sudeste.

Cão-lobo levado para ser sacrificado é resgatado e tem a vida salva

Um cão-lobo que foi deixado em um abrigo, abandonado pelo tutor, para que fosse sacrificado, mesmo sendo um animal saudável, foi resgatado pela equipe de um santuário e teve a vida salva. O caso aconteceu nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução / Portal Amo Meu Pet

Yuki, como é chamado o animal, nasceu em 2008. Após viver oito meses com o primeiro tutor, ele foi abandonado no abrigo. A justificativa do homem para pedir o sacrifício do cachorro era de que ele dava “muito trabalho”. Membros do Shy Wolf Sanctuary, no entanto, não permitiram que ele fosse morto e o resgataram.

Para o santuário onde foi levado, Yuki tinha espaço para correr e brincar. Ele teve a vida completamente transformada. No local, foi submetido a um exame que constatou que havia DNA de lobo nele.

“Seu teste de DNA veio como 87,5% de Gray Wolf, 8,6% de Husky Siberiano e 3,9% de Pastor Alemão”, disse Brittany Allen, membro do santuário.

Com o tempo, Yuki foi crescendo e se transformou em um animal grande que chama a atenção de todos. Com 11 anos, ele é considerado pelos integrantes do santuário um lobisomem tímido que confia apenas em determinadas pessoas e que gosta particularmente das voluntárias do local onde vive.

Foto: Reprodução / Portal Amo Meu Pet

“Yuki é um daqueles animais que ele deixa você saber se ele quer você em seu recinto ou não. Ele tem um grupo muito pequeno de mulheres que ele permite em seu recinto chamado de ‘harém'”, explicou a voluntária Judy.

O voluntário Jeremy Albrecht conta que o cão-lobo foi apelidado de “Woowoo”, porque é esse o barulho que ele faz quando vê alguma de suas pessoas favoritas. É a maneira dele de dizer que quer estar perto delas.

A história de Yuki, no entanto, não é feita só de momentos felizes. Em 2018, ele foi diagnosticado com câncer terminal. Diante dessa situação, os membros do santuário decidiram dar a ele todo o amor e cuidado médico que necessita, até que ele descanse.

Mortalidade aumenta a taxa de mortalidade entre porcas nos EUA

Porcas passam a vida toda em caixas de reprodução | Foto: Andia/Getty Images

Porcas passam a vida toda em caixas de reprodução | Foto: Andia/Getty Images

Porcas exploradas pela indústria de criação passam a vida inteira presas em locais apertados, mal conseguindo se movimentar, em pé o tempo todo, em condições não naturais. Elas são mantidas em caixas específicas para reprodução e parto, apenas com o objetivo de procriar até não suportarem mais, e quando chega esse momento são mortas e substituídas por outras mais jovens.

Dada a velocidade com que têm subido essa taxa de mortalidade de porcas nos EUA, especialistas estão preocupados com o impacto na espécie. Estima-se que sejam mais de três milhões de porcas exploradas para reprodução no país.

A taxa de mortalidade subiu de 5,8% para 10,2% em fazendas de criação que possuem mais de 125 porcas entre 2013-2016, segundo informações de uma organização que coleta dados em 800 empresas.

Os números estão ligados a um aumento preocupante do prolapso, que seria o colapso do reto, da vagina ou do útero do animal. Em alguns casos, o prolapso é fatal. Em outros, a porco acaba sendo eutanasiada. Algumas fazendas não admitem o aumento, mas um relatório do ano passado descobriu que algumas delas possuíam altos índices de prolapso, causando entre 25% e 50% das mortes de porcas.

A Associação Americana de Veterinários de Suínos criou um grupo de trabalho para estudar exclusivamente como lidar com o prolapso em porcas, mas suas descobertas até agora foram inconclusivas. Em abril, o National Pork Board anunciou uma pesquisa de longo prazo em colaboração com o Iowa Pork Industry Center da Iowa State University, projetado para obter uma ampla visão do problema. Iowa (EUA) é o maior produtor de carne suína do país. O estudo, que ainda está em andamento, tem como objetivo coletar dados detalhados de 400 mil porcas – ou cerca de 13% das 3 milhões de porcas exploradas em cativeiro do país – em mais de 100 fazendas em 16 estados.

