Conferência de tecnologia de comida vegana reúne 300 especialistas do mundo todo

Em março de 2018, a organização em prol da conscientização alimentar, ProVeg, reuniu todos aqueles que se dedicam a mudar nosso atual sistema alimentar: mais de 300 especialistas vindo de mais de 30 países diferentes foram até Berlim (Alemanha) para conhecer os últimos avanços nos campos de alimentação a base de vegetais e proteína cultivada.

Com o objetivo de encontrar alternativas aos produtos de origem animal comumente usados, pesquisadores, empreendedores, estrategistas de investimentos e outros atores sociais interessados compartilharam seus conhecimentos sobre todos os aspectos dos lançamentos mais bem-sucedidos de novos conceitos de alimentos.

As análises incluem o comportamento do consumidor e psicologia alimentar, bem como as tendências do mercado e exemplos de melhores práticas com base em produtos de sucesso – e, claro, como criar sabores e texturas que deixem uma impressão duradoura.

Critérios para novos alimentos

Todos os palestrantes estavam de acordo com o fato de que os alimentos precisam ser deliciosos, ter preços competitivos e estar convenientemente disponíveis para serem levados com sucesso ao mercado. Somente se esses critérios forem cumpridos poderemos esperar uma mudança duradoura dos métodos cruéis e insustentáveis de produção de alimentos de hoje para melhores alternativas.

Felizmente, esses novos alimentos já estão a caminho. Para alguns, é parmesão de amêndoas que já está disponível, enquanto outros podem estar aguardando em antecipação pelo primeiro atum rabilho feito de células cultivadas – mas para todos que compareceram à conferência, o mundo dos novos alimentos parece promissor e inspirou o apetite para mais.

Exemplos como clara de ovo feita de fungos, queijo artesanal de castanha de caju, leite de ervilhas são indícios do início de uma nova era na alimentação.

Para os interessados em acompanhar as informações compartilhadas na New Food Conference, todas as palestras foram gravadas e agora estão sendo publicadas no YouTube. Em 2020 o evento terá uma nova edição, já confirmada.

Pizzaria vegana vai participar pela primeira vez do maior concurso de pizzas do mundo

Foto: Purezza

Foto: Purezza

Uma pizzaria vegana participará do World Pizza Championships pela primeira vez este ano. A Purezza foi fundada em 2015 e foi a primeira pizzaria vegana do Reino Unido.

A empresa que tem lojas de venda de pizzas em Londres, em Camden, e em Brighton, será a pizza de confecção vegana a competir na prestigiada competição do gênero em nível mundial, que acontecerá esta semana.

A pizzaria alega que passou mais de dois anos desenvolvendo uma mussarela própria em seu laboratório, usando um arroz integral italiano.

Segundo eles o queijo usado nas pizzas veganas oferecidas pela rede não é apenas mais saboroso do que a mussarela tradicional, mas possui também menos da metade das calorias e da gordura do produto de origem animal.

O World Pizza Championships – ou Campionato Mondiale Della Pizza – acontece desde 1991 e atrai mais de 6mil pizzarias independentes de todo o mundo. Os competidores têm até 12 minutos para preparar e cozinhar suas pizzas usando ingredientes pré-selecionados, antes de apresentá-los aos juízes.

Foto: Purezza

Pizza vegana

“Mal posso esperar para mostrar aos jurados como a pizza vegana pode ser boa”, disse o chefe de cozinha da Purezza, Filippo Rosato, em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“Só em poder competir e apresentar a pizza baseada em vegetais em um evento como este isso terá um enorme impacto na cultura da pizza, não apenas na Itália, mas em todo o mundo – pois o Campionato Mondiale Della Pizza é o evento mais importante da categoria. Eu estive trabalhando em uma receita especial para impressionar os juízes nos últimos meses, e estou muito animado para ver o que eles acham”.

