Las Palmas proíbe circo com animais

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A cidade de Los Palmas, localizada a nordeste da ilha de Gran Canária, na Espanha, aprovou uma nova lei de proteção animal que proíbe exploração de animais em circo e tipifica crimes de maus-tratos contra animais domésticos.

Los Palmas não atualizava suas leis em relação à proteção animal há mais de 20 anos e aprovação do texto é uma vitória para ativistas em defesa dos animais. As novas normativas determinam castração obrigatória, regulamentação da venda de animais, microchopagem e aumento da punição em caso de maus-tratos.

Determina também que em casos de atropelamento, a responsabilidade pelo resgate do animal é dos condutores dos veículos, proíbe que animais sejam mantidos presos e também que sejam submetidos à altas e baixas temperaturas. A nova lei determina também que animais só podem ser sacrificados como último recurso.

Dona de canil que explorava cães em Piedade (SP) é multada em mais de 5 milhões

A dona do canil Céu Azul, interditado em Piedade, no interior de São Paulo, foi multada pela Polícia Militar Ambiental em R$ 5.124.000, o equivalente a R$ 3 mil por cada cachorro mantido em condições de maus-tratos no local. Nena Miyazaki Kubaiassi deve ser autuada ainda em mais R$ 13.240 pelo Procon.

Foto: Divulgação/PM

As instalações do local foram vistoriadas pela Polícia Ambiental, Vigilância Sanitária Municipal e Sub-secretaria do Bem-estar Animal da Casa Militar do Governo do Estado. A vistoria concluiu que os animais sofriam maus-tratos.

Irregularidades nos cuidados veterinários também foram encontradas. No local, havia medicamentos vencidos e outras condições inadequadas de recintos atestadas por um médico veterinário que avaliou o canil.

A polícia contabilizou 1.743 cães no local, sendo 1.708 em situação de maus-tratos. A ocorrência levou cinco dias para ser concluída. As informações são do portal G1.

O canil vendia filhotes de cachorro para a Petz, loja do seguimento animal, que os revendia aos clientes. Após o caso de maus-tratos ser descoberto, a empresa anunciou, na quarta-feira (20), que não vai mais vender cães e gatos nas 82 lojas espalhadas pelo Brasil. “A partir de agora, a rede de pet shop só terá cães e gatos para adoção em parceria com ONGs do projeto Adote Petz”, diz a nota.

Foto: Reprodução/TV TEM

O caso é investigado pela Polícia Civil e está sendo acompanhado pelo Ministério Público Estadual, que solicitou à polícia que mais pessoas sejam ouvidas sobre as denúncias de maus-tratos. No processo, o MP afirma que é necessário também analisar documentos e ouvir pessoas e empresas que compraram animais para saber se elas tinham conhecimento das condições em que eles eram mantidos no canil. O delegado responsável pelo caso aguarda o resultado dos laudos da perícia. Policiais que atenderam à ocorrência e agentes da Vigilância Sanitária já foram ouvidos.

Entenda o caso

O canil funcionava em um sítio na zona rural de Piedade, no bairro Goiabas, e o caso de maus-tratos foi descoberto após uma denúncia anônima. Uma equipe da polícia esteve no local na última quarta-feira (13). Após confirmação da denúncia, os policiais solicitaram o fechamento do canil.

Foto: Divulgação/PM

Um auto de infração e interdição foi lavrado pela Prefeitura de Piedade, por meio da Vigilância Sanitária. De acordo com a administração municipal, o canil não tem alvará de funcionamento, inscrição municipal e não paga impostos. Um relatório da Vigilância Sanitária apontou ainda que a proprietária não avisou a Zoonoses sobre três casos suspeitos de leishmaniose em humanos. O resultado feito em homens, que ficou pronto na segunda-feira (18), descartou a doença. Outros dois exames são aguardados.

No local, foram encontrados cães cegos, sem dentes e doentes. Havia também um espaço de incineração de animais que funcionava de forma irregular, já que o canil não tinha autorização para cremar corpos.

Antes da retirada dos cães do canil, a proprietária do local assinou um termo doando-os. Em seguida, ela acionou a Justiça com um mandado de segurança para barrar a retirada dos animais, mas o pedido foi negado pela juíza Luciana Mahuad. O local funcionava há 20 anos e nunca foi alvo de fiscalização.