Várias causas possíveis para o problema foram sugeridas, incluindo deficiência de vitaminas, microtoxinas na ração, dietas de alta densidade ou problemas abdominais. Alguns especialistas culpam os sistemas de confinamento na criação intensiva – as porcas gastam uma grande porcentagem de suas vidas em caixas de gestação e parto que não permitem que elas se movimentem. Práticas “modernas” de criação também têm sido sugeridas como um fator causal.

A Indústria de criação se recusa a comentar a acusação, mas alguns reconheceram que estão tendo que lidar com a questão. “É um tópico em nossas reuniões, tanto nos corredores quanto nas salas de reunião”, disse Tom Burkgren, diretor executivo da Associação Americana de Veterinários Suínos, um grupo referência para veterinários em todo o país.

Estima-se que 97% dos 73 milhões de porcos dos EUA sejam criados em ambientes isolados e fechados ou em operações de alimentação em confinamento, condições cruéis. Nesses sistemas, as porcas geralmente vivem a maior parte de suas vidas em caixas de gestação ou parto que não permitem que elas se levantem ou se virem. Nessas condições, a porca dá em média a luz a 23 leitões por ano – ou dez por ninhada. Depois de duas a quatro ninhadas, a maioria das porcas tende a ser substituída por fêmeas mais jovens que podem produzir filhotes a uma taxa mais alta.

A indústria de reprodução forçada e intensiva está colhendo as consequências de suas atividades. Segundo especialistas, um dos efeitos de selecionar os animais pelos mais férteis é uma tendência a claudicância.

No final dos anos 80, os porcos eram criados com três características em mente: ganho de peso rápido, pouca gordura nas costas e um grande lombo. Agora, eles estão criando as porcas para produzir muitos bebês. Porém, chega um ponto em que esse sistema foi longe demais.

Porcas pastando ao ar livre | Foto: Nyman Ranch

Porcas pastando ao ar livre | Foto: Nyman Ranch

“Nós construímos uma contradição nesses animais”, explica Leah Garces, diretora da Compassion in World Farming (Compaixão na Criação Mundial de Animais). “Nas últimas décadas, as porcas foram criadas para ter menos gordura nas costas – porque não é interessante para o comércio que elas tenham tanta gordura – mas agora é esperado que elas produzam mais e mais bebês. E isso não é biologicamente possível; seus ossos são fracos e eles não têm gordura suficiente para suportar o processo reprodutivo. Nós os criamos e modificamos até o limite e as mortes entre esses animais está nos dizendo isso.”

O ideal seria jamais escravizar ou explorar os animais mas quando os porcos eram criados em uma escala menor, talvez de 200 a 300 de cada vez, e permitindo que eles passassem um tempo fora do cativeiro, tendo comportamentos que são típicos de porcos, como chafurdar na lama e construir ninhos de palha, o diretor afirma que as mortes eram em muito menos quantidade. Mas criados desta forma, os porcos produzem apenas cerca de metade dos descendentes por ano do que nos sistemas industriais.

Um sistema especista que dita as regras de acordo com a ambição e o lucro assassina animais inocentes anualmente, animais capazes de sentir, dotados de inteligência e conscientes de tudo o que lhes acontecem, morrem enclausurados, muitas vezes sem jamais terem conhecido a liberdade.

Cão é abandonado com casinha em estrada em área remota nos EUA

Um cachorro foi abandonado com uma casinha em uma estrada localizada em uma área remota no condado de Santa Cruz, no estado norte-americano da Califórnia. Assustado, o animal foi encontrado por um homem que passava pelo local e que o levou até o Abrigo de Animais do Condado de Santa Cruz (SCCAS, na sigla em inglês).

Foto: SCCAS

Funcionários do abrigo descobriram que o nome do animal é Pebbles e que ele havia sido doado pelo antigo tutor que, há um ano, ficou sem teto e não teve condições de manter o cachorro.

Resgatado e mantido em segurança no abrigo, Pebbles tem recebido todos os cuidados necessários. Com 9 anos de idade, ele está agora à procura de um novo lar. As informações são do portal The Dodo.

“Eu conheci Pebbles e ela é o cão mais doce com olhos lindos e cheios de alma”, escreveu Maria Chomentowski no Facebook. “Ela é muito mais adorável e fofo”, disse Robin Gabriel.

Foto: SCCAS

O caso de Pebbles serviu para a ONG fazer um alerta a tutores que estão enfrentando dificuldades financeiras e não têm conseguido arcar com os gastos de um animal.

