Câmara de Santarém (PA) debate substituição de veículos de tração animal

Uma reunião foi realizada na Câmara Municipal de Santarém, no Pará, nesta quinta-feira (2), para discutir alternativas que possam substituir os veículos de tração animal no município. O encontro foi promovido pelo vereador Junior Tapajós (PR) e contou com a participação de representantes de ONGs de proteção animal e carroceiros.

Foto: Pixabay

O parlamentar afirmou que o objetivo da reunião foi chamar a atenção das autoridades e da sociedade civil organizada para a necessidade de combater os maus-tratos a animais explorados em atividades de transporte de pessoas, fretes e similares. As informações são do portal G1.

Na reunião, alternativas à exploração animal foram discutidas e ficou definido como última possibilidade a busca dos carroceiros por outro tipo de atividade no mercado de trabalho.

Durante o encontro, o SEBRAE colaborou apresentando opções rentáveis de trabalho aos carroceiros, além de abordar a possibilidade de linhas de crédito para iniciar um novo negócio.

Em Santarém, a tração animal é bastante comum. Os animais são explorados na cidade, inclusive, para o serviço de coleta de lixo em ruas nas quais o caminhão coletor não circula, e também para transportar entulhos.

Fazendas leiteiras dão lugar às plantações de abacate na Nova Zelândia

“Estamos confortáveis ​​com a demanda global favorecendo o aumento das plantações e estamos felizes em ver o investimento contínuo em abacates” (Fotos: World of Wanderers/NZ Herald)

No Norte da Nova Zelândia as fazendas leiteiras estão dando lugar às plantações de avocado, um abacate menor, com casca mais escura e mais rico em nutrientes.

Essa informação é confirmada por Georgina Tui e Mate Covich, que atuavam no ramo de produção de leite no país e decidiram vender suas terras para produtores de abacate.

De acordo com o portal global agrícola Fresh Plaza, três outras fazendas leiteiras da península de Aupouri, perto de Kaitaia, no noroeste da Nova Zelândia, também foram vendidas e estão se transformando em pomares de abacateiros.

O que tem ajudado na transição é que o solo e o clima são bastante favoráveis às plantações de avocado, incluindo o fácil acesso à água. A diretora executiva da NZ Avocado, associação que representa os produtores de abacate no país, Jen Scoular, disse que o futuro da fruta é bastante animador.

“Estamos confortáveis ​​com a demanda global favorecendo o aumento das plantações e estamos felizes em ver o investimento contínuo em abacates”, informou Jen ao Fresh Plaza.

Com uma demanda global por abacates aumentando em cerca de 10% ao ano, agricultores da Nova Zelândia viram na fruta um bom negócio enquanto a produção leiteira se torna cada vez menos lucrativa.

Em setembro do ano passado, a multinacional de origem neozelandesa Fonterra, uma das maiores companhias de laticínios do mundo, revelou que registrou prejuízo de 130 milhões de dólares no período de 2017 a 2018.

A queda é bem significativa considerando que de 2016 a 2017 a empresa obteve lucro de 500 milhões de dólares. O que também preocupou a companhia é que essa foi a sua primeira perda de lucros desde que foi fundada há 18 anos.

Por outro lado, produtores de abacate têm motivos para comemorar, e os abacateiros vão ganhando cada vez mais espaço em Northland, Tapora e na Baía de Plenty – esta última já respondeu por 65% da produção de abacate do país.

Hoje a produção neozelandesa da fruta está conquistando novos espaços e isso tem favorecido uma diversificação ambientalmente correta, segundo Jen Scoular.

Prefeitura de Sorocaba (SP) dificulta cumprimento de decisão judicial e chimpanzé Black continua à espera da transferência para santuário

Foto: Divulgação

Nem mesmo a participação ativa do promotor público Jorge Alberto de Oliveira Marum, especializado em meio ambiente, tem sido suficiente para o prefeito de Sorocaba, José Crespo (DEM), cumprir a decisão unânime do Tribunal de Justiça de SP que determina a imediata transferência do chimpanzé Black do zoológico municipal ao Santuário dos Grandes Primatas, ambos no mesmo município. O prazo para a transferência termina no domingo, 5 de maio.

