Cerca de 20 gatos e 7 filhotes de capivara aparecem mortos em universidade no MT

Sete filhotes de capivara e aproximadamente 20 gatos foram encontrados mortos no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. ONGs de proteção animal suspeitam de envenenamento.

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

A universidade publicou nota por meio da qual repudiou casos de maus-tratos a animais e afirmou que está aberto ao diálogo com todos os setores para buscar soluções para o problema. As informações são do G1.

“As denúncias recebidas pela UFMT são transformadas em processo e, a partir do empenho de suas unidades administrativas, apuradas”, diz a UFMT.

O campus da UFMT é foco não só de mortes de animais, possivelmente envenenados, mas também de abandono. Em períodos de feriados prolongados, como o carnaval, o abandono de gatos aumenta no local.

Estimativas de ONGs e protetores indicam que existam entre 700 e 800 gatos vivendo em situação de abandono no campus atualmente. Número que tende a aumentar cada vez mais, já que muitos deles não são castrados e, por isso, acabam se reproduzindo. Além do abandono, que não para de ocorrer.

Diretora do projeto Lunnar, Yedda Fonseca Vivela afirmou que a entidade sente falta do apoio da universidade no trabalho de resgate e ajuda aos animais abandonados, já que a instituição possui um hospital universitário que poderia ser usado em prol desses animais. A ONG se sustenta com a ajuda da sociedade e a partir da venda de frascos de desodorante recolhidos pelos membros.

Filhotes de cachorro morrem após serem jogados em córrego, diz moradora

Oito filhotes de cachorro foram encontrados mortos no domingo (17) dentro de um córrego no setor Morada do Sol I, em Palmas, no Tocantins. A dona de casa Edisangela Lima Acyer afirma que os animais foram jogados no local com vida.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera/G1

Edisangela gravava um vídeo para mostrar a situação do matagal no local e ficou indignada ao encontrar os cães mortos. “Jogaram oito cachorrinhos recém-nascidos dentro deste córrego aqui no Morada do Sol. Olha a maldade que fizeram. Estão todos com a boquinha aberta, com certeza jogaram aqui vivos. Mataram eles. Jogaram eles vivos aqui”, disse ao G1.

A suspeita é de que se trate de uma ninhada, já que os filhotes apresentam características físicas semelhantes.

Segundo a moradora, após a chuva que atingiu a cidade no começo da tarde de domingo, a água do córrego ficou turva e com a correnteza não foi mais possível ver os corpos dos cachorros.

A Polícia Militar Ambiental foi acionada e esteve no local. Porém, segundo a corporação, não havia pistas do autor do crime e não era possível encontrar os cães devido à cor turva da água.

Os policiais orientam, em caso de ausência de flagrante, que a testemunha vá até uma delegacia de meio ambiente e registre a ocorrência. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, as delegacias especializadas funcionam apenas em horário comercial. Durante os finais de semana, devem ser utilizadas as delegacias de plantão. Em Palmas, uma está localizada no complexo de delegacias da Teotônio Segurado e outra em Taquaralto.

Após ser registrado, o caso é encaminhado para a delegacia que irá comandar a investigação.

Filhotes são mortos a tiros em lar temporário para cães no Espírito Santo

Quatro filhotes de cães foram encontrados mortos em um terreno alugado, que funciona como lar temporário de animais, em Baixo Guandu, no Noroeste do Espírito Santo. O caso aconteceu nesta quinta-feira (14). Uma das responsáveis pelo local disse que todos tinham uma marca de tiro na cabeça. O crime foi registrado na delegacia da cidade e será investigado.

Os filhotes que foram mortos tinham entre 2 e 3 meses de vida. Segundo as protetoras, pelo menos outros quatro cães também ficaram feridos.

Filhotes moram em lar temporário de animais em Baixo Guandu — Foto: Reprodução/TV Gazeta

“Quando eu cheguei, eles estavam com buracos na cabeça. Todos foram mortos do mesmo jeito, o mesmo buraquinho na cabeça”, falou a auxiliar administrativo Claudiane Costa, que é uma das protetoras.