“O Abrigo de Animais do Condado de Santa Cruz é um Abrigo de Admissão de Porta Aberta. E aceitamos qualquer animal gratuitamente sem perguntas”, escreveu a SCCAS no Facebook . “Abandonar um animal é um crime e pode causar sofrimento desnecessário ao animal. Se você tem um animal que não quer mais, entregue-o ao abrigo”, concluiu.

Foto: SCCAS

Cadela com dificuldade para andar ganha cadeira de rodas e viaja com tutor

Uma cadela paraplégica que vivia em um abrigo foi adotada e ganhou uma cadeira de rodas. A partir de então, a vida dela se transformou: Mel passou a viajar com o tutor, desbravando os lugares e se divertindo.

Foto: Arquivo Pessoal / Tom Dilworth

Tom Dilworth havia ido ao abrigo do Yonkers Animal Shelter, em Nova York, nos Estados Unidos, para adotar outro cachorro. Mas ao conhecer Mel, pit bull de oito anos, apaixonou-se e decidiu levá-la para casa.

Após adotá-la, ele percebeu que ela tinha problemas com seu equilíbrio que continuaram a piorar com o tempo. Ao investigar a causa do problema, um veterinário descobriu uma doença neurológica, que causava dor à cadela e a fazia ter dificuldade para andar sozinha.

Foi então que a Rodas de Eddie para Animais de Estimação entrou na história. Com uma cadeira de rodas, Mel pôde voltar a se locomover livremente.

Fotógrafo profissional, Dilworth viaja pelos Estados Unidos conhecendo novos lugares. Mas nunca vai sozinho. Mel é sua fiel companheira.

Foto: Arquivo Pessoal / Tom Dilworth

Projeto de lei proíbe felinos selvagens de serem domésticos nos Estados Unidos

Foto: Pixabay

“Da criação irresponsável a condições de vida desumanas e exploração pública, os maus tratos aos grandes felinos acontecem de várias formas”, disse Quigley .

“Ao apresentar o projeto de lei, estamos trabalhando para resolver uma questão séria que causa um sofrimento incomensurável dos animais e introduz ameaças indesculpáveis à segurança humana. As leis estaduais relativas à propriedade privada de grandes felinos são inconsistentes ou inexistentes, e é por isso que uma lei federal uniforme é necessária para acabar com essa indústria de uma vez por todas”.

Milhares de tigres, leões, leopardos e pumas são mantidos em condições miseráveis, inseguras e inseguras por tutores irresponsáveis em todo o país. A lei trabalhará para resolver esse problema barrando a propriedade privada desses animais e proibindo os expositores de permitir o contato público com filhotes, que visa ajudar a corrigir maus-tratos de animais silvestres.

“Como membro do comitê congressional de proteção animal, estou comprometido em garantir que o governo faça sua parte para promover o bem-estar animal”, disse Fitzpatrick.

“Tenho orgulho de estar com o deputado Quigley para apresentar uma legislação que proteja as espécies de animais selvagens de felinos”.

Mais de cinquenta co-patrocinadores bipartidários apoiam o projeto.

“Há uma grande crise de grandes felinos nos Estados Unidos”, disse Cathy Liss, presidente do Animal Welfare Institute (AWI).

“Há milhares em cativeiro e nem sabemos onde eles estão. Indivíduos particulares mantêm estes animais como domésticos, onde eles definham em condições extremamente inadequadas e representam um risco grave para a comunidade. A Lei de Segurança Pública de Grandes Felinos é uma solução inteligente para uma situação perigosa e cruel”. As informações são do World Animal News.

Foto: Pixabay

Problemas como a falta de legislação, de fiscalização e a criação desenfreada alimentam o mercado negro de partes de animais usadas na medicina tradicional asiática.

Já exibições de filhotes também prejudicam a credibilidade e a influência dos Estados Unidos em trabalhar com outras nações nos esforços internacionais de conservação de tigres, além de ser uma prática muito cruel.

Exploração para entretenimento

A interação de animais selvagens, principalmente com grandes felinos, com o público é terrível para eles que, frequentemente, são dopados para reprimir seus instintos. Quando não, apresentam comportamentos agressivos devido ao estresse do cativeiro e dos maus-tratos.

Recentemente, um vídeo que mostrava a reação agressiva de um leão ao ser ‘beijado’ por uma garotinha é um perfeito exemplo do sofrimento e desespero de animais selvagens presos e explorados por toda a vida.

