Filhote de urso pode ser morto por ser amigável com esquiadores

Tornou-se viral nas redes sociais, na última semana, o vídeo de um filhote de urso, aparentemente órfão, que abordou um grupo de esquiadores em Truckee, no estado norte-americano da Califórnia. O urso foi amigável, não exibindo qualquer tendência violenta, mas esse comportamento fez com que as autoridades passassem a cogitar matá-lo, conforme notificado por uma estação de televisão local, afiliada da NBC.

Foto: Kelsey Hughes

Foi um comportamento “muito raro”, reconheceu uma responsável da Bear League, uma organização não-governamental que zela pela segurança dos ursos e de outros animais selvagens. “O filhote de urso abordou as pessoas porque tem pouco juízo, mas imagine que ele cresce e engorda 100 ou 200 quilos — é grande, forte e continua a pensar que consegue abordar as pessoas… Não vai ser bom, alguém lhe vai dar um tiro…”, comentou Ann Bryant.

Este vídeo tornou-se viral, mas poucos dias antes o mesmo urso já se tinha aproximado de um outro snowboarder, que também publicou as imagens nas redes sociais, dizendo que tinha feito “um amigo novo a quem ia ensinar” a praticar aquele esporte.

O California Department of Fish and Wildlife já levou o animal para avaliar o seu comportamento. Se o urso demonstrar sentir-se muito confortável perto de pessoas, os receios relacionados com a segurança pública podem levar a que o animal seja morto ou que, em outra alternativa, seja levado para um santuário para animais selvagens.

 

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Nota da Redação: matar um animal selvagem porque ele não teme a presença humana e, por isso, aproxima-se das pessoas, não é apenas uma prática anti-ética, mas também extremamente cruel. Os animais não são objetos que podem ser descartados quando considerados inadequados. É necessário que a vida animal seja respeitada e protegida e que hipóteses como a levantada pelas autoridades norte-americanas jamais sejam sequer cogitadas. Neste caso, levar o animal para um santuário deveria ser a única possibilidade vista como possível pelos Estados Unidos.

Fonte: Observador

Homem pula de ponte para salvar cadela que caiu em rio nos EUA

Uma cadela se assustou com um acidente de carro, correu descontrolada e acabou caindo no rio East, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. O acidente aconteceu enquanto Harper, como é chamada a cadela, estava com um passeador de cães. Comovido com a situação do animal, um homem pulou no rio e salvou sua vida.

Adotada por Erin O’Donnell em 2017, Herper se assustou quando um táxi ultrapassou o sinal vermelho e atingiu o passeador de cães e ela. Eles não se feriram, mas a cadela pulou no rio, devido ao medo que sentia, e começou a nadar. No entanto, logo ela perdeu a velocidade e começou a afundar. As informações são do Canal do Pet.

Instagram/ Harper de Hound

“Eu estava em um restaurante comemorando meu aniversário quando vi um cão pulando da ponte para nadar”, escreveu Gabe Castellanos nas redes sociais. “O dia estava quente e nós pensamos que o tutor estava observando o cachorro enquanto ele estava nadando para se refrescar, até que percebemos que uma pessoa correu para a grade da ponte e começou a gritar em pânico”, completou.

Formado pela SUNY Maritime College e com um amplo conhecimento em técnicas de sobrevivência na água, Gabe decidiu ajudar. “Olhei onde eu estava e vi que tinha um colete salva-vidas, peguei, vesti e pulei na água”, disse Gabe, em entrevista ao The Dodo.

Cerca de 300 pessoas assistiram a cena. Quando percebeu que alguém estava atrás dela, Harper tentou fugir. Gabe, no entanto, conseguiu alcançá-la e salvou sua vida, levando-a à margem do rio.

Apesar do susto, Harper apenas machucou as patas e, por isso, terá que usar botas ortopédicas por algumas semanas. “Fiquei aliviada quando soube que ainda existem pessoas com atitudes positivas como a de Gabe”, revelou Erin.