Em 2018, mais de 4,6 mil denúncias de maus-tratos em canis foram registradas no estado de São Paulo, segundo a Polícia Ambiental.

Petz anuncia fim da venda de cães e gatos após pressão de ativistas

Foto: Divulgação/PM

A Petz, maior rede de pet shops do país, anunciou através de um pronunciamento feito pelo presidente da companhia, Sérgio Zimerman, que as 82 lojas da rede não venderão mais filhotes de cães e gatos.

A atitude foi motivada após o fechamento do canil Céu Azul, em Piedade (SP), que explorava animais e os vendiam para serem comercializados em pet shops, incluindo a Petz e sua concorrente, a Petland.

O anúncio foi feito através de um vídeo postado nas redes sociais oficiais da Petz ontem (19). A ação da empresa foi muito elogiada, mas encontrou resistência crítica.

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Muitos seguidores questionaram como a empresa conseguiu se sentir confortável comercializando vidas por mais de 16 anos. “Depois de anos sendo cúmplices dessa barbaridade vocês vem dar uma desculpa dessas. São bandidos”, desabafou um usuário no Instagram.

A Petz informou também que o local onde os animais eram exibidos para venda, agora será destinado para a realização de eventos de adoção feitos por ONGs parceiras da rede.

A empresa confessou também que não pretende disponibilizar para adoção responsável os cães e gatos de raça que ainda se encontram nas lojas, mas sim que irá vendê-los e repassará os valores arrecadados para ONGs cujos nomes não foram revelados.

Nota da Redação: é no mínimo incoerente que qualquer ONG que um dia se dispôs a contribuir positivamente para a proteção animal receba como doação dinheiro obtido através da exploração e maus-tratos a animais. Independente da origem, a venda de qualquer ser vivo é intrinsecamente cruel e desumana. Desejamos que a Petz aproveite para abolir definitivamente a venda de todas as espécies de seres vivos de suas suas 82 lojas, espalhadas em 9 estados do país, e que o anúncio feito por Sérgio Zimerman não seja apenas uma tentativa de controle de crise gerada após o resgate dos mais de 1,7 mil cães encontrados em situação degradante no canil Céu Azul, em Piedade (SP).

Cães explorados em canil são resgatados após maus-tratos no DF

Nove cachorros explorados para reprodução e venda em um canil irregular no Distrito Federal foram resgatados após serem submetidos a maus-tratos. Os animais eram mantidos em um ambiente sem higiene, com urina e fezes. Eles também “não dispunham de água fresca nem alimentação disponível”, segundo a Polícia Militar. Os cães estavam em uma casa na QR 208, em Santa Maria.

Foto: PMDF/Divulgação

O dono do canil assinou um termo circunstanciado de ocorrência na sexta-feira (15) e se comprometeu a comparecer em juízo quando solicitado. Ele deve responder pelo crime de maus-tratos a animais em liberdade. Isso porque, de acordo com o Código Penal, trata-se de uma infração de “menor potencial ofensivo”, com pena de até um ano de detenção, que costuma ser substituída por punições alternativas. Por isso, mesmo com flagrante, os infratores não são presos.

No local, viviam oito cachorros da raça shih tzu e um chow chow. Foram encontrados também os corpos de cinco filhotes mortos, dentro de uma sacola de lixo. O proprietário do canil irregular afirma que os cães “morreram de forma natural”. As informações são do portal G1.

Em relação à sujeira do local, o homem alegou que o canil estava em processo de mudança para uma nova sede em Novo Gama (GO). “Devido a isso não estaria zelando pelos animais”, revelaram os policiais.

Os cães foram encaminhados para a ONG Projeto São Francisco, que os disponibilizará para adoção responsável após serem tratados. Eles receberam os primeiros cuidados veterinários e foram alimentados.

Foto: PMDF/Divulgação

Denúncias

Para denunciar casos de maus-tratos a animais no Distrito Federal, deve-se recorrer à Ouvidoria do Governo de Brasília pelo telefone 162 ou através do site http://www.ouv.df.gov.br.

Outra opção é a Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente (Dema), que pode ser acionada pelo 197, pelo  WhatsApp (61) 98626-1197 ou pelo e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br. O Batalhão Ambiental da Polícia Militar, que atende 24 horas por telefone, também recebe denúncias. Os números para contato são: pelo telefone (61) 3190-5190 e pelo WhatsApp (61) 99351-5736.