Nele, a criança é vista pressionando o rosto contra a parede de vidro de um recinto de leões em um zoo. A princípio, o leão apenas olha para ela. No entanto, rapidamente ele se demostra extremamente irritado com aquilo quando a jovem pressiona os lábios contra o vidro. O leão se levanta em suas patas traseiras e começa a arranhar exasperadamente a parede.

Outro caso de exploração, que foi noticiado pela ANDA, é a assustadora ‘atração’ no zoológico de Dartmoor, na Inglaterra. O local oferece aos turistas uma competição de cabo de guerra com um tigre ou um leão.

Sue Dally criou uma petição no site 38 Degrees para acabar com esse absurdo e disse: “Parece que estamos andando para trás, o zoológico está agindo mais como um circo do que em algum lugar que realmente se preocupa com a saúde e segurança dos animais em extinção em cativeiro”.

Puma é encontrado em árvore no quintal de casa nos Estados Unidos

Um puma, também conhecido como leão da montanha, onça-parda ou pantera, foi encontrado em cima de uma árvore no quintal de uma casa na Califórnia, nos Estados Unidos.

(FOTO: CALIFORNIA DEPARTMENT OF FISH AND WILDLIFE)

Quando avistou o puma, o morador da residência acreditou se tratar de um “gato gigante”. Ele acionou o Corpo de Bombeiros, que, ao chegar no local, identificou a espécie do animal.

O puma estava pendurado em um galho da árvore a cerca de 15 metros de altura. Para ser retirado do local, foi necessário utilizar tranquilizantes, arreios e uma escada. Durante o resgate, a área foi cercada.

Após ser resgatado, o puma foi examinado por biólogos e, depois de ser constatado que ele estava saudável, foi solto na floresta. As informações são do portal UOL.

“É comum que pumas jovens saiam do habitat normal em busca de novos territórios”, explicou Kevin Brennan, biólogo do California Department of Fish and Wildlife.

(FOTO: CALIFORNIA DEPARTMENT OF FISH AND WILDLIFE)

Devolver o puma à vida selvagem com segurança teria sido difícil se os bombeiros não tivessem chegado ao local do resgate com uma escada, logo após o chamado, no sábado (16). É o que afirma Rick Fischer, da mesma organização do biólogo.

“Deixar o puma na árvore não teria sido seguro para a comunidade”, explicou Fischer. No entanto, é extremamente ramo que pumas mordam seres humanos. Na América do Norte, por exemplo, menos de 12 casos de fatalidades foram registrados em mais de 100 anos, conforme dados do Colorado Parks and Wildlife.

Os pumas são membros da família de felinos selvagens e vivem no continente americano – do Canadá à Argentina.

Ursos entram em casa e abrem a geladeira nos Estados Unidos

Dois filhotes de urso entraram em uma casa, em Lake Tahoe, na Califórnia (EUA), no último fim de semana. Tudo foi gravado por uma câmera de segurança.

(Foto: Reprodução / UOL)

Um dos ursos, provavelmente com fome, foi direto na geladeira para procurar comida. O outro foi investigar o que tinha na sala de estar. A mãe dos filhotes ficou do lado de fora.

O dono da casa, Bryan Kengott, conseguiu acionar um alarme de emergência que afugentou os animais. Segundo ele, os ursos entraram na casa por uma janela.

Mesmo tendo sido “expulsos”, os dois ursos ainda tentaram voltar mais vezes à casa, mas não conseguiram mais entrar pois sempre encontraram a janela trancada.

A ONG BEAR League, que cuida de animais selvagens na região de Lake Tahoe, compartilhou, na segunda-feira (13), o vídeo dos dois ursos.

Segundo o Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia, não é raro ver ursos nessa região do Estado. O órgão orienta os moradores a sempre deixarem portas e janelas trancadas e a instalarem alarmes com detectores de movimentos.

Mesmo assim, caso algum animal consiga entrar em casa, a orientação é evitar confronto, tentar fugir por alguma rota que não coincida com a dos ursos e ligar para a polícia.

Nota da Redação: a presença de animais silvestres em áreas urbanas é reflexo de um grave problema: a redução do habitat. Com a destruição da natureza, esses animais migram para as cidades em busca de abrigo e alimento. Por essa razão, casos como o registrado nos Estados Unidos, envolvendo ursos, têm sido cada vez mais frequentes e se tornarão algo ainda mais comuns se medidas urgentes de proteção ao meio ambiente não forem tomadas.

Fonte: UOL