O espaço onde os cães ficam é alugado pela Associação Melhores Amigos dos Animais. A ideia é de que seja um espaço que os cachorros não morem por muito tempo, mas para que sejam cuidados até serem adotados.

Para isso, as integrantes montam uma verdadeira força-tarefa diária. “Sempre tem um que vem limpar, colocar ração, dar remédios para os que precisam, ajudar a pagar uma consulta, ir atrás de um remédio. Fazemos qualquer coisa para manter a ONG e cuidar dos cachorros, para depois encaminhá-los para doação”, explicou a arquiteta Lilian Nepomuceno, que também é protetora.

No espaço há 25 cães esperando por um lar definitivo. As protetoras explicaram que não imaginam quem possa ter cometido o crime e aguardam o resultado da investigação.

O delegado Ricardo Barbosa explicou que maus-tratos a animais é crime, e é configurado desde um agressão até a morte. “Pelo crime de maus-tratos aos animais, a pena é de 3 meses a um ano de detenção, com aumento de pena de um sexto a um terço em caso de morte”, falou.

Quem tiver alguma informação sobre quem matou os filhotes, pode denunciar na delegacia de Baixo Guandu ou pelo Disque Denúncia 181, com sigilo e anonimato garantidos.

Fonte: G1

Quatro cães são roubados e envenenados por chinês para serem comidos no banquete de ano novo

Foto: Pearl Video / Reprodução

Foto: Pearl Video / Reprodução

O ano novo chinês, que cai em 05 de fevereiro este ano, chega fazendo mais vítimas indefesas. Embora a maioria do povo chinês não coma carne de cachorro e este costume retrógrado e cruel ainda persista em apenas algumas províncias remotas do país, ele ainda é responsável pela morte de cerca de 10 milhões de animais anualmente.

O crime mais recente foi na cidade de Lujiang na província Anhui, no extremo leste da China. Após denúncias de moradores sobre o desaparecimento de cães sob sua tutela, policiais iniciaram uma investigação que culminou com a prisão de um homem em 21 de janeiro último, ainda não identificado, acusado de roubar e envenenar quatro cães.

O homem foi encontrado escondido em uma vala ao lado do cadáver de um cão. Após ser questionado pelo policial ele tentou disfarçar e fingiu-se de bêbado, afirmando que havia caído na vala por acidente.

Após uma busca pelas redondezas os policiais encontraram os outros três corpos dos cães e o criminoso, confrontado pelas evidências, confessou os assassinatos. Segundo a polícia de Lujiang ele teria roubado os cães, matando-os envenenados.

Quando questionado sobre o motivo do crime, o homem alegou que “sentiu um desejo súbito e incontrolável de comer carne de cachorro nas comemorações da chegada do ano novo”, enquanto bebia com seus amigos e após isso teria saído em busca de suas presas.

Foto: Pearl Video / Reprodução

Foto: Pearl Video / Reprodução

Cabe ressaltar que todos os quatro animais mortos possuíam uma família, um lar, e foram roubados de suas casas para ser cruelmente assassinados em nome de um costume cruel e absurdo.

O criminoso permanece sob custódia da polícia segundo informações da mídia local.

O grotesco festival de carne de cachorro Yulin, realizado anualmente no sul da China, na província de Guangxi é palco de crueldades e horrores ilimitados.

Milhares de cães são cruelmente mortos, esfolados e cozidos com maçaricos antes de serem comidos pelos habitantes locais.

Infelizmente em outros países asiáticos, como Vietnã e Coréia do Sul, ainda persiste o inexplicável ato de comer carne de cachorro.

Atriz Thaila Ayala critica morte a tiros de animais em Brumadinho (MG)

A atriz Thaila Ayala criticou a decisão da Vale de matar a tiros animais ilhados ou presos à lama em Brumadinho (MG), após rompimento de uma barragem da empresa.