Logo após a decisão, as entidades de defesa animal que ajuizaram a ação se reuniram, na sede do Ministério Público, com o promotor Jorge Alberto de Oliveira Marum, corpo técnico do zoológico e com o secretário Jessé Loures, que representou o prefeito. Deveria ter ocorrido uma segunda reunião para acertar os detalhes técnicos da transferência, porém ela não aconteceu porque a prefeitura se manteve inerte.

Por meio de recurso judicial, a prefeitura ainda tentou reformar a decisão dos desembargadores por meio de um recurso impróprio que não foi julgado, e o Tribunal de Justiça manteve sua decisão.

Nesse período, funcionários do zoológico promoveram manifestações dentro do zoológico e em frente à jaula do chimpanzé Black conforme divulgado em alguns veículos de comunicação locais, causando grande estresse aos animais do zoológico e principalmente ao Black.

Foi então que, novamente, na última terça-feira, dia (30) o promotor convocou uma nova reunião para definitivamente acertar os detalhes técnicos da transferência. Mais uma vez, não houve resultados e a prefeitura protelou os acertos técnicos da transferência.

“Até o momento continuaremos sendo colaborativos, porém não se brinca com o bem-estar e a vida do chimpanzé Black . Não me lembro de ter visto tamanho descaso em minha trajetória como ativista pelos animais. Somos obrigados a informar a sociedade e a justiça estadual das ações e omissões do prefeito Crespo sobre o caso”, relata o representante das entidades autoras da ação, Leandro Ferro.

Situação protelada

Em 2001, Black esteve temporariamente no santuário, a pedido do próprio zoológico, para manutenção de sua jaula. Naquele ano, ele se socializou com outros membros de sua espécie e conquistou até uma companheira, a chimpanzé Margarete. Contudo, o zoológico exigiu sua volta, e o mantenedor do santuário, Pedro A. Ynterian, iniciou uma campanha pública pela permanência de Black, sem ter obtido sucesso naquela época.

“Apesar dos esforços empreendidos pelo movimento GAP, juntamente com a sociedade civil e até outra ONG vinculada diretamente à Organização das Nações Unidas, o GRASP – GREAT APES SURVIVAL –, por uma disputa política e de vaidade, o chimpanzé Black acabou não sendo transferido para o santuário”, relata Leandro Ferro.
Parentes mais próximos

Entre as espécies com mais semelhanças à humana, o chimpanzé chega a ter 98% do DNA em comum. Vários testes confirmam inteligência significativamente elevada desse animal, comparada por vezes com a das crianças de até três anos. Na natureza, comem durante o dia todo e, à noite, descansam em ninhos nas copas das árvores.

Em um zoológico, seu ciclo biológico de alimentação e sono são alterados. Na maioria desses locais, ficam oito horas em exposição e 16 horas dentro de cubículos fechados. Em vez de comer várias vezes durante o dia, como é recomendado para primatas humanos, só são alimentados antes de anoitecer, após serem forçados a entrar nesses cubículos, no fim do expediente, onde comem e ficam trancafiados.

Prefeitura de Mairiporã (SP) incentiva população a matar caracol africano de maneira cruel

A Prefeitura de Mairiporã, no interior de São Paulo, publicou um vídeo em rede social por meio do qual incentiva a população a utilizar um método cruel para matar caracóis africanos.

Foto: Reprodução / Facebook / Prefeitura de Mairiporã

Nas imagens, a agente de saúde Adryana Suba Brasil afirma que o caracol africano foi introduzido no Brasil em meados da década de 80 para ser explorado para consumo humano. A proposta, no entanto, fracassou e o animal foi abandonado no meio ambiente.