Lei que obriga hospitais a servir refeições veganas aos pacientes entra em votação no senado

Foto: Livenkdly/Reprodução

Foto: Livenkdly/Reprodução

O Comitê de Saúde do Senado da Assembléia Legislativa de Nova York aprovou uma lei que garantiria aos pacientes de hospitais uma opção saudável baseada em vegetais em todas as refeições. O projeto de lei foi aprovado na Assembléia do estado em março e agora passará para o plenário do senado para ser votada.

O projeto de lei introduzido pelo senador Brad Hoylman e pelo membro da Assembléia Richard Gottfried, exige que os hospitais disponibilizem refeições e lanches à base de vegetais que não contenham produtos de origem animal ou subprodutos, incluindo carne, aves, peixe, laticínios, ovos ou mel.

No texto do projeto de lei também consta a exigência de que os hospitais listem as opções baseadas em vegetais em todos os materiais e menus escritos do estabelecimento.

Em setembro, a Califórnia aprovou uma legislação semelhante, que o Comitê de Médicos co-patrocinou juntamente com a Compaixão Social na Legislação.

A página da web Healthy Hospital Food do Physicians Committee fornece receitas vegetarianas e veganas, dicas para implementar refeições à base de vegetais e estudos de caso de hospitais que defendem alimentos saudáveis.

“A aprovação do projeto de lei pelo Comitê de Saúde do Senado envia uma mensagem clara de que os legisladores sabem que fornecer refeições para pacientes em hospitais é um passo crucial para combater epidemias relacionadas à nutrição, incluindo doenças cardíacas, diabetes e obesidade”, disse Susan Levin, diretora de educação nutricional do Comitê de Médicos pela Medicina Responsável, disse em um comunicado.

Quase 1,7 milhão de nova-iorquinos têm diabetes, e as doenças cardíacas são responsáveis por 40% de todas as mortes no estado, de acordo com o departamento de saúde.

Pesquisas mostram que uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos e feijões pode ajudar a combater doenças cardíacas, hipertensão, diabetes e câncer.

Em junho de 2017, a American Medical Association aprovou uma resolução que apela aos hospitais americanos para melhorar a saúde dos pacientes, funcionários e visitantes, fornecendo refeições à base de vegetais.

O American College of Cardiology (ACC) fez a mesma recomendação em Planting a Seed: Heart Healthy Food Recommendations for Hospitals.

A ACC explica que “a hospitalização pode ser um ‘momento de aprendizado’ para pacientes que estão prontos para adotar a nutrição como parte do processo de cura”.

Programa militar americano é acusado de explorar golfinhos e leões marinhos

Foto: Flickr

Foto: Flickr

No início desta semana, a mídia noticiou uma baleia beluga encontrada em um vilarejo norueguês usando um suporte desconhecido com as palavras “St. Petersburgo” escritas nele. A situação causou suspeitas de que o animal pudesse ter sido treinado pela marinha russa para espionagem ou até mesmo algum tipo de arma, embora sejam apenas hipóteses.

Especialistas afirmaram que o equipamento parecia ter sido montar uma câmera GoPro, e a baleia foi considerada mansa e amigável com as pessoas, sinais de que estaria acostumada ao convívio humano.

Cientistas noruegueses disseram à Associated Press que acreditam que a baleia foi “muito provavelmente” treinada pela “marinha russa em Murmansk (Rússia)”.

Apesar de tudo o que foi falado não ficou imediatamente claro o fim para o qual o mamífero estava sendo treinado ou se deveria fazer parte de qualquer atividade militar russa na região.

O governo russo não comentou sobre a baleia. O país não tem histórico de usar baleias para fins militares desde o fim da Guerra Fria, mas a União Soviética tinha um programa de treinamento completo para os golfinhos.

E a Rússia não está sozinha no uso de animais marinhos em operações e em conjunto com os militares.

Marinha americana e a exploração de golfinhos

Em um e-mail enviado ao site de notícias Global News, a Royal Canadian Navy (Marinha Real Canadense) confirmou que não treina animais marinhos ou marinhos. Mas a marinha americana já explorou golfinhos e leões marinhos desde a década de 1960 como parte de seu programa de mamíferos marinhos, que começou durante a Guerra Fria.