(FOTO: Reprodução/Instagram)

“Assassina! Pelo amor de Deus. Ajudem, seus monstros! Caos: não há outro termo para descrever o que ocorre em Brumadinho com as pessoas e animais. Ontem, vários boatos de tiros disparados dos helicópteros em animais corriam por toda a cidade”, escreveu.

Thaila afirmou que gostaria de acreditar que a notícia de que os animais foram mortos a tiros era falsa, mas não era. “Do alto de helicópteros, animais estão sendo baleados. Sem precisão de tiro, após dias sofrendo, muitos podem estar agora caídos, baleados e vivos agonizando”, continuou.

A atriz lembrou ainda que profissionais que trabalham como atiradores evitam atirar à distância por saber dos riscos dessa ação. “Até snippers profissionais evitam o uso de helicóptero para tiros a distância quando podem, justamente pela falta de precisão causada pelo movimento e deslocamento do ar causado pela hélice. Mas em Brumadinho, parece que tanto faz”, disse.

“Nos acusam de estarmos ‘destruindo provas’ por tentarmos salvar vidas. Um grupo que sempre tem opinião sobre tudo, mas quase sempre está detrás de uma mesa apontando o dedo. De onde deveria haver apoio, vem críticas. No meio de tudo isso, os únicos inocentes: os animais.”, concluiu.

Mais de 20 gatos são mortos por envenenamento em Palmas (TO)

Mais de 20 gatos foram encontrados mortos com sinais de envenenamento na quadra 106 Norte, em Palmas, no Tocantins. Marmitas com comida foram encontradas ao local onde estavam os corpos. Os animais não apresentavam ferimentos que justificassem as mortes.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

“Apareceram dois e eu passei a terça-feira toda indo na delegacia, só que quando cheguei a tarde a outra vizinha que me ajuda a alimentar os gatos falou: ‘Virgínia, cadê os gatos. Não tem mais nenhum na rua'”, contou ao G1 a decoradora Virgínia Lara. “Ontem nós encontramos mais um corpo e está fedendo. Os gatinhos devem ter comido e eles saem desorientados. No terreno vazio onde eles moram deve ter muitos corpos ainda”, completou.

Os alimentos encontrados foram levados para análise. De acordo com o veterinário Bruno Lima, o envenenamento de animais tem se tornado cada vez mais comum em Palmas. “A gente recebe semanalmente de dois a três casos aqui na clínica”, disse.

O profissional alerta a população para que procure uma clínica veterinária o mais rápido possível e não tente tratar o animal em casa ao se deparar com um caso de envenenamento.

Naiane, que teve um cachorro envenenado, revolta-se com a situação. “Um absurdo fazer isso com o bichinho. É muita maldade. A pessoa não tem coração”, afirmou.

Envenenar animais é crime. As denúncias podem ser feitas, em Palmas, através do 3218-2761 ou no 190.

Defesa Civil diz não ter autorizado morte de animais a tiros em Brumadinho (MG)

A Defesa Civil de Minas Gerais emitiu um comunicado, nesta terça-feira (29), por meio do qual informou que “em nenhum momento” autorizou que animais ilhados ou presos à lama em Brumadinho (MG), em decorrência de rompimento de uma barragem da Vale, fossem mortos “aleatoriamente” ou através de métodos que estejam “em desacordo com as normas”.

Imagem: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

O órgão afirmou que os animais encontrados vivos estão recebendo alimentação, água e cuidados para que sobrevivam até que seja possível resgatá-los, mas que há outros que “não reúnem condições para resgate com vida em decorrência do estado e características do local do desastre”. De acordo com a Defesa Civil, “para esses casos, uma equipe de veterinários está apta a realizar a eutanásia por meio de injeção letal”. As informações são do UOL.

O sacrifício é, segundo o órgão, utilizado em “casos extremos” e apenas veterinários estão autorizados a realizar o procedimento “quando é constatado que as condições de bem-estar e saúde dos animais encontram-se irreversivelmente comprometidas e sem possibilidade de recuperação”.

