Torcedores de times de futebol são presos por agressão a cavalos

Até agora sete torcedores do Vasco e Botafogo foram presos pela Polícia Civil por agredirem cavalos e agentes da PM. Imagens obtidas pela TV Band mostram que os suspeitos agridem a cavalaria com pedras, garrafas e diversos objetos. Os animais ficaram feridos.

Reprodução / Band News FM Rio

Ao todo, 10 pessoas são alvos de mandado de prisão nesta operação da Polícia Civil. Os presos vão responder por associação criminosa, provocação de tumulto e dano ao patrimônio. De acordo com o Delegado Roberto Ramos, os suspeitos foram classificados como um grupo paramilitar. Havia lutadores entre eles, e quando eles espancavam torcedores rivais, roubavam camisas e exibiam como troféus.

A ação criminosa aconteceu no dia 17 de fevereiro, quando Vasco e Fluminense se enfrentaram pelo Campeonato Carioca. Os clubes disputavam na justiça um dos setores do Maracanã e do lado de fora do estádio foram registradas várias cenas de confusão.

Ainda segundo o delegado, a Fúria Jovem, torcida organizada do Botafogo é aliada ao Vasco e apoiou os torcedores cruzmaltinos nas agressões. Os presos foram encaminhados para a delegacia da Praça da Bandeira, na Zona Norte. Materiais de torcidas organizadas também foram apreendidos.

Nota da Redação: a ANDA repudia a exploração de cavalos feita pela polícia, que submete os animais a risco e os obriga a realizar atividades anti-naturais para a espécie. Cavalos existem por propósitos próprios e não devem ser vistos como objetos a serviço das pessoas.

Fonte: Band News FM Rio

Homens são presos por matar macaco e transmitir ato pela internet

Três homens foram presos no Vietnã por terem matado um macaco e transmitido o ato pela internet. O animal pertence a uma espécie protegida.

Os homens foram declarados culpados de “violar a lei de proteção de fauna selvagem rara e de valor”, segundo o portal VNExpress. Eles foram condenados a penas de prisão de 12 a 15 meses por um tribunal da província de Ha Tinh, no centro do país.

Foto: Mogens Trolle/VC no TG

O crime ocorreu em dezembro. Um dos envolvidos vendeu o macaco ao principal acusado, Thai Kim Hong, de 51 anos, que convidou o vendedor e outras quatro pessoas para matar e comer o animal, ato que foi transmitido por rede social. As informações são da agência de notícias EFE.

Segundo as autoridades vietnamitas, o animal era um douc-de-canelas-vermelhas (Pygathrix nemaeus). A espécie consta na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza como espécie ameaçada.

A caça deste macaco e a comercialização dele é proibida por lei. A espécie vive entre o Vietnã, o Laos e o Camboja e está ameaçada pela caça e pela perda de seu habitat, devido à expansão da construção e da agricultura.

Gato do ativista Julian Assange está em segurança, diz WikiLeaks

O WikiLeaks afirmou, no último final de semana, que o gato que era tutelado pelo ativista Julian Assange está “a salvo”. A informação foi dada para esclarecer incertezas quanto ao destino do animal após a prisão do tutor.

Foto: Peter Nicholls/Reuters

A organização disse ainda que, em meados de outubro de 2018, Assange pediu que seus advogados resgatassem o gato. As informações são do G1.

O gato foi dado a Assange pelos filhos dele em 2016. A ideia era oferecer uma companhia ao ativista na embaixada equatoriana, em Londres, na Inglaterra.

O escritor James Ball disse que o animal foi levado para um abrigo, conforme publicou no Twitter. O escritor disse ainda que se ofereceu para adotar o gato, mas não obteve sucesso na tentativa de adoção.

“Para registro: o gato de Julian Assange foi entregue a um abrigo pela embaixada do Equador tempos atrás, então não esperem uma extradição felina pelas próximas horas”, escreveu.

O WikiLeaks afirmou que espera que Assange e o gato possam se reencontrar quando o ativista estiver em liberdade.

Justiça determina prisão de ex-prefeito de Santa Cruz do Arari (PA) por matança de cães

A Justiça do Pará determinou, na quinta-feira (11), o cumprimento do mandado de prisão contra Marcelo José Beltrão Pamplona, ex-prefeito de Santa Cruz do Arari (PA), e de outras sete pessoas. Todos foram condenados pela matança de cachorros no município de Marajó (PA), em 2013. A decisão ocorreu após apreciação de recurso sobre a decisão da sentença.

Cães capturados a mando do prefeito de Santa Cruz do Arari Pará — Foto: Reprodução/TV Liberal

O ex-prefeito foi denunciado por ter oferecido recompensa a moradores que capturassem cachorros abandonados na cidade. Os animais eram colocados em embarcações e jogados em um rio, onde morriam afogados, ou deixados em uma comunidade sem qualquer condição de sobrevivência. As informações são do portal G1.