No decorrer do vídeo, Adryana conta que a população tem ateado fogo nos caracóis para matá-los. Ela discorda da ação dos moradores do município, mas não pelo sofrimento imposto ao animal, e sim porque ao ser morto queimado, o caracol solta uma secreção que, segundo a agente de saúde, fica no meio ambiente e atrai moscas.

Sob a justificativa de controle da espécie, Adryana ensina um método cruel para matar o animal, que ela chama de “solução caseira e simples”. A funcionária pública indica que a população coloque os caracóis dentro de um balde com água e adicione detergente e sabão em pó comum, o que, de acordo com ela, matará os animais em alguns minutos.

Depois de matá-los, Adryana orienta os moradores a retirar os caracóis do balde, colocá-los em uma sacola plástica, quebrar a carapaça deles e, em seguida, descartá-los no lixo da coleta comum.

Nos comentários do vídeo publicado pela prefeitura, uma internauta criticou a atitude da administração municipal. “Os caramujos foram introduzidos no Brasil para consumo humano. Sabemos que essa moda não pegou e por isso eles foram soltos na natureza de forma errônea gerando impactos ambientais. Ou seja, o próprio ser humano criou essa situação!”, escreveu a usuária do Facebook, que lembrou que “é privativo e é competência do médico veterinário a realização de eutanásia em animais” e que “a eutanásia por afogamento ou substâncias como o sabão ou detergente são métodos inaceitáveis, pois causam dor e sofrimento, segundo a resolução 1000/2012 do Conselho Federal de Medicina Veterinária”.

Confira o vídeo divulgado pela prefeitura:

Caça ao javali não resolve problema de desequilíbrio ambiental, diz professor

A justificativa dos defensores da caça ao javali é que o animal causa um desequilíbrio ambiental, afeta lavouras e, por isso, precisa ser caçado como forma de controle. A alegação, no entanto, é refutada pelo professor Adroaldo José Zanella, do Centro de Estudos Comparativos em Saúde, Sustentabilidade e Bem-Estar Animal do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP. Segundo ele, matar os javalis não resolve o problema.

Foto: Simply Viola on Visualhunt / CC BY-NC-SA

O professor explicou ao Jornal da USP no Ar que “os dados sobre javalis ainda são muito modestos para fazer uma tomada de decisão inteligente, mas a caça como medida de mitigação não vai funcionar”. Ele afirmou que falta uma estratégia nacional e até mesmo internacional para elaboração de um plano estratégico em relação ao assunto. Para o médico veterinário, a solução é “atuar para a fonte de controle reprodutivo”.

“O primeiro passo é entender como essa espécie opera”, afirmou Zanella. “A fundamentação da estratégia na minha opinião seria um edital público”, disse.

Atualmente, o javali é o único animal cuja caça é permitida no Brasil. Em março, o Ibama publicou uma nova portaria, por meio da qual, entre outras questões, informatizou o sistema de autorizações para caçadores e regulamentou a exploração de cachorros para a caça ao javali, colocando os cães em risco.

O professor explicou que “o javali, que é ancestral do porco doméstico, tem essas características fenomenais de adaptação: você encontra suínos e javalis nas áreas do Ártico e do Antártico, então eles trazem essa capacidade de se ajustar aos ambientes humanos”.

Os javalis foram trazidos ao Brasil para serem explorados e mortos para consumo humano. A proposta, no entanto, não seguiu adiante e esses animais foram abandonados na natureza e acabaram se reproduzindo e se dispersando pelo país. Com fome, eles entram em plantações e comem os vegetais, o que tem feito com que produtores rurais apoiem que eles sejam mortos.

No entanto, a proposta de manter a caça ao javali e, cada vez mais, facilitá-la, não só é ineficaz, como mostrou o professor, como também é cruel e coloca em risco outros animais. Isso porque espécies nativas, como a queixada e o cateto, frequentemente são confundidas com javalis pelos caçadores, que também matam outros animais de forma proposital.