De acordo com seu site, a Marinha treinou seus “companheiros de equipe” (forma de chamar os golfinhos explorados) para detectar ameaças debaixo d’água.

Foto: AP Photo/Denis Poroy

Foto: AP Photo/Denis Poroy

Usando o sonar, os golfinhos podem detectar itens perigosos no fundo do oceano, como minas e outros “objetos potencialmente perigosos”, segundo o site da marinha americana.

Essas minas não são prontamente detectáveis pelo sonar eletrônico, mas os golfinhos podem encontrá-las facilmente.

Golfinhos e leões marinhos também podem mergulhar mais fundo e ver melhor do que os mergulhadores humanos. O repórter do New York Times, John Ismay, serviu anteriormente como oficial de eliminação de explosivos com a marinha dos EUA.

Ele disse que os golfinhos também foram treinados para encontrar mergulhadores inimigos que possam ameaçar as operações navais.

Ismay disse que os animais não são treinados ofensivamente.

“Sua missão é simplesmente encontrar e marcar as bombas e minas e depois sair da área o mais rápido possível; não há golfinhos armados”, disse ele ao Times.

Programa Encerrado

O programa de mamíferos marinhos da Marinha dos EUA tem recebido muitas críticas desde que foi descontinuido nos anos 90.

Em 2003, a ONG PETA e a Sociedade Mundial para a Proteção dos Animais (WSPA) se manifestaram contra o uso de golfinhos na Marinha, dizendo que os animais foram usados contra sua vontade e não foram tratados com humanidade.

Em 2017, um vídeo filmado por um ativista dos direitos animais mostrou golfinhos mantidos pela marinha dos EUA em um pequeno cercado sem espaço para nadar.

Na época, o Comando de Sistemas Espaciais e de Guerra Naval (SPAWAR) disse à CBS News: “Mantemos os mais altos padrões de atendimento para nossos mamíferos marinhos, excedendo em muito o que é exigido pelas regulamentações federais”.

Desrespeito e crueldade

Entre os animais com maior capacidade cognitiva na natureza, golfinhos são inteligentes e sociais, dignos de direitos e respeito como qualquer outra vida no planeta, seja marinha, terrestres, selvagem ou doméstica.

Animais são seres sencientes, evento comprovado cientificamente pela Declaração de Cambridge em 2012, capazes de sofrer, amar e compreender o mundo ao seu redor e qualquer tentativa de privá-los de sua liberdade ou explorá-los em tarefas para benefício humano é um atentato covarde a sua existência.

Modelo Chrissy Teigen é cercada por ativistas e criticada por usar pele animal

A modelo Chrissy Teigen foi cercada por ativistas, na última terça-feira (30), durante a 36ª edição anual do City Harvest Gala, no restaurante Cipriani Grand Central, em Nova York, nos Estados Unidos. Indignados, eles criticaram a escolha da modelo de usar roupas feitas com pele de animais.

Chrissy Teigen (Foto: Getty Images)

Chrissy foi vista recentemente usando pele animal, o que gerou muitas críticas contra ela. Na manifestação feita no restaurante, um dos ativistas, Rob Banks, chamou a modelo de assassina. As informações são da revista Quem.

“Que vergonha Chrissy, por que você odeia tanto os animais? Por que você odeia animais? Você é uma assassina sem coração, sua idiota!”, gritou o ativista ao ver Chrissy.

Na ocasião, a modelo não estava usando peças feitas de pele animal. Ela não se pronunciou sobre o caso.

Confira o vídeo do momento em que a modelo é confrontada pelo ativista:

Governo dos EUA vai avaliar inclusão de girafas em lista de espécies ameaçadas

A US Fish and Wildlife Service, um departamento do governo dos Estados Unidos, atendeu a um pedido feito durante dois anos por ONGs ambientais e anunciou que irá revisar uma petição de 2017 para avaliar se as girafas devem ser incluídas na lista da Lei de Espécies Ameaçadas dos Estados Unidos (Endangered Species Act).

Foto: Pixabay

“Consideramos que a petição para listar as girafas apresentou informação substancial quanto às ameaças potenciais associadas ao desenvolvimento, agricultura e mineração”, anunciou um porta-voz do departamento.