Cerca de 400 cachorros foram mortos. O caso ficou conhecido como “canicídio”. Pamplona condenado a 20 anos de prisão e ao pagamento de R$ 1, 7 milhão. Além dos maus-tratos, pesou sob a pena do ex-prefeito tentativa de obstrução das investigações, agressão e intimidação de testemunhas.

A Justiça rejeitou os embargos da sentença, mas o pedido da defesa de Pamplona de redução da pena foi acatado pelo relator do recurso, o desembargador Leonam Gondim da Cruz Júnior, que reduziu a pena de reclusão por Crimes de Responsabilidade de 20 para 18 anos e diminuiu o pagamento de 600 dias/multa para 480 dias/multa. Cada dia/multa corresponde ao valor de três vezes o salário mínimo vigente. Pamplona também foi condenado a 1 ano e 8 meses de detenção por maus-tratos a animais.

O recurso de apelação foi julgado em fevereiro pela 3ª Turma de Direito Penal e manteve a pena aplicada a Pamplona e as outras sete pessoas que participaram do crime. Também em fevereiro, o recurso foi negado, já que o relator desembargador Leonam Gondim não acatou os argumentos da defesa de suposta existência de nulidades processuais, de inexistência de provas e de violação ao princípio da individualização da alegada culpa.

Segundo o relator, a decisão está fundamentada com base em provas testemunhas e periciais, além de fotos e vídeos que comprovam o envolvimento dos acusados na morte dos animais. De acordo com Leonam, as provas “comprovam a ocorrência dos maus-tratos, do flagelo e da matança dos animais no rio, tudo a mando do prefeito municipal e que o município pagava pelos cachorros capturados e os servidores eram mobilizados para a captura. Ficou comprovado também que os cachorros eram também retirados de dentro dos imóveis, sem autorização dos moradores, ou seja, eram capturados em troca de vantagem econômica”.

“Sendo assim, não há que se falar em absolvição dos réus, eis que, por ação ou por omissão, todos participaram dos maus-tratos aos cães, promovendo os atos de selvageria com a perseguição e captura dos animais, desenvolvendo condutas criminosas que se enquadram nos tipos penais constantes da peça acusatória”, afirmou o desembargador.

Prefeitura mobilizou moradores e servidores para captura e matança de cães. — Foto: Reprodução/ Aragonei Bandeira

Confira as penas aplicadas para cada um dos condenados pela matança dos cães:

– Luiz Carlos Beltrão Pamplona: irmão o ex-prefeito, ele era secretário de Transporte de Santa Cruz do Arari à época do crime e confessou ter participado da ação criminosa. Luiz foi condenado a 2 anos, 4 meses e 6 dias de detenção e ao pagamento de multa no valor de R$ 1,4 milhão.

– Odileno Barbosa de Souza: funcionário da Prefeitura, ele confessou ter feito o transporte de 80 cães que sofreram maus-tratos na embarcação pertencente à Prefeitura. Foi condenado a 1 ano e 10 meses de detenção e a multa no valor de R$ 3,1 mil.

– Waldir dos Santos Sacramento: também funcionário da Prefeitura, era o responsável por anotar o número de cachorros capturados. Foi condenado a 1 ano e 10 meses de prisão e a pagamento de multa de R$ 1,2 mil.

– Alex Pereira da Costa: proprietário de uma embarcação que transportou cães à comunidade do Francês, foi condenado a 1 ano e 10 meses de detenção e a multa no valor de R$ 3,1 mil.

– José Adriano dos Santos Trindade: conhecido como Bidê, era um dos responsáveis por capturar os cachorros. Foi condenado a 2 anos e 1 mês de detenção e a multa de R$ 3,1 mil.

– Josenildo dos Santos Trindade: também conhecido como Nicão, irmão de Bidê, também era um dos responsáveis pela captura dos cães. Foi condenado a 2 anos e 1 mês de detenção e a multa de R$ 3,1 mil.

A decisão judicial determinou ainda que os condenados percam a função pública que, eventualmente, estejam ocupando, em qualquer esfera da administração pública, assim como qualquer título, eleito ou concursado, já que o crime cometido por eles ocorreu no exercício da fundação pública e no interior de administração pública, inclusive fazendo uso de bens públicos.

Rússia anuncia libertação de 100 baleias após protestos internacionais

Após o clamor internacional que recaiu sobre o que veio a ser conhecido como a “cadeia de baleias” da Rússia, autoridades anunciaram que quase 100 baleias serão libertadas de sua prisão gelada.

Mas o Kremlin avisou que a liberação das 11 orcas e 87 baleias belugas é um processo que deve levar anos.