Animais explorados em rodeio são pintados de rosa e atitude gera críticas

Animais explorados por um rodeio foram pintados de rosa para uma prova de laço envolvendo mulheres em Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul. O caso aconteceu durante a Campereada Internacional de Santana do Livramento e gerou inúmeras críticas.

Foto: Jaderson Alves

A decisão de pintar os animais de rosa teve relação com o fato da prova ter sido feminina. No Facebook, na página Repórter Farroupilha, muitos dos mais de mil comentários criticam a atitude dos organizadores do evento.

Segundo o diretor do Sindicato dos Médicos Veterinários do estado (Simvet), João Júnior, é necessário avaliar qual produto foi usado para pintar os animais. “Sabemos que existe tingimento específico para cães, onde diminui a possibilidade de reações alérgicas. Se foi utilizada tinta comum, essa não deverá ser uma prática realizada pois pode causar diversas reações aos animais”, diz Júnior ao G1.

A médica veterinária e secretária da Agricultura de Livramento, Caroline Menezes, que organizou a prova do laço feminina, afirmou que foi usado corante de bolo para tingir o pelo dos animais.

Crueldade da prova do laço

Pintar animais não só representa um risco à saúde deles, como também os objetifica e ridiculariza em prol do entretenimento humano. No entanto, independentemente da pintura, a prova do laço por si só é cruel. Nela, uma pessoa montada em um cavalo deve laçar um bezerro pelos dois chifres, fazendo-o cair de forma brusca no chão.

Ferimentos são comuns nesta prova, que causa dor e sofrimento aos animais laçados. Além disso, casos de paraplegia também podem ocorrer, devido à possibilidade de acontecerem lesões na coluna dos animais.

Foto: Jaderson Alves

A prova do laço foi proibida em várias localidades. Em Barretos (SP), ao proibir essa prova e também a vaquejada, o o desembargador Péricles Piza, declarou que “incutir medo, dor, sofrimento e morte a outros seres não é algo que queremos perpetuado em nossa cultura, não sendo este o objetivo do nosso constituinte originário ao vedar a crueldade a animais e proteger o meio ambiente, algo até então inédito na história das constituições pátrias.”

Andradina, no interior de São Paulo, também teve a prova do laço proibida pela Justiça. Para decidir pela proibição, o juiz ouviu o parecer de uma médico veterinário que concluiu que a prática é considerada maus-tratos a animais. “A prova do laço em dupla é prática eivada de crueldade, consistentes em derrubadas reiteradas e violentas de bovinos ou equinos ao solo, que, sem dúvida, proporcionam dor e sofrimento. A tração na região cervical e cauda de bovinos e equinos podem causar danos irreparáveis”, disse o magistrado.

Festival da Terra volta a unir música, comida e atividades em prol dos animais

A ONG Canto da Terra nasceu há três anos, em Santana (SP), e já resgatou mais de 1 mil cães e gatos, além de coelhos, hamsters, aves, cabras, pôneis. Também atendeu em consulta clínica 4 mil bichos e realizou 5 mil castrações. Para fazer mais, precisa montar um segundo consultório.

O objetivo do Festival da Terra é arrecadar os R$ 5,9 mil da reforma hidráulica e dos eletrodutos do futuro consultório, e da compra de mesa de inox, escrivaninha, cadeiras, pia, torneira de pressão, computador e ar-condicionado (exigência da vigilância sanitária).

Agendado para o dia 11 de maio, das 12h às 20h, o evento juntará em um mesmo espaço da Vila Mariana MPB e rock clássico, balé e acrobacias circenses, rodas de conversa e correio elegante. Para o esquenta, às 10h, vai rolar ainda uma aula aberta de ioga. E todas as atividades são gratuitas!

Na praça de alimentação, o público poderá experimentar hambúrguer de edamame com abóbora, os salgados do Lar Vegetariano, nossa clássica feijoada vegana, bolos, brigadeiros e até docinhos low carb e zero açúcar.