A Purezza, que espera ganhar um prêmio no evento, foi premiada como a Pizza Nacional do Ano no Reino Unido em 2018, por sua pizza Parmigiana Party e a PizzAward 2018 em Nápoles como Melhor Pizza Internacional.

Startup quer tornar os alimentos à base de vegetais acessíveis em toda a Índia

O empresário de 22 anos, fundou inicialmente a marca vegana Goodmylk usando a cozinha de sua mãe, ele revela que tem como missão tornar os alimentos à base de vegetais acessíveis para todos e em todo o país.

Rangan que é vegano, confessa que surpreendeu-se com a receptividade e a alta demanda do público indiano por produtos base de vegetais. Ele tornou-se recentemente o empresário indiano mais jovem a entrar na lista de 30 nomes de empreendedores de sucesso com menos de 30 anos da Forbes Asia.

Em 2016, o jovem empreendedor, fundou a marca Goodmylk, uma empresa vegana que oferece entrega em domicílio de produtos como leite à base de vegetais, manteiga e requeijão.

Café e panquecas veganas | Foto: Goodmylk

Café e panquecas veganas | Foto: Goodmylk

“É empolgante ver que há reconhecimento pelo trabalho que nos propusemos fazer – tornar os alimentos à base de vegetais acessíveis em preço e disponíveis para aquisição na Índia”, afirmou Rangan no Instagram.

“Estou impressionado e repleto de gratidão hoje. Cada mentor, fornecedor, membro da equipe, investidor, familiar, cliente e simpatizante, essa é uma conquista de todos nós”.

O verdadeiro sucesso é quando somos capazes de começar de baixo e vencer. ”Durante os estágios iniciais do negócio, Rangan viajou quilômetros em sua scooter elétrica para entregar seus produtos veganos – que ele fazia com a mãe na cozinha de sua casa em Bangalore.

Em 2018, a Rangan conseguiu levantar 400 mil dólares em capital de investimento para expandir seus negócios.

Foto: Goodmylk

Soothie vegano| Foto: Goodmylk

“Eu não vejo sentido quando as pessoas dizem que você tem que desistir de alguma coisa para ser vegano. Eu não abri mão de nada. Eu só substituí algumas coisas por coisas melhores”.
Rangan postou uma foto de si mesmo no Instagram vestindo uma elegante jaqueta de couro sintético.

“Se ganhei alguma coisa, ganhei foi um propósito, ganhei um estilo de vida onde consegui tornar o mundo um lugar melhor e ganhei uma comunidade onde me sinto em casa”.

Beyond Meat está prestes a abrir capital na bolsa de valores

Foto: Vegnews/Reprodução

Foto: Vegnews/Reprodução

O CEO e fundador da marca vegana Beyond Meat, Ethan Brown, escreveu uma carta à Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos que acompanha o prospecto atualizado da empresa, submetido a uma Oferta Pública Inicial (IPO) na bolsa de valores.

O registro de informações mais recente, apresentado na semana passada, inclui as informações financeiras necessárias, avaliações e projeções (e todas essas métricas estão pendentes), mas vem acompanhada de um elemento humano fornecido pela carta pessoal tocante de Brown

Suas palavras falam da evolução da humanidade de uma forma que abrange os 12 mil anos de nossas lutas pela busca de alimentos até nossa batalha atual pelos direitos animais, contra os maus-tratos e abusos sofridos por estes seres-não humanos, a degradação ambiental e as epidemias de saúde de amplo alcance.

Brown esta na verdade “vendendo” a imagem de sua empresa para fechar o acordo do IPO; ele está oferecendo uma análise pungente da humanidade do ponto de vista de um agente de mudança. Como as palavras escritas aqui não podem fazer jus a ao teor completo da carta, clique aqui para ler o texto integral.