Grupos de bem-estar animal afirmam que as baleias estão sendo mantidas em condições precárias e cruéis com a intenção de serem vendidas a aquários e compradores chineses.

Segundo o Telegraph, do Reino Unido, uma única orca pode chegar a custar 8,4 milhões de dólares.

A “cadeia de baleias” está localizada perto do Mar de Okhotsk, no extremo leste da Rússia, a 7 mil quilômetros a leste de Moscou.

O explorador francês e fundador da Sociedade do Futuro do Oceano, Jean-Michel Cousteau, disse que, com a ajuda de especialistas, cada baleia é agora conhecida e esforços serão feitos para readaptar cada uma delas “para que sejam liberadas naturalmente no meio ambiente”.

“A maioria, se não todas, se pudermos liberá-las, elas serão soltas onde foram capturadas. Assim, elas podem ser reconectadas, assim esperamos, não apenas com a mesma espécie, mas potencialmente com parte da família, do grupo ou dos amigos anteriores à captura”, disse Cousteau.

“Não é fácil, mas vai acontecer, espero que para a maioria deles.

“Esse é nosso objetivo, para cada um de nós, libertá-las. E isso pode levar anos. Ainda não sabemos.”

De acordo com o ministro de Recursos Naturais e Meio Ambiente da Rússia, Dmitry Kobylkin, seria “impossível” liberar os animais durante o inverno.

“Nós passamos, por um momento muito difícil, no inverno. Durante esse período, foi impossível liberar os animais, teríamos perdido todos eles”, disse ele.

“Agora que com a chegada do verão é o momento ideal para este trabalho pode ser feito, e ele deve ser feito”, afirma ele.

De acordo com uma moratória mundial sobre a caça comercial de baleias, as baleias podem ser capturadas apenas para fins científicos e educacionais.

O Greenpeace exigiu a liberação de todas as orcas e belugas.

“Estes animais fascinantes sofrem severamente em cativeiro, devido à impossibilidade de viajar pelos oceanos, praticando seu comportamento natural, a falta de alimento natural e também porque estão sob forte estresse social, pois foram retirados de seu habitat natural, grupos sociais e familiares “, disse o Greenpeace.

Mulher é condenada a meses de prisão por deixar 23 animais morrerem de fome

Janet privou cada um dos animais de comida e água enquanto eram mantidos confinados (Foto: AP)

Na semana passada, uma mulher foi condenada nos Estados Unidos por deixar 22 cavalos e um cão morrerem de fome. Janet Elaine Lavender Burleson se declarou culpada diante da acusação de maus-tratos aos animais em uma fazenda familiar no Condado de Wake, na Carolina do Norte. Ela recebeu uma sentença de 5 a 15 meses de prisão, “com crédito” pelos dois meses que já cumpriu.

Segundo informações da agência Associated Press, consta no mandado de prisão que Janet privou cada um dos animais de comida e água enquanto eram mantidos confinados em espaços que o impediam de lutar para garantir a própria sobrevivência, resultado na morte em decorrência de inanição.

Os animais foram encontrados mortos no dia 18 de janeiro. A advogada de Janet Burleson declarou que ela deixou de cuidar dos animais em dezembro quando adoeceu e alegou que a mulher tem problemas de saúde mental, incluindo lapsos de memória, desde que sofreu um acidente de carro há 16 anos.

Sarah McDonald, da Durham Independent Animal Rescue, que acompanhou o caso, disse que é difícil acreditar que Janet tenha se esquecido dos animais, considerando que a família dela atua nesse ramo há muitos anos.

Criador de porcos é sentenciado a três anos de prisão por crueldade contra animais

Foto: Global News/Reprodução

Foto: Global News/Reprodução

Um proprietário de uma fazenda de criação de porcos foi condenado sexta feira última (15), pela acusação de crueldade contra animais na Cidade de Ulm na Alemanha. A sentença foi de 3 anos de prisão.

As condições de imundice e maus-tratos em que os animais viviam nos estábulos da propriedade do homem, em Merklingem, foram denunciados às autoridades por uma ONG de bem-estar animal que foi até o local e coletou provas em fotos e vídeos.

Centenas de porcos foram encontrados mortos ou tiveram que ser sacrificados, por orientação das autoridades veterinárias, em função da gravidade dos ferimentos que apresentavam, isso tudo serviu de base para a decisão no julgamento. O juiz classificou o local como “um inferno animal em massa”.

No geral, foram encontrados nos estábulos mais de 1.600 porcos. Dois dos animais que já foram encontrados mortos tinham ferimentos correspondentes a marretadas na cabeça e 56 aguardavam o mesmo destino. Esse método é empregado pelos criadores por ser “mais barato” que gastar com munição e armas.