O processo de revisão deve durar cerca de 12 meses. O departamento realizará também consultas públicas. As informações são da revista Galileu.

Estimativas da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) indicam que a população de girafas diminuiu cerca de 40% de 1985 a 2016.

Adam Peyman, do Humane Society International, explica que os Estados Unidos não possui quase nenhuma restrição à importação de produtos originários da caça e da exploração de girafas. Caso a Lei de Espécies Ameaçadas começasse a proteger essa espécie, a importação seria dificultada.

De 2006 até 2015, foram importadas para os Estados Unidos, mortas ou vivas, 39.516 girafas. Fazem parte desse número 21.402 esculturas ósseas, aproximadamente 3 mil peles e 3,7 mil troféus de caça.

Corredores interrompem maratona para fazer carinho em cachorro

Um cachorro da raça corgi, chamado Max, fez corredores interromperem rapidamente uma maratona para fazer carinho nele. O caso aconteceu em Nova Orleans, nos Estados Unidos.

Max (Foto: Reprodução / Instagram / @fluffycorgimax)

Max, porém, não estava no local para distrair os competidores. A intenção do tutor dele, Colin, ao levar o animal à maratona foi dar uma força para os corredores que fazem parte da mesma academia que ele. As informações são do Canal do Pet.

Como Max não é acostumado a percorrer longas distâncias, logo ele ficou cansado. Então, o tutor o pegou no colo. Neste momento, os corredores que passaram pelo local, pararam para fazer carinho no cão.

“Foi engraçado ver as pessoas demorando mais tempo para terminar a maratona só para passar a mão na barriga dele”, disse Colin, em entrevista ao The Dodo.

Confira o vídeo:

Conheça os três principais países que estão aderindo ao veganismo

 Foto: ZHANG GUO RONG / CHINA DAILY

Foto: ZHANG GUO RONG / CHINA DAILY

Quais os países mais veganos do mundo? Comunidades pesquisadas nos EUA, na Índia e na China descobriram que as populações estão adotando uma alimentação baseada em vegetais pela saúde, meio ambiente e ética.

Novas pesquisas revelaram que populações nos EUA, na China e na Índia provavelmente adotam novos métodos de produção de carne, como carne vegana e baseada em células.

Segundo a pesquisa 63% dos indianos responderam que estão “muito ou extremamente propensos a comprar regularmente carne à base de vegetais | Foto: AFP

Segundo a pesquisa 63% dos indianos responderam que estão “muito ou extremamente propensos a comprar regularmente carne à base de vegetais | Foto: AFP

A pesquisa realizada com 3 mil pessoas foi conduzida pela Universidade de Bath, o Centro de Prioridades de Longo Prazo e o Good Food Institute (GFI), uma organização sem fins lucrativos que promove o avanço da agricultura baseada em vegetais e agricultura celular (cultivo de carne em laboratório), foi publicada recentemente na revista Sustainable Food Systems (Sistemas de Alimentação Sustentável, na tradução livre).

Quais são as populações “mais veganas”?

O estudo perguntou aos participantes das três nações mais populosas do mundo – EUA, China e Índia – suas opiniões e sentimentos sobre carne feita a base de vegetais e carne limpa. A Ásia carregava muitas expectativa por parte dos pesquisadores por ser uma região importante, extremamente populosa, já que o consumo de carne deve subir nos próximos anos.

Uma taxa de 62% dos entrevistados na China e 63% na Índia responderam que estão “muito ou extremamente propensos a comprar regularmente carne à base de vegetais”. Os EUA ficaram atrás com apenas 33%. Os entrevistados estavam menos interessados em carne limpa (desenvolvida em laboratório): 30% para os EUA, 59% para a China e 49% para a Índia.

Comida vegana nos EUA, Índia e China

A GFI (Good Foods Institute) concluiu que os três países apresentam “um forte interesse do consumidor” em carne feita a base de vegetais e carne limpa, mas o estudo observa que os recrutados para o questionário na China e na Índia eram de comunidades “desproporcionalmente urbanas, de alta renda e com boa educação”.