O testemunho de Brown é uma pequena parte de um insight maior, uma tomada coletiva de consciência de nosso tempo, que desponta de vários locais ao mesmo tempo, e também de uma companhia que ambiciona ser um dos mais importantes agentes da mudança de uma era, onde a tecnologia permite por fim ao sofrimento desses seres sencientes explorados há tanto tempo pela humanidade.

Adolescente vegana vence o Prix Liberté e doa prêmio de mais de R$ 100 mil para ONGs

“Estamos aqui para informar que a mudança climática está chegando, quer você goste ou não. O verdadeiro poder pertence ao povo” (Acervo: Fridays for Future)

A adolescente vegana Greta Thunberg, indicada ao Prêmio Nobel da Paz, foi anunciada ontem como a vencedora do Prix Liberté, que reconhece o esforço de pessoas comprometidas com a luta pela liberdade e pelos direitos humanos. O prêmio é coordenado pelo governo da região francesa da Normandia em parceria com autoridades acadêmicas, o jornal Quest France e o Instituto Internacional de Direitos Humanos.

Greta, que hoje coordena o Fridays for Future, agradeceu a premiação e decidiu doar o prêmio de aproximadamente R$ 108 mil para as ONGs Care, Greenpeace, Adaption Fund e 350.org. A ativista sueca começou sozinha em agosto do ano passado um trabalho de conscientização sobre o clima, e desde então tem inspirado muitos. No mês passado, ela coordenou o School Strike for Climate Change, uma mobilização global que visa chamar a atenção para as mudanças climáticas e que contou com a participação de centenas de milhares de estudantes de 1659 cidades de 105 países.

Greta Thunberg ficou conhecida internacionalmente no ano passado quando viajou até Katowice, na Polônia, para participar da Conferência do Clima da ONU. Na ocasião, a adolescente disse aos líderes de aproximadamente 200 países que eles estão roubando o futuro de seus filhos ao não se empenharem como deveriam para diminuir as emissões de gases do efeito estufa e impedir o aquecimento global.

“Somos nós que vamos viver neste mundo. Se eu viver até os 100 anos, estarei viva em 2103 e teremos que conviver com a bagunça deixada pelas gerações mais velhas. Nós vamos ter que resolver isso pra eles. Isso não é justo”, discursou.

Depois que se tornou vegana, Greta conseguiu convencer toda a família a adotar o veganismo. Além disso, para reduzir a pegada ecológica, também não viajam de avião. “Estamos aqui para informar que a mudança climática está chegando, quer você goste ou não. O verdadeiro poder pertence ao povo”, disse na conferência.

Cineasta Kevin Smith conta que se reconciliou com sua infância ao se tornar vegano

Foto: Mercy for Animals/Reprodução

Foto: Mercy for Animals/Reprodução

O cineasta Kevin Smith conta em detalhes sua jornada vegana em um novo e sensível vídeo em parceria com sua filha Harley Quinn Smith de 20 anos. No filme, produzido pela organização que atua em defesa dos direitos animais Mercy For Animals, Smith elogiou sua filha contando que ela foi sua inspiração para se tornar vegano. O cineasta admitiu que estava impressionado com a tenacidade demonstrada por Harley em viver sua própria verdade.

“É uma maneira incrível de viver a vida, sabendo que você não está prejudicando outros seres vivos”, disse Harley Quinn sobre suas razões para se tornar vegana.

“Nós só queremos que todos sejam compassivos, felizes e livres para viver suas vidas sem nenhum sofrimento ou dor”, esclareceu ela.

Harley, que é atriz, conta que resolveu se tornar vegana após adotar uma coelhinha resgatada chama de Cinammon bun. O animal teria chegado até ela em condições péssima, e tremia toda vez que ela tocado.

“Lembro que cheguei apensar na hora que se eu não a adotasse, ninguém adotaria dado o estado do desespero do animal”, conta a filha do cineasta.

Após meses dedicando amor e carinho ao animal assustado, Harley conta que pode testemunhar o efeito que a compaixão tem sobre uma vida e que se após isso ela não se tornasse vegana “ estaria negando a verdade cruel que estava diante de meus olhos”.