Para levar as crianças, o cachorro, os amigos. Para deixar o mundo melhor.

Serviço

Data: 11/05/19
Horário: das 12h às 20h
Endereço: Rua Domingos de Moraes, 1581, Vila Mariana, São Paulo – SP (próximo à estação de metrô)
Entrada: gratuita
Mais informações aqui.

Programação*

Aula aberta de ioga
10h: Felipe Aruana

Rodas de conversa
12h: Ioga do Riso – Dr. Risadinha
13h: Alimentação Vegana – Marlene Oliveira e Carolina Oliboni
15h: Reflexões sobre o Feminismo – Luciana Xavier e Letícia Barros
17h: Comportamento Animal – equipe do Santuário Vale da Rainha
Mediação: Camila Consci

Apresentações
12h: Amigos do Batuque (samba)
13h: Bolero Freak (tropicália)
14h: Bloco do Caos (reggae e surf music)
16h: Ciganos da Terra (dança cigana, do ventre e árabe)
17h: Essa Trupe (acrobacias circenses)
18h: Monique Ballet (balé)
19h: Epiphonia (rock)
Nos intervalos: DJ Jorginho (funk clean, pagode e black music)

*Sujeita a alterações

Sequestros de cachorros aumentam 110,8% em São Paulo

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) registrou um aumento de 110,8% no sequestro de cachorros na cidade de São Paulo entre 2017 e 2018. Foram 137 casos no ano passado, contra 65 no retrasado. A maior parte dos animais foram levados de residências.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Uma das vítimas foi Pierre, um buldogue francês de 10 anos que foi levado por criminosos que invadiram a casa onde ele vivia no final de 2018. “Não sumiu um palito da casa, só o Pierre”, disse sua tutora, a advogada Daniela Costa e Silva. As informações são do G1.

O cachorro ficou desaparecido durante 15 dias e foi encontrado graças a uma campanha feita na internet. O animal já estava com um novo tutor, que aceitou devolvê-lo. Os criminosos não foram identificados.

Os casos de cachorros levados dos tutores na rua ou de dentro de carros são minoria quando comparados aos ocorridos em residências, mas sofreram um aumento de 227%, passando de 15 em 2017 para 49 em 2018.

Para tentar proteger os animais, tutores tem recorrido ao microchip, que é colocado no cão e guarda informações sobre ele e a família que o tutela. O equipamento tem o tamanho de um grão de arroz e custa, em média, cerca de R$ 200. De acordo com uma clínica veterinária, a adesão ao chip cresceu 20% desde o começo de 2019.

O microchip é utilizado para facilitar a identificação do cão. “O veterinário passa o leitor e ele é capaz de identificar de quem é aquele animalzinho”, disse a veterinária Fernanda Fragata.

Além do chip, outras formas de tentar proteger o animal são: não deixá-lo em local visível, aos olhos da rua; evitar passear de noite e em ruas mal iluminadas; dar preferência a locais mais movimentados; organizar saídas em grupo.

De acordo com a SPP, no último ano as polícias Civil e Militar reduziram em 3% o número de sequestros de animais em todo o estado de São Paulo e combateu maus-tratos e canis clandestinos.

Gato fica famoso ao ser flagrado batendo em porta para entrar em casa

Um gato ficou conhecido mundialmente após ser flagrado batendo em uma porta para entrar em casa. O caso inusitado aconteceu em Cardiff, capital do País de Gales, no Reino Unido.

Foto: Reprodução/Vídeo/The Sun

A atitude incomum do gato fez com que ele ganhasse o título de “gato mais educado do Reino Unido”. As informações são do portal R7.

As imagens do gato batendo na porta foram feitas por Sheekilah Jones, de 24 anos. “Estou vendo coisas porque são 6 da manhã ou este gato está batendo na porta?”, questionou a jovem ao divulgar o caso através das redes sociais.