O tenente Pedro Aihara, porta-voz do Corpo de Bombeiros, afirmou que, via de regra, o sacrifício é feito por meio de injeção letal, “mas, evidentemente, outras situações específicas devem ser analisadas considerando as dificuldades de acesso que a gente tem em alguns locais”. Segundo ele, 26 animais já foram resgatados.

“Os animais resgatados com vida estão sendo encaminhados para um sítio próximo ao local, onde recebem tratamento, alimentação, medicamentos e todo o aporte necessário por uma equipe de veterinários”, afirmou a Defesa Civil.

Para a ativista Luisa Mell, a Vale “faz pouco caso dos animais” e atrapalha o trabalho das ONGs de proteção animal.

De helicóptero, agentes matam a tiros animais presos à lama em MG

Um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) fez voos rasantes ontem, segunda-feira (28), em uma região atingida pela lama, após rompimento de barragem da Vale, no Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), para que um agente armado com um fuzil pudesse atirar em animais e matá-los. Os policiais buscavam animais ilhados, presos na lama ou feridos.

Foto: Telmo Ferreira/Framephoto/Estadão Conteúdo

Foram mais de 20 disparos. Os animais mortos estavam em uma área próxima ao local em que mais de 20 brigadistas tentavam abrir um ônibus, com vítimas dentro, que estava coberto pela lama.

Muitos animais foram afetados pelo crime ambiental. Ao longo de todo trecho da cidade de Brumadinho, é possível encontrar bois ilhados ou com os corpos atolados à lama.

A decisão de matar os animais foi confirmada pelo chefe da Defesa Civil de Minas Gerais, o coronel Evandro Geraldo Borges. “O que vamos fazer? Deixar o animal sofrendo? Estamos sim, com equipe em campo executando esse trabalho, mas essa decisão só é tomada nos casos em que não há outra opção”, disse. “Não tem jeito. Tem animal preso, outro com perna quebrada. Temos de fazer escolhas, de retirar as pessoas, ir atrás de sobreviventes. Tudo que está sendo feito foi pensado. É isso”, completou.

Em nota, a Polícia Rodoviária Federal afirmou que os tiros foram dados seguindo protocolos de segurança, “a pedido e sob a coordenação de uma veterinária, integrante do Conselho de Veterinária de Minas Gerais e supervisionado pelo comando das operações de resgate”.

O coronel lembrou que há outra parte da equipe empenhada em socorrer animais “em condições de serem retirados” da lama. Um deles é o boi Resistente. O animal recebeu esse nome, dado pelos agentes, por lutar pela vida apesar das circunstâncias. O boi recebeu feno e água. Nesta terça-feira (29), ele deve ser sedado para que seja retirado, com vida, do local.

Para a Dra. Vânia Fátima de Plaza Nunes, médica veterinária do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, a opção de atirar nos animais se deve à impossibilidade de sacrificá-los de outra forma. “Pra você fazer uma injeção letal, você tem que ter acesso a um vaso. Em geral, a gente faz a administração da medicação na carótida e aí tem diferentes protocolos para fazer o sacrifício. Numa situação de risco, com o animal sofrendo, o tiro feito no local certo e da forma correta vai fazer com que o animal morra imediatamente. É por isso que existem estudos, em diferentes locais, para trabalhar esse tipo de questão. Os protocolos internacionais para sacrifício de animais em situações emergenciais e de risco oferecem essa possibilidade sim. Isso não é uma prática que começou agora e nem é uma irresponsabilidade”, afirmou.

 

Nota da Redação: a decisão da Vale e das autoridades públicas de sacrificar animais atirando contra eles, de dentro de um helicóptero, ao alegar não haver condições de salvá-los, evidencia a forma como a vida animal está sendo desvalorizada em Brumadinho. A atitude da empresa descumpre decisões do Ministério Público e do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que, em atendimento a um pedido do deputado Noraldino Júniro (PSC), determinaram que os animais fossem resgatados e não mortos. A explicação, dada por médicos veterinários, de que sacrificar animais através de tiros de armas de fogo faz parte de um protocolo para situações emergenciais não minimiza a crueldade desse ato. Diante disso, a ANDA registra um posicionamento abolicionista favorável à vida e, portanto, espera que a Vale aja de forma ética, resgatando os demais animais. 