Desde maio, a punição para o crime de maus-tratos a animais se tornou mais rígida, com multa de até 40 salários mínimos, o que corresponde a mais de R$ 38 mil.

Audiência pública discute retorno das provas equestres em Sorocaba (SP)

A audiência pública que discutiu a retomada da realização de provas equestres em Sorocaba (SP), realizada na noite desta sexta-feira (16), na Câmara dos Vereadores, terminou sem uma decisão concreta sobre o assunto.

O projeto é do vereador Luís Santos (Pros), que quer resgatar os eventos de cavalos na cidade, proibidos por lei municipal em 2007. Segundo ele, não faz sentido proibir algumas modalidades equestres sendo que outras são realizadas normalmente na cidade, como as corridas no Jockey Club de Sorocaba.

Foto: Reprodução/TV TEM

“É tão confusa a definição que está nessa lei, porque, pelo que eu saiba, corrida de cavalo é prova equestre e já existe na cidade, mas existem outras provas equestres também que eu apresentei na proposta para se discutir”, explica o parlamentar.

O plenário ficou lotado, com quase 200 pessoas, entre apoiadores de provas equestres e protetores dos animais. Vaias, aplausos e gritos marcaram a audiência pública, que chegou a ser interrompida por diversas vezes para os ânimos de ambos os lados do debate serem acalmados.

A proposta do vereador Luís Santos é que sejam determinadas regras para a realização de provas esportivas com cavalos. Podendo assim liberar a realização das modalidades de marcha de muares e cavalos, ranch sorting, rédeas, três tambores, apartação, ecoterapia, laço, hipismo e turismo equestre.

Ativistas apresentaram fotos e vídeos de situações de maus-tratos em provas para justificar a não retomada dos eventos na cidade.

“Somos contra o retrocesso que representa esse projeto. Há mais de 10 anos Sorocaba decidiu, por legislação municipal, que é contra esse tipo de prova, porque ela representa em si uma crueldade com os animais, seja na preparação ou no evento em si”, explica o ambientalista Gabriel Bitencourt.

No final da audiência, o vereador Luís Santos propôs a criação de um fundo com parte do valor arrecadado com os eventos equestres da cidade. O dinheiro seria usado para montar um “Samu Animal”, mas a proposta foi rejeitada pelo público.

Nota da Redação: provas equestres são práticas exploratórias que tratam cavalos como objetos a serem utilizados para beneficiar e entreter seres humanos e, por essa razão, devem ser proibidas. Animais devem ser vistos como sujeitos de direito e não podem, em hipótese alguma, ser explorados para atender a demandas da sociedade.

Fonte: G1

Polícia Civil resgata cachorros em canil no centro de Blumenau (SC)

A Polícia Civil resgatou cinco cachorros em situação de maus-tratos no centro de Blumenau (SC) nesta sexta-feira (15). Os animais estavam vivendo em uma cobertura de um prédio na rua 7 de Setembro, próximo ao cruzamento com a rua Paraíba.

(Foto: Especial O Município Blumenau)

Segundo investigações da Polícia Civil, o responsável pelo local já administrou um canil clandestino no passado neste mesmo local. Ele vendia os machos por R$ 500 e as fêmeas por R$ 2000. Entretanto, ainda não se sabe ao certo se estes animais estavam à venda. Independentemente das investigações, o suspeito vai responder ao crime de maus-tratos.

A policial Anne Mesquita explica que, além de o lugar não atender às exigências para funcionar como um canil ou gatil, os animais estavam em condições desumanas. Os pelos não eram tosados ou escovados há muito tempo, o que fez com que eles ficassem cheios de nós e machucassem a pele dos animais.

“Quem compra animais financia indiretamente estes casos. Especialmente quem busca o preço mais barato. A mãe dos filhotes muitas vezes vive em condições cruéis. Ela é quem paga o preço alto pela economia que você está procurando”, explica Anne.

(Foto: Especial O Município Blumenau)

Os animais resgatados foram levados a uma pet shop, que se propôs a tosá-los gratuitamente. Após os cuidados necessários, eles serão levados para uma triagem para encontrarem lares temporários, onde devem ficar até o fim do processo.