Os participantes em todos os países mostraram-se mais confortáveis com a ideia de comida vegana quando é algo já familiar a eles. Os hambúrgueres à base de vegetais estão impulsionando as vendas em restaurantes nos EUA; a marca Right Treat, com sede em Hong Kong, produz o Omnipork, uma versão vegana da proteína chinesa popular; a startup indiana de alimentos Good Dot faz carnes sem animais versáteis o suficiente para serem usadas em uma grande variedade de receitas.

Um percentual de 30% dos americanos entrevistados no estudo se mostrou interessado em experimentar a carne limpa | Foto: PETA

Um percentual de 30% dos americanos entrevistados no estudo se mostrou interessado em experimentar a carne limpa | Foto: PETA

A presença de carne limpa também está crescendo nos três países. Memphis Meats, Blue Nalu e JUST nos EUA; Dao Foods International, na China; e a GFI e o Instituto de Tecnologia Química deverão abrir uma instalação de produção e pesquisa de carne limpa em Mumbai no próximo ano.

O apelo vegano

O que está impulsionando a maior aceitação da tecnologia vegana e de novos alimentos?

Os entrevistados entre os chineses vêem a carne vegana como mais saudável do que a versão tradicional e muitos esperam que a carne limpa tenha um valor nutricional mais alto que a de origem animal.

Aqueles a favor da carne sem animais na Índia estavam mais preocupados com a sustentabilidade e a ética da produção de carne.

Nos EUA, 91% dos interessados em carne vegana eram onívoros, enquanto a carne limpa era mais atraente para indivíduos com “alto apego ao sabor carne”.

O estudo revela como o marketing para comercialização de carne vegana em diferentes países será essencial ao sucesso da empreitada, de acordo com a GFI.

Família abandona cadela de 17 anos de idade por ela estar idosa

Maddison, uma cadela de 17 anos de idade, foi abandonada pela família em um abrigo em Los Angeles, nos Estados Unidos. A justificativa dada pelos tutores para se desfazer de Maddison foi a idade avançada dela.

Foto: Pet Harbour

A cadela se dá bem com outros cães e também com gatos, é dócil, gosta de brincar e se exercitar, embora também adore ficar dentro de casa, na companhia das pessoas. Quando foi levada ao abrigo, no entanto, sua realidade mudou. E ela passou a ter apenas uma baia para viver confinada e sozinha.

A vida triste e solitária no abrigo, porém, durou pouco. Logo que a história comovente de Maddison foi divulgada, várias pessoas se dispuseram a adotá-la e ela pôde encontrar um novo lar. As informações são do portal APost.

Foto: Pet Harbour

Embora tenha vivido um traumático abandono, Maddison conseguiu ter um final feliz e encontrou uma família para cuidar dela até o final de seus dias.

O abandono sofrido pela cadela é a realidade de milhares de animais em todo o mundo. Muitos deles, sequer são deixados em abrigos. Jogados na rua, passam fome e sede, suportam frio e calor excessivo, tomam chuva, adoecem e muitas vezes morrem sem ter direito a uma segunda chance.

Polícia procura mulher que jogou no lixo sete filhotes no festival Coachella

A polícia dos Estados Unidos está à procura de uma mulher que foi flagrada durante o festival Coachella jogando em uma caçamba de lixo um saco com sete de filhotes de cachorro.

Foto: Reprodução / TMZ

As imagens foram divulgadas pelo serviço de proteção aos animais de Riverside County e flagra a jovem chegando em um Jeep branco, saindo do carro e despejando a sacola no lixo.

Os filhotes foram encontrados cerca de uma hora depois, quando alguém vasculhou o local. Segundo o site TMZ, o cães sobreviveram e estão sendo cuidados em um abrigo em Orange County.

Os policiais estão investigando o caso para tentar enquadrar a mulher por maus-tratos a animais.

Foto: Reprodução / UOL

Vale lembrar que, no estado americano da Califórnia, a crueldade contra animais é considerada uma contravenção grave que pode acarretar em pena de até três anos de detenção e multa de até US$ 20 mil (cerca de R$ 79 mil).

As autoridades também contam com a ajuda da internet para tentar localizá-la.

Fonte: UOL