Ativistas pelos direitos animais chamaram o veredito de histórico. “Pela primeira vez, um detentor de animais em nível industrial foi condenado na Alemanha por crueldade e sentenciado com a prisão”, disse o fundador e presidente da Associação de Soko Tierschutz, Friedrich Mülln.

“Finalmente, um juiz ousou quebrar um tabu em relação às más práticas utilizadas pela indústria de criação de animais, e puniu com cadeia o crime, criando um precedente importante.”

As condições no estábulo da fazenda de criação de animais foram reveladas em 2016 pela Associação de Ativistas que filmou o local. O proprietário os processou por invasão de território, porém após o pagamento de uma multa de 100 euros o processo foi encerrado.

Os estábulos foram fechados. Os produtos comercializados pelo criador estavam anteriormente nos mercados da UE (União Europeia) com uma variedade de rótulos, por exemplo, com “qualidade made in Baden-Württemberg”, ou “produzidos com bem-estar animal”.

Homem é preso após amarrar cachorro à moto e arrastá-lo pela rua

A Polícia Civil de Imperatriz, no Maranhão, prendeu Pedro Barbosa Miranda, de 39 anos, nesta quinta-feira (14) por maus-tratos a animais e uso de moto adulterada. Ele foi flagrado, na quarta-feira (13), arrastando um cachorro preso a uma moto em movimento.

Foto: Divulgação/Redes Sociais

O animal foi solto após Pedro ser parado por testemunhas. Sem forças para levantar, o cachorro estava ensanguentado. Ao ser questionado sobre a crueldade promovida contra o cão, o homem alegou ser ambientalista e disse que estava levando o animal preso à moto porque ele “não queria ir” com ele, mas não disse o lugar. As informações são do G1.

O ato do motorista foi repudiado por ONGs de proteção animal. O Grupo de Proteção aos Animais de Imperatriz (GPAI) resgatou o animal, que recebeu o nome de Negão. Ele foi levado para uma clínica veterinária e, apesar dos maus-tratos, passa bem.

Após o crime ocorrer, a polícia foi acionada e Pedro foi preso. Ele foi autuado por maus-tratos a animais. O crime não leva à prisão, por ser de menor potencial ofensivo, mas o homem permaneceu preso na Unidade Prisional de Ressocialização de Imperatriz porque a polícia identificou que a moto era adulterada.

Pedro apresentou vários documentos, segundo a polícia, mas nenhum comprovou que ele é ambientalista.

Homem abandona filhotes de cachorro em saco de lixo e é preso nos EUA

Robert Wild, de 56 anos, foi preso após colocar oito filhotes de cachorro dentro de uma sacola plástica e abandoná-los no lixo. O caso aconteceu nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução / Marshfield Police Department

A prisão aconteceu após moradores da cidade de Marshfield, no estado americano do Wisconsin, ouvirem choro de animais. A princípio, eles acreditaram que o barulho fosse de gatos e acionaram as autoridades. As informações são do jornal Extra.

Ao chegar no local, a polícia descobriu que, na verdade, o choro vinha de oito cachorros recém-nascidos abandonados dentro de uma sacola no lixo.

Após ser questionado pelos agentes, Wild confessou ter abandonado os cães. Ele foi preso e será indiciado pelo crime de maus-tratos e abandono de animais.

Os filhotes foram resgatados e encaminhados para uma ONG de proteção animal da cidade. De acordo com a entidade, eles passam bem e serão disponibilizados para adoção futuramente, assim que estiverem maiores.

Homem arrasta tubarão amarrado pela barbatana em lancha e é preso por apenas dez dias

O vídeo chocante, postado no Facebook, mostrou Wenzel atirando na cabeça de um tubarão com uma arma e foi possível ouvir homens rindo ao verem o animal sangrar.

Segundo um especialista em tubarões, o animal já estava morto no momento em que foi arrastado.

Durante o julgamento, Wenzel sorria quando foi perguntado se ele estava sob a influência de drogas ou álcool no momento da pesca.

“Há algo engraçado nisso?” perguntou o juiz do Circuito de Hillsborough, Mark Wolfe.

“Não, senhor”, respondeu ele.

Robert Benac também é acusado no caso e aguarda julgamento. As acusações foram retiradas contra um terceiro homem – Spencer Heintz – preso após o vídeo ser divulgado em 2017. As informações são do Daily Mail.

Wenzel recebeu uma punição de apenas 10 dias de prisão, 11 meses de liberdade condicional e também deverá cumprir 100 horas de serviço comunitário. Os promotores pediram metade dessas horas sejam cumpridas em um abrigo de animais. Sua licença de pesca de água salgada foi revogada por cinco anos.

“Esta é uma criança privilegiada”, disse Marie Galbraith, membro do Florida Voices for Animals.

“Essa punição é muito leve”.