Anne Mesquita, que esteve envolvida em diversos casos de maus-tratos a animais, reforça a importância de adotar os animais ao invés de comprá-los.

“Por mais que existam canis legalizados, a compra sempre vai reforçar os clandestinos e facilitar o serviço deles, mantendo animais em situações cruéis”, defende.

Fonte: O Município Blumenau

Meu trauma de infância com animais de circo e a Linha de Colônias Infantis “Fantástico Circo” da Granado

Lá pelos meus 9 ou 10 anos de idade os circos ainda tinham muitos animais selvagens. Um deles parava sempre no meu bairro e numa noite meu pai me levou ao espetáculo. Como toda criança encantada com tanto brilho, músicas e animais, também fiquei com meus olhinhos brilhando e saí dali feliz da vida! Mas eu já tinha um pequeno faro jornalístico nessa idade e no dia seguinte convenci uma amiguinha a ir comigo até o terreno onde o circo estava acampado. Ficava a umas quatro quadras da nossa casa e claro que a nossa intenção era ter um contato maior com os animais fora do picadeiro.

(Foto: Pixabay)

Chegando lá vimos que o circo não tinha segredos. Havia uma cerca baixa e frágil que nos permitia ver a tudo e a todos. Foi quando notamos um enorme elefante que parecia estar dançando, pois balançava o corpo de um lado para o outro sem parar. Uma das pernas, no entanto, estava presa a um tronco de árvore por meio de uma grossa e curta corrente. Mesmo para nós, crianças, ficou claro que aquela situação não era nada agradável. Quem poderia estar feliz acorrentado o dia todo, sem poder sair do lugar, sob chuva, frio e calor? Ali fora do picadeiro não havia o brilho nem a magia que me encantaram na noite do espetáculo. Depois de ver essa cena nunca mais quis ir a um circo.

A Granado lançou ano passado a Linha Infantil Vintage “Fantástico Circo”, que procura encontrar algum glamour nos circos de antigamente. A campanha publicitária tem peças com leões, elefantes e outros animais selvagens que, como o próprio nome diz, deveriam viver na selva. A tentativa foi trazer à tona uma infância que, segundo a empresa, era feliz e mágica porque tinha acesso a circos com animais escravizados.

De fato, a maioria das crianças daquela época jamais poderia imaginar o que se passava nos bastidores, com os animais enjaulados, acorrentados e muito infelizes. A magia dos circos de antigamente era “fake” e não havia animais felizes em executar truques e sim obrigados, por meio de sofrimento, a fazer os “números” tão aplaudidos. Nada contra os artistas circenses que já poderiam, sozinhos, garantir um espetáculo verdadeiramente majestoso e alegre. Imagino que poucas crianças da minha época puderam ter a curiosidade e a oportunidade de testemunhar o que vi por trás das lonas do circo. Por conta disso, essas crianças cresceram achando que o circo com animais é lindo e, certamente, continuaram a ir em circos, dessa vez, com seus filhos.

Mas junto com essa geração que aplaudiu elefante subindo em banquinho e leão pulando em arco de fogo ao som do chicote, cresceu também o interesse pela proteção animal e, pelo mundo todo, foi sendo proibida a utilização de animais em circos. Santuários como o Rancho dos Gnomos, em Joanópolis (SP), passaram a receber esses animais escravizados durante a vida toda que nunca pisaram numa grama e não conheceram nada além da pequena jaula e do palco.

Se você também teve uma experiência traumática com os circos com animais conte para a Granado no Facebook. Quem sabe a empresa passa a entender que precisamos orientar as novas gerações para o respeito com os animais. Escravizar é o oposto de amar. Veja também matéria completa na ANDA sobre a Linha “Fantástico Circo” da Granado para entender melhor porque uma linha de cosméticos infantis pode prejudicar a conscientização das crianças na direção de um futuro mais ético e feliz para todos os seres do planeta.

Por Fátima ChuEcco

Polícia fecha canil clandestino com cerca de mil cães explorados para venda

A Polícia Militar Ambiental fechou um canil clandestino que explorava cachorros para reprodução e venda em Piedade, no interior de São Paulo, na manhã de quarta-feira (13). No local, eram mantidos quase mil cachorros de raças variadas. Os animais viviam em situação de maus-tratos.