 

animais mortos e pendurados

Imagens mostram animais presos em meio a cadáveres e poças de sangue em matadouro

Imagens perturbadoras do interior de um matadouro foram divulgadas pela polícia de Dyfed-Powys, no sudoeste do País de Gales. Porcos e ovelhas são vistos acorrentados ao lado de cadáveres de animais e poças de sangue espalhadas por todo o local.

animais mortos e pendurados

Foto: Media Wales

“A horrível descoberta de ontem mostrou a importância das denúncias feitas pela comunidade e de nossos relacionamentos vitais com as agências parceiras para acabar com essas práticas cruéis,” disse a polícia em seu perfil no Twitter.

animais presos e poças de sangue espalhadas

Foto: Media Wales

“O Conselho de Pembrokeshire confirmou que duas prisões foram feitas na segunda-feira (21) em um endereço na área de Pembroke em relação a uma investigação sobre a morte e o abuso de animais,” disse um porta-voz do Conselho, que está conduzindo as investigações.

Cerca de 15 ovelhas, incluindo as ovelhas mortas, foram encontradas no endereço. Ainda não se sabe exatamente quantos animais foram mortos no matadouro desde o início da operação.

Principal organização de direitos animais da Coréia do Sul é acusada de matar 230 cães

A principal instituição sul-coreana de direitos animais, Coexistence of Animal Rights on Earth (CARE), foi acusada de matar centenas de cães sob seus cuidados, a fim de abrir espaço para mais animais e garantir um fluxo constante de doações.

Foto: CARE

As acusações vêm de funcionários da própria instituição, que disseram que a diretora da CARE, Park So-yeon, ordenou a morte de mais de 230 cachorros, cerca de um quarto dos animais resgatados pelo grupo.

A instituição tem uma política declarada de “não matar” para os animais que abriga, muitos deles resgatados de fazendas de carne de cachorro do país. A CARE é famosa por liderar campanhas para acabar com a prática de comer carne de cachorro na Coreia do Sul, arrecadando cerca de 2 bilhões de wons, cerca de 6 milhões de reais, em doações todos os anos para salvar cães de fazendas de carne em todo o país.

Falando ao jornal The Hankyoreh, a equipe disse que cerca de 10% dos cães sofrem de doenças incuráveis ​​e a maioria foi morta porque os animais eram “grandes demais para serem mantidos confortavelmente no espaço disponível”. Depois da matança, os animais foram listados como tendo sido adotados.

O atual presidente da Coréia do Sul, Moon Jae-in, que ama os animais e cuida de vários cães, adotou um dos cachorros da CARE quando assumiu o governo do país em 2017.

A organização fez numerosos apelos para arrecadar fundos para fazer mais resgates, e nessas campanhas sempre afirmou que a equipe não mata nenhum animal resgatado pelo grupo.

Em um comunicado, Park disse que um “pequeno número” de extermínios foi “inevitável” desde 2015 devido a um “aumento nos pedidos de resgate”.

Ela disse que geralmente “apenas” cães agressivos ou com doenças terminais seriam mortos, e que isso só aconteceria depois que tentativas significativas de curá-los tivessem se provado ineficazes.

Os membros da equipe da CARE fizeram um protesto nos escritórios da instituição no fim de semana (12 e 13), exigindo a renúncia da diretora.

Embora ainda haja cerca de 3 mil fazendas de cães em toda a Coreia do Sul, o consumo de carne de cachorro está diminuindo rapidamente. De acordo com uma pesquisa de 2017, apenas 30% dos sul-coreanos comem carne de cachorro. Mas a mesma pesquisa revelou que 40% da população acredita que a prática deveria ser proibida.