No registro feito por Jones, é possível ver o gato em pé, sob as patas traseiras, em cima de um corrimão. Uma das patas dianteiras ele apoia na maçaneta, enquanto usa a outra para bater na porta e chamar a atenção dos tutores, para que eles deixem-o entrar.

Após serem divulgadas, as imagens viralizaram na internet e chamaram a atenção dos internautas. Desde que foi publicado, o vídeo já alcançou mais de 360 mil compartilhamentos e mais de 2 milhões de visualizações.

Um das internautas que ficou surpresa com a atitude do gato afirmou que esses animais têm facilidade para imitar as pessoas das quais eles gostam e que, provavelmente, o gato do vídeo viu muita gente batendo na porta de casa e percebeu que, assim, ela era aberta em seguida para que as pessoas entrassem e, por isso, agiu igual.

Elefante que passava fome se revolta e mata tratador

Foto: Fineart America

Imagem ilustrativa | Foto: Fineart America

Afastados de seu habitat natural e de sua família, explorados na indústria do turismo, carregando turistas e fazendo truques antinaturais, obrigados a carregar adereços nas celebrações religiosas do país e cargas pesadas no transporte cotidiano, os elefantes suportam todos os tipos de agressões e violências submetidos à surras, correntes e espancamentos com ganchos e paus.

Mas ao ser privado da alimentação, o mínimo necessário para sua sobrevivência, este elefante que vive em Kerala, na Índia, se revolta e perde o controle. Para assistir ao vídeo clique aqui (cenas fortes).

O elefante conhecido como Rajasekharan, havia participado recentemente de uma procissão para um festival anual que acontece no templo de Chirayil Devi, no sudoeste da Índia, antes dos ataques.

Segundo a polícia o incidente aconteceu por volta das 4 da tarde de sexta-feira. O proprietário de Rajasekharan, Shaji, chegou ao local e começou a alimentá-lo. Foi quando Baiju o tratador responsável chegou perto do elefante. Assim que ele estava ao seu alcance, o animal usou suas presas e o pegou pela tromba, sacudiu-o violentamente e o jogando-o no chão segundo informações do The Indian Times.

Imagem ilustrativa | Foto: Wild Animal Awareness

Imagem ilustrativa | Foto: Wild Animal Awareness

Segundo relatos o elefante estava faminto e matou o manipulador jogando-o como uma boneca de pano poucas horas depois de outro ataque que deixou o chefe da vítima no hospital, nesse último testemunhas alegam que o elefante estava ao lado do templo que receberia a procissão e se assustou com o barulho de uma motocicleta.

Sensíveis e selvagens, elefantes não estão acostumados aos ruídos urbanos e muito menos a carregar adereços em procissões religiosas cercados de multidões barulhentas.

Membros da equipe responsável pelos animais disseram à ONG Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (SPCA) que o mahout bebia muito, dormia e esquecia de alimentar o elefante frequentemente.

Imagem ilustrativa | Foto: twoeggz

Imagem ilustrativa | Foto: twoeggz

Reportagens da mídia local afirmam que o animal de 40 anos já havia mostrado sinais de agressividade durante o dia.

Inicialmente, o chefe dos funcionários de 50 anos, Satheeshan, foi hospitalizado antes que seu empregado de 45 anos, Bajiu, fosse morto.

Imagens da cena mostram o elefante faminto e explorado jogando o tratador no ar como uma boneca de pano com seu tronco e presas.

Imagem ilustrativa | Foto: World Animal Protection

Imagem ilustrativa | Foto: World Animal Protection

Não está claro o que vai acontecer com o elefante após a morte do manipulador.

Faminto e maltratado

Especialistas da ONG SPCA chegaram ao local do ocorrido para tranquilizar o animal após o ataque.

O porta-voz da SPCA, Dr. B. Aravind, disse à imprensa local: “Nós suspeitamos que os ataques foram uma manifestação de sua raiva de ser submetido à fome.”