Kevin Smith conta que experimentou pela primeira vez uma alimentação com base em vegetais, como um experimento por seis meses, depois de sobreviver a um ataque cardíaco quase fatal ano passado.

Enquanto Smith admite que primeiro mudou sua alimentação por razões de saúde “egoístas”, ele agora está escolhendo de forma consciente abraçar o lado ético do veganismo, contando como está satisfeito em ter se tornado uma pessoa compassiva. “Quando eu era criança sempre fui um garotinho que amava loucamente os animais”, disse Kevin Smith.

“E para ser um homem de 48 anos que cumpriu sua promessa àquele garotinho, foi preciso mudar”. Smith conta como costumava ficar confuso quando era mais jovem, se perguntando e aos seus familiares: “Se nós amamos animais. Então por que estamos comendo cordeiro?”

Harley confessa que jamais acreditou que seu pai se tornaria vegano. “Dizer que ele faz parte da comunidade vegana”, ela disse, “ainda me surpreendo todas as vezes que penso nisso”.

Apresentadora vegana Lucy Watson crítica ferozmente corridas de cavalos no Twitter

Livekindly/Reprodução

Livekindly/Reprodução

A estrela do programa Made In Chelsea, que se tornou empreendedora vegana recentemente, pediu a seus seguidores que não apoiarem a atividade cruel

A celebridade vegana, Lucy Watson, criticou violentamente as corridas de cavalos nas mídias sociais, acusando o número de mortes de animais que continua aumentando.

A personalidade da TV, que recentemente lançou uma série de refeições veganas prontas no Waitrose (cadeia de supermercados britânica), retweetou a notícia de outro cavalo que morreu no Festival de Cheltenham (Inglaterra), escrevendo: “Por favor, não apoiem corridas de cavalo”.

Explorados como produtos

Respondendo a um usuário do Twitter que sugeriu que cavalos não existiriam se não fosse pelas corridas de cavalo, Watson respondeu: “Com certeza eles prefeririam não existir a serem usados produtos para que as pessoas ganhem dinheiro”.

A estrela também deixou claro que não apoia mais o polo esportivo, após muitas pessoas nos comentários terem tentado criticá-la por ser “inconsistente”.

O usuário do Twitter, Lewis Thompson, argumentou: “Veja o quanto Bryony Frost ama Frodon e quanto esse cavalo é adorado e é cuidado, Então me diga que eles deveriam bani-lo”.

Ao que Watson respondeu prontamente: “Você chuta e chicoteia as pessoas que ama? Põe suas vidas em perigo por dinheiro?”

Pressionados até o limite

Sir Erec é o terceiro cavalo de corrida a ser morto em Cheltenham em 2019, após sua perna “literalmente ter se partido em duas” durante uma corrida.

A organização que atua em defesa dos direitos animais, PETA, disse: “Os cavalos criados para a satisfazer a ganância e a necessidade de velocidade da competição, são pressionados além de suas capacidades naturais e forçados a correr a um ritmo alucinante”.

“Aqueles que não sofrem ferimentos horríveis quando caem de cara na pista podem sofrer ataques cardíacos, sangrar pelos seus pulmões ou desenvolver ferimentos internos e úlceras dolorosos além de uma série de outros problemas de saúde que só existem por serem pressionados além de seus limites para entretenimento humano”

Dublin é sede da primeira conferência nutricional de alimentação a base de vegetais do país

A Irlanda realizou sua primeira conferência de nutrição à base de vegetais no início deste mês.

O evento, chamado “Comida como remédio: uma introdução embasada em evidências sobre os benefícios da nutrição baseada em vegetais”, aconteceu no Hospital Universitário Mater Misericordiae, em Dublin, dia 9 de março último.