Foto: Divulgação/PM

Segundo os policiais, o canil foi encontrado enquanto uma denúncia de maus-tratos a animais era averiguada no bairro Goiabas. As informações são do portal G1.

No local, foram encontrados medicamentos com as datas vencidas e que eram administradas de maneira inadequada nos animais.

Imagens feitas dentro do canil mostram as condições críticas em que os cachorros eram mantidos. Parte deles viviam em baias, outros estavam em gaiolas. Algumas delas, inclusive, ficavam dentro de um banheiro sujo.

A Guarda Municipal, a Vigilância Sanitária e a perícia foram acionadas e estiveram no local.

Foto: Divulgação/PM

Foto: Divulgação/PM

Foto: Divulgação/PM

Foto: Divulgação/PM

Foto: Divulgação/PM

Foto: Divulgação/PM

Ativistas lutam para resgatar elefanta desnutrida e explorada por zoo

No local, elefantes são forçados a se apresentar diariamente para um público quase inexistentes. “Bones” chamou a atenção do mundo quando um vídeo dela se apresentando um estádio vazio se tornou público. Primeiro, ela se equilibra em duas mesas de madeira antes de caminhar lentamente para outra área onde anda precariamente em uma “corda bamba” feita de duas barras de aço.

A mesa de madeira e a corda não poderiam suportar o peso de um animal tão grande, mas como Bones é extremamente magra, executa o abominável truque para os espectadores.

Nas dolorosas imagens é possível ver sua espinha, ossos pélvicos e dos ombros.

Segundo o World Animal News, um porta-voz do Samutprakarn Crocodile Farm & Zoo garantiu que todos os elefantes do parque recebiam tratamento adequado que estavam em perfeitas condições de saúde, o que é uma grande mentira.

Ativistas e organizações pelos direitos animais iniciaram uma petição através da CARE2  para que ela e os outros elefantes no parque devem ser resgatados e levados para um santuário apropriado.

A exploração dos elefantes    

O caso de Bones remete ao de Teresita, uma elefanta que morreu triste e solitária em um zoo de São Paulo, após anos sendo escravizada pela ganância humana.

Elefantes possuem um cérebro grande, inteligentes e curioso. Em liberdade, movimentam-se pelo menos 20 de cada 24 horas, de forma ativa, caminham 20 ou mais quilômetros por dia.

Em cativeiros pequenos, solitários, sujos e sem estímulo, eles adoecem física e psicologicamente. Além disso, estes seres inocentes realizam truques por privação de alimentos e são brutalmente castigados quando não os fazem.

Aprisionar animais para entretenimento e educação de seres humanos é inaceitável e cruel.

Zoológicos e circos são exemplos de dor e sofrimento à vida selvagem

 

 

 

 

 

 

Elefanta morre aos 88 anos em um cativeiro

A elefanta Dakshayani, de 88 anos.

Também conhecida como “Gaja Muthassi” (avó de elefante), a podre elefanta passou toda sua vida sendo explorada em um templo de Kerala, no sul da Índia. Segundo o Daily Mail, seu último suspiro foi dado na última terça-feira(5).

“Às 3 da tarde, um arrepio repentino passou através de sua grande estrutura começando da região da cabeça. Depois de alguns minutos, ela dobrou seus membros anteriores e se deitou. E foi isso”, disse T. Rajeev à AFP.

Existe um triste ranking que registra elefantes em cativeiros. O mais velho deles, reconhecido pelo Guinness World Records tinha 86 anos – Lin Wang, outro elefante asiático que morreu em 2003 em um zoológico de Taiwan.

Lamentavelmente, estes animais são explorados ou caçados em todo o mundo mas, na Índia, culturalmente eles são usados também em festividades, rituais e procissões.

Recentemente, em um festival de um templo no distrito de Palakkad, o elefante Ithithanam Vishnu Narayanan foi exibido durantes comemorações gravemente ferido em suas patas, o que viola as diretrizes para desfilar com os animais. Ainda assim, um mahouts (um cavaleiro, treinador ou guardião de elefantes)  subiu no animal.

Ithithanam Vishnu Narayanan. Foto: Reprodução | New Indian Express

Conservacionistas da vida selvagem, como PS Easa criticaram a prática de manter elefantes em cativeiro e explorá-los independentemente de suas condições.