Os convites para a conferência esgotaram-se em menos de três semanas sem qualquer publicidade ou divulgação nas mídia sociais. Mais de 70 médicos, entre eles representantes do próprio hospital, assim como nutricionistas e outros profissionais de saúde estavam entre os 130 participantes do evento organizado pela Plant-Based Doctors Ireland (Médicos da Alimentação Baseada em Vegetais da Irlanda, na tradução livre).

Especialistas em alimentação saudável

Foram apresentadas palestras de especialistas médicos nos campos de câncer, diabetes, doenças inflamatórias do trato intestinal e doenças cardiovasculares. Histórias tocantes da recuperação de pacientes foram compartilhadas e médicos irlandeses experientes falaram sobre seus conhecimentos sobre a nutrição baseada em vegetais nos cuidados primários (primeira abordagem médico-paciente), e deram dicas práticas sobre como iniciar esse assunto nas consultas aos pacientes.

A conferência incluiu uma palestra sobre o tema muito comentado atualmente da sustentabilidade do planeta e como a alimentação afeta o meio ambiente. Os gêmeos da “Happy Pear” (restaurante e mercado de alimentos saudáveis) David e Stephen Flynn, compartilharam suas experiências pessoais sobre como foi tornar a nutrição baseada em vegetais, popular e acessível, ao longo da última década.

“Foi extremamente gratificante poder dividir informações tão valiosas com os demais médicos, e mostrar como o potencial efeito dominó é poderoso”, diz o Dr. John Allman, professor de clínica geral de Dublin. Ele especializou-se realizando o curso de Nutrição Baseada em Vegetais oferecido pela Universidade de Cornell, em 2016 e tem encorajado ativamente seus pacientes a comer mais frutas, legumes e vegetais.

Alimentação e mudança climática

A prática médica geral irlandesa tem adotado recentemente uma abordagem mais ativa sobre a mudança climática pela profissão. A reportagem de capa do Journal of the Irish College of General Practitioners deste mês diz: “Condição crítica – Por que os médicos precisam tomar a frente da saúde do planeta”.

Isso se deu uma semana após a WONCA, Organização Mundial de Médicos da Família, ter publicado um relatório intitulado Declaração de Convocação para Médicos do Mundo para Agir sobre a Saúde Planetária.

Além disso, os médicos da Irlanda foram convidados a se apresentar na conferência anual do ICGP em 3 de maio de 2019 no Centro Nacional de Convenções em Dublin.

“É um momento certo para encorajar os pacientes a se alimentarem de forma mais saudável, comendo alimentos baseados em vegetais, já que tanto as necessidades de saúde quanto as preocupações ambientais estão tornando isso uma questão dominante”, disse o Dr. John Allman, que é o membro fundador da Plant-based Doctors Ireland ao Plant Based News.

Em breve as palestras da conferência estarão disponíveis para assistir online no site da conferência.

Startup lança primeira fragrância visual vegana do mundo

Amkiri/Divulgação

Amkiri/Divulgação

A Amkiri, uma nova marca de produtos de beleza israelense, lançou na última quinta-feira, dia 21(Dia Internacional do Perfume), uma tinta vegana com infusão de aromas que pode ser aplicada na pele. A marca classifica o lançamento como a primeira “fragrância visual” do mundo, segundo informações no New York Post.

A tinta vegana perfumada pode ser aplicada pelos próprios clientes, a coleção possui mais de 95 estênceis impressos (como rosas, flamingos, corações e formas geométricas) ou aqueles que desejarem podem fazer uso de uma varinha especial para desenhos à mão livre e criar suas próprias imagens em qualquer parte do corpo.

A fundadora e criadora da marca, Shoval Shavit Shapiro, estudou design em Tel Aviv e Berlim, e trabalhou ao lado de sua mãe, Aliza, que é especialista em química e cosméticos, para criar a Amkiri Fragância Visual.

“Não há melhor maneira de expressar sua individualidade do que usar seu corpo como sua própria obra de arte pessoal”, disse Shapiro à Vogue. “Queremos capacitar os indivíduos com essa forma multi-sensorial de auto-expressão.”

A tinta perfumada vem com duas opções diferentes: “A varinha mágica e os estênceis” (60 dólares) que tem um pincel largo para facilitar a aplicação do estêncil. O “Freehand Wand” (50 dólares) apresenta uma ótima oportunidade, ideal para os indivíduos mais talentosos, pois ela permite a criação de projetos únicos.

O cheiro unisex é uma fusão de hortelã, gengibre e pedaços de zimbro com um toque de almíscar e madeira de cedro.

A tinta vem na cor carvão ou em tons brancos, dura no mínimo 12 horas e é hipoalergênica, vegana, resistente à água e ao suor, e livre de álcool e crueldade.

Pesquisa aponta que 36% dos londrinos estão trocando carne por vegetais

Livekindly/Reprodução

Livekindly/Reprodução

A revista Time Out London publicou uma pesquisa recente que aponta que 36% dos londrinos estão reduzindo seu consumo de carne

“Uma loja vegana de salgadinhos e batatas fritas, um pub totalmente vegano e uma loja de frango frito vegana são apenas alguns exemplos da tendência que vem tomando conta de Londres nos últimos anos – e parece que a demanda está realmente crescendo”, observa a Time Out.

De acordo com o Índice Time Out deste ano, “mais de um terço dos londrinos estão ingerindo uma alimentação mais rica em vegetais. A pesquisa mostra que 5% dos londrinos são veganos, 11% são vegetarianos e 20% estão reduzindo a carne. Isso dá um total de 36% se somados todos que mudaram ou estão migrando para um consumo menor de produtos de origem animal ”.

Veganismo por idade

De acordo com o estudo, os londrinos mais jovens, com idades entre 18 e 27 anos, tem quase o dobro de probabilidade de serem vegetarianos e três vezes mais de serem veganos, em comparação aos idosos com mais de 58 anos.

A tendência reflete a mudança que vem sendo acusada em dados coletados no mundo todo, mostrando que as gerações mais jovens estão diversificando suas opções de proteína e produtos lácteos, especificamente optando por incluir carne vegana, leite e produtos derivados de ovos. Eles tem reduzido ativamente o consumo de produtos de origem animal, principalmente em função de preocupação com o meio ambiente, saúde e maior conscientização sobre o tratamento antiético que sofrem os animais.

Reino Unido vegano

Tesco/Reprodução

Tesco/Reprodução

Londres, em particular, tem dado provas de ser um epicentro vegano. As principais redes de supermercados do país – Tesco, Sainsbury’s e Waitrose – têm ofertas veganas variadas, incluindo produtos de marca própria, assim como uma ampla oferta das principais marcas veganas.

Os restaurantes no Reino Unido continuam aumentando suas ofertas de opções veganas também. O McDonald’s recentemente adicionou Happy Meals e sanduíches veganos aos cardápios do Reino Unido. E depois do sucesso de um teste durante Veganuary – campanha com duração de um mês que encoraja as pessoas a se tornarem veganas que acontece em janeiro – a Pizza Hut tornou a pizza vegana de jaca um item permanente do cardápio em todos os restaurantes do Reino Unido. O teste foi tão bem-sucedido que a rede também expandiu suas ofertas veganas, incluindo um cardápio de três pratos que, além das opções de pizza vegana, apresenta pãezinhos do tipo ‘Jack’ N ‘Rolls recheados com chili doce, jaca grelhada e queijo vegano e até uma opção de sobremesa vegana: Bolinhos de canela, cobertos com gotas de açúcar congelado.

A rede de restaurantes, Wetherspoons, que atende um público “estilo família” em sua cadeia de lojas, também aumentou as opções veganas, adicionando até mesmo cervejas veganas ao seu cardápio para a próxima Ale and Beer Fest (Festival de Cervejas) no Reino Unido.